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sexta-feira, 3 de novembro de 2017

The Deuce


Terminou a 1ª temporada de uma grande série.
Criada por David Simon (The Wire​ e Treme​) e George Pelecanos (produtor de The Wire, Treme e The Pacific​), e com James Franco e Maggie Gyllenhal nos principais papeis.
Passa-se nos anos 70 e mostra a ascensão da indústria pornográfica em New York, passando pela prostitutas e os seus chulos e aqueles que de uma maneira ou de outra faziam negócio ou viveram à volta disso e, inevitavelmente, ao aparecimento dos primeiros casos de SIDA. 
Obrigatório ver.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Wind River, de Taylor Sheridan


Reserva de Nativos Americanos, no estado do Wyoming, Estados Unidos da América. 
O corpo de uma adolescente índia é encontrado por Cory Lambert (Jeremy Renner) um caçador e batedor local e é chamada à região uma jovem agente do FBI, Jane Banner (Elizabeth Olsen. Não estando à espera de um caso tão complicado, Jane não ia preparada para o isolamento e clima gelado da região e terá de contar com a ajuda de Cory, como guia, para fazer frente aos contratempos que lhe irão aparecer. 
Taylor Sheridan é um actor/argumentista, que entrou, por exemplo, na série Sons of Anarchy, onde fazia o xerife David Hale e escreveu dois dos melhores filmes dos últimos tempos, Sicário (2015), de Denis Villeneuve e Hell or High Water (2016), de David Mackenzie e realiza aqui o seu segundo filme, depois do, não tão bem conseguido Vile (2011). 

Como algumas cenas de acção e suspense bem conseguidas, como aquela em que, num flashback, ficamos a saber o que aconteceu e uma direcção de fotografia, a cargo de Ben Richardson, que consegue captar excelentes planos num território onde a neve e o gelo predominam. 
Não sendo tão bom quanto os outros filmes que escreveu, Wind River não deixa de ser um filme a ver com atenção e volta a confirmar Taylor Sheridan como um dos nomes a seguir com atenção nos próximos tempos, ele que já tem uma nomeação para um Oscar, precisamente pelo argumento de Hell or High Water. 


quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Hell or High Water, de David Mackenzie


Após a morte da mãe, dois irmãos, Toby (Chris Pine) e Tanner (Ben Foster) organizam uma série de assaltos a bancos, escolhendo apenas várias sucursais do mesmo banco. Eles têm poucos dias para pagar a hipoteca ou perdem propriedade da família. Tudo corria dentro da normalidade até se cruzarem com o ranger Marcus Hamilton (Jeff Bridges) que traça o perfil e as motivações dos dois assaltantes, antecipando os seus golpes e perseguindo-os por todo o território norte-americano até que um deles cometa um erro.

Brilhantemente escrito por Taylor Sheridan, que também escreveu o argumento de Sicario, de Denis Villeneuve, este não apenas um filme sobre polícias atrás de bandidos, embora esse lado também esteja muito bem retratado, é também um drama social, com uma crítica implícita à forma como as instituições bancárias tratam as pessoas.
A relação entre os dois irmãos é muito bem desenvolvida. Toby, o irmão mais novo e também o mais calmo, quer salvar a propriedade da família para ter algo para deixar aos filhos. Tanner, o mais velho que saiu recentemente da prisão quer fazer as coisas à sua maneira para ajudar o irmão.  A interpretação de Chris Pine e Ben Foster é irrepreensível, com o primeiro a deixar-me pela primeira vez surpreendido com o seu desempenho.
Quem dispensa apresentações é Jeff Bridges, tremendo no papel de Marcus.
Também a realização de Mackenzie é brilhante. Dele só tinha visto Starred Up e já na altura tinha ficado surpreendido. Consegue brilhantes interpretações dos quatro protagonistas e mesmo quando o filme exige momentos de acção, estes são muito bem desenvolvidos.
Destaque ainda para a tremenda banda sonora de Nick Cave e Warren Ellis e para a fotografia de Giles Nuttgens.

Com tons de western moderno, Hell or High Water (que em Portugal surge com o titulo Custe o Que Custar!) é um dos melhores filmes que estrearam em Portugal em 2016. A não perder.

