segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
colheita musical de 2015 - #57
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
O Conto da Princesa Kaguya, de Isao Takahata
Num dia que se previa igual a tantos outros, um velho cortador de bambu acorda para mais um dia de trabalho. Na labuta, depara-se com uma menina minúscula dentro de um pau de bambu. Fascinado com a perfeição daquela doce criatura, leva-a para casa pois julga tratar-se de uma princesa. A bebé cresce aos cuidados do velho senhor e da sua mulher, que a amam como se fosse do seu próprio sangue. Com o tempo, ela torna-se uma jovem bela e cheia de vida que conquista os corações ao seu redor. Todos se rendem aos seus encantos, incluindo cinco nobres pretendentes a quem Kaguya recusa casamento. Porém, o seu nome rapidamente chega aos ouvidos do Imperador, que decide tomá-la como esposa. Ao dar-se conta do interesse dele, Kaguya foge desesperada…
Mais um fantástico filme saído do universo Studio Ghibli.
Isao Takahata já é mais que o nº 2. Quem realiza obras primas como este Kaguya Hime, O Túmulo dos Pirilampos ou Only Yesterday, merece outro reconhecimento.
NOTA: 9/10
colheita musical de 2015 - #56
terça-feira, 17 de novembro de 2015
O Reino dos Gatos, de Hiroyuki Morita
Haru, uma estudante de 17 anos com problemas de pontualidade, vive sozinha com a mãe. Um dia, a caminho da escola, fica espantada com um gato que transporta um pequeno objecto na boca, e salva-o se ser atropelado por um autocarro. O que ela não sabe é que esse gato é um príncipe do Reino dos Gatos. Nessa mesma noite, Haru recebe a visita de uma delegação do Reino dos Gatos, que lhe apresenta um convite para comparecer perante o rei. Como se tal não fosse suficiente para assustar a rapariga, eis que se vê noiva à força do príncipe gato. Uma voz misteriosa aconselha-a a procurar o Barão, um charmoso gato detective, para a ajudar a libertar-se deste casamento arranjado. Só que antes do Barão a ajudar ela é raptada e levada para o Reino dos Gatos, um mundo mágico, onde os animais falam e comportam-se como gente.
Mais uma viagem fantástica ao extraordinário mundo do Studio Ghibli, aqui com um dos raros filmes não realizados por Hayao Miyazaki (creditado na produção) ou Isao Takahata, sem que esse facto torne o filme inferior.
Pena a edição DVD que saiu por cá não ter dobragem em português para chamar mais público infantil, que de certeza iria adorar esta história.
Pena a edição DVD que saiu por cá não ter dobragem em português para chamar mais público infantil, que de certeza iria adorar esta história.
NOTA: 8/10
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
colheita musical de 2015 - #55
Wand - Golem
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| 8.5/10 |
Wand - 1000 Days
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| 8.7/10 |
Uma das surpresas do anos, os Wand, de Los Angeles parecem ser uma banda cheia de inspiração, uma vez que editaram 3 discos no espaço de 13 meses, estes 2 em 2015. Enquanto Golem, lançado em Março, era mais pesado e duro, 1000 Days é ligeiramente mais leve, com maior recurso a sintetizadores.
colheita musical de 2015 - #54
The Tallest Man on Earth - Dark Bird is Home
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| 7.7/10 |
Nos dias que correm há uma praga de bandas/cantaurores a usar o rótulo indie-folk. E o que é demais sempre enjoa. Ainda assim há alguns que tolero, como o sueco Kristian Matsson, que se dá a conhecer no mundo da música como The Tallest Man on Earth. Este é já o seu quarto disco.
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
The Walking Dead - Negan a chegar
Uma das personagens mais carismáticas da BD de The Walking Dead vai finalmente chegar à série de TV. Trata-se de Negan, o vilão ainda mais vilão que o Governador. Para o encarnar escolheram (e bem) o actor Jeffrey Dean Morgan (o Comediante de The Watchmen).
SPOILER ALLERT
Ao contrário do Governador, que liderava um grupo pouco organizado, Negan lidera um grupo de homens bem armados e treinados (The Saviors) que chantageiam as comunidades em troca de protecção e mantimentos. A sua arma preferida é Lucile, um taco de basebol com arame farpado amarrado na ponta. É com Lucile que ele mata Glenn, pelo menos na BD, uma vez que na série Glenn já está (supostamente) morto. E se Glenn está mesmo morto, na série, os produtores/argumentistas vão querer que ele mate outra personagem do grupo de Rick para que o público da série o odeie tanto quanto o público da BD.
