Como o melhor realizador no activo faz anos hoje deixo-vos, não com imagens de filmes dele mas sim com os filmes preferidos do mestre.
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sábado, 17 de novembro de 2012
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Prometheus, de Ridley Scott
Digam o que disserem sobre este filme uma coisa é certa, há algum tempo que não se fazia algo tão bom em ficção científica.
Ridely Scott pode ter andado algum tempo a fazer filmes menos conseguidos mas não nos podemos esquecer que é o Pai de duas das maiores obras do género da ficção cientifica... de sempre. Para os mais distraídos estou a falar de Alien e Blade Runner.
Por isso foi com entusiasmo que recebi a noticia de que Scott iria regressar ao universo alien, com uma prequela do seu filme de 1979.
No ano de 2093 a nave Prometheus, com a sua equipa de cinetistas chega ao planeta LV-223 com a finalidade de descobrir a origem da humanidade. O que eles não sabiam era que iam descobrir algo mais que poderia levar à sua extinção.
O design visual faz lembrar o do filme de 79, com as óbvias distâncias uma vez que a tecnologia disponível agora é muito mais avançada. Mas não deixa de ser uma homenagem, mesmo que não seja directamente, ao mundo que Moebius ajudou a criar para Alien.
Prometheus é mais que um filme de suspense, Scott (e os argumentistas Jon Spaihts e Damon Lindelof) metem-nos a filosofar sobre as origens da nossa existência, quem seriam esses seres superiores que nos criaram e por conseguinte, se esses seres eram tão superiores, quem (o que?) eram os seres que levaram à sua (quase) extinção?
O elenco e personagens são competentes, e aqui se inclui o android David de Michael Fassbender (um "filho" do Ash - Ian Holm - de Alien). Noomi Rapace, Idris Elba, Charlize Theron e um irreconhecível Guy Pearce também por lá andam.
NOTA: 8/10
segunda-feira, 25 de junho de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
Hugo, de Martin Scorsese
Martin Scorsese foi o realizador ideal para adaptar o livro de Brian Selznick ao cinema. De facto a personagem de Hugo poderia ser o próprio Scorsese.
Paris, 1930. Hugo Cabret, um jovem de 12 anos, órfão, que vai viver com o seu tio após a morte do seu pai.
Mas, pouco tempo depois, o parente desaparece sem deixar rasto. O rapaz vê-se então obrigado a viver em segredo no interior das paredes da gare e a cuidar dos vários relógios, tarefa que o tio lhe ensinara. Enquanto sobrevive à custa de esmolas e pequenos roubos, tenta arranjar um autómato que o seu pai lhe deixara, seguro de que depois de terminado o arranjo, o autómato lhe trará uma mensagem. É então que conhece Isabelle, uma menina que, tal como ele, vive em quase reclusão e abandono em casa do seu padrinho, um misantropo e sorumbático dono de uma loja de brinquedos. Estranhamente, Isabelle tem a chave em forma de coração que encaixa na pequena fechadura do autómato. Confuso, ele vai tentar perceber porque esta e outras peças se encaixam na perfeição.
O padrinho de Isabelle não é mais que o pioneiro do cinema Georges Méliès e o filme todo é uma enorme ode à 7ª arte. E como seria de esperar, Scorcese realiza de forma sublime, este mundo dickensiano na Paris dos anos 30.
Os detractores do filme dizem que Scorsese finalmente se vendeu. Não concordo nada. Aliás, não via outro realizador a adaptar esta obra a não ser ele.
Uma excelente viagem aos primórdios do cinema.
Uma excelente viagem aos primórdios do cinema.
Com excelentes intepretações de Ben Kingsley, Asa Butterfield, Chloë Grace Moretz, Sacha Baron Cohen, Jude Law, Michael Stuhlbarg, Emily Mortimer e Ray Winstone.
NOTA: 9/10
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
O cinema de François Truffaut
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Filmes que não chegaram a acontecer
Storyboards de THE ETERNAL CITY (desenhadas por um miúdo de 11 anos chamado Marin Scorsese). O elenco iria contar com: Marlon Brando, Virginia Mayo, Alec Guinness, e Richard Burton.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Midnight in Paris, de Woody Allen

Desde há algum tempo Woody Allen tem-nos presenteado com um filme por ano. Apesar de esses filmes não estarem todos ao mesmo nível, há sempre algo interessante que me leva a vê-los.
No seu périplo por cidades europeias nos últimos anos, chega-nos este Midnight in Paris filme que abriu o Festival de Cannes tendo recebido rasgados elogios.
Midnight in Paris recorre a elementos já vistos noutros filme de Allen, como a fantasia de The Purple Rose of Cairo e as carta de amor a uma cidade, com Paris a substituir New York desta vez.
Desta vez coube a Owen Wilson fazer de Woody Allen como um argumentista que sonha viver em Paris e escrever o romance da sua vida. Actualmente ele encontra-se de férias na Cidades das Luzes com a sua noiva e os pais desta e uma noite, embriagado pela beleza da cidade e por algum vinho, ele vai ter a um bar onde Cole Porter está sentado ao piano a cantar. Nessa Paris dos anos 20, aquela que ele considera a idade de ouro, ele vai conviver com as mais diversas personagens famosas (Hemingway, Picasso, Scott Fitzgerald, Salvador Dali, Luis Buñuel, entre outros).
Midnight in Paris é um filme maravilhoso e divertido, um dos melhores de Allen dos últimos tempos. Tem sequências hilariantes entre a personagem de Owen Wilson e alguns dos famosos, como por exemplo quando ele dá a ideia do argumento de Anjo Extreminador a Luis Buñuel e este não entende.
Owen Wilson tem um magnifico desempenho como o neurótico argumentista e Woody Allen está mais uma vez em grande estilo, mesmo na recriação da Paris dos anos 20.
Para além de Owen Wilson, o elenco conta ainda com: Kathy Bates, Adrien Brody, Carla Bruni, Marion Cotillard, Rachel McAdams e Michael Sheen.
NOTA: 9/10
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
terça-feira, 6 de setembro de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
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