sexta-feira, 27 de junho de 2008

Death Defying Acts, de Gillian Armstrong


Em 1926, Harry Houdini - mágico e escapista - é o maior artista do mundo e o público reúne-se para assistir às suas proezas. Determinado em desmascarar falsos videntes e charlatães, Houdini (Guy Pearce) propõe oferecer dez mil dólares a quem conseguir comunicar com a sua defunta mãe. Quando Mary, uma misteriosa e deslumbrante impostora (Catherine Zeta-Jones) aceita o desafio, Houdini não tem dúvidas que se trata de burla. Mas à medida que o mágico vai convivendo com Mary, vai sucumbindo ao seu charme, acabando refém dos seus próprios sentimentos. Conseguirá o maior escapista do mundo libertar-se da força do amor? Este será o desafio mais arriscado da sua carreira.

Mais um deambular pelo mundo da magia, neste caso com uma divagação sobre a vida de Houdini não passando de um filme simpático com dois bons actores acompanhados pela jovem promessa Saoirse Ronan (a jovem Briony de Expiação).

NOTA: 6/10

Sugestão: The Prestige, Christopher Nolan (já que falamos de magia, um filme a sério)




1 comentário:

Fifeco disse...

Este foi um filme bastante fraquinho além de ser uma grande desilusão. O melhor mesmo é a jovem Saoirse Ronan, cujo talento parece infindável.

5/10.

Abraço