Outra coisa que vou querer ver na série é a relação de respeito que Negan tem com Carl. Carl odeia-o e quer matá-lo mas Negan respeita isso e introduz o adolescente ao seu mundo. Aguardemos então pois aquilo vai aquecer.
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
colheita musical de 2015 - #53
terça-feira, 10 de novembro de 2015
colheita musical de 2015 - #52
terça-feira, 27 de outubro de 2015
colheita musical de 2015 - #51
sábado, 24 de outubro de 2015
Beasts of No Nation, de Cary Joji Fukunaga
Com produção da Netflix, que se lança também no mundo do cinema, e realização e argumento de Cary Joji Fukunaga (Os Sem Nome, Jane Eyre e a primeira temporada de True Detective), Beasts of No Nation é uma história que acontece (já aconteceu e continuará a acontecer enquanto o mundo ignorar) em muitos países do centro de África. Apesar desta história ser fictícia e o país nem ser referido, é bastante óbvia a ligação com as tensões políticas e as guerras civis de vários países do continente africano.
No inicio vemos o jovem Agu (Abraham Attah) e restante família (pai, mãe, irmão e irmã) tentarem adaptar-se à nova realidade de um país em guerra, com a sua aldeia numa zona controlada. Mas tudo muda quando o conflito chega à região onde eles vivem. A mãe e a irmã conseguem fugir para a capital mas os homens da família são confundidos pelos soldados do governo por rebeldes e mandados matar. Apenas Agu consegue escapar embrenhando-se pela floresta adentro até ser capturado por um grupo rebelde que tem um sinistro e alucinado Comandante (Idris Elba). A partir daquele momento Agu fica a fazer parte do auto-proclamado Exercito de Libertação. Este Agu é apenas o rosto de muitos Agus que são tornados homens cedo demais apenas para servir os interesses pessoais daqueles que os comandam.
Fukunaga, que também é o director de fotografia, filma com mestria e mostra todo o horror vivenciado por esta criança. O miúdo Abraham Attah tem aqui uma estreia auspiciosa, não sendo de espantar que apareça nos nomeados para alguns prémios, o mesmo se passando com Idris Elba, cada vez mais a ganhar protagonismo no mundo do cinema.
Um dos bons filmes que este ano nos mostrou.
NOTA: 8/10
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
colheita musical de 2015 - #50
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
colheita musical de 2015 - #49
colheita musical de 2015 - #48
Editors - In Dream
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| 8.5 |
Quinto disco de estúdio da banda inglesa, o segundo sem o guitarrista Chris Urbanowicz, e aquele em que é a própria banda a produzir. Depois do menos bom The Weight of Your Love, onde se notava a falta da guitarra de Urbanowicz, a recente formação da banda, Tom Smith (voz, guitarra, piano), Russell Leetch (baixo), Ed Lay (bateria), Justin Lockey (guitarra) e Elliott Williams (teclas, sintetizadores) isolaram-se durante um tempo para gravar este disco, onde apresentam um som mais experimental, sem esquecer as raízes da banda.
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
colheita musical de 2015 - #47
sábado, 3 de outubro de 2015
Ray Donovan
Ando para ver Ray Donovan desde que estreou, já há 2 anos.
Surgiu agora oportunidade e depois de saber por alguns amigos que a 3ª temporada estava muito forte decidi pegar-lhe.
Ray (Liev Shreiber) é aquele tipo que resolve qualquer problema. Os ricos e famosos recorrem aos seus serviços cada vez que estão enrascados. Só que não são só os ricos e famosos que têm problemas e a família de Ray não é propriamente aquilo que se pode chamar de "família normal".
Para além de Schreiber o elenco conta com Paula Malcomson (Deadwood e Sons of Anarchy), Steve Bauer (lembram-se do Manny, amigo do peito de Tony Montana no Scarface?), Elliot Gould, James Woods e Jon Voight, que tem um desempenho simplesmente assombroso.
