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quarta-feira, 8 de março de 2017

Gold, de Stephen Gaghan

Um prospector de ouro, à procura do seu golpe de sorte, junta-se a um geólogo e penetram na selva da Indonésia à procura daquele metal precioso. 
Desde cedo percebemos que Gold tenta ser The Wolf of Wall Street, mas nem Kenny Wells tem o charme de Jordan Belfort, nem Stephen Gaghan é Martin Scorsese.
Depois de Dalas Buyers Club, Matthew McConaughey volta a transformar-se, desta vez ficando calvo e gordo, num desempenho corajoso não destoando das suas anteriores boas interpretações.
Destaque ainda para a boa banda sonora.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Skyfall, de Sam Mendes


Durante uma missão para recuperar um disco com informações importantes que poderiam expor os agentes infiltrados em células terroristas, James Bond é atingido e dado como morto. Com a sua chefe, M politicamente desacreditada e após um ataque à bomba contra a sede do MI6, não resta outra opção a Bond senão reaparecer e voltar ao activo. Só que este não é o 007 de outros tempos, mas mesmo assim M coloca-o na peugada de um perigoso vilão, que procura uma vingança pessoal.



Já tinha dito que o Bond de Daniel Craig tinha trazido algo de novo, não só à personagem mas também à própria série. Desde a sua entrada em cena, as histórias são muito mais elaboradas e encontramos um Bond muito mais humano, muito menos robótico que os anteriores.
Skyfall é, para já o melhor dos filmes com Daniel Craig. Gostei dos anteriores (incluindo, claro o mal amado Quantum of Solace) mas este tem um nível superior e não será alheio o facto de ter ao leme um realizador com a categoria de Sam Mendes. A cena antes da música/créditos iniciais é das melhores que vimos em filmes de Bond. Como estamos na comemoração dos 50 anos da saga, alguns elementos clássicos estão de volta. O Aston Martin incial, uma nova versão de Q, ainda com acne e adaptado aos tempos modernos, como um hacker capaz dos maiores desafios, mas com menos gadgets, até à cena final, clássica em practicamente todos os filmes da altura de Sean Connery e Roger Moore.



O elenco é do melhor que já se viu num filme de Bond, para além de Craig e Judi Dench, temos Ralph Fiennes, como um homem do governo, entre M e Bond, Albert Finney (quase irreconhecível ,se não abrisse a boca), as imprescindíveis Bond-girls, com Bérénice Marlohe à cabeça, como a misteriosa Sévérine e last but not least, um dos melhores vilões da série, o vingativo Silva (excelente Javier Badem) a fazer lembrar outros grandes vilões, de outros filmes fora da série (Joker de Heath Ledger e Hannibal Lecter vieram-me à memória).
Bond tem já 50 anos, e embora já trema um bocado quando vai disparar, ainda está aí para as curvas e para fazer acrobacias em cima de comboios em andamento.
Para finalizar, destaque para a BSO que, como em todos os filmes de Bond é muito boa. 
Venha o próximo...

James Bond: Everyone needs a hobby... 
Raoul Silva: So what's yours? 
James Bond: Resurrection.

PS. Voltei a ter a companhia que realmente interessa, numa sala de cinema. Assim sabe melhor.

NOTA: 9/10

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Grande Ecran

Fast Five, de Justin Lin
Após terem sido cúmplices na libertação de Dominic Toretto (Vin Diesel), a sua irmã Mia (Jordana Brewster) e o ex-polícia Brian O''Conner (Paul Walker) são também procurados pela polícia. Agora, a viver no anonimato na cidade do Rio de Janeiro, os três tentam um último golpe com o propósito de reconquistar a liberdade. Contudo, mesmo longe do seu país, acabam perseguidos pelo agente do FBI Luke Hobbs (Dwayne Johnson), um homem determinado a fazer cumprir a lei a qualquer custo. Mas chegado ao Brasil, Hobbs percebe que a lei nem sempre está do lado da justiça e que, neste caso, terá de confiar na sua intuição se quiser encontrar os verdadeiros criminosos. Realizado por Justin Lin, é o quinto filme da saga "Velocidade Furiosa", dedicado aos adeptos do "tuning" e do "drift racing" - uma sucessão de acelerações com o conta-rotações no limite, travagens bruscas e derrapagens controladas -, desta vez com o Rio de Janeiro como cenário. No elenco, o português Joaquim de Almeida. NOTA: 7/10

