Mostrar mensagens com a etiqueta séries 2016. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta séries 2016. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Melhores Episódios de 2016

1. Better Call Saul: 2.9 - Nailed

2. Rectify: 4.8 - All i'm Sayin'

3. The Night Of: 1.8 - The Call of the Wild

4. Game of Thrones: 6.10 - The Winds of Winter

5. Stranger Things: 1.8 - The Upside Down

6. Quarry: 1.8 - Nuoc Chay Da Mon

7. Ray Donovan: 4.12 - Rattus Rattus

8. Bloodline: 2.10 - Part 23

9. Black Sails: 3.10 - XXVIII

10. Vikings: 4.8 - Portage

11. Marco Polo: 2.9 - Heirs





Melhores de 2016 - Séries

1. Stranger Things (S1)

2. The Missing (S2)

3. Rectify (S4 -series finale)

4. The Night Of (S1)

5. Better Call Saul

6. Ray Donovan (S4)

 7. Bloodline (S2)

8. Peaky Blinders (S3)

9. The Americans (S4)

10. Marco Polo (S2)

11. Narcos (S2)

 12. Banshee (S4 - Series Finale)

13. Black Sails (S3)

14. Vikings (S4)

15. Game of Thrones (S6)

Outras:
Luther (S4)
The Night Manager (mini-série)
Olive Kittridge (mini-série)
The Man in the High Castle (S1)
Vinyl (S1)
Daredevil (S2)
Mr. Robot (S2)
Quarry (S1)
House of Cards (S4)



segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Rectify - 4ª Temporada


Já começou a 4ª e ultima temporada de Rectify
Continua a luta de Daniel Holden, que passou 19 anos no corredor da morte para se encaixar na sociedade, agora longe de casa, devido a um acordo que fez e sem possibilidade de regressar. Um 1º episódio muito intenso, totalmente passado na sua nova morada/emprego/amigos. 
 Prove-se ou não que Daniel é inocente a sua vida já está arruinada e será difícil voltar à normalidade. 

Trailer da 4ª temporada

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

The Americans


Andava para ver The Americans há algum tempo, aliás vi o primeiro episódio na altura que estreou mas só agora meti a série em dia.
São quatro temporadas do melhor que se faz para TV com suspense e situações inesperadas a ocorrer a qualquer momento.
Estamos no inicio dos anos 80 e a guerra-fria ainda está bem viva. EUA e URSS têm espiões por todo o lado, sendo os mais importantes aqueles que estão infiltrados no país inimigo. Philip e Elizabeth são um casal de espiões soviéticos que desde há muito tempo vive nos Estados Unidos, onde passam despercebidos como uma família normal. Têm emprego numa agência de viagens, filhos, mas secretamente espião para o seu país de origem, a União Soviética. Um dia aparecem uns novos vizinhos no bairro. Um casal com um filho, o pai é agente do FBI e trabalha para o departamento que caça espiões soviéticos.

Criada por Joe Weisberg, ele próprio ex-agente da CIA, e que já havia escrito para séries como Falling Skies e Damages, The Americans tem no trio de protagonistas ( Keri Russel, Matthew Rhys e Noah Emmerich) um dos seus pontos fortes.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

The Night Of


Há séries do caraças e The Night Of é uma delas.
Criada e realizada (a maior parte dos 8 episódios) por Steven Zaillian, argumentista de A Lista de Schindler, entre outras coisas, para a HBO.

Quando quer uma noite de farra com os amigos, Nasir rouba o taxi do pai mas perde-se pela cidade de Nova Iorque. Uma bela rapariga entra-lhe pelo taxi e pede que a leve à praia. Deslumbrado com a beleza da moça, Naz esquece a festa com os amigos e leva-a onde ela quer. Sendo que estala uma quimica entre ambos e o próxima etapa é o apartamento dela. Depois de algumas (muitas) drogas, álcool e jogos mais ou menos perigosos os dois acabam na cama. Na cena seguinte vemos Naz acordar sentado numa cadeira, na cozinha e dirige-se ao quarto para se despedir da rapariga. E é aí que repara que ela está toda esfaqueada e no meio do pânico foge do local do crime levando a faca com que tinham estado a "brincar".

