sábado, 24 de outubro de 2015
Beasts of No Nation, de Cary Joji Fukunaga
terça-feira, 15 de setembro de 2015
Idi i Smotri, de Elem Klimov
Idi i Smotri é horrível, devastador, intenso, perturbador, mas de forma assustadoramente bela e onde encontramos cenas que nos lembram o cinema de Tarkovsky e até de Kubrick.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Unbroken, de Angelina Jolie

sábado, 7 de junho de 2014
Incendies, de Denis Villeneuve
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Lone Survivor, de Peter Berg
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Zero Dark Thirty, de Kathryn Bigelow
terça-feira, 18 de setembro de 2012
As Flores da Guerra, de Zhang Yimou
Zhang Yimou é um dos melhores realizadores chineses e já nos apresentou filmes maravilhosos: Milho Vermelho, Judou, Esposas e Concubinas, A Tríade de Xangai, Herói, O Segredo dos Punhais Voadores. Todos eles filmes maravilhosos.sexta-feira, 6 de julho de 2012
O Couraçado Potemkin, de Sergei M. Eisenstein
NOTA: 10/10
segunda-feira, 23 de abril de 2012
War Horse, de Steven Spielberg
terça-feira, 13 de março de 2012
Machine Gun Preacher, de Marc Forster
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Mongol, de Sergey Bodrov
Com uma bela direcção de fotografia e grandes cenas de batalha, este filme venceria o Oscar para melhor filme estrangeiro de 2008.
NOTA: 8/10
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Essential Killing, de Jerzy Skolimowski

Vincent Gallo, praticamente sem falar - grande parte do filme é só ele e a natureza - tem uma interpretação espantosa como este homem desesperado, capaz de tudo para sobreviver. A realização deste polaco de 72 anos ("O Uivo", "Quatro Noites com Anna", "Moonlighting") é igualmente excelente.
Nota: 8/10
segunda-feira, 23 de maio de 2011
A Costa dos Murmurios, de Margarida Cardoso

Os homens partem para uma grande operação militar no norte. Evita fica sozinha e, no desespero de tentar compreender o que modificou Luís, procura a companhia de Helena, a mulher de Forza Leal. Submissa e humilhada, Helena é prisioneira na sua casa onde cumpre uma promessa. Perdida num mundo que não é o seu, Evita apercebe-se da violência de um tempo colonial à beira do fim.
Boa primeira longa metragem de Margarida Cardoso nesta adaptação do livro de Lídia Jorge, com uma excelente recriação histórica, boas representações, boa fotografia e uma bela composição sonora de Bernardo Sassetti.
NOTA: 7/10
quinta-feira, 3 de março de 2011
sábado, 27 de novembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Brothers, de Jim Sheridan


O realizador britânico Jim Sheridan (O Meu Pé Esquerdo, Em Nome do Pai, O Boxeur ou Na América) adapta aqui o filme dinamarquês Brødre, de Susanne Bier (Tudo o Que Perdemos). Ainda não vi o filme original (fiquei com curiosidade) mas pelo que tenho lido Sheridan e o argumentista David Benioff foram fieis ao mesmo. A transformação da personagem de Sam, após o que passou no cenário do conflito é das coisas mais poderosas do filme e dão a Tobey Maguire um dos melhores, senão mesmo o melhor desempenho da sua (ainda curta) carreira. Jake Gyllenhaal, Natalie Portman (que foi nomeada a um Golden Globe por este papel) e Sam Shepard também têm desempenhos à altura.
Uma agradável surpresa.
Nota: 8/10
Trailer
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Green Zone, de Paul Greengrass

Greengrass vem da escola realista do documentário social televisivo britânico, com constantes vai-vem da câmara ao ombro, desta vez viaja até Bagdad, logo a seguir à fuga de Saddam para desvendar a vasta teia de mentiras que levaram os EUA a esta guerra, mais propriamente a não existência de armas de destruição maciça. O oficial do exército Roy Miller (Matt Damon) e os seus homens têm por missão encontrar essas armas e seguem informações confidenciais dadas por alguém que ninguém sabe quem é. E à terceira tentativa frustrada de encontrar essas armas, Miller começa a desconfiar que alguma coisa está mal contada naquela história e com a ajuda de um operacional da CIA (Brendan Gleeson) vai tentar descobrir o quê...
Um muito bom filme de guerra e acção, inspirado no livro de investigação do jornalista Rajiv Shandrasekaran. Além dos nomes já citados o filme conta ainda com Greg Kinnear, Amy Ryan, Jason Isaacs, Yigal Naor, Khalid Abdalla (que também já tinha filmado com Greengrass - ele era um dos terroristas em Voo 93).
NOTA: 8/10
sábado, 10 de abril de 2010
The Hurt Locker, de Kathryn Bigelow


