Em Portugal há muito que tentam fazer humor mas poucos me fazem rir. O António Feio era um dos que me fazia rir. A vida às vezes é uma verdadeira treta.sexta-feira, 30 de julho de 2010
António Feio 1954-2010
"Se pudesse matava o bicho a rir"
Em Portugal há muito que tentam fazer humor mas poucos me fazem rir. O António Feio era um dos que me fazia rir. A vida às vezes é uma verdadeira treta.
Em Portugal há muito que tentam fazer humor mas poucos me fazem rir. O António Feio era um dos que me fazia rir. A vida às vezes é uma verdadeira treta.quinta-feira, 29 de julho de 2010
Esta gente não tem mais nada que fazer?
Como já estamos mesmo a precisar de um bom filme xunga (como se eles não existissem todas as semanas) eis que estes resolvem criar esta coisa:
De olho neles #11 - Chloe Moretz

Chloe Moretz tem apenas 13 anos mas já um consideravel numero de participações em cinema e TV.
Estreou-se na série The Guardian e em TV ainda participou em episódios de My Name is Earl e Desperate Housewifes. Em cinema participou em filmes de terror como The Amityville Horror ou The Eye e deu voz a uma personagem no filme de animação Bolt. Só mais recentemente se destacou nos filmes 500 Days of Summer, ao lado de Joseph Gordon-Levitt (que já foi falado nesta secção) e em Kick-Ass onde era a brava Hit-Girl.
Para breve está a estreia de Let me in, de Matt Reeves (o mesmo de Cloverfield), remake do brilhante filme sueco sobre uma jovem vampira e um seu amigo.
Estreou-se na série The Guardian e em TV ainda participou em episódios de My Name is Earl e Desperate Housewifes. Em cinema participou em filmes de terror como The Amityville Horror ou The Eye e deu voz a uma personagem no filme de animação Bolt. Só mais recentemente se destacou nos filmes 500 Days of Summer, ao lado de Joseph Gordon-Levitt (que já foi falado nesta secção) e em Kick-Ass onde era a brava Hit-Girl.
Para breve está a estreia de Let me in, de Matt Reeves (o mesmo de Cloverfield), remake do brilhante filme sueco sobre uma jovem vampira e um seu amigo.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
O que ando a ouvir
Por estes dias e numa altura em que já estamos no 2º semestre do ano e em que o SBSR já lá vai, é altura de fazer o ponto da situação dos bons sons que por aí andam.
Devido aos bons concertos que deram no SBSR, passei a ouvir Cut Copy e Hot Chip com mais frequência.
De grandes discos já saídos este ano destaco aqueles que mais frequentemente passam pelos meus tímpanos:
MGMT - Congratulations;
LCD SoundSystem - This is Happening;
Eels - End Times;
Vampire Weekend - Contra
The Drums - The Drums
Mão Morta - Pesadelo em Peluche
Pop Dell'Arte - Contra Mundum
Gorillaz - Plastic Beach
The National - High Violet
B Fachada - Há Festa na Moradia
LoneLady - Nerve Up
Para breve estão os novos discos de Arcade Fire, Klaxons e The Walkmen.
Devido aos bons concertos que deram no SBSR, passei a ouvir Cut Copy e Hot Chip com mais frequência.
De grandes discos já saídos este ano destaco aqueles que mais frequentemente passam pelos meus tímpanos:
MGMT - Congratulations;
LCD SoundSystem - This is Happening;
Eels - End Times;
Vampire Weekend - Contra
The Drums - The Drums
Mão Morta - Pesadelo em Peluche
Pop Dell'Arte - Contra Mundum
Gorillaz - Plastic Beach
The National - High Violet
B Fachada - Há Festa na Moradia
LoneLady - Nerve Up
Para breve estão os novos discos de Arcade Fire, Klaxons e The Walkmen.
domingo, 25 de julho de 2010
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Inception, de Christopher Nolan

Dominic Cobb (Leonardo DiCaprio) é um sonhador profissional. Os militares criaram uma ferramenta de treino que permite que as pessoas partilhem os sonhos.
Só que há pessoas como Cobb e o seu grupo de amigos que se serve desta tecnologia para roubar segredos e informações importantes. Mas nem tudo são rosas neste mundo, o sonhador preenche o mundo que o arquitecto criou com os seus segredos e consoante a sua personalidade. Cada um pode moldar o sonho conforme a sua conveniência o que pode por em risco toda a missão (o próprio Cobb tem experiência negativa neste aspecto).
Agora Cobb têm uma missão muito mais arriscada, uma das suas vitimas torna-se seu empregador e pede-lhe, não que roube uma informação mas que implante uma ideia na cabeça de alguém. Trabalho impossível para muitos mas não tanto para a equipa de Cobb. Além de que esse trabalho vai permitir a Cobb regressar aos Estados Unidos, país que o persegue após uma missão mal sucedida.
