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terça-feira, 15 de setembro de 2015

Idi i Smotri, de Elem Klimov


Idi i Smotri (em português Vem e Vê) é um olhar pessoal de Elem Klimov sobre a invasão da Bielorrússia por parte dos nazis durante a II Grande Guerra.  O filme é visto pela perspectiva de um rapaz chamado Florya que se junta a um grupo de guerrilheiros bielorrussos que combatem o invasor.  Durante a passagem por uma aldeia Florya é deixado para trás pelos outros combatente, que não o levam muito a sério e tem de se desenrascar sozinho no meio de todo aquele caos que se tinha instalado.
Idi i Smotri é horrível, devastador, intenso, perturbador, mas de forma assustadoramente bela e onde encontramos cenas que nos lembram o cinema de Tarkovsky e até de Kubrick.
Para muitos considerado como o melhor filme de guerra.

NOTA: 9/10

terça-feira, 7 de abril de 2015

Discos com História - #15 - Seventeen Seconds


Se há bandas que me tocam cá dentro, os Cure são certamente uma delas. Chegaram a ser a minha banda de eleição, a meio da década de 80, eles que foram uns dos reis da cena musical, do principio ao fim dessa década do séc XX.
No 1º ano dessa década lançam o seu primeiro grande disco, Seventeen Seconds. Não que Three Imaginary Boys fosse mau, mas não tinha a qualidade deste e dos que se seguiriam (Faith e Pornography), que se caracterizaram por um som mais sombrio, rótulo que viria a ficar anexado para sempre à banda.
O som é quase perfeito. O 1º trabalho do baixista Simon Gallup na banda a combinar na perfeição com a bateria de Lol Tolhurst, a guitarra de Robert Smith e as teclas de Matt Hartley.
Seventeen Seconds tem algumas das melhores canções da banda. A Forest (talvez mesmo a melhor) sobre um tipo perdido numa floresta à procura de uma rapariga que nunca existiu, M (de Mary, a namorada de Smith na altura e actual esposa) sobre medo e paranóia ou Play for Today, sobre estar farto de uma relação. Smith escreveu todas as canções em apenas duas ocasiões, em casa dos pais.

"You expect me to act like a lover, consider my moves and deserve the reward. To hold you in my arms, and wait... wait for something to happen" - Play For Today

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

The Chameleons, o regresso

Quem passou pelos anos 80 do século passado e ouvia Joy Division e os seus seguidores, certamente se lembrará de bandas como os Echo & the Bunnymen (a mais conhecida), The Sound ou os Chameleons.
Pois bem, Mark Burgess, líder desta banda de Middleton, UK voltou a reinventar a banda, novamente sob o nome ChameleonsVox (já o tinha feito em 2009).

O som agrada-me... esperemos que saia disco... ou EP.

sábado, 3 de agosto de 2013

discos com história #13 - In the Flat Field


Por altura do lançamento de In the Flat Field eu ainda era influenciado pelas escolhas dos mais velhos (irmãos, amigos). Mas quando comecei a fazer as minhas escolhas, Bahuaus foi uma das bandas pela qual mais me apaixonei. E o seu som dark, a sua imagem gótica têm o ponto alto logo no 1º disco. In the Flat Field é para mim o melhor disco de originais dos Bauhaus. Um disco que ainda hoje se ouve com imenso prazer.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

máquina do tempo - 1988

1988 faz-me recordar Verões de 3 meses na praia. Os amigos. O ser DJ.  Ver o Euro, o Belanov e o golo do Van Basten. O Benfica não ganhou nada mas regressou a uma final da Taça dos Campeões.
No cinema era ano de Die Hard, Willow, Rain Man, Um Peixe Chamado Wanda ou Quem tramou Roger Rabbit. 
Os Smiths, apesar de desaparecidos ainda faziam os fãs esperar ansiosamente pelo mês de Setembro para poderem ouvir Rank, o disco ao vivo da banda de Morrissey, que entretanto dava os primeiros passos a solo. O outro rosto principal dos Smiths, Johnny Marr participava noutro dos grandes discos do ano, Naked dos Talking Heads, aquele que viria a ser o ultimo disco da banda de David Byrne. Era um ano de grandes discos, de grandes bandas. Que me leva a recordar grandes momentos passados.


