segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Filmes de Eleição - #63 - The Crying Game


 



discos com história #5 - The Ideal Crash


E ao 3º disco os belgas dEUS fizeram o seu melhor disco até ao momento. The Ideal Crash é um disco quase perfeito, com grande musicas do principio ao fim. O primeiro da banda que não hesitei em adquirir.


quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

The Ides of March, de George Clooney


George Clooney volta a filmar a politica americana. Depois do excelente Good Night and Good Luck onde esmiuçava os meandros da caça às bruxas nos anos 50 e como isso afectou várias actividades da sociedade norte americana. Agora foca-se na campanha para encontrar um candidato à presidência dos Estados Unidos e logo aos olhos do partido democrata.
Ryan Gosling é um idealista director de campanha do governador George Clooney, e é dos melhores na sua área. Ele acredita piamente que o seu candidato tem as convicções e energia necessárias para liderar aquele país. Só que o simples facto de ele acreditar não significa que seja verdade e o lado escondido da politica é mais obscuro do que pensava, cheio de truques, onde ao mínimo descuido se pode ser pisado e deixado fora de jogo.

The Ides of March é um bom thriller politico, com excelentes interpretações (principalmente de Ryan Gosling), mas também com um elenco destes, outra coisa não seria de esperar: Gosling, Clooney, Paul Giamatti, Philip Seymour Hoffman, Marisa Tomei, Jeffrey Wright, Evan Rachel Wood.

NOTA: 8/10

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Melhores Filmes 2011

1. Winter's Bone

2. Black Swan

3. I Saw the Devil

 4. Confessions

 5. Super 8

 6. Midnight in Paris

 7. True Grit

8. Biutiful

9. The Ides of March

10. Pearl Jam Twenty


Por motivo de paternidade no ano de 2011 fui menos vezes ao cinema. Dos filmes que vi estes foram os que mais me entusiasmaram.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

The Hobbit

Aí está o 1º trailer em glorioso HD. Um ano de espera no qual se pode rever O Senhor dos Anéis.


segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Discos do Ano

1. PJ Harvey - Let England Shake
2. The Black Keys - El Camino
3. Fleet Foxes -  Helplessness Blues
4. TV on the Radio - Nine Types of Light
5. Radiohead - The King of Limbs
6. The Horrors - Skying
7. Metronomy - The English Riviera
8. Wu Lyf - Go Tell Fire to the Mountain
9. Chapel Club - Palace
10. The Kills - Blood Pressures
11. The Vaccines -  What Did You Expect from the Vaccines?
12. Thurston Moore - Demolished Thoughts
13. Arctic Monkeys - Suck it and See
14. Low - C'Mon
15. Jane's Addiction - The Great Escape Artist

Portugueses

PAUS - PAUS
B Fachada – Deus, Pátria e Família
You Can’t Win, Charlie Brown – Chromatic
Capitão Fausto - Gazela


Especial

Tom Waits - Bad as Me

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Biutiful, de Alejandro González Iñárritu

Primeiro filme de Iñarritu sem a colaboração do parceiro argumentista Guillermo Arriaga. Foram-se as histórias cruzadas mas ficou o mergulho profundo no sofrimento das personagens.
No submundo de Barcelona encontramos Uxbal (Javier Bardem) um homem que tem o dom de falar com os mortos e vive de negócios ilícitos (sendo esse um deles).
Quando descobre que tem um cancro em fase terminal, Uxbal fica preocupado com os 2 filhos, que não podem contar com a mãe, prostituta toxicodependente.
Dá para perceber que não há nada de biutiful nesta história dos argumentistas Armando Bo e Nicolás Giacobone, num filme que aborda a morte, as personagens que vão surgindo fazem de tudo para sobreviver, mesmo que não seja da forma mais "politicamente correcta" de o fazer. O desempenho de Bardem é soberbo e o filme é acompanhado pela subtileza musical de Gustavo Santaolalla.

NOTA: 8/10

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Grande Ecrã

Carancho, de Pabrlo Trapero

Carancho (abutre na língua do filme) começa com a informação de que na Argentina morrem, anualmente, cerca de 8.000 pessoas em acidentes de trânsito. Muitas indemnizações ocorrem devido a esses acidentes. E, com isso, advogados gananciosos saíam à caça de potenciais clientes, perseguindo as ambulâncias até os hospitais.
Sosa (Ricardo Darín), é um desses advogados, que se aproveita das vítimas, levando boa parte da indemnização das mesmas (daí o título). Ao envolver-se com uma médica (Martina Gusman) que trata dessas vitimas ele vai questionar as suas práticas e tentar uma saída airosa.
Um thriller de denuncia bem realizado e interpretado (Ricardo Darin é estrela no cinema argentino, com ele também já se viu o oscarizado O Segredo dos teus olhos).

NOTA: 7/10


Buried, de Rodrigo Cortés

Buried é um filme claustrofóbico passado inteiramente dentro de um caixão.
Paul Conroy (Ryan Raynolds) é um motorista de  camião norte-americano, a trabalhar no Iraque que é raptado e enterrado vivo. Os seus raptores deixam-lhe um telemóvel com o qual tenta negociar a sua libertação ou tentar que alguém o descubra.
Ideia engraçada para quem não tem problemas de claustrofobia.... como eu.

