domingo, 29 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
The Suburbs ainda mexe
Os Arcade Fire preparam-se para re-editar The Suburbs com 2 novas musicas e um documentário, “Scenes From The Suburbs” realizado por Spike Jonze.
As novas musicas, “Speaking In Tongues” e “Culture War” já circulam por aí... e por aqui.
"Speaking in Tongues" conta com a colaboração de David Byrne (Speaking in Tongues é o titulo do 5º album dos Talking Heads, de 1983).
Esta re-edição será lançada a 27 de Junho.
As novas musicas, “Speaking In Tongues” e “Culture War” já circulam por aí... e por aqui.
"Speaking in Tongues" conta com a colaboração de David Byrne (Speaking in Tongues é o titulo do 5º album dos Talking Heads, de 1983).
Esta re-edição será lançada a 27 de Junho.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
A Costa dos Murmurios, de Margarida Cardoso

Durante a guerra colonial, Evita (Beatriz Batarda) muda-se de Lisboa para Moçambique a fim de casar com Luis (Filipe Duarte). Aos poucos vai percebendo que Luís já não é o mesmo e que, perturbado pela guerra, se transformou num triste imitador do seu capitão, Forza Leal (Adriano Luz).
Os homens partem para uma grande operação militar no norte. Evita fica sozinha e, no desespero de tentar compreender o que modificou Luís, procura a companhia de Helena, a mulher de Forza Leal. Submissa e humilhada, Helena é prisioneira na sua casa onde cumpre uma promessa. Perdida num mundo que não é o seu, Evita apercebe-se da violência de um tempo colonial à beira do fim.
Boa primeira longa metragem de Margarida Cardoso nesta adaptação do livro de Lídia Jorge, com uma excelente recriação histórica, boas representações, boa fotografia e uma bela composição sonora de Bernardo Sassetti.
NOTA: 7/10
Os homens partem para uma grande operação militar no norte. Evita fica sozinha e, no desespero de tentar compreender o que modificou Luís, procura a companhia de Helena, a mulher de Forza Leal. Submissa e humilhada, Helena é prisioneira na sua casa onde cumpre uma promessa. Perdida num mundo que não é o seu, Evita apercebe-se da violência de um tempo colonial à beira do fim.
Boa primeira longa metragem de Margarida Cardoso nesta adaptação do livro de Lídia Jorge, com uma excelente recriação histórica, boas representações, boa fotografia e uma bela composição sonora de Bernardo Sassetti.
NOTA: 7/10
sexta-feira, 20 de maio de 2011
discos com história #2 - Closer
Closer foi o segundo e ultimo album de originais dos Joy Division e saiu em Julho de 1980, dois meses após a morte do seu líder, Ian Curtis.
Foi considerado um dos melhores discos do pós-punk e em algumas listas aparece mesmo como um dos melhores de sempre da história da música.
Músicos:
Ian Curtis – voz, guitarra em "Heart and Soul"
Bernard Sumner – guitarra, sintetizadores, baixo em "Atrocity Exhibition"
Peter Hook – baixo, guitarra em "Atrocity Exhibition"
Stephen Morris – bateria
terça-feira, 17 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Grande Ecran
Conviction, de Tony GoldwinBaseado em factos reais este filme conta a história de Kenny (Sam Rockwell), acusado por um crime que não cometeu. O ministério público alega dificuldades em representa-lo e a condenação é mais que certa. Betty Anne (Hilary Swank) é mãe e trabalha, mas para livrar seu irmão da cadeia decide ir estudar Direito e interpor um recurso.
Apesar do "baseado em factos reais" esta é mais um filme de tribunais e não acrescenta nada de novo ao género.
NOTA: 6/10
Apesar do "baseado em factos reais" esta é mais um filme de tribunais e não acrescenta nada de novo ao género.
NOTA: 6/10
Never Let Me Go, de Mark RomanekBaseado no romance de Kazuo Ishiguro, a história deste filme é narrada por Kathy H., uma das alunas do colégio de Hailsham onde os humanos são clonados geneticamente para, quando atingirem uma determinada idade, doarem órgãos para transplantes. É quando saem do colégio para a realidade que se deparam com sensações que antes lhe eram desconhecidas: a paixão, o medo, a esperança, a traição, e a corrida contra o tempo que lhes escasseia para que se possam descobrir.
NOTA: 6/10
terça-feira, 10 de maio de 2011
discos com história #1 - The Smiths
No meio de muitas coisas que o meu irmão mais velho me deu a conhecer estava este 1º disco de uma das minhas bandas preferidas. Estávamos no ano de 1984, por sinal de má memória.
Começava aqui o culto que infelizmente viria a durar pouco, uma vez que a banda se desmantelaria em 1987, depois do seu 4º álbum de originais.
Por ser o principio dos The Smiths e não só, este é um grande clássico da música moderna.
Começava aqui o culto que infelizmente viria a durar pouco, uma vez que a banda se desmantelaria em 1987, depois do seu 4º álbum de originais.
Por ser o principio dos The Smiths e não só, este é um grande clássico da música moderna.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Let me In, de Matt Reeves

