quarta-feira, 29 de novembro de 2006
sons
Porque a vida não é só cinema e porque também passa pelos meus timpanos muito boa musica aqui fica um grande som que ando a ouvir nos ultimos dias.
A banda tem nome de filme de Gus Van Sant e a musica tem título de um filme de Stanley Kubrick
Elefant - Lolita
Grande som
A banda tem nome de filme de Gus Van Sant e a musica tem título de um filme de Stanley Kubrick
Elefant - Lolita
Grande som
terça-feira, 28 de novembro de 2006
the name is Bond, James Bond
«Casino Royale» introduz James Bond antes deste ter "licença para matar". Posteriormente, a sua primeira missão como 007 leva-o a Madagáscar, onde deve espiar um terrorista. Nem tudo corre como planeado e Bond decide investigar, à margem dos Serviços Secretos, para encontrar a restante célula terrorista. Seguindo uma pista nas Bahamas, ele encontra Dimitrios, que está envolvido com Le Chiffre, banqueiro dos terroristas de todo o mundo.No Montenegro, este organiza um jogo de poker sem limite de apostas no Casino Royale. "M" decide enviar Bond para jogar contra ele, mas coloca-o sobre o controlo de Vesper Lynd, uma funcionário do Tesouro. Ao mesmo tempo que a parada sobe durante a maratona de jogo, a relação desconfiada entre ambos dará origem a um atracção mútua, mudando a vida de Bond para sempre.
Quando andava meio mundo preocupado com a saída de Pierse Brosnan e os mariquinhas dos “fans” da série a fazerem protestos por todo o lado devido à escolha de Daniel Craig, eis que nos surge um dos melhores Bonds em muitos anos.
Este Bond, um pouco à imagem do Bond de Sean Connery, é mau, não tem piedade pelos seus inimigos mas também leva grandes enxertos de porrada. É ainda um Bond capaz de ter uma relação e a apaixonar-se, é um Bond que quando está chateado se está a marimbar se o Dry Martini é shaken, not stirred^ (embora o vejamos a pedir o 1º Dry Martini*).
Quem estava habituado ao “outro” Bond, e aos seus vícios pode não gostar muito deste, mas paciência. O James Bond original era mesmo assim.
Wellcome back, mr. Bond.
NOTA: 8/10
*James Bond: Dry Martini.
Bartender: Oui, monsieur.
James Bond: Wait... three measures of Gordon's; one of vodka; half a measure of Kina Lillet. Shake it over ice, and add a thin slice of lemon peel.
Bartender: Yes, sir.
Tomelli: You know, I'll have one of those.
Infante: So will I.
Bartender: Certainly.
Felix Leiter: My friend, bring me one as well, keep the fruit.
Le Chiffre: [annoyed] That's it? Hm? Anyone want to play poker now?
Felix Leiter: Someone's in a hurry.
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^Bartender: Shaken or stirred?
James Bond: Do I look like I give a damn!
sábado, 25 de novembro de 2006
um futuro nada famoso
Num futuro próximo há alguns anos que não nasce uma criança. Logo, somando 2+2 percebemos que a população está a envelhecer. Ainda por cima a ultima criança a nascer acabou de falecer, com 18 anos. Fazemos a prova dos 9 e deparamos que há 18 anos não nasce uma criança.Contra todas as expectativas aparece uma gravida que tem de ser ajudada a todo o custo para poder dar à luz. No meio de toda esta anarquia está Theo (Clive Owen) que vai tentar salvar a raça humana.
Perceberam? Ok. O melhor é verem.
O filme realizado por Alfonso Cuáron (E a tua Mãe também; Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban) vê-se bem e tem ambiências que nos fazem lembrar o GRANDE 12 Macacos, de Terry Gilliam (embora não tenha nada a ver).
Ainda com Jullianne Moore e Michael Caine.
NOTA: 7/10
quote of the day
Eric Draven: It can't rain all the time.
O filme é O Corvo e esta frase fazia parte de uma musica que a banda de Eric Draven tocava e que a jovem Sarah estava sempre a ouvir. É também esta frase que Sarah ouve um estranho (Eric) dizer na rua.
É adequada ao dia de hoje.
O filme é O Corvo e esta frase fazia parte de uma musica que a banda de Eric Draven tocava e que a jovem Sarah estava sempre a ouvir. É também esta frase que Sarah ouve um estranho (Eric) dizer na rua.
É adequada ao dia de hoje.
sexta-feira, 24 de novembro de 2006
terça-feira, 21 de novembro de 2006
O Cinema fica mais pobre
Robert Altman partiu as imagens que nos deixou são eternas.Mr. MASH deixou-nos um legado incrivel de ENORMES filmes, inventou um estilo próprio (recentemente seguido por outros realizadores). O seu ultimo filme (que ainda não vi) já foi acompanhado de perto por um desses realizadores seus seguidores (P.T. Anderson - Magnolia), devido ao seu debilitado estado de saúde. Mesmo assim conseguiu terminá-lo e consta que é mais um grande Robert Altman.
Eis alguns filmes imperdiveis que devem figurar em qualquer dvdteca: MASH (1970)- the one and only -; Thieves like us (1974); O Jogador (1992); Short Cuts (1993); Gosford Park (2001)
RIP Robert Altman
quinta-feira, 16 de novembro de 2006
um regresso em grande
Após alguns dias afastado das lides bloguisticas estou de volta com mais alguns (grandes) filmes vistos.