Micmacs, à tire-larigot, de Jean-Pierre Jeunet
Bazil (Dany Boon) é um rapaz com azar. Primeiro, uma mina leva-lhe o pai, soldado na guerra. Trinta anos depois, uma bala perdida arranca-o à sua existência rotineira e torna-o num sem-abrigo. É nas ruas de Paris que se faz amigo de Placard (Jean-Pierre Marielle), que o convida a juntar-se ao grupo com quem vive, que mora no interior de uma lixeira. E quando Bazil descobre, por puro acaso, os dois fabricantes de armas responsáveis pelos incidentes que lhe marcaram o destino, decide vingar-se de uma forma pouco ortodoxa, ajudado pela sua nova "família" e pelos seus improváveis poderes... "Micmacs - Uma Brilhante Confusão" é a mais recente criação do visionário Jean-Pierre Jeunet, realizador de "Delicatessen" e de "O Fabuloso Destino de Amélie", apresentado em antestreia na Festa do Cinema Francês e no Fantasporto. NOTA: 7/10

Season of the Witch, de Dominic Sena
Depois de anos de cruzada na Terra Santa, os cavaleiros Behmen (Nicolas Cage) e Felson (Ron Perlman) regressam a Inglaterra, onde descobrem um país assolado pela Peste Negra. Acusados de deserção, só uma missão os pode livrar do cárcere: escoltar uma jovem acusada de bruxaria que todos acreditam ser a responsável pela epidemia. O destino é um mosteiro isolado nas montanhas, onde ela será julgada pelos monges e purificada num ritual religioso... Uma aventura medieval realizada por Dominic Sena ("Gone in 60 Seconds", "Swordfish"). NOTA: 5/10




Considerações:


Depois de ter lido bem sobre este 5º filme da série "Velocidade Furiosa" decidi-me a ver, apesar de não ter visto nenhum outro da série. E a verdade é que é agradável de se ver e um filme razoável dentro do género.
Do J-P Jeunet chega-nos mais um dos seus delírios e é uma agradável comédia com os seus já habituas personagens e a sua peculiar forma de filmar.
Sobre o outro filme... enfim... é mais um dos "grandes" momentos de Nick Cage na sua "brilhante" carreira cinematográfica dos últimos já longos anos. Nem tudo é mau na sua carreira ultimamente, como são os casos de Kick-Ass ou Knowing. Mas já são muitos Drive Angry ou Ghost Rider (vai aí outro) o que só prova que o homem aceita tudo o que lhe dão e não conseguiu gerir da melhor forma a sua carreira.
Quanto a Dominic Sena, ficou-se pelo Kalifornia em 1993.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Grande Ecran

The Eagle, de Kevin McDonald
Ano 120 a.C.. O comandante romano Flavius Aquila e a sua legião de cinco mil homens desaparecem sem deixar rasto durante uma missão a norte do Império Romano. Vinte anos depois, o seu filho Marcus Flavius Aquila (Channing Tatum) parte com os seus homens, em busca da verdade, numa tentativa de recuperar a honra dos Aquila. Para isso decide levar Esca (Jamie Bell), um escravo originário das tribos locais que conhece a zona e cuja capacidade extraordinária de sobrevivência e agilidade são vistas como essenciais nessas paragens longínquas. Mas Esca, capturado e mantido como gladiador, nutre um profundo desprezo por Roma e por tudo o que ela significa. Porém, uma vez longe, perdidos nas montanhas inóspitas e perante a ameaça das tribos rebeldes, escravo e senhor vão ter de ultrapassar as suas motivações pessoais e assumir que apenas a união lhes poderá salvar a vida. Com realização de Kevin Macdonald ("Touching the Void - Uma História de Sobrevivência", "O Último Rei da Escócia") é a adaptação cinematográfica do primeiro livro da reconhecida saga juvenil sobre o Império Romano, escrita pela inglesa Rosemary Sutcliff.
NOTA: 7/10

The Lincoln Lawyer, Brad Furman
Michael Haller (Matthew McConaughey) é advogado em Los Angeles. Cínico e manipulador, para ele a lei pouco ou nada tem a ver com culpa ou inocência. O seu escritório é o banco de trás do seu velho Lincoln Continental, que tem a particularidade de ter como matrícula NTGUILTY, onde ele estuda os processos e arquitecta as suas causas. Praticamente toda a sua carreira tem sido a defesa de pequenos criminosos. Até que é contratado para um caso importante: a defesa de um playboy rico de Beverly Hills, acusado da violação e tentativa de assassínio de uma prostituta. Mas o que parecia ser um caso simples e muito rentável transforma-se numa perigosa disputa entre dois mestres da manipulação... The Lincoln Lawyer é uma adaptação de um romance do escritor Michael Connelly.
NOTA: 7/10

The Way Back, de Peter Weir
Este é o regresso de Peter Weir após o muito acessível Master and Comander e quanto a mim requer uma versão do realizador pois esta edição parece ter sido feita um tanto ou quanto à pressa quando o argumento até tem alguma substancia para ser esmiuçada.

