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terça-feira, 6 de novembro de 2018

O(s) fantasma(s) de Nick Cage

Between Worlds, de Maria Pulera 


Se no dia do cinema podia ter visto um filme? Podia. Mas tropecei nisto e resolvi espreitar, sem expectativas nenhumas. Faz de conta que ia a caminho do cinema, pisei um cocó de cão e fiquei 1h30 a limpar a porcaria.
Afinal quem não gosta de uma boa Cageada, mesmo não sendo de Sintra?
E lá fui... (se pretendem ver esta bosta, parem aqui que vou contar tudo).
Cage é um gajo que conduz um camião, mas prefere andar a passear e a beber, ainda mais que aquele gajo que lhe deu o Oscar, do que trabalhar para o patrão e encontra uma gaja (Franka Potente) a ser estrangulada, num wc. Salva-a, mas afina não salva, porque ela queria ser estrangulada para o corpo sair dela e ir ao hospital, onde a filha está em coma, para lhe dizer que não pode morrer, para antes se enfiar na caminha que está mais quentinho. 
Só que que a filha volta a "morrer" e Potente pede a Cage que a estrangule, para voltar a trazer a filha. Mas, desta vez, quem Potente traz é a falecida mulher de Cage e quando ele descobre vai ser o regabofe. Cage, que já andava a comer a mãe vai também comer a filha, embora seja a falecida mulher que esteja dentro do corpo da jovem.
No fim, Cage descobre que, afinal, a mulher era uma cabra, que tinha morto a própria filha e pegado fogo à casa.
A Potente leva um tiro e, enquanto falece e não falece traz a filha de volta e no fim morrem os dois porque o Cage, que também tinha morto o pai quando era novo, rega-se com gasolina e acende um cigarro (não façam isto em casa).
Ah, a filha da mãe salva-se, com o imbecil do namorado e, aparentemente, vivem felizes, para sempre.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Machete, de Robert Rodriguez


Machete apareceu como um falso trailer inserido no delírio cinematográfico que foi Grindhouse e quando se pensava que o próximo filme de Rodriguez que íamos ver seria Sin City 2, eis que ele pega na história desse ex-Federale e a trás para um longa-metragem.

Machete (Danny Trejo) é então um ex-Federale que é contratado para matar um senador. Só que a missão é uma emboscada e quando se pensava que Machete estaria morto ele volta para se vingar de quem o tramou, artilhado com um arsenal de facas e catanas.

Rodriguez recupera o cinema xunga que fazia furor nos anos 70/80 e apresenta-nos um óptimo entretenimento, com um herói improvável, belas (e más) raparigas (Jessica Alba, Michelle Rodriguez, Lindsey Lohan) e secundários a brilhar a grande altura, nos quais se incluem Robert de Niro, Jeff Fahey (que muitos se lembrarão de ver na série Lost), o regressado Don Johnson e... Steven Seagal. Sim, Steven Seagal no seu melhor papel de todo o sempre como o vilão Torrez, mau comás cobras e dono de algumas das melhores falas do filme:

Torrez: You're Machete's girl. I know, cause you're his type. Sartana (Jessica Alba): What type is that? Torrez: Dead.

Tarantino e Rodriguez vieram mostrar que xunga não é sinónimo de mau... ou se calhar é. Mas de tão mau que é torna-se muito bom.

Nota: 8/10


quinta-feira, 29 de julho de 2010

Esta gente não tem mais nada que fazer?

Como já estamos mesmo a precisar de um bom filme xunga (como se eles não existissem todas as semanas) eis que estes resolvem criar esta coisa:


terça-feira, 16 de junho de 2009

The Alphabet Killer, de Rob Shmidt


Tive o azar de ver esta "coisa" mas ainda não sei o que me levou a fazê-lo.
Talvez tenha sido por ter gostado de ver o trabalho da Eliza Dushku no Dollhouse, o facto é que tinha sido avisado.
A história é aparentemente baseada em factos reais, pelo menos no que aos assassínios diz respeito.
Também já vi filmes em que o investigador fica alterado com o decorrer das investigações, isso tudo bem, é normal e pode acontecer até na vida real. Mas com 30 segundos de investigação a gaja passa-se?!?!? Porquê? Para quê? A partir daqui é um sem fim de cenas ridículas, num filme que até tem alguns actores que já fizeram coisas boas. Também já se viu, com bons resultados, filmes baseados em crimes que nunca foram resolvidos (Black Dhalia; Zodiac), aqui a experiência é traumatizante, para não dizer ridícula!
Quanto à Eliza Dushku já lhe vi melhores dias e até pode ter sido que este esforço inglório tivesse a ver com o facto de se produtora executiva disto. Saiu-lhe o tiro pela culatra. O realizador, Rob Schmidt quer-se tornar num mestre do terror, mas ainda vai ter de pedalar muito!!!
Depois disto, fiquei com vontade de ver um filme bom. Para limpar a alma.

NOTA: 4/10


sexta-feira, 6 de março de 2009

Cinema Xunga - Bangkok Dangerous, de The Brothers Pang


Nicholas Cage deve ser dos actores que podiam fazer uma boa carreira aquele que faz as piores escolhas. Desde que arrecadou o Oscar em 1995 raro tem sido o filme bom que o homem faz.
Neste mete um cabelo à Tom Hanks no Código Da Vinci e arma-se (literalmente) em assassino profissional, que percorre os 4 cantos do mundo a "limpar" pessoas.
Viaja até Bangkok para uma empreitada de quatro serviços. Os primeiros correm bem, mas depois começa a quebrar algumas das regras do assassino profissional (falta-lhe o código do Harry). Arranja um aprendiz e apaixona-se por uma tailandesa surda-muda (porra, não bastava ser tailandesa para eles não se entenderem, tinha de ser surda-muda??!?!). E no fim são os próprios contratantes que lhe querem limpar o sebo.

Os irmãos Pang fazem um remake de um filme seu, mas desta vez com produção hollywoodesca.
E pronto, lá vou eu esperar pelo próximo filme do Cage e esperar que ele acerte. Esperando que seja já o Knowing do Alex Proyas.

NOTA: 5/10

Trailer