A primeira temporada já está despachada e teve grande nível.
terça-feira, 29 de setembro de 2015
colheita musical de 2015 - #46
terça-feira, 22 de setembro de 2015
Shaun the Sheep Movie
A
Ovelha Choné já é um ícone da cultura pop. Criada pelos génios da Aardman
Animations, apareceu pela primeira vez numa curta animação da série Wallace
& Gromitt e depois passou a ter a sua própria série de TV. Muitos episódios
e temporadas depois chega às salas de cinema com muito mérito, num delicioso
filme de 85 minutos.
Se
os curtos episódios podiam ser descritos como desventuras na quinta, o filme
traz Choné, o cão, o agricultor e até o cordeirinho Timmy (que também tem a sua
própria série, que os mais pequenos adoram) para a grande cidade.
Na
quinta todos os dias são iguais, e para quebrar as rotinas as ovelhas unem-se
para fazer algo diferente. E então conseguem meter o agricultor a dormir dentro
de uma autocaravana. Só que esta solta-se e sai disparada estrada fora indo
parar à grande cidade. A Ovelha Choné decide apanhar o autocarro seguinte e ir
à procura do dono. Ao chegar à cidade repara que o resto da trupe veio atrás.
Como conseguirão passar despercebidos na cidade cheia de humanos, onde os
animais abandonados são apanhados por um controlador de animais de ar sinistro?
São essas peripécias que veremos ao longo do filme.
Com
relização de Mark Burton e Richard Starzak, estas personagens criadas por Peter
Lord e Nick Park (que também fazem parte da equipa técnica) são adaptadas ao
cinema como a genialidade já conhecida deste pessoal dos estúdios Aardman. Ou
não fossem eles os criadores de Fuga das Galinhas ou Wallace & Gromit: A
Maldição do Coelhomem, que viria a ganhar um Oscar por melhor filme de
animação.
NOTA: 8,5/10
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
colheita musical de 2015 - #45
terça-feira, 15 de setembro de 2015
Idi i Smotri, de Elem Klimov
Idi i Smotri (em português Vem e Vê) é um olhar pessoal de Elem Klimov sobre a invasão da Bielorrússia por parte dos nazis durante a II Grande Guerra. O filme é visto pela perspectiva de um rapaz chamado Florya que se junta a um grupo de guerrilheiros bielorrussos que combatem o invasor. Durante a passagem por uma aldeia Florya é deixado para trás pelos outros combatente, que não o levam muito a sério e tem de se desenrascar sozinho no meio de todo aquele caos que se tinha instalado.
Idi i Smotri é horrível, devastador, intenso, perturbador, mas de forma assustadoramente bela e onde encontramos cenas que nos lembram o cinema de Tarkovsky e até de Kubrick.
Idi i Smotri é horrível, devastador, intenso, perturbador, mas de forma assustadoramente bela e onde encontramos cenas que nos lembram o cinema de Tarkovsky e até de Kubrick.
Para muitos considerado como o melhor filme de guerra.
NOTA: 9/10
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
colheita musical de 2015 - #44
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
da excelência...
Mr. Robot - 1ª temporada
Mr. Robot conta a história de um génio da informática, Elliot Alderson (Remi Malek) que trabalha na AllSafe, uma empresa de cybersegurança que presta serviços protegendo grandes companhias, entre elas a Evil Corp. Elliot sofre de ansiedade social o que o leva a não se relacionar muito com outras pessoas, prefere hackea-las e descobrir as suas virtudes ou os seus podres.
Um dia Elliot conhece um homem misterioso (Christian Slater) que o convida para se juntar a um grupo de activistas cibernéticos, fsociety que pretende acabar com o poder das grandes empresas, incluindo a Evil Corp.
Mas a série é muito mais que este pequeno resumo e está cheia de twists lá pelo meio, pelo que qualquer coisa que possa dizer mais pode conter um spoiler.
Honra ao criador/argumentista Sam Esmail e aos actores, principalmente Remi Malek que está como peixe na água no papel de Elliot.
Obrigatório.
Narcos - 1ª temporada
Criada por Chris Brancato e produzida por José Padilha (Tropa de Elite - que também realiza 2 episódios), Narcos conta a história de Pablo Escobar desde os tempos em que fazia contrabando de tabaco e marijuana até ser um dos homens mais ricos do mundo graças ao tráfico de cocaína.
Wagner Moura (o capitão Nascimento de Tropa de Elite) e bastante convincente como Escobar.