O que se segue é uma história processual com este jovem paquistanês a ver a sua vida ser completamente alterada por aquele acontecimento.

Em The Nigt of é tudo tão bom que quase sinto que é injusto só referir John Turturro (aquele que se oferece para ser advogado de Naz). Riz Ahmed, que faz o papel de Nasir também está à altura e na prisão vai encontrar o grande Michael Kenneth Williams que o vai ajudar a sobreviver naquele perigoso mundo. E ainda há o detective Box (excelente Bill Camp) e a irritante advogada de acusação (Jeannie Berlin).

São apenas 8 episódios mas sempre em a crescer a nível de qualidade.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Stranger Things

Stranger Things é das melhores coisas que se fizeram para TV nos últimos tempos. 

Uma carta de amor aos anos 80, não só porque se passa nessa década do séc. XX mas principalmente pelas inúmeras referências que por lá andam nos oito episódios. Se falarmos em filmes recentes, Stranger Things podia ser Super 8 passado para televisão. Sendo que Super 8 já era uma homenagem a alguns filmes produzidos ou realizados por Steven Spielberg durante a década de 80. 

Passado em 1983 na pequena localidade de Hawkins, Indiana acompanhamos 4 amigos, Mike, Lucas, Dustin e Will, durante uma jogatana de Dungeons & Dragons em casa de um deles. Depois de terminado o jogo Will, durante o trajecto para casa desaparece misteriosamente. Enquanto muitos pensam que está morto, a mãe, os 3 amigos e uma rapariga estranha, que entretanto aparece tentam encontrá-lo. 
As referências aos 80’s começam logo com os excelentes créditos iniciais acompanhados por uma música à John Carpenter (pelos S U R V I V E). Como não podia deixar de ser a marca que Steven Spielberg deixou durante aquela década faz-se notar. E.T. (os amigos, a fuga nas bicicletas, Eleven, a menina com poderes especiais que também vive escondida em casa de um deles, como o Extraterrestre em casa de Elliot) ou Encontros Imediatos do 3º Grau (a obsessão da mãe de Will ou Goonies (novamente a amizade). Também nos lembramos de Stephen King, dos filmes de monstros e de Stand by Me. As referências tornam-se mais evidentes nos posters nas paredes do quarto de algumas personagens juvenis (JAWS, The Thing, por exemplo). 
Outro dos pontos fortes da série é o seu elenco. Principalmente o elenco juvenil, liderados pela excelente Millie Bobby Brown na pele de Eleven, uma rapariga que passou sua infância a servir de cobaia para a maléfica organização que está instalada nas redondezas da cidade. Matthew Modine (actor que teve o seu momento alto nos anos 80) está medonho como o líder dessa organização e Winona Ryder é a mãe de Will e cumpre no papel que desempenha, mas o destaque nos adultos vai para David Harbour no papel do xerife local. 
Os irmãos Matt e Ross Duffer criaram uma das melhores séries de 2016, uma viagem no tempo a uma época que me diz muito e onde até a banda sonora recorda aqueles tempos: Joy Division, New Order, Echo & the Bunnymen, The Clash, Peter Gabriel, entre outros.

Eu que tinha a idade destes putos em 1983 adorei. Senti-me em casa e revi-me em cada um deles, em cada tijolo Panasonic, ou gira-discos, ou filmes, ou aventuras que vivemos naquela altura.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Banshee

Não sabia o que era Banshee até há pouco mais de uma semana e assim que lhe peguei só consegui parar porque já não havia mais episódios para ver.
Um homem é libertado ao fim de 15 anos de prisão devido a um roubo de diamantes que correu mal. Ao sair da prisão é perseguido pela máfia ucraniana, a mando do seu chefe, Mr. Rabbit. Depois de descobrir onde está a sua ex-namorada Anastasia (filha de Rabbit), este desconhecido dirige-se para a pequena localidade de Banshee, na Pensilvania, onde Anastasia vive agora sob o pseudónimo de Carrie Hopewell e está casada com um procurador público local.
Entretanto chega à cidade um novo xerife, Lucas Hood que se irá apresentar no dia seguinte.  Só que este é morto por dois rufias locais e o nosso John Doe assume a sua identidade e começa assim a sua saga como xerife de Banshee, tendo como principal inimigo um ex-Amish Kai Proctor, o senhor do crime da região, enquanto tenta recuperar a sua parte dos diamantes roubados e fugir a Mr. Rabbit que o quer morto a todo e qualquer custo.