URSS, 1940. Um grupo de sete prisioneiros consegue fugir de um campo de trabalhos forçados da Sibéria. Numa região deserta e completamente gelada, eles sabem que ainda não estão a salvo e que o pior está para vir. Assim, durante um duro e longo ano, numa luta diária para manterem as suas vidas e a sua sanidade mental, eles vão ter de percorrer sete mil quilómetros a pé, atravessando o deserto de Gobi e a cordilheira dos Himalaias, para conseguirem chegar à a uma zona que a guerra ainda não tenha afectado. The Way Back inspira-se no livro de memórias do polaco Slavomir Rawicz, "The Long Walk: The True Story of a Trek to Freedom". Entre o elenco vemos Ed Harris, Colin Farrell, Jim Sturgess, Saoirse Ronan e Mark Strong.

NOTA: 7/10

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Cinema - ultimos vistos

And Soon the Darkness, de Marcos Efron

Duas amigas passeiam de bicicleta pela Argentina até que se perdem uma da outra.
Um filme de terror que não acrescenta nada ao género. NOTA: 5/10




Les Aventures extraordinaires d'Adèle Blanc-Sec, de Luc Besson


Adèle é uma jovem e aventureira repórter capaz de qualquer coisa para conseguir o que quer. Vai até ao Egipto em busca da cura da doença da sua irmã, na tumba secreta de um faraó. Ao regressar para Paris, ela percebe que o pânico tomou conta da população. Um ovo de dinossauro com milhões de anos chocou misteriosamente no museu e a criatura está a aterrorizar a cidade. Além disso, coisas estranhas continuam a acontecer no museu. Mas, nem o perigo e nem todo mistério por detrás dos curiosos acontecimentos impedirá Adèle de conseguir salvar sua irmã.

Adaptação por parte de Luc Besson de uma conhecida BD francesa de Tardi. As aventuras de Adéle Blanc-Sec são um bom entretenimento. Nota: 7/10

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Robin Hood, de Ridley Scott


Ridley Scott e Russel Crowe criaram uma boa dinâmica de trabalho, por isso não é de estranhar que esta seja a quinta colaboração entre ambos (Gladiador, A Good Year, American Gangster e Body of Lies foram as anteriores).
Nesta nova abordagem às aventuras do "bom ladrão", acompanhamos um Robin Longstride antes mesmo de ser Hood.
Inglaterra, século XIII. Robin Longstride (Russell Crowe) toda a sua vida prestou serviço leal ao rei Richard I, de cognome Coração de Leão, mas hoje, após a morte do grande soberano, o país atravessa uma grave crise nas mãos do Príncipe John (Oscar Isaac). Após a morte de Sir Robert Loxley, Robin toma o lugar deste a pedido de seu pai, Walter Loxley (Max Von Sydow) na cidade de Nottingham.
Com a ajuda dos seus amigos, Little John, Friar Tuck e da viúva de sir Robert, Marion Loxley (Cate Blanchet), Robin vai tentar impedir que o vilão Godfrey (Mark Strong) consiga que os franceses conquistem Inglaterra.

Se se disser que este filme é uma prequela às histórias já várias vezes levadas ao cinema não andariamos longe da verdade, pois o filme acaba exactamente com o exílio de Robin na floresta de Nottingham e a criação do mito Robin Hood.
A forma de Ridley Scott mantém-se do principio ao fim, com uma direcção competente e momentos de entretenimento, adrenalina e humor, qb e o filme conta ainda com um elenco muito bom, com Crowe à cabeça mas outros nomes de alto gabarito como Max Von Sydow, Cate Blanchet, Mark Strong, William Hurt, Danny Huston ou Kevin Durand.

NOTA: 8/10


segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Laputa: Castle in the Sky, de Hayao Miyazaki


Quando um dirigível é atacado por piratas Sheeta, uma jovem adolescente ali detida, aproveita a oportunidade para escapar dos seus raptores. Só que os piratas também estão atrás dela e acaba por se precipitar e cair em direcção ao solo. Cá em baixo, numa pequena aldeia mineira, o jovem Pazu vê uma estanha luz vinda do céu a dirigir-se na sua direcção. Pazu acolhe Sheeta e mais tarde os dois são obrigados a fugir dos piratas que os perseguem e de agentes do governo. Todos estão interessados em Sheeta e na pedra que ela transporta, a chave para descobrir a misteriosa ilha flutuante, Laputa.

