MAUS, impressionante relato gráfico de um filho cujo pai e a mãe passaram pelos horrores do holocausto. Consegue chocar mais que alguns filmes sobre o tema.
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
sábado, 20 de dezembro de 2014
Gone Girl, de David Fincher
A
menina bonita desapareceu. Nick Dunne descobre isso quando é chamado por um
vizinho numa tarde de 5 de Julho. Em casa há sinais de luta e algumas manchas
de sangue, um ferro da lareira ainda quente e uma atitude algo despreocupada de
Nick. Assim começa a busca de Amy Dunne, uma jovem mimada, ex-Barbie, vinda de
uma família abastada por quem Nick se viu perdido numa relação baseada em
estimulação intelectual, sexo intenso e vida abastada.
Vemos
através do diário de Amy e com recurso a flashbacks,
o início da relação que a princípio parecia correr pelo melhor até ao dia em
que tem de ir viver para a cidade de Nick devido à doença da mãe deste. E a
partir daqui as coisas começam-se a deteriorar. Tédio, dependência, desconfiança,
culpa.
Mas
isso pertence ao passado, ao qual Fincher nos transporta em vários outros
momentos, com o intuito de percebermos como se chegou aqui, ao presente onde
Nick fornece todos os detalhes à polícia, é apoiado pela irmã e embora Nick
seja suspeito do seu desaparecimento, Fincher nunca revela mais do que é
necessário.
O
filme é baseado na obra homónima de Gillian Flynn, também a cargo do argumento
e a sua narrativa ultrapassa o tradicional “whodunit”. O filme tem outras
coisas interessantes que são exploradas como a instituição casamento, o fascínio
dos americanos por crimes sexuais, principalmente se meterem casais, a obsessão
dos media em esmiuçar ao máximo, manipulando o público a seu bel-prazer.
Outro
dos méritos do filme são as personagens, onde cada uma conta e nenhuma tem um
papel que se possa dizer que é desnecessário. O trabalho dos actores que lhes
dão vida muito ajuda a que isso seja possível e até Bem Affleck que por muitas
vezes fez papéis que não lembram a ninguém, tem aqui um desempenho notável, bem
secundado por Rosamund Pike, Carrie Coon (excelente na série The Leftovers),
Kim Dickens e os outros.
Palavra
final para a excelente banda sonora de Trent Reznor e Atticus Ross, os
oscarizados colaboradores habitués
dos filmes de Fincher.
A
ver e a rever...
NOTA: 8,5/10
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
melhores de 2014 - música
1. TV on the Radio - Seeds
2. Beck - Morning Phase
3. Sharon Van Etten - Are We There
4. Damon Albarn - Everyday Robots
5. Mogwai - Rave Tapes
6. Morrissey - World Peace...
7. Mão Morta - Pelo Meu Relógio...
8. Hamilton Leithauser - Black Hours
9. Wild Beasts - Present Tense
10. Thurston Moore - The Best Day
11. Marianne Faithfull - Give My Love...
12. Goat - Commune
13. Esben & the Witch - A New Nature
14. Temples - Sun Structures
15. Foxygen - ... And Star Power
16. Interpol - El Pintor
17. Royal Blood - Royal Blood
18. Peter Murphy - Lion
19. Death From Above 1979 - The Physical World
20. Spoon - They Want My Soul
Menção Honrosa
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Melhores de 2014 - Séries
1. Fargo
2. The Missing
3. The Leftovers
4. Sons of Anarchy
5. True Detective
6. The Fall
7. Person of Interest
8. Peaky Blinders
9. Les Revenants
10. Boardwalk Empire
outras:
colheita musical de 2014 - #81
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
colheita musical de 2014 - #80
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
Mobsters, de Michael Karbelnikoff
Vi isto numa sala de cinema, julgo que no ano de 92. Na altura já havia Goodfellas e já tinha visto os Padrinhos nem sei quantas vezes. Pelo que isto me pareceu vazio, apesar de falar sobre personagens reais, com algumas coisas que aconteceram mesmo e outras que foram inventadas para tentar dar mais dramatismo à coisa.
Resolvi rever agora, por causa de Boardwalk Empire, onde as personagens eram as mesmas e fazer um ponto de comparação entre aquela altura e agora. E como esperava, isto agora ainda me parece mais fraco. O elenco era de alto nível: Anthony Quinn, F. Murray Abraham, Michael Gambon ou Christian Slater deixavam antever que algo de bom poderia ver daqui. Mas não. E até o papel de Anthony Quinn parece rídiculo se compararmos com a mesma personagem (Joe Masseria) interpretada por Ivo Nandi em Boardwalk Empire.
O filme conta a história de 4 amigos e como se tornaram em alguns dos nomes mais conhecidos da história do crime organizado dos Estados Unidos.
Os autores eram desconhecidos na altura e desconhecidos continuaram. Uma proeza
NOTA: 5/10
colheita musical de 2014 - #77
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
colheita musical de 2014 - #76
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