NOTA: 8/10


sábado, 21 de março de 2015

Bosch - Primeira Temporada


Uma série do caraças. 
Um simples caso de um miúdo morto há 20 anos atrás transforma-se em algo muito mais complexo sempre como detective Harry Bosch no centro das atenções. 2 caos para resolver, que podem estar relacionados, uma filha que não vê há 3 anos, uma relação que vai contra o “politicamente correcto” e ainda as questões politicas por trás do departamento de policia de LA.

Papelaço do Titus Welliver, numa série onde também andam Jamie Hector (o Marlo Stanfield de The Wire) e o grande Lance Reddick (de Fringe e Lost).

Baseada nos livros de Michael Connelly, que já viu trabalhos seus adaptados ao cinema: Blood Work, de Clint Eastwood e The Lincoln Lawyer, de Brado Furman, com Matthew McCounaughy.

Melhor Episódio: 1.9 - The Magic Castle

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Fruitvale Station, de Ryan Coogler

Ryan Coogler conquistou o Festival de Sundance em 2013 com este filme independente que relata as ultimas 24 horas na vida de Oscar Grant III. Amigos, inimigos, família, desconhecidos cruzam-se com ele antes do fatídico acontecimento que levaria à sua morte. Realização competente e interpretações fortes.

NOTA: 7/10

sábado, 21 de dezembro de 2013

Headhunters, de Morten Tyldum

Roger Brown (Aksel Hennie) é um vilão sedutor, um homem que parece ter tudo: é o caçador de cabeças mais bem-sucedido da Noruega - procura e selecciona altos quadros para as maiores empresas -, casado com uma elegante galerista e proprietário de uma casa luxuosa. Mas, por detrás desta fachada de sucesso, Roger Brown gasta mais do que pode e dedica-se ao perigoso jogo do roubo de obras de arte. Na inauguração de uma galeria, a mulher, Diana (Synnøve Macody Lund), apresenta-o ao holandês Clas Greve (Nikolaj Coster-Waldau - Jaime de Game of Thrones) e Roger percebe imediatamente que não pode deixar escapar aquela oportunidade. Clas Greve não é apenas o candidato perfeito ao cargo de diretor-geral que ele tem de recrutar para a empresa Pathfinder, como ainda tem em seu poder um famoso quadro de Rubens. Roger identifica aqui a possibilidade de se tornar financeiramente independente e começa a planear o seu maior golpe de sempre. Mas depressa se vê em apuros - e desta vez não são financeiros. 
Esta é a premissa de " Headhunters ", filme norueguês baseado na novela de Jo Nesbø que tem recebido criticas positivas por todos os festivais que tem passado. É uma espécie de "The Thomas Crown Affair" um pouco mais violento, com algumas cenas não recomendadas aos mais sensíveis. Com alguns twists à mistura para apimentar o enredo.
Um bom filme (mais um) do cinema nórdico que já tem previsto um remake americano.

  NOTA: 7/10

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Grande Ecrã

Broken City, de Allen Hughes
O mayor de New York contrata um detective privado, ao qual já tinha feito um favorzito no passado para investigar uma possivel aventura da sua esposa. Mas um simples caso de cornadura vai-se transformar num thriller politico.
O Mayor é Russel Crowe, o detective é Mark Wahlberg, também anda por lá Zeta-Jones e o realizador largou o irmão, que o tinha acompanhado em filmes como From Hell ou The Book of Eli.
Mas é mais um caso de muita parra, pouca uva.
Nota: 6/10





