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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Unbroken, de Angelina Jolie


Louis Zamperini era um promissor atleta americano que chegou a participar nos Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936, estando nos seus planos ser medalhado nos JO de 1940. Só que por essa altura o mundo já estava ocupado com uma guerra e Zamperini foi chamado para a tribulação de um bombardeiro que combatia no Pacífico. Durante uma missão de salvamento o bombardeiro cai no meio do oceano e sobrevivem Zamperini e outros 2 camaradas. Andam à deriva num bote salva-vidas durante 47 dias (um deles acaba por falecer ao fim de 30 dias) e são resgatados por um navio japonês. Zamperini é feito prisioneiro de guerra, em alguns campos japoneses e tem como carrasco um dos mais sádicos guardas de campo japoneses, Mustsuhiro Watanabe. 
O filme tenta mostrar a resistência deste homem que é por diversas vezes posto à prova mas nota-se que falta intensidade dramática e um argumento que podia se melhor explorado. Apesar das mais de 2 horas sente-se que se podia ter ido mais além. Estranhamente o nome dos irmãos Coen surge associado ao argumento mas quero acreditar que eles fizeram uns rabiscos que depois passaram para outras mãos. Palavra para o actor Jack O'Connel, que desempenha com competência o papel de Zamperini 

NOTA: 6.5/10

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

The Wolf of Wall Street, de Martin Scorsese


Entre os filmes que estão na corrida aos Oscars, The Wolf of Wall Street é sem dúvida o melhor. Isto obviamente na minha modesta opinião.
A história é a do corrector da bolsa de Wall Street, Jordan Belfort (Leonardo Di Caprio), desde a sua chegada, tendo como mentor Mark Hanna (Matthew McConaughey), passando pela ascensão e culminando com a queda em desgraça.
Jordan aparece inicialmente como um mero funcionário, disposto a aprender e, numa das melhores e mais hilariantes cenas do filme, tem uma aula em pleno restaurante dada por Hanna, que lhe faz ver que o objectivo não é dividir o lucro com os clientes mas sim extorqui-los e garantir a melhor comissão possível.
Com a crise da bolsa, Belfort perde o emprego em Wall Street e depois de alguns biscates consegue arranjar trabalho numa empresa menor, que negoceia acções que valem cêntimos. Só que estamos a falar de um homem capaz de vender lentes de contacto a cegos e logo Belfort enriquece e passa a ter vida de esbanjamento de dinheiro, muitas drogas e bastante luxuria. 
Scorsese constrói um filme baseado em mais uma personagem real, que ao longo da sua actividade atinge altos e baixos. E o filme pode ser facilmente comparado com outros da carreira do realizador, nomeadamente Goodfellas (1990) e Casino (1995).
Tecnicamente o filme é excelente, com Scorsese a ter a colaboração da fotografia de Rodrigo Prieto (Brokeback Mountain, Argo ou Babel) e a edição de Thelma Schoonmaker, uma habitué em filmes de Scorsese, já com 3 Oscars no currículo.
O elenco, liderado por Leonardo DiCaprio, que impressiona a cada filme de Marty, porta-se à altura do filme. Jonah Hill tem um desempenho notável e não seria de admirar que um deles ou ambos conseguissem conquistar vários prémios de interpretação.

NOTA: 9/10

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Rush, de Ron Howard


Rush traz de volta Ron Howard aos grandes filmes, com um biopic sobre dois grandes rivais da Formula 1, Niki Lauda, um frio e calculoso austríaco e James Hunt, um irresponsável playboy inglês. O filme transporta-nos aos anos em que os dois começaram, até à sua ascensão na F1, culminando na luta titanica que ambos travaram no mundial de 1976. 
Ron Howard explora bem a dificuldade que era conduzir um carro de F1 naquela altura, com a morte a poder surgir a cada curva, numa altura em que muitos pilotos perdiam a vida. Um dos pontos altos é precisamente o momento do terrível acidente de Niki Lauda, que sofre queimaduras graves em praticamente todo o corpo e mesmo assim consegue voltar a competir, ainda naquele mundial.
As cenas das corridas estão muito bem conseguidas e os actores principais Daniel Brühl (Lauda) e Chris Hemsworth (Hunt) encaixam bem nos papeis que representam.
Um dos bons filmes de 2013, para ser visto não só pelos fãs de Fórmula 1.