1. The Smiths - Rank
2. Morrissey - Viva Hate
3. Pixies - Surfer Rosa
4. Talking Heads - Naked
5. Sonic Youth - Daydream Nation
6. Mão Morta - Mão Morta

outros:

The Pogues - If i Should Fall From Grace with God
Galaxie 500 - Today
The Fall - The Frenz Experiment / I am Kurious Oranj
Leonard Cohen - I'm Your Man
The Jesus and Mary Chain - Barbed Wire Kisses
The Sugarcubes - Life's too Good
Patti Smith - Dream of Life
The House of Love - The House of Love
Joy Division - Substance
Jane's Addiction - Nothing's Shocking
Siouxsie and the Banshees - Peepshow
Cocteau Twins - Blue Bell Knoll
Nick Cave - Tender Prey
U2 - Rattle and Hum
Ministry - The Land of Rape and Honey
The Waterboys - Fisherman's Blues
Dead Can Dance - The Serpent's Egg
R.E.M. - Green
Front 242 - Front by Front
The Primitives - Lovely
Julian Cope - My Nation Underground
World Domination Enterprises - Let's Play Domination

segunda-feira, 29 de julho de 2013

máquina do tempo - 1987

Ano mais ou menos este de 1987. Uma das minhas bandas preferidas, de sempre, The Smiths gravava este ano o seu ultimo disco. Saiam também duas compilações deles. Outra das minhas bandas preferidas da altura, The Cure lançavam mais um grande disco. The Jesus and Mary Chain, Sonic Youth, Love and Rockets, Depeche Mode e The Cult apareciam com grandes discos. E eram os primeiros passos de uma banda que se viria a tornar de culto, Pixies. Depois de tudo isto resta-me dizer que se calhar foi mesmo um bom ano.

The Cure - Kiss Me, Kiss Me, Kiss Me
The Smiths - Strangeways Here We Come
The Jesus and Mary Chain - Darklands
Pixies - Come on Pilgrim
Depeche Mode - Music for the Masses

outros:

The Smiths - The World Won't Listen
U2 - The Joshua Tree
The Smiths - Louder than Bombs
The Cult - Electric
Spacemen 3 - The Perfect Prescription
Happy Mondays - Squirrel and G-Man Twenty Four Hour Party People Plastic Face Carnt Smile
Sonic Youth - Sister
Echo and the Bunnymen - Echo and the Bunnymen
Dead Can Dance - Within the Realm of a Dying Sun 
New Order - Substance 
Jane's Addiction - Jane's Addiction 
R.E.M. - Document 
Love and Rockets - Earth, Sun, Moon 
Pink Floyd - A Momentary Lapse of Reason 
Faith no More - Introduce Yourself 
Lloyd Col & the Commotions - Mainstream

 

quinta-feira, 11 de julho de 2013

máquina do tempo - 1986

1986 foi o ano da minha primeira desilusão futebolística. Também foi o ano de Saltillo e de Maradona. E ainda o ano de Platoon e Down by Law. No mundo da musica apareceram coisas excelentes.


1. The Smiths - The Queen is Dead
2- Love & Rockets - Express
3- Talking Heads - True Stories
4- New Order - Brotherhood
5- Sonic Youth - E.V.O.L.

