quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

O filme

O ultimo filme dos Coen, que acabou de conquistar os principais Oscar é daqueles filmes, devido aos quais eu gosto tanto de Cinema.

Depois de uma derivações na sua magnifica obra, com filmes não tão bons como aqueles a que eles nos abituaram, os Coen voltam ao negrume das seus melhores trabalhos (Blood Simple, Histórias de Gangsters ou Fargo, por ex.) com esta história que adapta o excelente livro de Cormac McCarthy sobre a ganância de um homem, Llewelyn Moss que acha uma mala cheia de dinheiro e tudo fará para ficar com ela, mesmo que isso crie uma reacção em cadeia de pura violência (magnifica o diálogo com a mulher em que ele, em género de despedida diz: - Tell my mother I love her! - But your mother is dead! - Well... Then I tell her myself...).
Claro que o dinheiro pertence a alguém que o quer reaver e para o resgatar está o pior (e melhor também) vilão desde Hannibal Lecter. O seu nome é Anton Chigurh, numa assombrosa interpretação de nuestro hermano Javier Bardem.
O filme fala também do desencanto de já não se ter idade para certas coisas e de a América já não ser um país para os Old Timers aqui bem personificados pela figura do idoso e desiludido Xerife Bell (um excelente Tommy Lee Jones).

Saúdo este regresso dos Coen à boa forma e fiquei contentíssimo com os Oscars conquistados.
Um filme a rever obrigatoriamente.

Que os Coen não se desviem muito nos próximos filmes pois este é o seu caminho.

NOTA 10/10

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

And the Oscar went to....

Os Irmãos Coen foram os grandes vencedores da noite.
Venceram os Oscars para Melhor Filme, Melhor Realizador e Melhor Argumento Adaptado.
Javier Bardem foi o melhor Actor Secundário pela sua estonteante representação no filme dos Coen.
Merecidos foram também os Oscars para Daniel Day Lewis (Melhor Actor), Juno (Argumento Original), numa cerimónia brilhantemente apresentada por Jon Stewart.

Todos os vencedores estão aqui.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

vampiresco

Nos últimos dias, nos 45 minutos que levo até ao emprego, ligo o mp3 com isto lá dentro. Fecho os olhos, fecho a "loja" e deixo-me embalar.

HA, chama-se Vampire Weekend e soam assim:

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

bad motherfucker

Stalonne recentemente "ressuscitou" dois icons dos anos 80. Depois de Rocky Balboa trouxe-nos o Rambo IV.

John Rambo, esse personagem mítico que apareceu pela primeira vez naquele que para alguns é já um filme de culto, First Blood (1982). Teve depois duas sequelas, a primeira deu um bom jogo para o Spectrum(Firts Blood - part II), a segunda onde o heróis fazia amizade com os taliban (Rambo III).

Vários anos depois eis que o bom do John volta à selva e não tem dó nem piedade pelos inimigos que lhe aparecem à frente e se o filme durasse mais uma hora hoje a Birmânia teria um governo eleito democraticamente.

Resumindo: de quatro filmes aproveita-se o primeiro e o último!

NOTA: 7/10

sábado, 16 de fevereiro de 2008

I'm lost



O 3º episódio da 4ª temporada gira em torno de uma das minhas personagens preferidas: Sahid.

E depois deste episódio estou tão perdido quando eles...

DJ Thom


O "cabeça de rádio" Thom York virou DJ. Foi na rádio pública dos EUA, NPR, no programa All Songs Considered, com apresentação de Bob Boilen.
Modeselektor e Liars andaram por lá... Entre outros!

Vale a pena ouvir

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Séries em grande


Lost está de regresso e já vai em dois grandes episódios. Só posso dizer que os tipos estão cada vez mais perdidos!!!



Terminator: The Sarah Connor Chronicles é uma nova série da Fox.
A acção começa precisamente onde acaba o Terminator 2 e pelos episódios que já vi é bem melhor que aquela coisa que fizeram.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

In the Valley of Elah, de Paul Haggis


In the Valley of Elah é realizado por Paul Haggis, o realizador do premiado Crash e argumentista de Million Dollar Baby, As Bandeiras dos Nossos Pais e Cartas de Iwo Jima, todos para Clint Eastwood. Escreveu também os argumentos do ultimo (Casino Royale) e do próximo Bond (Quantum of Solace).

