quinta-feira, 29 de novembro de 2012

The Dark Knight Rises, de Christopher Nolan


É difícil nomearmos uma trilogia em que todos os filmes sejam de grande qualidade. De facto, com a entrada em cena de Chris Nolan, a saga Batman ganhou um novo alento, e conclui em grande forma a trilogia que define bem o legado do que é realmente esta personagem criada por Bob Kane.


A liderar uma conspiração para destruir Gotham City encontramos um vilão atrás duma mascara, de nome Bane (Tom Hardy). Oito anos antes, em colaboração com o tenente Jim Gordon e com o procurador Harvey Dent, Batman limpou Gotham City de organizações criminosas. Porém, ao assumir-se culpado pela morte de Dent, o homem morcego transformou-se num criminoso perseguido por todas as instituições policiais que antes o respeitavam e com quem sempre colaborou. Agora, a cidade volta a mergulhar no caos criado pelo cruel Bane, o tal adversário mascarado, com um passado sombrio e que planeia destruir Gotham City e todos os seus habitantes. É chegado então o momento de Bruce Wayne voltar ao activo e lutar de novo por tudo aquilo em que sempre acreditou. Mas, após ter sofrido várias desfeitas ele parece não estar preparado para enfrentar este grande desafio.


Depois do brilhante Joker de Heath Ledger, era dificil arranjar outro vilão carismático mas o Bane de Tom Hardy (irreconhecível) safa-se muito bem. Anne Hathaway e Joseph Gordon-Levitt são outros novatos que dão boa conta do recado.

Tim Burton tinha dado o seu tom gótico à saga Batman, Joel Schumacher só faltou acrescentar I Will Survive e YMCA à banda sonora dos seus filmes e finalmente, Chris Nolan revitalizou a saga e mostrou a personagem como ela realmente é, um homem como qualquer um, em busca de alguma justiça.
Se nos lembrarmos, reparamos que Batman é o unico super-herói que é humano. Spider-man foi picado por uma aranha radioactiva e ficou com poderes especiais, Superman vinha de outro planeta. E estes são só os exemplos mais conhecidos. E os filmes de Nolan mostram isso muito bem, mostram a personagem como ser humano que é, com todas as suas limitações e fraquezas. E essa é uma das vantagens desta trilogia que começou em Batman Begins e agora termina, em grande estilo diga-se.
Quem vier a seguir não vai ter a vida nada facilitada.

NOTA: 9/10


The Black Keys ao vivo

Mais um episódio da série "Grandes Concertos" a que tive o prazer de assistir, e em boa companhia.


O concerto até começou mal porque em toda a 1ª música, o microfone de Dan Auerbach, simplesmente não funcionou. E entre assobios de revolta da assistência, só se ouvia " Da Da Da Da Da" de Howling for You.


Mas logo o problema ficou resolvido e os teclas negras partiram para um concerto grandioso, com passagem não só pelo recente El Camino, como também por temas antigos, tocados apenas pelos dois compinchas.

A abrir tocaram os The Maccabees, banda que já conhecia (foi o 1º disco de 2012 referido aqui no cantinho), mas da qual só ouvi 4 ou 5 músicas porque o bife na Republica da Cerveja não podia faltar (que me perdoe a Jonet mas tenho de aproveitar enquanto - ainda- posso). De qualquer maneira ainda foi a tempo de ouvir a bela Pelican.

SETLIST:
Howlin' for You 
Next Girl 
Run Right Back
Same Old Thing 
Dead and Gone 
Gold on the Ceiling 
Thickfreakness 
Girl Is on My Mind 
Your Touch 
Little Black Submarines 
Money Maker 
Strange Times 
Sinister Kid 
Nova Baby 
Ten Cent Pistol 
She's Long Gone
Tighten Up 
Lonely Boy 
 Encore
Everlasting Light 
I Got Mine

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

50 anos de Bond, James Bond

#21 - Casino Royale









E ao 21º capitulo, Bond baralha e volta a dar. Novo Bond. Maior carisma, como se a série tivesse começado aqui. O Bond de Craig é mais humano. Dá, leva e sangra. Um dos melhores Bond dos últimos tempos. E ainda tem Eva Green.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

50 anos de Bond, James Bond

#20 - Die Another Day






Referência à 1ª Bond-girl. Musica de Madonna. Adeus Pierce Brosnan.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Being Flynn, de Paul Weitz


 Nick Flynn (Paul Dano) é um jovem escritor de vinte e poucos anos que cresceu sem pai e teve de lidar com o suicídio da mãe (Julianne Moore). Jonathan (Robert De Niro), o pai, é um megalómano que sempre se auto-proclamou escritor e poeta, apenas comparado aos melhores. Nick era ainda uma criança quando o pai abandonou a família e acabou preso por burla. Hoje, Nick trabalha numa associação de apoio aos sem-abrigo em Nova Iorque, e o caminho de ambos acaba por se cruzar, uma vez que pelas circunstâncias e modo de vida irrealista, Jonathan acabou por se tornar num indigente.

Antes de mais, vale a pena saudar o regresso de Robert de Niro aos grandes desempenhos. O filme é baseado no livro de memórias do próprio Nick, Another Bullshit Night in Suck City e o seu forte é a boa representação dos dois protagonistas, De Niro e Paul Dano, que deixou já de pertencer à selecção de esperanças.

NOTA: 7/10


50 anos de Bond, James Bond

#19 - The World is not Enough






O mais fraco, até então da época de Brosnan. A partir daqui foi sempre a descer para este Bond. 



sábado, 17 de novembro de 2012

Parabéns, Marty


Como o melhor realizador no activo faz anos hoje deixo-vos, não com imagens de filmes dele mas sim com os filmes preferidos do mestre. 



sexta-feira, 16 de novembro de 2012

discos com história #11 - Movement


Tinha eu uns 14 ou 15 anos quando ouvi o disco pós-Joy Division pela primeira vez. Foi mais uma vez graças ao meu irmão mais velho, que no seguimento da morte de Ian Curtis decidiu dar uma oportunidade à nova banda dos outros 3 rapazes (Bernard Sumner, Peter Hook e Stephen Morris) a que se juntou poucos meses depois Gillian Gilbert, a namorada de Stephen Morris, o baterista.
Este primeiro disco dos New Order ainda soa muito a Joy Division, Ceremony e In a Lonely Place que aparecem na edição mais recente do disco, foram as ultimas musicas gravadas e escritas por Ian Curtis (Ceremony aparece mesmo no álbum póstumo dos JD, Still numa gravação ao vivo).



50 anos de Bond, James Bond

#18 - Tomorrow Never Dies






O melhor filme da era Pierce Brosnan, onde temos um barão da comunicação social que cria as noticias. 
Jonnathan Pryce está muito bem como o vilão de serviço e as Bond-girl são Michele Yeoh e Teri Hatcher.





quinta-feira, 15 de novembro de 2012

50 anos de Bond, James Bond

#17 - Goldeneye








É o regresso de Bond ao seu melhor. Um novo rosto (Pierse Brosnan), Bond-girls mais giras, um vilão com nível (Sean Bean), uma nova M e a mística dos bons tempos.

colheita musical de 2012 - #34

Sigur Rós - Valtari

8/10

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Colheita Musical de 2012 - #31

Sharon Van Etten - Tramp

9/10


50 anos de Bond, James Bond

#16 - Licence to Kill






É o pior filme da série e também o ultimo com este Bond, que não deixou saudades. Um vilão xunga, uma Bond-girl xunga, só poderia resultar num filme xunga!