Laputa, Castle in the Sky (1986) foi a 2ª longa-metragem de Hayao Miyazaki (a primeira tinha sido Nausicca - 1984) e adapta livremente um dos segmentos de As Viagens de Gulliver, de Johnattan Swift em que o herói passa em Laputa, uma cidade voadora.
Mais uma vez os heróis são crianças, como acontece em (quase) todos os filmes/séries de Miyazaki. Sejam raparigas (Kiki, Chihiro, Nausicaa) ou rapazes (Conan, Ashitaka).
Uma excelente história de aventuras para todas as idades com belas sequências de animação, como só este mestre japonês sabe.

NOTA: 9/10


sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Avatar, de James Cameron

Entrei preocupado para dentro da sala de cinema para assistir a Avatar. Essa preocupação tinha a ver com o facto de já ter escolhido os 10 melhores filmes estreados por cá em 2009, e Avatar estreou no ano que há pouco findou.
Era uma probabilidade real. Muitos o escolheram para o seu top 10 e até como melhor filme do ano. Mas felizmente para mim e infelizmente para o filme a minha lista não vai sofrer alterações.

James Cameron que já fez coisas boas no cinema (não, não estou a falar de Titanic) demorou alguns anos a realizar este projecto. Na altura que terminou Titanic achou que a industria cinematográfica ainda não tinha os meios necessários para o realizar e esperou. Fez alguns documentários no fundo do mar e esperou... E pelo que me foi dado a ver essa espera valeu a pena. O filme é visualmente deslumbrante e o facto de ser em 3D só vem aumentar essa espectacularidade. O argumento é que apesar de não ser mau dá ideia que está pouco trabalhado e de já ter sido visto em qualquer lado (Pocahontas; Princesa Mononoke):

Apesar de confinado a uma cadeira de rodas, Jake Sully (Sam Worthington), um ex-marine, continua em combate. É recrutado para uma missão em Pandora, um corpo celeste que órbita um enorme planeta gasoso, para explorar um mineral alternativo chamado Unobtainium, usado na Terra como recurso energético. Porém, devido ao facto de a atmosfera de Pandora ser altamente tóxica para os humanos, é usado um programa de avatares híbridos, que possibilita a transferência da mente de qualquer humano para um corpo Na'vi - os nativos que habitam Pandora.
Como as relações entre as duas raças tem estado em crise, Jake, já no seu corpo avatar, é também incumbido de tentar infiltrar-se naquela sociedade e encontrar uma forma de a dominar. Mas após ter sido salvo por Neytiri (Zoe Saldana), uma bela nativa, e perceber que afinal as ordens da Terra não vão ao encontro daquilo em que sempre acreditou, Jake questiona essas razões.

NOTA: 8/10


quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

The Road, de John Hillcoat

Gostaria de dizer em primeiro lugar que já não ia a uma ante-estreia desde O Dia da Independencia (numa sessão no Monumental às 2 da manhã) curiosamente realizado por um homem que gosta de filmar o fim do mundo. Desta feita fui por cortesia da Take Magazine. Um muito obrigado a eles.

Excelente adaptação da obra de Cormac McCarthy (Este País não é Para Velhos), The Road mostra-nos um futuro pós-apocalíptico, onde todos os animais e a vida selvagem foram completamente extintos e a própria humanidade está prestes a desaparecer. Chuva constante num mundo cinzento, terramotos e incêndios sucedem-se a toda a hora e os poucos humanos que existem tornaram-se selvagens e o canibalismo é habitual.
No meio deste ambiente um pai (Viggo Mortensen) e um filho (Kodi Smit-McPhee) caminham sozinhos pela América rumo à costa, embora não saibam o que os espera por lá. Eles apenas querem lutar pela sua sobrevivência, com o frio a fome e os "canibais" a atravessarem-se constantemente no seu caminho. Apesar da esperança de encontrarem algo melhor os dois levam com eles uma arma com 2 balas, uma para cada um caso sejam apanhados. A Mãe (Charlize Theron) já tinha desistido há algum tempo, aparecendo apenas nos sonhos do Pai.


McCarthy gosta de colocar nas suas obras a natureza humana a elevados níveis de pressão (Llewelyn Moss de No Country for Old Men encontra uma mala cheia de dinheiro) e mais uma vez isso volta a acontecer, com pai e filho a tentar manter um nivel de racionalidade num mundo cada vez mais selvagem.
Hillcoat (realizador do excelente A Proposta) e Aguirresarobe (o director de fotografia) retratam quase na perfeição esta devastação e as interpretações são soberbas(até uma pequena aparição de um quase irreconhecível Robert Duval) com Viggo Mortensen a ser possível candidato ao Oscar.