Neste seu novo filme traz as feridas da guerra do Iraque, já por muitos considerada como o 2º Vietname.
Depois de regressar do Iraque, Mike Deerfield (Jonathan Tucker) desaparece e é considerado desertor. Quando Hank (Tommy Lee Jones, num surpreendente desempenho), um veterano, e a sua mulher Joan (Susan Sarandon) recebem o telefonema com a trágica notícia do desaparecimento do filho, o pai resolve procurá-lo. A detective Emily Sanders (Charlize Theron) ajuda-o na investigação, mas à medida que o mistério se revela e Hank descobre pormenores sobre a missão do filho no Iraque, tudo aquilo em que acreditava é posto em causa. Mais que a odisseia de um homem, este é o retrato de uma América solitária revista num homem só, perdido no seu próprio país.

NOTA: 9/10


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Roy Scheider, 1932-2008

Faleceu Domingo passado o actor Roy Scheider aos 75 anos. Talvez o papel que venha mais à memória das pessoas seja o de chefe da policia de Amity em Tubarão, de Steven Spielberg.
Antes disse já tinha feito Os Incorruptiveis Contra a Droga, outro dos seus desempenhos mais marcantes.

Teve duas nomeações aos Oscar em All That Jazz e Os Incorruptiveis Contra a Droga

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Colectâneas

As colectâneas são muito giras e tal quando queremos ouvir aquelas musicas das quais gostamos.
A porra é quando os gajos que escolhem as musicas para as colectâneas não têm o mesmo gosto que nós.

Às vezes falta lá a tal musica.

Na recente colectânea dos Eels acontece precisamente isso.
O gajo que fez a escolha devia levar umas chibatadas por ter ignorado isto:

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

O Assassínio de Jesse James pelo cobarde Robert Ford, de Andrew Dominik


Baseado num romance de Ron Hansen, «O Assassínio de Jesse James Pelo Cobarde Robert Ford» relata as vidas particulares do mais notório bandido da América e do seu improvável assassino, oferecendo uma nova perspectiva da lenda e aflorando o que transpirou relativamente aos meses que antecederam o tiroteio.

Excelente realização de Andrew Dominik (que havia sido assistente de realização de Terrence Malick em The New World), excelente fotografia de Roger Deakins e grandes interpretações, principalmente do cada vez melhor Casey Afleck.

Deakins e Afleck estão nomeados aos Oscar nas respectivas categorias.

NOTA: 9/10


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Quem canta seus males espanta...

Quando disse que não era grande fã de musicais não disse que não gostava. Logo eu que sou grande apreciador de boa musica (modéstia à parte)!
Há aliás musicais que me enchem as medidas:





Repare-se que no meio destes musicais há filmes de animação e que também, comntando com Sweeney Todd (que já vi uma 2ª vez), Tim Burton está três vezes representado. O que mostra que não era maçarico nestas andanças.

* a ordem não tem qualquer relevancia.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Sweeney Mãos de Navalha


Sou fã de Tim Burton, sou fã de Johnny Depp.
Não sou grande fã de musicais, às vezes vou vê-los com reticencias e no fim tenho de dar o braço a torcer devido ao nível do mesmo.
Mas senhoras e senhores, isto não é um musical qualquer, isto é algo completamente à parte. Nunca vou para um filme do Burton a achar que não vou gostar, vou sempre à espera de algo grandioso e este é mais um caso.

Grande filme, grande realização, grande Johnny Depp, grandes secundários, grandes navalhadas (depois de o ver com tesouras e agora com navalhas, tenho de concluir que o homem é um artista)... e se já há uns tempos que corto o cabelo em casa agora tenho mais uma razão para jamais me sentar numa cadeira de barbeiro.
É que senhoras e senhores, meninas e meninos, nunca se sabe se o barbeiro ai da rua não será o próximo Sweeney Todd.

Aviso: Este filme é proibido a menores de 16 anos e a membros da ASAE!

NOTA: 10/10

Trailer