NOTA: 8/10

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Lincoln, de Steven Spielberg

Abraham Lincoln, o 16 º presidente dos EUA tem aqui uma apresentação de excelência, pela mão de um dos mestres do cinema actual, Steven Spielberg. O filme não nos conta a história da vida de Lincoln, foca antes um dos periodos mais importantes do seu mandatom dando a noção perfeita de como ponderada e difícil foi a decisão de sacrificar mais vidas durante o último período de uma longa guerra civil, com o intuito de alcançar valores mais altos, como a abolição da escravatura. É de conhecimento público que Lincoln era um homem de grande valor, dedicado ao seu trabalho e família e um livre pensador, mas eu não tinha idéia de que ele foi um fantástico contador de histórias bem-humorada. A caracterização do presidente é irrepreensível, com Daniel Day Lewis a carregar o filme às costas em mais uma interpretação que lhe valeria um Oscar. Um filme que vale por isso e pela representação histórica desta época marcante.

NOTA: 8/10

sexta-feira, 23 de março de 2012

Grande Ecrã

Dirty Pretty Things, de Stephen Frears
Realizado por Stephen Frears (realizador de The Grifters, Ligações Perigosas, Alta Fidelidade, entre outros), esta é uma história de sobrevivência de dois imigrantes ilegais (ele nigeriano, ela turca) que aprendem que tudo está à venda no submundo de Londres. O nigeriano Okwe (Chiwetel Ejiofor) e a turca Senay (Audrey Tautou) trabalham num hotel em West London, que é uma fachada para actividades ilegais. Uma noite, Okwe faz uma descoberta macabra que coloca os dois num grande dilema e testa os seus limites. Vencedor de alguns festivais europeus, o filme seria nomeado para o Oscar de Melhor Argumento Original, Dirty Pretty Things é um thriller urbano fascinante e difícil de esquecer! Espantosa a interpretação de Ejiofor.
NOTA: 8/10


The Grey, de Joe Carnahan
De regresso a casa, um grupo de trabalhadores de uma refinaria no Alasca vê o seu avião cair ao cruzar a tundra e apenas oito deles sobreviver. Uma matilha de ferozes lobos, semelhantes aos pré-históricos em tamanho e ferocidade, persegue os sobreviventes. Entre eles, John Ottway (Liam Neeson) torna-se líder dos oito que lutam contra as adversidades da natureza e aqueles que os querem caçar, num autêntico contra-relógio. Será que se vão safar?
Mais um filme de sobrevivência numa região inóspita, desta vez com um cheirinho de terror e suspense.
NOTA: 7/10




The Damned United, de Tom Hooper
A história do mitico treinador inglês Brian Clough (excelente Michael Sheen) aquando da sua curta passagem pelo Leeds United (apenas 44 dias), a melhor equipa inglesa da altura. O filme aborda a ascensão de Clough, a forma como colocou o segundo-divisionário Derby County a campeão e a atribulada ida para o Leeds sem o seu braço direito, Peter Taylor para substituir o seu ódio de estimação, Don Revie que tinha ido treinar a selecção inglesa.
Um objecto histórico muito bom para quem gosta de futebol e não só e que nos ajuda a perceber a personalidade difícil (mas que daria frutos) deste génio do futebol britânico que a seguir aos acontecimentos retratados no filme viria a conquistar 2 Taças dos Campeões Europeus com o desconhecido Nottingham Forest. NOTA: 8/10

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

J. Edgar, de Clint Eastwood



A história de um dos maiores e mais controversos ícones do século XX: John Edgar Hoover. Um dos principais responsáveis pela criação do FBI, que chefiou durante quase meio século, servindo oito presidentes, tornando-se num dos homens mais poderosos e temidos dos EUA. Sob a sua batuta foram presos alguns dos mais importantes criminosos (John Dillinger, por ex.) e os métodos de investigação criminal continuam a ser usados até hoje. Mas apesar do sucesso da sua carreira, a sua vida privada, mantida secreta, deu azo a todo o tipo de especulações, entre elas a alegada relação homossexual com Clyde Tolson, seu braço direito. 


