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terça-feira, 19 de julho de 2011

Daybreakers, de Peter e Michael Spierig


Numa época em que há vampiros por todo o lado, quer seja no cinema, televisão ou literatura surge este filme dos gémeos Spierig que é bem melhor que muita coisa do género que por aí anda.

Em 2019, uma praga transformou a maior parte dos humanos em vampiros. A raça dominante prevendo uma futura falta de sangue começa a recolher os poucos humanos existentes enquanto uma pequena resistência tenta salvar a humanidade com a ajuda de uns poucos vampiros.
Andam por lá nomes como Ethan Hawke, Sam Neill ou Willem Dafoe

Nota: 7/10

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Let me In, de Matt Reeves


Abby é uma misteriosa miúda de 12 anos que se muda para a casa ao lado da de Owen. Owen, para além de socialmente excluído, é fortemente perseguido na escola e na sua solidão forma uma profunda ligação com a nova vizinha. Sem deixar, no entanto, de reparar que Abby é diferente de toda a gente que já conheceu. À medida que uma série de sinistros assassinatos ocorrem na cidade, Owen tem que encarar o facto de que esta aparentemente inocente miúda é, na realidade, uma selvagem vampira.

Hollywood continua a sua saga de fazer remakes de bons filmes estrangeiros.
Let me In, de Matt Reeves (Cloverfield) é uma cópia quase perfeita do excelente filme sueco Let the Right One In, com o habitual toque final e muitos mais efeitos CGI, que a meu ver são perfeitamente desnecessários.
O filme no seu todo é bom, tem boas interpretações, Chloe Moretz (Kick-Ass), Kodi Smit-McPhee (The Road), Richard Jenkins (Six Feet Under, The Visitor), Elias Koteas (Crash, Thin Red Line), boa história, etc... mas se tivesse de escolher preferia o filme original.


domingo, 31 de maio de 2009

Let the Right One In, de Thomas Alfredson


Oskar é um rapaz de 12 anos que vive nos subúrbios de Estocolmo. Filho de país separados ele está a maior parte do dia entregue a si próprio e na escola é constantemente vitima de bullying o que o faz ter fantasias de vingança e coleccionar recortes de jornais com noticias de crimes macabros incluindo um ocurrido recentemente em que um jovem foi sangrado até à morte.

A nova vizinha anda a intriga-lo, apesar das temperaturas negativas e da neve, ela não tem frio e diz-lhe no primeiro encontro que não poderão ser amigos. Apesar disso os encontros entre ambos mantém-se e uma paixão começa a nascer.

Obviamente que Oskar ainda não sabe que Eli é uma vampira e tem de se alimentar de sangue humano para sobreviver.
Depois de Twilight, este filme do sueco Thomas Alfredson volta a reinventar o filme de vampiros (agora novamente na moda, também devido à série True Blood) com uma fábula de amor pré-adolescente com toques Bergmanianos à mistura.

Uma agradável surpresa e um belissímo filme que receio passe despercebido à maioria dos espectadores.


NOTA: 9/10