Mais uma grande série da Netflix.
terça-feira, 8 de setembro de 2015
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
segunda-feira, 27 de julho de 2015
colheita musical de 2015 - #41
Child 44, de Daniel Espinosa
Passado em 1953, por isso no auge da era sovietica, Child 44 segue um antigo herói da II Guerra tornado agente da policia secreta. Leo Demidov (Tom Hardy) investiga a misteriosa morte de um miúdo perto de uma linha de caminho de ferro. O relatório oficial diz que o rapaz morreu acidentalmente, porque num país perfeito com a União Sovietica, não haviam crimes. Ainda assim Leo acredita que o rapaz foi assassinado e vai investigar à revelia dos seus superiores o que vai causar problemas, não só a si como à sua família.
Apesar de algumas falhas, a realização do sueco Espinosa é corajosa ao retratar aquela época especifica, não se coibindo de mostrar de forma gráfica a violência e brutalidade em algumas cenas.
O elenco é de luxo e porta-se à altura do seu gabarito, apesar da parte do sotaque russo, que vou sempre achar ridículo (quer seja russo ou outro qualquer), ou falam russo ou falam inglês. Os russos, na Russia (ou União Soviética) não falavam inglês com sotaque. Tom Hardy é um dos actores do momento, mostrando a sua qualidade a cada filme que faz e é bem acompanhado pelos suecos Noomi Rapace e Joel Kinneman (da série The Killing) e pelos mais conhecidos Gary Oldman e Vincent Cassel (que substituiu Philip Seymour Hoffman).
O filme é baseado na novela homónima de Tom Rob Smith.
NOTA: 6,7/10
sábado, 25 de julho de 2015
colheita musical de 2015 - #40
terça-feira, 21 de julho de 2015
Blackhat, de Michael Mann
Ao 13º filme (11 no cinema + 2 na TV) Michael Mann vira-se para o ciberterrorismo, que há umas décadas atrás podia ser considerado ficção cientifica, hoje já é uma ameaça bem real.
Quando um hacker ataca uma central nuclear chinesa o mundo fica em alerta, mas quando o ataque chega aos Estados Unidos é altura de intervir. Para isso reúne-se uma equipa de peritos chineses que pedem a colaboração de um antigo colega que se encontra detido numa prisão americana. Nick Hathaway (Chris Hemsworth) está a cumprir uma pena de 15 anos por cibercrime e vai-se juntar ao ex-colega e à irmã para tentarem descobrir quem anda a causar estes atentados. A acção desenrola-se em vários locais do mundo: Hong Kong, EUA, Malásia, Indonésia.
O nome de Michael Mann faz elevar a fasquia para níveis que o filme não tem, no entanto estamos perante um bom thriller e o facto de ser o seu nome que vem à frente do realizador contribui muito.
De facto as marcas de Mann notam-se durante os longos 135 minutos do filme, que se arrasta na primeira metade até começarem a surgir as cenas de acção, onde o realizador é mestre, tendo o seu método já sido seguido por outros colegas de profissão, por mais que uma vez.
A presença de Hemsworth podia assustar à partida mas o actor porta-se à altura dos acontecimentos, mostrando que a sua escolha não foi um risco. Michael Mann é um perfeccionista e até a música tem de ser escolhida com cuidado, ficando a banda sonora entre a Atticus Ross, habitual colaborador de Trent Reznor, quer nas suas bandas (Nine Inch Nails, How to Destroy Angels, por ex.) quer em bandas sonoras, com as quais já receberam vários prémios (oscar em The Social Network, de David Fincher).
Não sendo dos melhores filmes de Michael Mann, longe disso, Blackhat é um thriller acima da média.
NOTA: 8/10
sexta-feira, 17 de julho de 2015
Vikings - 3ª temporada
SPOILER ALERT
Depois de criarem e deixarem uma colónia em terras britânicas com a ajuda do rei de Wessex, os Vikings regressam à sua terra onde alguns acontecimentos estranhos aconteceram na sua ausência. O passo seguinte é atacar Paris, cidade considerada estratégica e, com a ajuda de Athelstan, Ragnar começa a preparar o ataque. Só que Floki continua a não perceber bem a falta de fé de Ragnar para com os Deuses dos Vinkings e o facto de estar cada vez mais interessado no religião cristã.