Dead Man Down, de Niels Arden Oplev
Victor (Colin Farrel) infiltrou-se num gang mafioso com o intuito de vingar a morte da família às mãos de Alphonse (Terrence Howard), o líder desse gang. Beatrice (Noomi Rapace), é a vizinha, pela qual Victor se interessa mas ao descobrir a verdade vai chantageá-lo, tentando que ele mate o motorista bêbedo que causou o acidente que a desfigurou.
Num argumento algo trapalhão, é Niels Arden Oplev que segura as pontas, conferindo ao filme um toque europeu, ele que tem aqui a sua primeira realização em lingua inglesa depois do sucesso do The Girl With the Dragon Tattoo, original.
Nota: 6/10

quarta-feira, 5 de junho de 2013

End of Watch, de David Ayer

NOTA: 7/10
Dois jovens policias (Jake Gyllenhaal, Michael Pena), irmãos de armas, preparados para morrer um pelo outro patrulham os bairros mais perigosos de Los Angeles e tropeçam, sem querer numa série de esquemas de um cartel de droga mexicano. "End of Watch" é um filme muitas vezes brutal e duro, do escritor/realizador David Ayer, que conhece bem o terreno, tendo criado algo semelhante ("Dia de Treino" - como argumentista e "Street Kings" ou "Harsh Times"), neste caso a investir mais na humanização das personagens. Ambos os actores têm desempenhos convincentes e são fortemente apoiados Anna Kendrick, Natalie Martinez (que interpretam os interesses amorosos), David Harbour, Frank Grillo, America Ferrera e Cody Chifre que são outros membros do departamento de policia ao qual pertencem. A filmagem é feita de câmara na mão, quer seja para o projecto pessoal da personagem de Gyllenhaal, quer seja das câmaras de segurança da cidade ou do carro de policia que eles conduzem, o que transporta algum realismo à acção. 

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Lawless, de John Hillcoat


No início dos anos 1930, pouco antes do fim da Lei Seca, os irmãos Bondurant (Shia LaBeouf, Tom Hardy, Jason Clarke), acham-se invencíveis depois escaparem várias vezes à morte durante operações de contrabando de bebidas. Quando gangsters de Chicago como Floyd Banner (Gary Oldman) e um sinistro agente do FBI (Guy Pearce) aparecem em cena, os irmãos envolvem-se numa batalha cada vez mais desequilibrada e potencialmente mortal. 
"Lawless" é um filme corajoso, violento, baseado no livro The Wettest County in the World,  de Matt Bondurant, neto de um dos irmãos. 
Dirigido por John Hillcoat, o filme encaixa bem nos ambientes sombrios e violentos visão do seus filmes anteriores ("A Proposta", "A Estrada"). 
O elenco é competente q.b., incluindo Shia LaBeouf e a confirmação de Tom Hardy, que vem a impressionar desde que apareceu em Inception. Mas o destaque vai para dois grandes senhores, Guy Pearce como o malévolo vilão (mesmo sendo agente do FBI) e Gary Oldman, que embora subutilizado tem algumas grandes cenas. E conta ainda com a belíssima Jessica Chastain, uma das actuais esperanças da 7ª arte. 

NOTA: 8/10

sexta-feira, 18 de maio de 2012

The Girl With the Dragon Tattoo, de David Fincher


Um jornalista desacreditado (Daniel Craig) e uma misteriosa hacker (Rooney Mara) formam uma inesperada dupla que vai investigar o desaparecimento de Harriet Vanger, a pedido do tio que suspeita que terá sido morta por um membro da família. 

Remake? Refilmagem? Nova adaptação do 1º livro da trilogia de Stig Larson?
Chamem-lhe o que quiserem, a verdade é que tem o toque de David Fincher. 
E isso nota-se. E isso agrada-me. 
Além disso tem um excelente leque de actores e só de ver Rooney Mara como Lisbeth Salander (já Noomi Rapace tinha sido excelente) vale logo a pena.

NOTA: 8/10

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Dito Montiel





















Vi por estes dias dois filmes que eu não faço a mais pequena ideia de como chegaram até mim. O mais curioso é que eram ambos do mesmo realizador, coisa que eu desconhecia até à altura do nome do senhor aparecer no genérico.
A verdade é que me pus a ver, primeiro The Son of No One e dias depois A Guide to Recognizing Your Saints.
O 1º é sobre um policia que quando era jovem vivia num bairro problemático onde esteve envolvido em 2 crimes. O 2º filme é supostamente uma autobiografia do realizador (será? pelo menos o nome do protagonista é o mesmo) sobre um tipo que volta a casa vários anos depois para descobrir que se safou ao destino trágico de todos (ou quase todos) com quem andava na altura.
Nos dois filmes há Channing Tatum, pelos vistos o actor fetiche deste realizador. O primeiro filme tem Al Pacino, o segundo tem Robert Downey Jr. Tanto num filme como noutro, o realizador recorre a flashbacks para contar a história.