Clint Eastwood volta a tentar piscar o olho aos Oscars com este biopic de Edgar Hoover. O septuagenário realizador foca-se no incio da sua ligação ao FBI, na relação com a mãe e com Clyde Tolson. Algumas alturas importantes na história dos EU não constam do filme (II Guerra Mundial e McCartismo, por ex.). J. Edgar é um bom drama de época, recheado de boas interpretações mas longe do melhor que Eastwood consegue fazer. 

NOTA: 7/10

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Mongol, de Sergey Bodrov


Genghis Kahn ficou conhecido como um dos maiores conquistadores de todos os tempos (só superado por Alexandre, o Grande). Este filme do realizador russo Sergei Bodrov olha para os anos de formação de Temudjin, o menino feito escravo que se viria a tornar Genghis Kahn, passando pela luta pela liberdade, a vingança pela morte da familia às mãos de um dos lideres de um clã rival, o mesmo que o tornou escravo.
Com uma bela direcção de fotografia e grandes cenas de batalha, este filme venceria o Oscar para melhor filme estrangeiro de 2008.

NOTA: 8/10

quarta-feira, 9 de março de 2011

The Fighter, de David O. Russel


Mick Ward é um bouxer de baixo nível que tenta chegar ao sucesso apesar de viver na sombra do irmão Dickie Eklund, um ex-pugilista com problemas de toxicodependência. Só que Mickey sempre teve o apoio do irmão na sua ascensão e no momento em que pode chegar ao topo vai ter de decidir se quer continuar a ter a sua ajuda.
Baseado na história veridica da ascensão de Mick Ward ao sucesso, The Fighter é mais um filme sobre os relacionamentos entre as personagens do que um filme sobre boxe e vale principalmente pelas excelentes interpretações. Mike Wahlberg, Amy Adams, Christian Bale e Melissa Leo enchem o ecrã. Bale e Leo venceriam mesmo os Oscares de melhores actor/actriz secundários.

NOTA : 8/10



sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Milk, de Gus Van Sant


Cansado de andar "fechado no armário" devido à descriminação que se fazia aos homossexuais nessa altura, Harvey Milk muda-se com o seu amante para San Francisco e abre uma loja de fotografia na zona de Castro. A partir desse local começa a recrutar apoiantes para a sua causa de defesa, não só dos homossexuais como dos direitos humanos e das liberdades. A sua persistência torna-lo-ia no primeiro homossexual eleito para um cargo politico nos Estados Unidos e depois de uma dura batalha para chumbar uma lei que descriminava os homossexuais ele e Mayor de San Francisco são assassinados por um adversário politico em plena City Hall (o sínónimo de edificio da Câmara Municipal - ou passos do concelho - nos EU).
Filmado com grande realismo por Gus Van Sant, com as filmagens a serem feitas em San Francisco e na propria rua onde Harvey tinha a loja, Milk é um grande filme sobre um grande homem que soube lutar até ao limite por aquilo que defendia.
Enormes interpretações, principalmente de Sean Penn, bem acompanhado por James Franco, Emile Hirsh e Josh Brolin. Entre outros secundários.

NOTA: 9/10


terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Filmes de Eleição # 22 - Citizen Kane

Rosebud

Há quem diga que é O FILME. Não digo que o seja até porque é dificil escolher apenas um entre os melhores de sempre mas não andará muito longe disso. A história do homem que nasceu pobre e teve a sorte de poder construir um império apostando naquilo que mais tarde Silvio Berlusconi e Pinto Balsemão viriam a apostar. Orson Welles é enorme, a dirigir e a interpretar. Bem secundado por Joseph Cotton!