São 4 temporadas de 10 episódios (a última tem apenas 8), de uma série criada por Jonathan Tropper e David Schickler, e que conta ainda com a presença como produtor executivo de Alan Ball (Six Feet Under e True Blood).
Muita acção, muito suspense e personagens do melhor (Job, Kai Proctor ou o sinistro Clay Burton são exemplo disso).

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Peaky Blinders - 3ª temporada



À 3ª temporada Peaky Blinders, série criada por Steven Knight, continua a dar cartas e a ser uma das melhores séries desde que estreou em 2013. Desde a criação, à realização, ao argumento, à interpretação, tudo ali é bom, muito muito bom. E para ajudar tem uma excelente banda sonora que ainda melhora nesta temporada de 2016 com nomes como Nick Cave, PJ Harvey, Arctic Monkeys, The Last Shadow Puppets, Radiohead, The Kills ou David Bowie (Lazarus assenta ali que nem uma luva, numa altura em que Thomas parece pedir ajuda devido ao estado em que o deixaram)!

2 anos se passaram desde os acontecimentos da 2ª temporada e agora Thomas vive num casarão e prepara-se para casar com Grace. Só que os negócios da família, apesar dos apelos da futura esposa, estão sempre primeiro e os Peaky Blinders vêem-se metidos no meio de uma perigosa intriga internacional, com aristocratas russos e os maçons lá do sítio, representados por um pérfido padre, metidos ao barulho. Pelo meio Thomas Shelby vai recorrer à ajuda do gangster judeu-ortodoxo, brilhantemente interpretado por Tom Hardy. Eles que têm uma das cenas mais intensas desta 3ª temporada.

Uma série com a chancela BBC que devia ser obrigatório constar das listas de todos os amantes de séries.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Bloodline - 2ª temporada


*Contém spoilers para quem não viu a 1ª temporada*

Depois de uma excelente 1ª temporada acho que muita gente (eu incluído) não acreditaria que a 2ª fosse melhor. Ainda por cima com a morte da personagem mais carismática, prevendo-se que Ben Mandelsohn já não tivesse o papel preponderante que teve na 1ª parte.
Mas não se verificou nada disso. A 2ª temporada consegue ser tão boa ou melhor e Danny Rayburn está presente em quase todos os episódios para infernizar a vida do irmão John.
Já sabíamos que na familiar Rayburn não há inocentes, agora ainda ficamos a conhecer mais podres, numa série onde não há bons nem maus. Há pessoas, como muitas outras, com muitos defeitos e algumas virtudes e ficamos com a sensação de que aquele que julgávamos vilão é afinal a vitima. John pensa que tem tudo controlado, Meg continua a tapar os buracos, Kevin o mesmo burro de sempre e a mãe que aparenta aquele ar bonzinho mas teve parte no mal que lhes aconteceu no passado. 
Tudo isto representado por uma trupe de grandes actores, onde está Sissy Spacek, que continua a brilhar tanto ou mais que outros. E depois há aqueles actores que passam despercebidos no cinema mas que encontram uma série na qual podem explorar todo o talento que tinham escondido, como é o caso de Kyle Chandler.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Outsiders


Terminou a primeira temporada de Outsiders. 
Já tinha dito aqui que era uma série do caraças. Feios, porcos e maus, um pouco ao nível de Sons of Anarchy. 
Um clã vive nas montanhas Appalachia desde sempre e recusam-se a sair de lá. Não usam dinheiro e produzem as suas próprias coisas. Um deles esteve 10 anos no meio da civilização mas voltou. Civilização essa que não os aceita mas tem medo deles. Até ao dia que chega à região uma empresa que quer extrair riqueza daquelas montanhas e para isso tem de os correr de lá. Só que os Farrel não saem. Nem a bem, nem a mal. E os problemas começam. Como se não bastasse ainda há as guerras internas pela liderança do clã, com o novo líder a usar de todos os métodos para se manter no poder e uma pequena facção que está contra esses métodos e não o considera um líder à altura.