E pronto, foi assim que aterrei no cinema de Dito Montiel. Não perdia nada se não aterrasse. Mas aterrei. E para darmos valor ao que é bom também temos de conhecer o que é menos bom.

NOTA- A Guide to Recognize Your Saints: 6


NOTA - The Son of No One: 5

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

J. Edgar, de Clint Eastwood



A história de um dos maiores e mais controversos ícones do século XX: John Edgar Hoover. Um dos principais responsáveis pela criação do FBI, que chefiou durante quase meio século, servindo oito presidentes, tornando-se num dos homens mais poderosos e temidos dos EUA. Sob a sua batuta foram presos alguns dos mais importantes criminosos (John Dillinger, por ex.) e os métodos de investigação criminal continuam a ser usados até hoje. Mas apesar do sucesso da sua carreira, a sua vida privada, mantida secreta, deu azo a todo o tipo de especulações, entre elas a alegada relação homossexual com Clyde Tolson, seu braço direito. 


Clint Eastwood volta a tentar piscar o olho aos Oscars com este biopic de Edgar Hoover. O septuagenário realizador foca-se no incio da sua ligação ao FBI, na relação com a mãe e com Clyde Tolson. Algumas alturas importantes na história dos EU não constam do filme (II Guerra Mundial e McCartismo, por ex.). J. Edgar é um bom drama de época, recheado de boas interpretações mas longe do melhor que Eastwood consegue fazer. 

NOTA: 7/10

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Texas Killing Fields, de Ami Canaan Mann

Realizado por Ami Canaan Mann (filha de Michael Mann), Texas Killing Fields, que se inspira em factos reais, segue a dois investigadores da polícia na caça a um serial killer de mulheres que larga as suas vítimas numa zona pantanosa denominada de “killing fields”. Brian Heigh (Jeffrey Dean Morgan) começa a ficar obcecado em descobrir o assassino, obsessão essa que se intensifica quando Anne (Chloë Grace Moretz) uma jovem, filha de uma prostitua local (Sheryl Lee) também desaparece. 



É obvio que não vamos querer comparar Ami ao pai (que é o produtor) logo no seu 2º filme, e talvez nunca venha a chegar aos seus calcanhares, coisa já de si difícil. Mas nota-se que os genes estão lá em algumas cenas, como as perseguições de carro. O elenco conta ainda com Sam Worthington, como o xerife local e parceiro de Brian e Jessica Chastain que também anda a investigar o caso. Texas Killing Fields não é The Killing e muito menos Twin Peaks (embora ande por lá a Laura Palmer) mas valeu o esforço.

Nota: 7/10

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Animal Kingdom, de David Michod


Esta é a estreia como realizador do australiano David Michod, um nome a ter em atenção nos próximos tempos.
Michod não esconde as suas influências, que vão desde Michael Mann a PT Anderson. Mas Animal Kingdom consegue respirar por si e é uma bela saga criminal.
Apesar de não ser nenhuma santa, Julia Cody protegeu o seu filho de 17 anos, Joshua Cody da sua familia de criminosos, mudou de residência e não os vê há alguns anos. Após a morte de Julia por overdose, Joshua não vê outra alternativa senão contactar a sua avó Janine (surpreendente Jacki Weaver), a matriarca da familia e ir viver com ela e com os seus três tios.
O tio mais velho, Andrew “Pope” Cody (Ben Mendelsohn), assaltante de profissão, é procurado pela policia. Craig (Sullivan Stapleton), é um bem-sucedido mas instável traficante de drogas, enquanto o mais jovem Cody, Darren (Luke Ford), segue ingenuamente os passos do seu irmão mais velho.
Após a morte de Barry Brown, o seu melhor amigo e companheiro de assaltos, Pope jura vingança sobre os policias que o perseguem, o que vai despoletar uma onda de violência. Esta onda de crimes vai afectar para sempre Joshua que terá de decidir de que lado é que fica.

