terça-feira, 6 de novembro de 2018

O(s) fantasma(s) de Nick Cage

Between Worlds, de Maria Pulera 


Se no dia do cinema podia ter visto um filme? Podia. Mas tropecei nisto e resolvi espreitar, sem expectativas nenhumas. Faz de conta que ia a caminho do cinema, pisei um cocó de cão e fiquei 1h30 a limpar a porcaria.
Afinal quem não gosta de uma boa Cageada, mesmo não sendo de Sintra?
E lá fui... (se pretendem ver esta bosta, parem aqui que vou contar tudo).
Cage é um gajo que conduz um camião, mas prefere andar a passear e a beber, ainda mais que aquele gajo que lhe deu o Oscar, do que trabalhar para o patrão e encontra uma gaja (Franka Potente) a ser estrangulada, num wc. Salva-a, mas afina não salva, porque ela queria ser estrangulada para o corpo sair dela e ir ao hospital, onde a filha está em coma, para lhe dizer que não pode morrer, para antes se enfiar na caminha que está mais quentinho. 
Só que que a filha volta a "morrer" e Potente pede a Cage que a estrangule, para voltar a trazer a filha. Mas, desta vez, quem Potente traz é a falecida mulher de Cage e quando ele descobre vai ser o regabofe. Cage, que já andava a comer a mãe vai também comer a filha, embora seja a falecida mulher que esteja dentro do corpo da jovem.
No fim, Cage descobre que, afinal, a mulher era uma cabra, que tinha morto a própria filha e pegado fogo à casa.
A Potente leva um tiro e, enquanto falece e não falece traz a filha de volta e no fim morrem os dois porque o Cage, que também tinha morto o pai quando era novo, rega-se com gasolina e acende um cigarro (não façam isto em casa).
Ah, a filha da mãe salva-se, com o imbecil do namorado e, aparentemente, vivem felizes, para sempre.

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