As cenas de acção (algumas delas à la Matrix) são um must. A fotografia de Wally Pfister é do melhor que se tem visto. Um elenco com Leonardo Di Caprio, Marion Cotillard, Ellen Page, Tom Berenger, Michael Caine, Tom Hardy, Joseph Gordon-Levitt, só poderia estar a grande altura. E para ajudar e acompanhar cada frame está uma magnifica banda sonora de Hans Zimmer.
É incrível notar que Chris Nolan tem apenas 39 anos e já um curriculo de fazer inveja, mesmo a alguns dos grandes mestres da 7ª arte.
E mais uma vez, como na maior parte dos seus filmes, Nolan brinca com a nossa mente (Following, Memento, The Prestige, são disso exemplo). Desta vez através dos sonhos, através da sua construção (e desconstrução). O que é sonho? O que é realidade? O filme combina na perfeição, thriller, ficção cientifica e drama humano partindo de um assalto (o tal implante) e parte para um desencadear de emoções que nos vão deixar presos à cadeira durante as 2 horas e meia de duração.
Se algo mais havia a provar, após uma série de excelentes filmes, Chris Nolan entra aqui para a galeria dos mestres da 7ª arte. Se há realizador que pode brincar com a minha mente, esse é Christopher Nolan. Cá ficarei à espera que ele me implante mais um dos seus labirínticos argumentos...
NOTA: 10/10
Só que há pessoas como Cobb e o seu grupo de amigos que se serve desta tecnologia para roubar segredos e informações importantes. Mas nem tudo são rosas neste mundo, o sonhador preenche o mundo que o arquitecto criou com os seus segredos e consoante a sua personalidade. Cada um pode moldar o sonho conforme a sua conveniência o que pode por em risco toda a missão (o próprio Cobb tem experiência negativa neste aspecto).
Agora Cobb têm uma missão muito mais arriscada, uma das suas vitimas torna-se seu empregador e pede-lhe, não que roube uma informação mas que implante uma ideia na cabeça de alguém. Trabalho impossível para muitos mas não tanto para a equipa de Cobb. Além de que esse trabalho vai permitir a Cobb regressar aos Estados Unidos, país que o persegue após uma missão mal sucedida.
As cenas de acção (algumas delas à la Matrix) são um must. A fotografia de Wally Pfister é do melhor que se tem visto. Um elenco com Leonardo Di Caprio, Marion Cotillard, Ellen Page, Tom Berenger, Michael Caine, Tom Hardy, Joseph Gordon-Levitt, só poderia estar a grande altura. E para ajudar e acompanhar cada frame está uma magnifica banda sonora de Hans Zimmer.
É incrível notar que Chris Nolan tem apenas 39 anos e já um curriculo de fazer inveja, mesmo a alguns dos grandes mestres da 7ª arte.
E mais uma vez, como na maior parte dos seus filmes, Nolan brinca com a nossa mente (Following, Memento, The Prestige, são disso exemplo). Desta vez através dos sonhos, através da sua construção (e desconstrução). O que é sonho? O que é realidade? O filme combina na perfeição, thriller, ficção cientifica e drama humano partindo de um assalto (o tal implante) e parte para um desencadear de emoções que nos vão deixar presos à cadeira durante as 2 horas e meia de duração.
Se algo mais havia a provar, após uma série de excelentes filmes, Chris Nolan entra aqui para a galeria dos mestres da 7ª arte. Se há realizador que pode brincar com a minha mente, esse é Christopher Nolan. Cá ficarei à espera que ele me implante mais um dos seus labirínticos argumentos...
NOTA: 10/10
quarta-feira, 21 de julho de 2010
The Ghost Writer, de Roman Polanski
É sempre com grande entusiasmo que vejo os grandes mestres da 7ª arte recuperarem os thrillers clássicos. Já tinha acontecido este ano com o Shutter Island, de Scorsese e volta a acontecer com este grande filme de Roman Polanski.Um escritor (Ewan Mcgregor) é contratado para concluir a autobiografia de Adam Lang, (Pierce Brosnan) ex-primeiro ministro britânico, iniciada por um outro escritor que terá morrido "acidentalmente". O projecto é de carácter urgente e obriga a sua ida para uma ilha próxima da Costa Este dos Estados Unidos onde Lang vive, em quase total isolamento, com Ruth (Olivia Williams), a sua mulher, e Amelia (Kim Cattrall), sua assistente e amante.
Mas, o que à primeira vista parece a oportunidade de uma vida, revela-se muito mais complexo. Para começar, quando o escritor chega à ilha, um escândalo rebenta sobre o suposto envolvimento do ex-primeiro ministro em crimes de guerra e espionagem para a CIA. À medida que o seu trabalho na escrita vai avançando, ele percebe que algo de sinistro existe em toda aquela história e uma suspeição paira sobre a morte, supostamente acidental, do seu antecessor e sobre as mensagens encriptadas que o manuscrito por ele deixado contém.