Jackie Weaver está nomeada para o Oscar de melhor actriz secundária, num filme que foi escolhido por Quentin Tarantino como dos melhores de 2010.

NOTA: 8/10


quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Filmes que não fazem mossa #1

My Son, My Son, What Have Ye Done?, de Werner Herzog

Um desperdicio de talentos: David Lynch (produção); Werner Herzog (realização); Willem Dafoe e Chloe Sevigny (representação). Vale por mais um bom papel de Michael Shannon.

NOTA: 6/10

terça-feira, 20 de julho de 2010

Brooklyn's Finest, de Antoine Fuqua


Parece que os "filmes mosaico" andam na moda e Antoine Fuqua (Dia de Treino) decidiu aderir à coisa.

Richard Gere, Ethan Hawke e Don Cheadle interpretam três policias de Brooklyn, Nova York, cada um com a sua história. Gere é um veterano que está a uma semana de se reformar, descrente do rumo que a vida de policia leva, mas instigado pela sede de acção dos rookies. Hawke é o policia católico, com esposa doente e filhos por criar, vê-se tentado a apoderar-se do dinheiro das rusgas. E Cheadle é um detective infiltrado num gang que, depois de anos nisso, tem dificuldade em distinguir qual o seu "eu" verdadeiro.

Não sendo tão bom como Dia De Treino, este filme é bem melhor que outros que este realizador fez depois desse seu maior sucesso. E como filme mosaico andam muito melhores por aí.

NOTA: 7/10


terça-feira, 20 de abril de 2010

From Paris With Love, de Pierre Morel

Depois do muito bom filme de acção que foi Taken, Pierre Morel continua a movimentar as ruas de Paris. Desta vez são Jonathan Rhys Meyers e John Travolta os americanos que estão encarregues de desmantelar uma célula terrorista, não olhando a meios para conseguir os seus objectivos. Principalmente a personagem interpretada por Travolta.
É um filme de acção banal que podia e devia ter potencial, dada a qualidade dos anteriores filmes de Morel.
É bom entretenimento, não mais do que isso. O que é pena...

NOTA: 6/10


sexta-feira, 5 de março de 2010

Law Abiding Citizen, de F. Gary Gray


Na onda do tipo que faz justiça pelas próprias mãos surge este filme de F. Gary Gray.

O filme conta a história de Clyde Shelton (Gerald Butler) que vê a mulher e a filhe serem assassinadas aquando de um assalto a sua casa.
Após anos de luta na justiça, só um dos assaltantes é acusado (precisamente aquele que não matou) e o outro sai em liberdade depois de ajudar o promotor público Nick Rice (Jamie Foxx) a acusar o "amigo". Shelton fica revoltado com esta decisão e espera alguns anos para se começar a vingar... Contra os assassinos da família... e contra o sistema judicial!

Este não é um tema novidade no mundo do cinema - assim à primeira lembro-me logo de Death Wish, com Charles Bronson" - o que não quer dizer que não seja um bom filme de acção e com um twistezinho, muito do agrado do público.


NOTA: 7/10



sábado, 13 de fevereiro de 2010

Two Days in the Valley, de John Herzfeld


Este filme de 1996, de John Herzfeld é uma colagem descarada a Pulp Fiction mas obviamente numa escala menor.
Apesar disso não deixa de ser um filme interessante que gira em torno de eventos passados urante 48 horas nas vidas de um grupo de pessoas unidos por um assassinato.
Um simpático assassino de meia idade (Danny Aiello) é contratado pelo frio Lee Woods (James Spader) para o ajudar a assassinar um homem. Eric Stoltz e Jeff Daniels fazem de 2 policias da brigada de combate ao narcotráfico que vão parar à cena do crime. Um realizador falhado, um coleccionador de arte com pedra nos rins, uma ex-atleta olímpica, a namorado de um dos assassinos e uma enfermeira também tem protagonismo nesta história (mais uma) de vidas cruzadas.
O elenco, para além dos já citados conta ainda com Charlize Theron (a namorada sueca de James Spader) e Teri Hatcher (a mulher do morto).

NOTA: 7/10