NOTA: 9/10


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Australia, de Baz Luhrmann


No inicio da II Guerra Mundial, Lady Sarah Ashley, uma aristocrata inglesa cujo marido, numa tentativa desesperada para arranjar dinheiro, passou os ultimos tempos na Austrália a tentar vender a sua quinta, Faraway Downs. Ao perceber que o marido se demora por lá, Sarah decide viajar até Darwin e resolver ela o assunto.
Desde o primeiro memento, e caso não o soubessemos reparamos logo que estmos perante um filme de Baz Luhrmann. Desta feita não é um músical, mas um épico numa tentativa de apróximação a clássicos como E Tudo o Vento Levou ou África Minha. Se o desejo era esse as tiro saiu ao lado mas se tirarmos algumas cenas um bocado forçadas, pois se em Moulin Rouge aquele tipo de piada até caia bem, aqui soa a... rídiculo, o filme até é agradável de se ver.
Além disso e por detrás da permissa da donzela inglesa que se apaixona pelo rude australiano e ao mesmo tempo tenta salvar a sua quinta, está a tentativa deles em salvar uma criança aborigene de um destino que parecia traçado.
Do elenco fazem parte nomes como Nicole Kidman, Hugh Jackman, Bryan Brown (Cocktail, F/X) e David Wenham (O Senhor dos Aneis - As Duas Torres e O Regresso do Rei).

NOTA: 7/10



sábado, 24 de maio de 2008

Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, Steven Spielberg


Em plena Guerra Fria, Indiana Jones escapa por um triz no deserto a uma emboscada dos soviéticos. Mas quando regressa finalmente a casa e à universidade, percebe que por aí as coisas vão de mal a pior. As suas actividades paralelas lançaram fortes suspeitas sobre si e o Governo, em época de caça às bruxas está a pressionar a universidade para que despeça o professor. Ao sair da cidade, Indiana conhece Mutt que lhe faz uma proposta irrecusável: partir à descoberta de um lendário objecto, fonte de fascínio, superstição e medo nas últimas décadas - a Caveira de Cristal de Akator. Mas Indy e Mutt rapidamente percebem que não estão sozinhos nesta busca. Também os soviéticos estão no encalço do mítico tesouro...

Era dos filmes mais agradados do ano, este regresso de um dos meus heróis passados 19 anos da ultima aventura.
O pior que se pode fazer a esta aventura é compara-la com as três anteriores. Se o fizermos é certo que sairemos um pouco desiludidos porque estavamos a falar de 3 obras-primas do cinema de aventuras e qualquer outro filme, seja do Indy ou não seria muito dificil de igualar.
De qualquer maneira este Indiana 4 é um bom filme de aventuras com cenas de pura acção e entretenimento, desde logo com a cena de abertura, das mais emocionantes que temos visto ultimamente (com um cameo da própria Arca da Aliança). Harrison Ford está mais velho, mas não deixa os créditos por mãos alheias e continua com o seu sentido de humor único.
O regresso de Marion Ravenwoon (Karen Allen) é de saudar e o rockabilly Mutt Williams (Shia LaBeouf) também está muito bem.
Uma das mais valias desta 4ª aventura é a vilã Irina Spalko (magnifica Cate Blanchet), uma das melhores de toda a série (a par com o Major Arnold Toht dos Salteadores da Arca Perdida).
Não desvendarei o segredo por detrás da Caveira de Cristal, apenas direi que até ai Spielberg e Lucas estão a jogar em casa...
Pode ser a pior das quatro aventuras mas nestes 19 anos tentaram-se fazer réplicas e outros filmes de aventuras e nenhum supera o Indy, mesmo já a caminhar para a reforma.

NOTA: 9/10


terça-feira, 22 de janeiro de 2008

The Goonies

Filme de 1985 realizado por Richard Donner mas com mãozinha de Steven Spielberg.
Mesmo passados 23 anos, este continua a ser um grande filme de aventuras.
A interpreta-lo temos alguns jovens conhecidos na altura, uns tiveram sucesso, outros nem por isso. Sean Astin foi o Sam em O Senhor dos Aneis e Josh Brolin está a relançar a carreira tendo participado recentemente em filmes como American Gangster e No Country for old Men, e parece que vai fazer de George W. Bush no novo filme de Oliver Stone, sobre o actual presidente americano. Jonathan Ke Quan não fez muitos filmes mas ficou conhecido por ter ajudado Indiana Jones a encontrar o Templo Perdido.

NOTA: 9/10