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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Filmes 2017

Dos filmes vistos em 2017, estes são os que destaco

1. Blade Runner 2049

2. Dunkirk

3. Mother!

4. I, Daniel Blake

5. I Don't Fell at Home in this World Anymore

6. Coco

7. Arrival

8. Nocturnal Animals

9. The Killing of a Sacred Deer

10. The Handmaiden

11. Get Out

12. Shot Caller

13. Good Time 

14. Cartas da Guerra

15. Captain Fantastic

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Wind River, de Taylor Sheridan


Reserva de Nativos Americanos, no estado do Wyoming, Estados Unidos da América. 
O corpo de uma adolescente índia é encontrado por Cory Lambert (Jeremy Renner) um caçador e batedor local e é chamada à região uma jovem agente do FBI, Jane Banner (Elizabeth Olsen. Não estando à espera de um caso tão complicado, Jane não ia preparada para o isolamento e clima gelado da região e terá de contar com a ajuda de Cory, como guia, para fazer frente aos contratempos que lhe irão aparecer. 
Taylor Sheridan é um actor/argumentista, que entrou, por exemplo, na série Sons of Anarchy, onde fazia o xerife David Hale e escreveu dois dos melhores filmes dos últimos tempos, Sicário (2015), de Denis Villeneuve e Hell or High Water (2016), de David Mackenzie e realiza aqui o seu segundo filme, depois do, não tão bem conseguido Vile (2011). 

Como algumas cenas de acção e suspense bem conseguidas, como aquela em que, num flashback, ficamos a saber o que aconteceu e uma direcção de fotografia, a cargo de Ben Richardson, que consegue captar excelentes planos num território onde a neve e o gelo predominam. 
Não sendo tão bom quanto os outros filmes que escreveu, Wind River não deixa de ser um filme a ver com atenção e volta a confirmar Taylor Sheridan como um dos nomes a seguir com atenção nos próximos tempos, ele que já tem uma nomeação para um Oscar, precisamente pelo argumento de Hell or High Water. 


sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Get Out, de Jordan Peele


Chris (Daniel Kaluuya), um fotógrafo afro-americano, vai passar uns dias à casa de família da sua namorada caucasiana, Rose (Allison Williams). A casa fica no meio do nada e nela vivem os pais de Rose (Bradley Whitford e Catherine Keener), o irmão (Caleb Landry Jones), uma criada (Betty Gabriel) e um jardineiro (Marcus Henderson), ambos afro-americanos. Chris nem estranha a excessiva condescendência com que os pais tratam a relação inter-racial da filha, mas com o passar dos dias, algumas descobertas inesperadas levam-no a uma verdade que não estaria à espera.Uma abordagem ao género “terror” um pouco diferente do que estamos habituados e talvez por isso o filme tenha tido bastante aceitação por parte do público, ainda por mais pegando num flagelo que ainda está muito presente na nossa sociedade, que é o racismo. Tensão racial é um excelente tema para reflectir o horror dos nossos tempos. Ainda assim, é no toque quase satírico que Peele alfineta com mais intensidade uma sociedade ainda movida por retrocessos. Um filme de terror, para ser bom nunca precisou de grande orçamento e Jordan Peele prova isso mesmo, nesta sua estreia na realização.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

T2, de Danny Boyle


Em 1996, Danny Boyle apresentava-nos o seu segundo filme. Depois do sucesso de Pequenos Crimes Entre Amigos, Boyle adapta ao cinema a obra de Irvine Welsh, Trainspotting. A história de quatro viciados em heroína, nas ruas de Edinburgh e mostrava-nos a forma como a droga tinha mais danos colaterais que muitos panfletos anti-droga poderiam mostrar. 
O sucesso foi estrondoso e logo passou a filme de culto e permanece como o melhor de Danny Boyle até ao momento, apesar de já ter ganho Oscars e de já ter feito outros filmes muito apreciados pelos festivais e prémios do mundo do cinema. Além disso deu a conhecer ao mundo actores como Ewan McGregor e Robert Carlisle. 

Renton (Ewan McGregor) regressa a Edimburgo para fazer as pazes com dois dos três amigos que roubou no final do primeiro Trainspotting. Spud (Ewen Bremner) não conseguiu largar o seu vício de heroína e Simon, aka Sick Boy (Jonny Lee Miller), controla um pub em decadência e vive de pequenos golpes para sustentar sua namorada, a búlgara Veronica (Anjela Nedyalkova). Begbie (Robert Carlyle), foge da prisão e quando descobre que Renton está de volta tenta logo perceber onde ele anda para se vingar. 

Com Boyle e os actores de 1996 regressa também o argumentista John Hodge, mantendo o mesmo toque de humor negro e refinado do original, não deixando de lado a ambientação dos protagonistas aos avanços tecnológicos, como os telemóveis ou as redes sociais. Os fãs do primeiro filme e mesmo os que não o viram serão presenteados com flashbacks que fazem ligação com o presente. 
Kelly MacDonald, a Diane do primeiro filme, tem apenas um cameo como advogada que vai safar Renton e Sick Boy duma alhada em que se meteram. Não sendo tão bom quanto o de 1996, T2 agradará aos mais nostálgicos e dá sempre gozo saber onde chegou (e se chegou) aquela malta que conhecemos há 20 anos. Como não podia deixar de ser, destaco a banda sonora, que desta vez traz nomes como The Clash, Blondie, Queen, Wolf Alice, The Prodigy e, claro Lust for Life.

quarta-feira, 8 de março de 2017

Gold, de Stephen Gaghan

Um prospector de ouro, à procura do seu golpe de sorte, junta-se a um geólogo e penetram na selva da Indonésia à procura daquele metal precioso. 
Desde cedo percebemos que Gold tenta ser The Wolf of Wall Street, mas nem Kenny Wells tem o charme de Jordan Belfort, nem Stephen Gaghan é Martin Scorsese.
Depois de Dalas Buyers Club, Matthew McConaughey volta a transformar-se, desta vez ficando calvo e gordo, num desempenho corajoso não destoando das suas anteriores boas interpretações.
Destaque ainda para a boa banda sonora.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Manchester by the Sea


Um estudo de carácter onde são aprofundadas questões como redenção, compreensão e perdão. Ao contrário do que tenho lido, acho que Casey Affleck vai muito bem na dramatização destes sentimentos, num tipo que quer fugir àquilo que lhe aconteceu e apesar de reconhecer a sua culpa só vacila no momento que tem de vacilar. Talvez o maior problema do filme seja as expectativas altas com que se entra para dentro da sala.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

La La Land


Começa no Inverno, depois passa pelas estações seguintes para novamente passar para o Inverno.
Depois passam 5 anos e já não se sabe em que estação estão.

FIM.

PS. Já vi musicais melhores mas também vi piores.