Abby é uma misteriosa miúda de 12 anos que se muda para a casa ao lado da de Owen. Owen, para além de socialmente excluído, é fortemente perseguido na escola e na sua solidão forma uma profunda ligação com a nova vizinha. Sem deixar, no entanto, de reparar que Abby é diferente de toda a gente que já conheceu. À medida que uma série de sinistros assassinatos ocorrem na cidade, Owen tem que encarar o facto de que esta aparentemente inocente miúda é, na realidade, uma selvagem vampira.
Hollywood continua a sua saga de fazer remakes de bons filmes estrangeiros.
Let me In, de Matt Reeves (Cloverfield) é uma cópia quase perfeita do excelente filme sueco Let the Right One In, com o habitual toque final e muitos mais efeitos CGI, que a meu ver são perfeitamente desnecessários.
O filme no seu todo é bom, tem boas interpretações, Chloe Moretz (Kick-Ass), Kodi Smit-McPhee (The Road), Richard Jenkins (Six Feet Under, The Visitor), Elias Koteas (Crash, Thin Red Line), boa história, etc... mas se tivesse de escolher preferia o filme original.
Hollywood continua a sua saga de fazer remakes de bons filmes estrangeiros.
Let me In, de Matt Reeves (Cloverfield) é uma cópia quase perfeita do excelente filme sueco Let the Right One In, com o habitual toque final e muitos mais efeitos CGI, que a meu ver são perfeitamente desnecessários.
O filme no seu todo é bom, tem boas interpretações, Chloe Moretz (Kick-Ass), Kodi Smit-McPhee (The Road), Richard Jenkins (Six Feet Under, The Visitor), Elias Koteas (Crash, Thin Red Line), boa história, etc... mas se tivesse de escolher preferia o filme original.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Hævnen, de Susanne Bier

Anton é um médico que divide o seu tempo entre a sua casa numa cidade dinamarquesa, onde vive separado da mulher e dos filhos devido a um erro que cometeu, e o seu trabalho num campo de refugiados em África. Um dos seus filhos, Elias é vitima de bulling na escola e segue o exemplo do Pai, de não responder com mais violência. No meio da sua solidão, Elias torna-se amigo de um novo colega, Christian recentemente chegado à cidade, órfão de Mãe - vitima de cancro e revoltado contra o Pai que acusa de não ter feito tudo para salvar a Mãe. Um dia Christian ajuda Elias que estava novamente a ser agredido por um colega e esse acto vai desenrolar uma espiral de violência que os vai afectar a ambos e às suas famílias.
Cada filme de Susanne Bier é uma panóplia de emoções, quer pelos temas polémicos que aborda, quer pela forma como consegue entrar no intimo das personagens e levar isso ao espectador.
Hævnen (que significa "vingança") venceu o Golden Globe e o Oscar para melhor filme estrangeiro.
NOTA: 8/10
Cada filme de Susanne Bier é uma panóplia de emoções, quer pelos temas polémicos que aborda, quer pela forma como consegue entrar no intimo das personagens e levar isso ao espectador.
Hævnen (que significa "vingança") venceu o Golden Globe e o Oscar para melhor filme estrangeiro.
NOTA: 8/10
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