O ataque a Paris não corre como esperado, e Ragnar parece estar com os dias contados. Só que entre o parecer e o ser vai uma grande distância, como se vê no ultimo episódio desta temporada, portanto aguardemos o que nos espera a 4ª temporada desta brilhante série.
colheita musical de 2015 - #39
Tame Impala - Currents
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| 9/10 |
3º álbum de estúdio destes australianos, que pela qualidade dos temas que foram sendo conhecidos a conta-gotas, dava a entender que viria aí algo grandioso. E logo à 1ª audição isso fica comprovado. Currents é um disco recheado de grandes canções, não só as que já eram conhecidas com a maioria dos temas que o compõem. Os próprios músicos dizem que se inspiraram a ouvir Bee Gees sob o efeito de cogumelos alucinogénos. Se for para fazer mais coisas destas podem continuar.
quinta-feira, 9 de julho de 2015
sexta-feira, 26 de junho de 2015
Bloodline - 1ª temporada
"We're not bad people, but we did a bad thing"
Bloodline é mais uma série do caraças.
Passada nas Florida Keys, conta com um elenco de luxo onde se destacam os veteranos Sam Shepard e Sissi Spacek mas quem mais brilha é o australiano Ben Mendelsohn (Animal Kingdom; The Dark Knight Rises; Killing Them Softely; The Place Beyond the Pines).
Uma família aparentemente normal, respeitada naquela zona da Florida, com um negócio que prospera e aparentemente com a ficha limpa, vê os seus segredos virem à superfície com a chegada do filho mais velho (Ben Mendelsohn).
Numa série onde ninguém é inocente e toda a gente engana o próximo.
O resto é ver que vale muito a pena. A 2ª temporada já está confirmada. Com o carimbo da Sony e Netflix.
sexta-feira, 19 de junho de 2015
colheita musical de 2015 - #36
Mini Mansions - The Great Pretenders
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| 8/10 |
Segundo longa duração desta banda de Los Angeles, que é liderada pelo baixista dos Queeens of the Stone Age, Michael Shuman. Josh Homme colaborou nas misturas e Brian Wilson (Beach Boys) e Alex Turner (Arctic Monkeys) emprestam a voz em duas músicas (Any Emotions no caso de Wilson e Vertigo no caso de Turner).
quinta-feira, 18 de junho de 2015
Ex-Machina, de Alex Garland
Caleb (Domhnall Gleeson - filho de Brendan Gleeson) é um programador informático na BlueBook, empresa criadora de um dos maiores motores de pesquisa do mundo (uma espécie de Google). É-lhe dada oportunidade de passar uma semana com Nathan (Oscar Isaac), o génio que criou a BlueBook. Nathan vive numa casa tecnologicamente avançada, com acesso restrito a cada divisão da mesma, onde se escondem as suas extraordinárias invenções. A sua casa também está isolada da civilização, no meio de uma floresta, acessível apenas de helicóptero.
Nathan escolheu Caleb com o objectivo de testar o seu novo projecto, uma inteligência artificial chamada Ava. Caleb tem de determinar quão humana Ava é.
Ex-Machina faz uma série de questões, algumas já foram levantadas noutros filmes (estou-me a lembrar por exemplo de A.I., pensado por Kubrick e realizado por Spielberg): Podem as emoções ser programadas? O que aconteceria se nos apaixonássemos por um robot? Quais as consequências se a humanidade da criação exceder as expectativas do seu criador? Quem o manipulador e quem é o manipulado?
Alex Garland, autor de A Praia, que chegou ao cinema pela mão de Danny Boyle, com o qual colaborou (autor do argumento) por mais duas vezes (28 Days Later e Sunshine) realiza pela primeira vez. O elenco está em bom nível, com destaque para Oscar Isaac que se tem vindo a mostrar nos ultimos tempo como um actor versátil (Inside Llewin Davis, dos irmãos Coen ou A Most Violent Year, são bons exemplos disso).