Bernstein: There's a lot of statues in Europe you haven't bought yet.
Charles Foster Kane: - You can't blame me. They've been making statues for some two thousand years, and I've only been collecting for five.


quarta-feira, 29 de outubro de 2008

W., de Oliver Stone


Oliver Stone volta ao seu melhor nível com este biopic do ainda presidente dos Estados Unidos, George W. Bush.
W. retrata politica e humanamente um dos mais polémicos presidentes americanos, mas aqui Stone larga a bandeira militante (ele que é anti-Bush) para nos dar uma imagem que desconhecíamos deste Bush - "Vamos lá tentar perceber o gajo..."!
O filme foca principalmente um dos aspectos mais marcantes da administração Bush (convencer o mundo que se devia atacar o Iraque), onde W. rodeado de personagens sinistras (Dick Cheney, Donald Rumsfeld, Condoleezza Rice) é ele próprio manipulado?
Manipulado? Mas ele não é o presidente do mais poderoso país do Mundo?!?!? Pois...

Notável a interpretação camaleónica de Josh Brolin, que se transforma completamente em W. Bush, acompanhado por secundários de grande nível como Richard Dreyfuss (faz hoje anos - parabéns) no papel de Dick Cheney!

Uma coisa é certa, saímos do filme com uma visão diferente daquele presidente. E podemos agradece-lo ao goonie Josh Brolin.

NOTA: 9/10


quinta-feira, 27 de março de 2008

I'm not there, de Todd Haynes

Bob Dylan (aqui interpretado por 6 actores diferentes - Christian Bale / Cate Blanchett / Heath Ledger / Marcus Carl Franklin / Richard Gere / Ben Whishaw), ícone musical, poeta e porta-voz de uma geração. Sempre viveu em constante mutação ao longo da vida, especialmente durante os anos 60/70.
Musicalmente, fisicamente, psicologicamente, as alterações da sua personagem pública dialogaram com acontecimentos sociais e ocasionaram múltiplas repercussões culturais. De jovem trovador a profeta folk, de poeta moderno a roqueiro, de ícone da contra-cultura a cristão renascido, de cowboy solitário a popstar.

Uma curiosa visão por Todd Haynes desse autentico mito vivo que é Dylan. I'm not there tem excelentes trabalhos quer de realização quer dos actores, sobressaindo neste caso Cate Blanchett com o seu Jude Quinn. Tem ainda a particularidade de ter sido um dos ultimos papeis de Heath Ledger, que provava aqui que os desempenhos em Monster's Ball e Brokeback Mountain não foram obra do acaso.

NOTA: 8/10


sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Marie Antoinette, de Sofia Coppola


Sofia Coppola já teve melhores dias, muito melhores se nos lembrarmos de Lost in Translation.

A banda sonora é realmente muito boa, o filme nem tanto.







NOTA: 6/10

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Control, Anton Corbjin



















Walk in silence
Don't walk away, in silence
See the danger
Always danger
Endless talking
Life rebuilding
Don't walk away
Walk in silence
Don't turn away, in silence
Your confusion
My illusion
Worn like a mask of self-hate
Confronts and then dies
Don't walk away
People like you find it easy
Naked to see
Walking on air
Hunting by the rivers
Through the streets
Every corner abandoned too soon
Set down with due care
Don't walk away in silence
Don't walk away

NOTA: 10/10

TRAILER:

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

American Gangster, de Ridley Scott


Chamem-lhe “Scarface negro” ou “O Padrinho do Harlem” mas o facto é que American Gangster é um grande filme e um sério candidato aos próximos Oscars. Danzel Washington é um colosso como o barão da droga Frank Lucas e Russel Crowe tem, para mim, o seu melhor papel até à data, como Richie Roberts, uma espécie de Serpico, polícia honesto e determinado a derrubar Lucas.



O filme começa com Frank Lucas (Denzel Washington) como aluno aplicado de Ellsworth “Bumpy” Johnson (Clarence Williams III), um dos mais famosos gangsteres do Harlem, desenvolvendo conhecimentos necessários sobre o crime organizado para mais tarde os poder aplicar.
Com a morte de Bumpy, Frank Lucas vê a oportunidade de ser ele o novo Boss do crime organizado novaiorquino. Baseado em fortes valores éticos e sempre contando com o apoio de sua família, Lucas começa a demonstrar uma incrível capacidade de coordenar e alterar as regras do universo da máfia local.
Ele próprio viaja para o Sudeste Asiático para comprar a heroína directamente ao produtor, com uma percentagem de pureza elevada, coisa rara na época, e a um baixo preço, concorrendo directamente com a máfia italiana.