O primeiro de que vos falo é este O Ilusionista, de Neil Burger, com excelentes actores (Ed. Norton e Paul Giamatti) que nos fala da história de amor entre um ilusionista e a noiva do herdeiro ao trono austro-húngaro. Tem um twistezinho final e vale pelos 2 actores principais.
NOTA: 7/10
North Country, de Niki Caro, foi um dos filmes que esteve na ultima cerimónia dos Óscars devido às suas duas actrizes (Charlize Theron - principal; Frances McDormand - secundária). Baseado na história verdadeira do primeiro grande caso de abuso sexual nos Estados Unidos.

O primeiro de que vos falo é este O Ilusionista, de Neil Burger, com excelentes actores (Ed. Norton e Paul Giamatti) que nos fala da história de amor entre um ilusionista e a noiva do herdeiro ao trono austro-húngaro. Tem um twistezinho final e vale pelos 2 actores principais.
NOTA: 7/10
North Country, de Niki Caro, foi um dos filmes que esteve na ultima cerimónia dos Óscars devido às suas duas actrizes (Charlize Theron - principal; Frances McDormand - secundária). Baseado na história verdadeira do primeiro grande caso de abuso sexual nos Estados Unidos.NOTA: 7/10

Finalmente tive o prazer de ver esta obra-prima palestiniana. Um retrato interno sobre dois amigos que sabem que no dia seguinte se vão tornar mártires pois são mobilizados para consumar um ataque suicida em Telaviv. O filme não é um panfleto a favor da causa palestiniana (nem contra). Nele veremos os preparativos para o atentado, vemos também que um deles vai preparado para o que lhe vai acontecer mas o outro vai contrariado. Mas as coisas não vão correr como o planeado, o que vai alterar o modo de pensar dos dois "terroristas".
Paradise Now, de Hany Abu-Assad, é um grande filme que venceu vários prémios, incluindo um Golden Globe para melhor filme estrangeiro. NOTA: 9/10
quinta-feira, 2 de novembro de 2006
The Black Dahlia

Quando soube que o livro "Black Dahlia", de James Ellroy ia ser adaptado ao cinema por Brian de Palma fiquei feliz e expectante pois pensei que tanto a obra como o realizador dessem as garantias de se tratar de um grande filme.
O facto de a adaptação ao cinema de outra obra de Ellroy ter resultado num clássico (estou a falar de L.A. Confidential) também ajudou a criar essa expectativa.
Em plena L.A., dos anos 40, Bucky Bleicheirt (Josh Hartnet) e Lee Blanchard (Aaron Eckart) são as novas estrelas do departamento de policia da cidade dos anjos, e são a imagem da nova campanha para promover o departamento com o objectivo deste receber um orçamento chorudo.
Tudo corre bem de principio para ambos até ao dia em que aparece o corpo de uma mulher horrivelmente mutilado, naquele que viria a ser chamado "o caso Dalia Negra" (facto real).
A verdade é que o filme de De Palma desilude. O excelente realizador que já nos presenteou com grandes obras da 7ª arte (Carrie, Scarface, Os Intocáveis, entre outros) foge um bocado ao enredo do livro para para enveredar por uma vertente mais clássica numa verdadeira homenagem ao filme noir hollywoodesco dos anos 40 e 50.
Não que isso tenha alguma coisa de mal mas o filme perde um pouco ao não ser explorado o desenvolvimento narrativo de algumas personagens.
Em compensação temos a habitual excelente realização de Brian de Palma com sequências que só ele sabe, como o combate de boxe inicial, ou a cena do tiroteio na rua ou ainda a cena das escadas a fazer lembrar "Os Intocáveis".
Outro dos momentos altos do filme são os screentests de Elizabeth Short (a Dália Negra) que vamos vendo ao longo do filme, orientados pela voz do próprio De Palma.
É um filme a ir ver embora não se leve muitas expectativas de encontrar um novo LA Confidential nem um grande filme de Brian de Palma.
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