Filmado na Jordânia, The Hurt Locker acompanha uma companhia com a maior taxa de baixas de toda a guerra. Eles são especialistas em bombas/minas e armadilhas numa cidade, Bagdad onde o perigo e a morte estão em qualquer lado. Centrado em 3 dos soldados dessa companhia, o filme acompanha-os em alguns episódios baseados em factos reais (o argumentista Mark Boal - In the Valley of Elah - entrevistou vários destes operacionais no campo de batalha).
K. Bigelow filma de forma impressionante - a fotografia é genial - todos os momentos de tensão que se vão vivendo ao longo de mais de duas horas de filme, e estes não são poucos. Além disso foca um aspecto importante que é o do vicio pelo perigo que este tipo de acção pode causa nos soldados.
Com actores ainda pouco conhecidos (ponham os olhos em Jeremy Renner e Anthony Mackie) e apenas breves aparições de Guy Pearce e Ralph Fiennes.
Venham mais filmes assim...
NOTA: 10/10
PS. Como sabem este foi o grande vencedor da ultima cerimónia dos Oscars, para além de ter arrecadado outros prémios importantes.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
The Men Who Stare at Goats, de Grant Heslov

O repórter Bob Wilton (Ewan McGregor) julgava ter tudo o que um homem podia desejar até perceber que, afinal, a mulher, com quem pensava estar bem casado, o trocou pelo editor do jornal onde ambos trabalhavam.
Para provar que consegue ultrapassar a traição, deixa tudo e vai para o cenário de guerra do Iraque, procurar um furo que o torne célebre. E é na fronteira com o Kuwait que conhece Lyn Cassady (George Clooney), um agente de forças especiais New Age que revela estar numa missão secreta em nome da sua Unidade de Super Soldados Jedis liderada por Bill Django (Jeff Bridges).
Inseridos num programa secreto do Governo dos EUA, estes guerreiros pacifistas possuem poderes paranormais que lhes permitem atravessar paredes, encontrar com a mente pessoas desaparecidas ou vencer o inimigo com o poder da mente, sem necessidade de sangue ou violência gratuita. Decidido a atravessar a fronteira com Lyn e encontrar a história que vai mudar a sua vida, Bob vê-se envolvido numa guerra entre os super soldados e Larry Hooper (Kevin Spacey), um antigo discípulo de Bill com contas para ajustar.
O filme adapta e satiriza o livro do jornalista Jon Ronson, com o mesmo título. Uma comédia non-sense bem, ao estilo dos irmãos Coen realizada pelo actor Grant Heslov (aparece nos filmes de Clooney, Good Night and Good Luck e Leatherheads). Destaque ainda para o elenco, principalmente para a personagem de Jeff Bridges, bem ao estilo do seu Lebowski.NOTA: 8/10
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Inglorious Basterds, de Quentin Tarantino
Once upon a time in nazi-occupied France...
Em primeiro lugar há que dizer que Inglorious Basterds é muito mais que um filme de guerra. É principalmente uma homenagem ao cinema.
No primeiro ano da ocupação de França pelos nazis, Shosanna Dreyfus testemunha a execução da sua família às mãos do Coronel Hans Landa (magnífico Christoph Waltz). Shosanna escapa por pouco, e foge para Paris onde vai adquirir o nome de Emmanuelle Mimieux e dirigir uma sala de cinema.·
Entretanto, noutro ponto da Europa, o Tenente Aldo Raine organiza um grupo de soldados judeus americanos, com o simples objectivo de liquidar nazis. Conhecidos pelos seus inimigos como "os sacanas", o bando de Raine une-se à actriz e agente infiltrada alemã Bridget von Hammersmark numa missão para destruir os lideres do Terceiro Reich. Todas estas personagens se vão juntar num cinema e talvez aí decidir o futuro da humanidade, colocando um ponto final na guerra.
Com já disse, esta é acima de tudo uma homenagem ao cinema. De facto o filme está repleto de referências cinematográficas: temos um actor de cinema que é soldado (e herói nacional), temos uma actriz de cinema que é espia, temos um crítico de cinema que é espião, temos a dona de uma sala de cinema e temos o próprio cinema que se vai transformar num improvável campo de batalha. Além de varias outras “escondidas” em todo o filme.
A juntar a tudo isto estão os já famosos diálogos “à
Nota máxima para todo o elenco, encabeçado por Brad Pitt no papel de Aldo Raine e com a presença além de outros de Eli Roth que surge também como realizador convidado, tendo dirigido o hilariante filme de propaganda nazi, “O Orgulho da Nação”. Mas para mim a melhor personagem é a do Cor. Hans Landa numa magnífica interpretação do desconhecido actor austríaco Christoph Waltz. De se tirar o chapéu e já a piscar o olho a uma possível nomeação ao Óscar de melhor secundário.
Ah. E como é normal no Tarantino não faltam os tiros, o sangue, as facadas, as bastonadas e os escalpes a serem tirados fazerem parte da colecção de Aldo Raine.
Tarantino Vintage…
NOTA: 10/10




















