Mostrar mensagens com a etiqueta film-noir. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta film-noir. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
quarta-feira, 21 de julho de 2010
The Ghost Writer, de Roman Polanski
É sempre com grande entusiasmo que vejo os grandes mestres da 7ª arte recuperarem os thrillers clássicos. Já tinha acontecido este ano com o Shutter Island, de Scorsese e volta a acontecer com este grande filme de Roman Polanski.Um escritor (Ewan Mcgregor) é contratado para concluir a autobiografia de Adam Lang, (Pierce Brosnan) ex-primeiro ministro britânico, iniciada por um outro escritor que terá morrido "acidentalmente". O projecto é de carácter urgente e obriga a sua ida para uma ilha próxima da Costa Este dos Estados Unidos onde Lang vive, em quase total isolamento, com Ruth (Olivia Williams), a sua mulher, e Amelia (Kim Cattrall), sua assistente e amante.
Mas, o que à primeira vista parece a oportunidade de uma vida, revela-se muito mais complexo. Para começar, quando o escritor chega à ilha, um escândalo rebenta sobre o suposto envolvimento do ex-primeiro ministro em crimes de guerra e espionagem para a CIA. À medida que o seu trabalho na escrita vai avançando, ele percebe que algo de sinistro existe em toda aquela história e uma suspeição paira sobre a morte, supostamente acidental, do seu antecessor e sobre as mensagens encriptadas que o manuscrito por ele deixado contém.
Polanski volta aos bons tempos de Chinatown e Frenetico, alturas em que nos trouxe excelentes thrillers, criando novamente aqui uma aura de film-noir que só quem sabe pode fazer. O filme é baseado no livro "The Ghost", de Robert Harris, que desenvolveu o argumento com o próprio Polanski. O elenco está mais que à altura dos acontecimentos, com McGregor, Brosnan, Williams e Catrall e bom plano, bem secundados por Tom Wilkinson, Timothy Hutton, Jim Belushi e... o grande Eli Wallach.
Na altura em que o filme saiu nos EU este só foi disponibilizado em poucas salas e por poucas semanas mas com o Urso de Prata para melhor realizador, no festival de Berlim e o burburinho criado à volta do filme, este lá teve uma projecção maior (e mais que merecida).
NOTA: 9/10
Mas, o que à primeira vista parece a oportunidade de uma vida, revela-se muito mais complexo. Para começar, quando o escritor chega à ilha, um escândalo rebenta sobre o suposto envolvimento do ex-primeiro ministro em crimes de guerra e espionagem para a CIA. À medida que o seu trabalho na escrita vai avançando, ele percebe que algo de sinistro existe em toda aquela história e uma suspeição paira sobre a morte, supostamente acidental, do seu antecessor e sobre as mensagens encriptadas que o manuscrito por ele deixado contém.
Polanski volta aos bons tempos de Chinatown e Frenetico, alturas em que nos trouxe excelentes thrillers, criando novamente aqui uma aura de film-noir que só quem sabe pode fazer. O filme é baseado no livro "The Ghost", de Robert Harris, que desenvolveu o argumento com o próprio Polanski. O elenco está mais que à altura dos acontecimentos, com McGregor, Brosnan, Williams e Catrall e bom plano, bem secundados por Tom Wilkinson, Timothy Hutton, Jim Belushi e... o grande Eli Wallach.Na altura em que o filme saiu nos EU este só foi disponibilizado em poucas salas e por poucas semanas mas com o Urso de Prata para melhor realizador, no festival de Berlim e o burburinho criado à volta do filme, este lá teve uma projecção maior (e mais que merecida).
NOTA: 9/10
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Shutter Island, de Martin Scorsese

O ano é 1954, o US Marshal Teddy Daniels (Leonardo DiCaprio) é um homem atormentado pela experiência vivida na II Guerra Mundial, mais propriamente no campo de concentração de Bachau e pela morte recente da sua esposa. Ele e o seu novo parceiro Chuck Aule (Mark Ruffalo) dirigem-se de ferry para o hospital psiquiátrico, para criminosos com perturbações mentais situado numa ilha perto da costa de Boston, Shutter Island. O objectivo é investigar o desaparecimento de Rachel Solano, uma paciente/prisioneira que afogou os 3 filhos. Ela desapareceu da sua cela deixando apenas um pequeno papel com uma pergunta indecifrável.
Os médicos, funcionários e enfermeira(o)s da instituição não parecem muito empenhados em cooperar com a investigação e há algo de particularmente misterioso em Dr. Cawley (Ben Kingsley), o director do hospital. Com um furacão a aproximar-se, rodeados por um ambiente psicótico e pacientes perigosos, ambos percebem que as suas vidas podem estar em risco e que podem não conseguir sair vivos daquela ilha maldita.