NOTA: 8/10
terça-feira, 16 de junho de 2015
colheita musical de 2015 - #35
sábado, 13 de junho de 2015
quarta-feira, 3 de junho de 2015
colheita musical de 2015 - #33
quarta-feira, 27 de maio de 2015
colheita musical de 2015 - #32
Brandon Flowers - The Desired Effect
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| 8,5/10 |
Segundo disco a solo de Brandon Flowers, depois de Flamingo (2010), ao qual não tinha achado grande piada. Mas deste gosto bastante e até supera os últimos trabalhos dos The Killers, por larga margem. A produção está a cargo do próprio Brandon Flowers e de Ariel Rechtshaid (produtor de trabalhos de Vampire Weekend, Maddona, Tobias Jesso Jr,, entre outros)
colheita musical de 2015 - #31
quarta-feira, 20 de maio de 2015
Interstellar, de Christopher Nolan
Num
futuro próximo, numa altura em que o nosso planeta é devastado por várias
catástrofes, cientistas e estudiosos procuram mundos habitáveis para evitar a
extinção da Humanidade. É assim que um grupo de astronautas parte numa missão,
que pode ser sem retorno a um universo paralelo ao nosso, à procura de um local
onde a vida do Homem possa progredir.
Cooper
(Matthew McCounaghey) é um desses astronautas/exploradores que toma a difícil decisão
de deixar os filhos entregues ao avô (John Lithgow) mas com esperança de
poderem ter um futuro.
Visualmente
espectacular, como já havia sido Inception, Nolan volta a filmar com
mestria um argumento novamente escrito em conjunto com o irmão Jonathan. E
novamente o espectador é puxado para dentro do jogo, o que normalmente acontece
nos seus filmes.
Pessoalmente
gosto de entrar nestes puzzles e labirintos, para os quais Nolan nos puxa e
levar quase sempre com um twist do
qual não estávamos à espera.
Do elenco fazem ainda parte Anne Hathaway, Jessica Chastain, Michael Caine, Matt Damon, Wes Bentley, Casey Affleck, David Gyasi, Mackenzie Foy e Topher Grace.
Do elenco fazem ainda parte Anne Hathaway, Jessica Chastain, Michael Caine, Matt Damon, Wes Bentley, Casey Affleck, David Gyasi, Mackenzie Foy e Topher Grace.
Um
dos grandes filmes do ano.
NOTA: 9/10
colheita musical de 2015 - #30
Blur - The Magic Whip
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| 8.7 |
12 anos depois de Think Tank (2003), os Blur regressam com novo álbum. Pelo meio outros projectos, algumas guerrinhas internas e umas musicas (bem porreiras) em conjunto para o Record Store Day, em 2010 e 2012. E também alguns concertos. Agora surgem com a banda completa (Graham Coxon só entrava numa música de Think Tank) e apresentam um dos melhores discos já saídos em 2015. É Blur no seu melhor, com produção do insuspeito Stephen Street.
quinta-feira, 14 de maio de 2015
Secrets and Lies - 1ª temporada
Numa manhã, enquanto fazia jogging, Ben Crawford encontra o corpo de um miúdo seu vizinho e é considerado o principal suspeito. Ao longo dos 10 episódios vemos Ben tentar provar a sua inocência, descobrir o assassino e salvar o seu casamento.
Mais uma boa série que me passou à frente, baseada na série com o mesmo nome vinda da Austrália. Ben (Ryan Phillipe) é considerado o principal suspeito deste crime pela detective de serviço, Andrea Cornell (Juliette Lewis) e tenta, com as pistas que lhe vão surgindo, descobrir quem foi o assassino daquela criança. Assassino esse que até pode ser ele próprio uma vez que na noite dos acontecimentos Ben tinha ido para um bar com o melhor amigo e não se lembra de nada a partir de uma certa altura.
Em cada episódio vamos descobrindo os segredos destas personagens culminando com a revelação bombástica (ou não) no final.
Ryan Phillipe tem um dos papeis mais consistentes da carreira e Juliette Lewis, arredada dos grandes momentos há algum tempo, surge com uma personagem enigmática mas muito bem construída.
segunda-feira, 11 de maio de 2015
terça-feira, 5 de maio de 2015
Black Sails: 2ª temporada
Depois de ter começado em grande estilo e ter andado a engonhar no final da 1ª, Black Sails voltou com uma excelente 2ª temporada.
Novas relações, velhas amizades, mortos que afinal estão vivos, a luta pelo poder em Nassau, a busca por um enorme carregamento de ouro pertencente aos espanhóis, a história do capitão Flint, a tentativa de fazer de Nassau um local próspero, tudo isto ao longo de 10 episódios que culminam em grande estilo, deixando água na boca para a 3ª temporada.
Melhor Episódio: 2.8 - XVI
Melhor Episódio: 2.8 - XVI
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