segunda-feira, 29 de maio de 2006

o mundo de Miyazaki

Sophie, uma típica adolescente de 18 anos, vê a sua vida virada do avesso quando se cruza acidentalmente com o misterioso mas belo feiticeiro Howl e, subsequentemente, é transformada numa mulher de 90 anos pela vaidosa e perversa Bruxa do Nada. Ao embarcar numa incrível odisseia para quebrar a maldição, ela encontra refúgio no castelo andante onde conhece Markl, o aprendiz de Howl, e um impetuoso demónio de fogo, com o nome de Calcifer. O amor e o apoio de Sophie vão ter um enorme impacto em Howl, que, em tempo de guerra, vai arriscar a sua vida para ajudar a trazer paz ao reino.

Mais uma excelente animação do génio Hayao Miyazaki. Não tão bom como os 2 antecessores (Princesa Mononoke e A Viagem de Chihiro), mas não deixa de ser um grande filme de animação.

NOTA: 9/10

Estreias

O novo de François Ozon, O Tempo que resta e mais um X-Men, desta vez sem Bryan Singer.

musicalidades

Estão a decorrer neste momento 2 grandes eventos musicais.
O Rock in Rio e o Super Bock, Super Rock.
A nível de cartaz prefiro o do 2º, mas a organização do 1º é de outro campeonato.

Seja como for... VIVA A MÚSICA.

quarta-feira, 24 de maio de 2006

A Formiguinha e a neve - toda a verdade


Outro dia, num almoço de familia eu e os meus irmão estivemos a relembrar esta história e os momentos em que ouviamos o disco juntos (é esta mesma capa).
Um dizia que a morte vinha no fim e levava a formiga livrando-a de todo aquele tormento. Outros diziam que não, que ela se safava. Eu estava mais inclinado para a 1ª hipotese.

Hoje lembrei-me de pesquisar e eis a verdadeira história:
(Atenção, as pessoas mais sensiveis não deverão ler o que se segue, é dramático demais)

Numa certa manhã de inverno uma formiga saía para o seu trabalho diário.
Já ia longe procurar comida quando um floco de neve caiu, prendendo o seu pézinho.
Aflita, vendo que ali poderia morrer de fome e frio, a formiga olhou para o Sol e pediu:
- Sol, tu que és tão forte, derreta a neve e desprenda o meu pézinho?

E o Sol, indiferente, respondeu:
- Mais forte que eu é o muro que me tapa.
Então a pobre formiguinha disse: - Muro, tu que és tão forte, que tampa o Sol, que derrete a neve, desprenda o meu pezinho?

E o muro rapidamente respondeu: - Mais forte que eu é o rato, que me rói.

A formiga, quase sem fôlego, perguntou: - Rato, tu que és tão forte, que rói o muro, que tapa o Sol, que derrete a neve, desprenda o meu pézinho?
E o rato falou bem rápido: - Mais forte que eu é o gato que me come.

A formiga então perguntou ao gato: - Tu que és tão forte, que come o rato, que rói o muro, que tapa o Sol, que derrete a neve, desprenda o meu pézinho?
O gato responde sem demora: - Mais forte que eu é o cão, que me persegue.

A formiguinha estava cansada e, mesmo assim, perguntou ao cão: - Tu que és tão forte, que persegue o gato, que come o rato, que rói o muro, que tapa o Sol, que derrete a neve, desprende o meu pézinho?
- Mais forte que eu é o homem, que me bate.

Pobre formiga! Quase sem força, perguntou ao homem: - Tu que és tão forte, que bate no cão, que persegue o gato, que come o rato, que rói o muro, que tapa o Sol, que derrete a neve, desprenda o meu pézinho?
O homem olhou para a formiga e respondeu: - Mais forte do que eu é a Morte que me mata.

Trêmula de medo, olhando para a Morte que se aproximava, a pobre formiguinha suplicou:
- Ó Morte, tu que és tão forte, que matas o homem, que bate no cão que persegue o gato que come o rato que rói o muro, que tapa o sol que derrete a neve, desprende meu pezinho.

E a Morte, impassível, respondeu:
- Mais forte do que eu é Deus, que me governa.


Quase morrendo, então a formiguinha rezou baixinho:
- Meu Deus, tu que és tão forte, que governas a morte, que mata o homem que bate no cão que persegue o gato que come o rato que rói o muro, que tapa o sol que derrete a neve, desprende meu pezinho.


E Deus, que ouve todas as preces pediu à primavera que chegasse com seu carro dourado triunfal enchendo de flores os campos e de luz os caminhos, e vendo que a formiga estava quase morrendo, levou-a para um lugar onde não há inverno e nem verão e onde as flores permanecem para sempre.
The end

terça-feira, 23 de maio de 2006

O Código Da Vinci


Dizem os teóricos que não gostaram do filme porque o livro é melhor!!!
Meus caros, se me fosse basear nessa teoria não ia ver um único filme baseado num livro porque é rara a adaptação cinematografica que é melhor que o original literário.

Sendo assim resta-me dizer que gostei do filme e até o vou comprar quando sair o DVD.
Pronto, já disse!

O Código Da Vinci, de Ron Howard
Com: Tom Hanks, Audrey Tautou, Jean Reno, Ian McKellen, Alfred Molina e Paul Bettany (excelente como o albino Silas).
NOTA: 8/10

sexta-feira, 19 de maio de 2006

Mais polémica

Depois do livro, o filme já anda por aí.
A polémica continua...
Acho que já chega de tanta mariquice.

quarta-feira, 17 de maio de 2006

O que é que este gajo andará a ouvir?

Agora deu-me para isto:

Taxi - Eu fui à Rosete
UHF - Rapaz do caleidoscopio
Heróis do Mar - Fado
Sétima Legião - O melhor da Sétima Legião
Roquivários - Cristina (não vais levar a mal mas beleza é fundamental)
GNR - O melhor dos...
Iodo - Malta à porta
Jáfumega - Ribeira, Latina América
Adelaide Ferreira - Baby Suicida
Pop Del'Art - Free Pop
Grupo de Baile - Patchouly
...
...entre outros monstros sagrados do rock português dos anos 80.

quinta-feira, 11 de maio de 2006

Poucas coisas boas

Mais uma semana sem estreias de encher o olho nas salas de cinema do nosso Portugal.
Um filme com bons actores (Freedomland), L. Jackson e Julianne Moore, um remake de um filme de Wes Craven e nada mais. E mesmo esses...

Mas o Código da Vinci está aí à porta...