A partir do livro "Paciente 67" de Dennis Lehane (Mystic River; Gone Baby Gone), Martin Scorsese transporta-nos para uma das épocas douradas do cinema, com referências evidentes - logo no inicio notamos isso - a grandes clássicos da série B desse época (Leonardo DiCaprio teve de ver Out of the Past, de Jacques Tourneur) e constrói um pesadelo claustrofóbico onde nada é o que parece ser e onde não podemos confiar em ninguém.
Mais um grande filme de um dos maiores realizadores vivos, filmado exemplarmente e com detalhes magistrais (a cena da caverna, por ex.) ao longo de toda a sua duração. Se juntarmos a isto uma banda sonora assustadora e um magnifico elenco, temos já em Fevereiro um dos maiores filmes de 2010.
NOTA: 9/10
Os médicos, funcionários e enfermeira(o)s da instituição não parecem muito empenhados em cooperar com a investigação e há algo de particularmente misterioso em Dr. Cawley (Ben Kingsley), o director do hospital. Com um furacão a aproximar-se, rodeados por um ambiente psicótico e pacientes perigosos, ambos percebem que as suas vidas podem estar em risco e que podem não conseguir sair vivos daquela ilha maldita.

A partir do livro "Paciente 67" de Dennis Lehane (Mystic River; Gone Baby Gone), Martin Scorsese transporta-nos para uma das épocas douradas do cinema, com referências evidentes - logo no inicio notamos isso - a grandes clássicos da série B desse época (Leonardo DiCaprio teve de ver Out of the Past, de Jacques Tourneur) e constrói um pesadelo claustrofóbico onde nada é o que parece ser e onde não podemos confiar em ninguém.
Mais um grande filme de um dos maiores realizadores vivos, filmado exemplarmente e com detalhes magistrais (a cena da caverna, por ex.) ao longo de toda a sua duração. Se juntarmos a isto uma banda sonora assustadora e um magnifico elenco, temos já em Fevereiro um dos maiores filmes de 2010.
NOTA: 9/10
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Filmes de Eleição #30 - Double Indemnity

Double Indemnity (que em Portugal surgiu com o título Pagos a Dobrar) é, à imagem de Sunset Boulevard um dos melhores filmes de Billy Wilder, de uma carreira recheada de muito bons filmes.
A tradução à letra do filme (dupla indemnização) faz referência ao prémio a dobrar que uma viuva receberia da companhia de seguros se o seu marido tivesse uma morte "pouco convencional".
Wilder adapta a novela de James M. Cain como só ele sabe e o filme, tal como acontecia com Sunset Blvd. começa no fim, com o agente de seguros Walter Neff a contar em flashbacks aquilo que aconteceu.
Um must para qualquer cinéfilo que pode ser encontrado por exemplo aqui.
Um clássico do film noir, um dos grandes filmes da história do cinema, com diálogos do melhor:
Walter Neff: You'll be here too?
Phyllis: I guess so, I usualy am.
Walter Neff: Same chair, same perfume, same anklet?
Phyllis: I wonder if you know what you mean.
Walter Neff: I wonder if you wonder.
quarta-feira, 25 de março de 2009
Filmes de Eleição #27 - The Lady from Shanghai
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Filmes de eleição #14 - The Big Sleep

Um dos grandes clássicos do film noir onde a quimica entre Bogart e Bacall se fazia sentir. Baseado na obra homónima de Raymond Chandler em que um simples caso de chantagem desencadeia uma série de assassinatos de dificil resolução para o famoso detective privado Philip Marlowe (Humphrey Bogart). Uma das obras primas da 7ª arte, realizado pelo mestre Howard Hawks.
Subscrever:
Mensagens (Atom)