Polanski volta aos bons tempos de Chinatown e Frenetico, alturas em que nos trouxe excelentes thrillers, criando novamente aqui uma aura de film-noir que só quem sabe pode fazer. O filme é baseado no livro "The Ghost", de Robert Harris, que desenvolveu o argumento com o próprio Polanski. O elenco está mais que à altura dos acontecimentos, com McGregor, Brosnan, Williams e Catrall e bom plano, bem secundados por Tom Wilkinson, Timothy Hutton, Jim Belushi e... o grande Eli Wallach.
Na altura em que o filme saiu nos EU este só foi disponibilizado em poucas salas e por poucas semanas mas com o Urso de Prata para melhor realizador, no festival de Berlim e o burburinho criado à volta do filme, este lá teve uma projecção maior (e mais que merecida).
NOTA: 9/10
Mas, o que à primeira vista parece a oportunidade de uma vida, revela-se muito mais complexo. Para começar, quando o escritor chega à ilha, um escândalo rebenta sobre o suposto envolvimento do ex-primeiro ministro em crimes de guerra e espionagem para a CIA. À medida que o seu trabalho na escrita vai avançando, ele percebe que algo de sinistro existe em toda aquela história e uma suspeição paira sobre a morte, supostamente acidental, do seu antecessor e sobre as mensagens encriptadas que o manuscrito por ele deixado contém.
Polanski volta aos bons tempos de Chinatown e Frenetico, alturas em que nos trouxe excelentes thrillers, criando novamente aqui uma aura de film-noir que só quem sabe pode fazer. O filme é baseado no livro "The Ghost", de Robert Harris, que desenvolveu o argumento com o próprio Polanski. O elenco está mais que à altura dos acontecimentos, com McGregor, Brosnan, Williams e Catrall e bom plano, bem secundados por Tom Wilkinson, Timothy Hutton, Jim Belushi e... o grande Eli Wallach.Na altura em que o filme saiu nos EU este só foi disponibilizado em poucas salas e por poucas semanas mas com o Urso de Prata para melhor realizador, no festival de Berlim e o burburinho criado à volta do filme, este lá teve uma projecção maior (e mais que merecida).
NOTA: 9/10
terça-feira, 20 de julho de 2010
Brooklyn's Finest, de Antoine Fuqua

Parece que os "filmes mosaico" andam na moda e Antoine Fuqua (Dia de Treino) decidiu aderir à coisa.
Richard Gere, Ethan Hawke e Don Cheadle interpretam três policias de Brooklyn, Nova York, cada um com a sua história. Gere é um veterano que está a uma semana de se reformar, descrente do rumo que a vida de policia leva, mas instigado pela sede de acção dos rookies. Hawke é o policia católico, com esposa doente e filhos por criar, vê-se tentado a apoderar-se do dinheiro das rusgas. E Cheadle é um detective infiltrado num gang que, depois de anos nisso, tem dificuldade em distinguir qual o seu "eu" verdadeiro.
Não sendo tão bom como Dia De Treino, este filme é bem melhor que outros que este realizador fez depois desse seu maior sucesso. E como filme mosaico andam muito melhores por aí.
NOTA: 7/10
segunda-feira, 19 de julho de 2010
SBSR
Terminou ontem no Meco a 16ª edição do Super Bock Super Rock. Cheio de coisas boas e coisas más.
As más:
- a poeira descomunal que nos acompanhou ao longo dos 3 dias de festival. Às vezes era impossível respirar.
- A inexistente iluminação em algumas zonas do recinto e no parque de estacionamento.
- os péssimos acessos que levaram a filas de várias horas de espera, para chegar e ontem para sair (alguns falharam Prince devido à interminável fila de acesso ao recinto).
- Dia 1: Beach House, Grizzly Bear, Cut Copy - Muito bons; The Temper Trap e Pet Shop Boys: EXCELENTE
- Dia 2: Julian Casablancas - Bom; Hot Chip - Muito bom; Vampire Weekend - EXCELENTE
- Dia 3: Wild Beasts - Muito bom; The National e Prince - EXCELENTE
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Prince no Super Bock, Super Rock
Realiza-se já no próximo fim de semana mais uma edição do SBSR, desta vez voltando ao formato de 3 dias e na agradável zona perto da Lagoa de Albufeira/Praia do Meco.
O que não sabia foi o que noticiou um jornal da zona de Sesimbra:
O que não sabia foi o que noticiou um jornal da zona de Sesimbra:
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Fantabulástico?
Candidato a melhor filme do ano, isto se a grandiosidade do filme for a mesma da dos trailers e dos posters.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Red Riding
Red Riding é uma trilogia produzida pelo Channel 4 britanico, e é baseada em três dos quatro livros da série Red Riding Quartet, de David Paece.As três partes, passadas em épocas distintas, baseiam-se em factos reais sobre a perseguição a um assassino conhecido como Estripador de Yorkshire, que durante décadas aterrorizou esta zona da Inglaterra. Cada parte é passada num ano diferente (1974/1980/1983) e cada uma tem um realizador diferente.
Nota: 8/10
terça-feira, 6 de julho de 2010
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