Outros: 

Depeche Mode - Black Celebration
Cocteau Twins - Victorialand
The Cure - Staring at the Sea
Midnight Oil - Diesel and Dust
Nick Cave and the Bad Seeds - Kicking agains the Pricks e Your Funeral, My Trial
Throwing Muses - Trowing Muses
Frankie Goes to Hollywood - Liverpool
Iggy Pop - Blah Blah Blah
The Housemartins - London 0 Hull 4
The Pretenders - Get Close
The Cramps - A Date with Elvis
The The - Infected
Spacemen 3 - Sound of Confusion

sábado, 6 de julho de 2013

máquina do tempo - 1985

Ano espectacular este, a nível musical. Foi neste ano que surgiu o 1º disco de algumas bandas que influenciaram os meus gostos: Jesus MC; Love and Rockets, Sisters of Mercy....
Foi um ano com discos das minhas bandas preferidas da altura: The Smiths e The Cure. E surgiam discos de bandas da velha guarda, algumas delas já fora de actividade, como os Velvet Underground.


1. The Smiths - Meat is Murder
2. The Pogues - Rum, Sodomy, and the Lash
3. Love and Rockets - Seventh Dream of a Teenage Heaven
4. The Jesus and the Mary Chain - Psychocandy
5. The Cure - The Head on the Door

outros:

The Velvet Underground - V.U.
The Sisters of Mercy - First and last and always
Sonic Youth - Bad Moon Rising
Dire Straits - Brothers in Arms
New Order - Low-Life
Nick Cave - The Firstborn is dead
R.E.M. - Fables of the Reconstruction
Talking Heads - Little Creatures
The Waterboys - This is the Sea
Tom Waits - Rain Dogs
The Cult - Love
Echo & the Bunnymen - Songs to Learn and Sing

sábado, 29 de junho de 2013

máquina do tempo - 1984


Pessoalmente, 1984 foi um ano para esquecer. Musicalmente foi extraordinário. 
Apareceram os Smiths, uma das minhas bandas, de sempre. Foi o ano de Ocean Rain, um dos melhores albuns dos Echo and the Bunnymen, os Cure, após a saida de Simon Galup, procuravam outros sons e outra banda importante também surgia nesta altura, The Cult. Os U2 apresentavam o seu melhor disco até à data...entre outras preciosidades, como consta na lista que se segue:

1. The Smiths - The Smiths
2. Echo and the Bunnymen - Ocean Rain
3. Cocteau Twins - Treasure
4. U2 - The Unforgetable Fire
5. Frankie Goes to Hollywood - Welcome to the Pleasuredome

outros (não menos importantes):

Dead Can Dance - Dead Can Dance
R.E.M. - Reckoning
The Cure - The Top
Siouxsie & the Benshees - Hyeana
Depeche Mode - Some Great Reward
The Cult - Dreamtime
Ramones - To Tough to Die
Talking Heads - Stop Making Sense
Nick Cave & the Bad Seeds - From Her to Eternity
Lloyde Cole and the Commotions - Rattlesnakes
The Smiths - Hatful of Hollow
Julian Cope - World Shut Your Mouth
The Pogues - Red Roses for Me






sexta-feira, 21 de junho de 2013

máquina do tempo - 1983


Eis os discos de 1983 que mais me marcaram (sem qualquer sequência lógica):

Stranglers - Feline
Echo & the Bunnymen - Porcupine
U2 - War
Sonic Youth - Confusion is Sex
Ramones - Subterranean Jungle
Toy Dolls - Dig That Groove Baby
R.E.M. - Murmur
David Bowie - Lets Dance
New Order - Power Corruption Lies
Talking Heads - Speaking in Tongues
Bauhaus - Burning From the Inside
The Chameleons - Script of the Bridge
Depeche Mode - Construction Time Again
Tom Waits - Swordfishtrombones
Cocteau Twins - Head over Heels
Siouxsie - Nocturne
The Cure - Japanese Whispers


terça-feira, 21 de maio de 2013

máquina do tempo - 1982

1982 foi o ano do Mundial aqui ao lado. O ano dos desenhos animados do Naranjito (mascote do mundial), que apresentavam os países participantes. Foi o ano de uma das melhores selecções de sempre. O ano do dr. Sócrates, de Zico, de Falcão. Foi o ano do 1º Mundial do melhor de sempre, Diego Maradona. Foi o ano em que vi a 1ª grande injustiça no mundo do futebol. 
No mundo da música as coisas passaram-se assim:


1. The Cure - Pornography
2. Bauhaus - The Sky's Gone Out
3. Dexy's Midnight Runners - Too-Rye-Ay
4. Tom Waits & Crystal Gayle - One From the Heart
5. Roxy Music - Avalon
6. Violent Femmes - Violent Femmes
7. Bruce Springsteen - Nebraska
8. The Clash - Combat Rock
9. Siouxsie - A Kiss in the Dreamhouse
10. Cocteau Twins - Garlands

outros:
Lou Reed - Blue Mask
Simon & Garfunkel - Live at Central Park
Sonic Youth - Sonic Youth
The Birthday Party - Junkyard
Depeche Mode - A Broken Flame
Dead Kennedys - Plastic Surgery Disasters


quinta-feira, 16 de maio de 2013

máquina do tempo - 1981

os meus discos de 1981

Continuando o périplo pelos discos que fizeram história e avançando 1 ano, a seguir a 1980 veio 1981 (se bem me lembro). Eis os discos que mais me marcaram dessa altura. 

1. The Cure - Faith


2. Bauhaus - Mask
3. Stranglers - La Folie
4. New Order - Movement
5. Echo & the Bunnymen - Heaven Up Here
6. The Psychedelic Furs - Talk Talk Talk
7. The Gun Club - Fire of Love
8. Siouxsie & the Banshees - Juju
9. Depeche Mode - Speak & Spell
10. The Sound - From the Lions Mouth

outros:
Ramones - Pleasant Dreams
Roling Stones - Tattoo You
Devo - New Traditionalists
Altered Images - Happy Birthday
Einstürzende Neubauten - Kollaps
U2 - October
OMD - Architecture & Morality
Dead Kennedys - In God We Trust, inc
Soft Cell - Non Stop Erotic Cabaret
Joy Division - Still


segunda-feira, 13 de maio de 2013

there is a light that never goes out


Tive o primeiro contacto com os The Smiths no ano de 1984, altura em que saiu o 1º album, uma vez mais por via de um dos meus irmãos mais velhos que apareceu com o disco em casa. Não foi um encontro imediato mas quase. Na altura não lhe prestei muita atenção pois prefeira meter no gira-discos outras coisas das quais já gostava. Mas a partir do momento em que comecei a ter liberdade de escolha logo me agarrei a eles, amor esse que dura até hoje.
Algumas das canções mais belas da história da música, composições de Morrissey que cabiam na perfeição dentro das melodias de Marr (e vice-versa), alguns dos albuns mais importantes da história da musica, é este o legado de uma das minhas bandas de sempre, que mesmo tendo acabado há bastante tempo continua a influenciar muita gente e a marcar gerações.
Faz hoje precisamente 30 anos que Hand in Glove, o seu 1º single via a luz do dia. Era só a primeira de muitas grandes canções e 30 anos depois a luz continua a brilhar.


sábado, 11 de maio de 2013

máquina do tempo - 1980

Top álbuns de 1980

1. Joy Division - Closer

2. Bauhaus - In the Flat Field
3. The Cure - Seventeen Seconds
4. Tom Waits - Heartattack & Vine
5. Talking Heads - Remain in Light
6. The Clash - Sandinista!
7. Roxy Music - Flesh & Blood
8. David Bowie - Scary Monsters
9. Echo & the Bunnymen - Crocodiles
10. Dexys Midnight Runners - Searching for the Young Soul Rebels

outros:
Dead Kennedys - Fresh Fruit for Rotting Vegetables
The Cure - Boys Don't Cry
Psychedelic Furs - The Psychedelic Furs
Peter Gabriel - III
Siouxsie & the Benshees - Kaleidoscope
Police - Zenyatta Mondatta
Bruce Springsteen - The River
U2 - Boy
The Teardrop Explodes - Kilimanjaro