Ao mesmo tempo o policia Richie Roberts, que tem dificuldades de integração na vida da esquadra porque é honesto dentro de um departamento totalmente corrupto é chamado para o FBI e para o combate à droga. O confronto entre ambos é inevitável e o filme termina não à moda Scarface (com muitos tiros) mas com um longo e inteligente frente-a-frente entre Lucas e Richie, com o primeiro a conseguir um acordo e a desmascarar grande parte dos policias corruptos que ajudavam os traficantes da altura. Na altura da sua prisão, em 1976, os bens de Lucas foram avaliados em 250 milhões de dólares.

Com uma fantástica fotografia de Nova Iorque, Ridley Scott volta ao seu melhor (Alien, Blade Runner) num filme que o aproxima bastante de Martin Scorsese na maneira de filmar. O argumento de Steve Zaillian (argumentista de Gangs de New York e A Lista de Schindler) é muito bom e bastante coeso mantendo-se fiel aos relatos de Richie Roberts e Frank Lucas que estiveram presentes nas filmagens.
A banda sonora também é muito boa.

Nota: 9/10

Trailer:



quinta-feira, 15 de novembro de 2007

A Mighty Heart, de Michael Winterbottom


A 23 de Janeiro o mundo ficou em choque com a morte do jornalista americano Daniel Pearl, decapitado frente a uma câmara por extremistas paquistaneses. "A Mighty Heart", inspira-se na história real e refaz os passos de Daniel (Dan Futterman) e da sua mulher Mariane (Angelina Jolie), grávida de seis meses, quando chegam ao Paquistão para que ele, jornalista do Wall Street, possa investigar pistas sobre os ataques terroristas do 11 de Setembro. Após Daniel ser raptado por terroristas, Mariane tenta tudo para salvar o marido e quando é confrontada com a sua morte escreve a história da sua própria investigação, que é também a história da sua revolta e do seu desespero, uma tentativa de fazer o luto.


Winterbottom (24 hour Party People) filma de forma competente esta história real que pode dar a Angelina Jolie mais uma nomeação para os Oscars.

NOTA: 7/10

terça-feira, 10 de julho de 2007

Isabel II


A Rainha, de Stephen Frears, centra-se nos dias antes e depois da morte da princesa Diana e no periodo conturbado que dai resultou.

É um one-women-show, com o excelente desempenho de Helen Mirren.
Aliás o filme vale pela sua representação.

NOTA: 7/10

terça-feira, 1 de maio de 2007

Por estes dias


Scoop não será dos melhores do Woody Allen, mas é um filme do Woddy Allen e logo isso é motivo para ser um bom filme.
NOTA: 7/10










Ghost Rider
Assustei-me quando vi o nome do realizador. Afinal é só mau, náo é péssimo como o Daredevil!!! E o cabelinho do Nick Cage à Fernando Pereira ?!?!?!
Nota: 5/10








Hollywoodland
Divagação sobre a morte do 1º actor a fazer de Superman.
Ben Affleck prova que afinal sabe ser actor.
NOTA: 7/10









Crank
Um filme chunga que se vê bem. Faz lembrar aquela: "Não bate mas entretem"
NOTA: 6/10










Al Pacino tem 88 Minutos para salvar a própria vida, neste thriller intenso do principio ao fim. Gostaria ainda de saber quando é que o Pacino perde o ar ensonado que ficou desde que fez o Insomnia!??!
NOTA: 7/10










Um grupo de pessoas aparentemente desconhecidas umas das outras (e delas próprias) acordam num aramzém e tentam descobrir quem são e o que fazem ali.
NOTA: 8/10





sexta-feira, 16 de março de 2007

o actor do Oscar


Um jovem médico escocês vai para o Uganda em busca de aventura. Após socorrer o recém auto-proclamado presidente Idi Amin é tornado seu médico particular.
À medida que vai conhecendo melhor a realidade do país ele vai-se apercebendo que Amin não é o "salvador" que podia parecer de inicio.
Forest Withaker tem uma grande interpretação, na pele deste ditador sanguinário. Papel que lhe valeu o Oscar na ultima cerimónia da Academia de Hollywood.
NOTA: 7/10