Entre os principais actores encontramos David Morse (grande papelaço), Ryan Hurst (o Opie de Sons of Anarchy), Joe Anderson (da série Hannibal) e Thomas M. Wright (das séries The Bridge e Top of the Lake). 

Grande primeira temporada.

Season Finale

Fim de temporada de duas das melhores séries do momento. Better Call Saul terminou a 2ª temporada e Vinyl viu chegar ao fim a temporada de estreia.


Better Call Saul, que é spin-off de Breaking Bad, pois recupera uma das personagens mais marcantes dessa série, o advogado sem escrúpulos Saul Goodman, que para já ainda mantém o nome de nascimento Jimmy McGill. Se Saul e Mike já tinha sido grandes personagens em Breaking Bad, aqui são muito mais espremidas e a natureza das mesmas ainda se torna mais marcante. 
Nesta segunda temporada vemos Jimmy e Kim Wexler a tentarem das os primeiros passos com a sua própria firma de advogados, com o irmão Chuck a fazer com que Jimmy não tenha sucesso, enquanto Mike tem de lidar com o lider do cartel de Juarez, Hector Salamanca (outra das personagens importantes de Breakinga Bad).


Vinyl acompanha a cena musical nova iorquina dos anos 70 e é produzida por Martin Scorsese e Mick Jagger. Nela seguimos os passos de Richie Finestra como executivo de uma editora discográfica que procura ter sucesso conseguindo os melhores nomes da altura e descobrindo bandas novas. 
Vinyl é um 'must see' para quem gosta de música, para quem gosta de séries e para quem é seguidor do trabalho de Martin Scorsese. Uma destas condições basta para pegar na série, se forem as três então estamos perante um orgasmo televisivo.

quarta-feira, 9 de março de 2016

The Man in the High Castle - 1ª temporada


The Man in the High Castle é uma distopia produzida para a Amazon pelos estúdios de Ridley Scott e baseada livremente na obra homónima de Philip K. Dick. 
Na história as forças do Eixo venceram a 2ª Guerra Mundial e dominam o mundo. Os Estado Unidos (onde se passa a acção) estão divididos. Os estados do Pacifico pertencem ao Japão e os estados do Atlântico pertencem ao Grande Reich Nazi. Existe ainda uma Zona Neutra situada nas imediações das Montanhas Rochosas. Hitler está vivo e à beira da morte e outros altos nomes do partido Nazi querem tomar o poder para poder declarar guerra ao Japão e assim sozinhos conquistarem o mundo.
No meio disto há uma resistência americana e um grupo de cidadãos comuns é chamado para o centro da acção, voluntária ou involuntariamente. Todos querem ter na sua posse uns filmes que andam a circular, onde os Aliados ganham a guerra e que supostamente são feitos pelo "The Man in the High Castle".
A primeira temporada teve 10 episódios, sempre em bom nível e a criação deste realidade alternativa está em bom plano.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Olive Kittridge (mini-série)



Olive Kitteridge é uma mini-série da HBO que foi para o ar em 2014. Baseada na novela com o mesmo nome de Elizabeth Strout, conta a vida de Olive (Frances McDormand) e dos que a rodeiam ao longo de 25 anos, distribui­dos pelos quatro episódios. Dramas e intrigas passam-se naquela pequena localidade do Maine onde esta professora de matemática de coração de pedra vai minando todos à  sua volta com o seu péssimo feitio e amargura. O único que ainda a vai aturando é o marido Henry (Richard Jenkins), o simpático dono de uma farmácia, adorado por toda a gente e nem o filho escapa à  pressão que Olive exerce por aqueles que lhe são mais próximos. Uma excelente mini-série com uma história tocante e que vale muito pelo desempenho dos actores que nos vão aparecendo à  frente. Desde logo Frances McDormand (Mrs. Joel Coen que brilhou em Fargo e outros) mas também Richard Jenkins (Six Feet Under), Bill Murray (numa pequena mas impressionaste presença), Ann Dowd (The Leftovers) ou Peter Mullan.