sexta-feira, 16 de novembro de 2012

discos com história #11 - Movement


Tinha eu uns 14 ou 15 anos quando ouvi o disco pós-Joy Division pela primeira vez. Foi mais uma vez graças ao meu irmão mais velho, que no seguimento da morte de Ian Curtis decidiu dar uma oportunidade à nova banda dos outros 3 rapazes (Bernard Sumner, Peter Hook e Stephen Morris) a que se juntou poucos meses depois Gillian Gilbert, a namorada de Stephen Morris, o baterista.
Este primeiro disco dos New Order ainda soa muito a Joy Division, Ceremony e In a Lonely Place que aparecem na edição mais recente do disco, foram as ultimas musicas gravadas e escritas por Ian Curtis (Ceremony aparece mesmo no álbum póstumo dos JD, Still numa gravação ao vivo).



terça-feira, 25 de setembro de 2012

discos com história #9 - Ocean Rain


Ocean Rain, dos Echo & the Bunnymen (1984) foi mais um daqueles discos que ouvi vezes sem conta. Estava a entrar na adolescência quando me foi dado a ouvir alguns dos sons que viriam a marcar os meus gostos musicais daí para a frente. 
Entre os discos do meu irmão lá estavam 2 dos Echo & the Bunnymen, Heavan Up Here e este Ocean Rain que passava em repeat. Principalmente The Killing Moon e Seven Seas.
Os Echo marcaram a fase pós-punk, influenciaram várias bandas (ainda hoje se nota isso - Editors ou Interpol) e este é certamente um dos seus melhores discos.

Um disco que não envelheceu. Como todas as coisas de excelência é eterno.



quarta-feira, 13 de junho de 2012

discos com história #8 - Pornography


Em 1982 os Cure editaram o seu disco mais dark. Era o 4º da banda e o fim de uma fase musical que começaria com Seventeen Seconds e Faith, o 2º e 3º discos.
Foi a partir deste disco que a formação inicial se desmembrou. Simon Galup (o baixista) não aguentou a pressão e saiu (voltaria mais tarde e é ainda hoje o baixista da banda) e Lol Tolhurst deixou a bateria para se dedicar às teclas.
Mais tarde o disco viria a fazer parte da trilogia que melhor definia os The Cure (segundo Robert Smith), juntamente com Desintegration e Bloodflowers. Os 3 discos foram tocados ao vivo e na integra.

Como curiosidade, ou talvez não Pornography inicia com "It doesn't matter if we all die", de One Hundred Years e termina com "I must fight this sickness, find a cure", de Pornography.

Pornography é o meu álbum preferido de uma das bandas que musicalmente mais me marcou.

segunda-feira, 5 de março de 2012

discos com história #7 - Hup


De 1989, este segundo disco dos The Wonder Stuff é o melhor da banda. 
Mais um som que conheci através do Som da Frente do grande António Sérgio. Não era das bandas mais conhecidas de finais dos anos 80, princípios de 90 mas produziram belas musicas. 
Duraram 4 discos, muito bons por sinal e terminaram funções em 1994. Ainda regressaram nos anos 2004 tendo gravado um disco mas não voltaram ao que eram.
Este é um disco recheado de grandes canções.. Para ouvir do principio ao fim.


terça-feira, 27 de setembro de 2011

discos com história #4 - Rum, Sodomy & the Lash

The Pogues foram-me apresentados com este grande disco de 1985, o segundo da banda. O título terá sido tirado de uma citação de Winston Churchill: "Don't talk to me about naval tradition. It's nothing but rum, sodomy, and the lash." e foi sugerido pelo baterista Andrew Ranken.
É um disco cheio de grandes canções, abrilhantadas pela voz embriagada de Shane McGowen, autor da maioria delas.
Tive o prazer de os ver em 88 ou 89, ainda com a formação original num dos maiores concertos a que assisti.