NOTA: 7/10

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Falling Skies

Falling Skies é uma série criada por Robert Rodat e produzida por Steven Spielberg. Nela seguimos um grupo de resistentes a uma invasão alienígena.
Seis meses depois da invasão inicial, os poucos sobreviventes que restam reúnem-se numa escola para começar a difícil tarefa de resistir.
No centro da série está Tom Mason (Wyle), um professor de história de Boston, cuja família foi dilacerada. A sua mulher foi morta no ataque inicial, e um dos três filhos foi capturado.
Determinado a ter o filho de regresso e garantir a segurança dos outros dois, Tom coloca o seu conhecimento de história militar à prova, como um dos líderes do movimento de resistência conhecido como o 2nd Mass, devido à sua localização em Boston, estado de Massachusetts. O objectivo é conhecer cada vez melhor os alienígenas, com a esperança de um dia superá-los e refazer as suas vidas.
A 1ª temporada teve 10 episódios e já está agendada uma 2ª, a estrear no Verão de 2012.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Midnight in Paris, de Woody Allen


Desde há algum tempo Woody Allen tem-nos presenteado com um filme por ano. Apesar de esses filmes não estarem todos ao mesmo nível, há sempre algo interessante que me leva a vê-los.
No seu périplo por cidades europeias nos últimos anos, chega-nos este Midnight in Paris filme que abriu o Festival de Cannes tendo recebido rasgados elogios.

Midnight in Paris recorre a elementos já vistos noutros filme de Allen, como a fantasia de The Purple Rose of Cairo e as carta de amor a uma cidade, com Paris a substituir New York desta vez.
Desta vez coube a Owen Wilson fazer de Woody Allen como um argumentista que sonha viver em Paris e escrever o romance da sua vida. Actualmente ele encontra-se de férias na Cidades das Luzes com a sua noiva e os pais desta e uma noite, embriagado pela beleza da cidade e por algum vinho, ele vai ter a um bar onde Cole Porter está sentado ao piano a cantar. Nessa Paris dos anos 20, aquela que ele considera a idade de ouro, ele vai conviver com as mais diversas personagens famosas (Hemingway, Picasso, Scott Fitzgerald, Salvador Dali, Luis Buñuel, entre outros).
Midnight in Paris é um filme maravilhoso e divertido, um dos melhores de Allen dos últimos tempos. Tem sequências hilariantes entre a personagem de Owen Wilson e alguns dos famosos, como por exemplo quando ele dá a ideia do argumento de Anjo Extreminador a Luis Buñuel e este não entende.
Owen Wilson tem um magnifico desempenho como o neurótico argumentista e Woody Allen está mais uma vez em grande estilo, mesmo na recriação da Paris dos anos 20.
Para além de Owen Wilson, o elenco conta ainda com: Kathy Bates, Adrien Brody, Carla Bruni, Marion Cotillard, Rachel McAdams e Michael Sheen.

NOTA: 9/10

sábado, 22 de outubro de 2011

Colheita Musical de 2011 - #32

Jane's Addiction - The Great Escape Artist

NOTA: 7/10




TV de qualidade

Terminou a semana passada a 4ª temporada de Breaking Bad.
A temporada começou morninha mas foi aquecendo à medida que se aproximava do final. Final esse que foi em grande.
Esta que é das melhores séries do momento, já foi renovada para uma 5ª temporada e depois destes últimos acontecimentos, vamos ver o que nos reserva.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

The Conspirator, de Robert Redford




Em 14 de abril de 1865, Abraham Lincoln, o 16º presidente dos Estados Unidos foi baleado e morto enquanto assistia à peça Our American Cousin no Ford's Theatre em Washington D.C. O autor, um conhecido actor de nome John Wilkes Booth (Toby Kebbell).
Mas este filme de Robert Redford não fica centrado no assassinato de Lincoln, mas sim no julgamento de Mary Surrat, a dona de uma pensão onde os conspiradores se encontravam e acusada de saber o que se estava a planear.
Apesar de sempre se declarar inocente, Mary Surratt torna-se o bode expiatório de uma nação sedenta de justiça e vingança. E é então que Frederick Aiken (James McAvoy), ex-combatente do exército do norte e advogado de 28 anos, ciente das dificuldades mas crendo na sua inculpabilidade, decide defendê-la em tribunal militar. Mas, mesmo conseguindo provar a sua inocência, conseguirá o jovem advogado salvar-lhe a vida? Um drama histórico, realizado pelo actor e realizador Robert Redford (“O Encantador de Cavalos”, “A Lenda de Bagger Vance”, “Gente Vulgar”) e inspirado num acontecimento verídico que se tornou um marco na história dos EUA durante os críticos anos da Guerra de Secessão.

O filme está muito bem representado (James McAvoy, Robin Wright, Kevin Kline, Evan Rachel Wood, Tom Wilkinson), o guarda-roupa e a fotografia ajudam a recriar com excelência a época em questão.

NOTA: 7/10


terça-feira, 27 de setembro de 2011

discos com história #4 - Rum, Sodomy & the Lash

The Pogues foram-me apresentados com este grande disco de 1985, o segundo da banda. O título terá sido tirado de uma citação de Winston Churchill: "Don't talk to me about naval tradition. It's nothing but rum, sodomy, and the lash." e foi sugerido pelo baterista Andrew Ranken.
É um disco cheio de grandes canções, abrilhantadas pela voz embriagada de Shane McGowen, autor da maioria delas.
Tive o prazer de os ver em 88 ou 89, ainda com a formação original num dos maiores concertos a que assisti.



segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Grande Ecran

Fast Five, de Justin Lin
Após terem sido cúmplices na libertação de Dominic Toretto (Vin Diesel), a sua irmã Mia (Jordana Brewster) e o ex-polícia Brian O''Conner (Paul Walker) são também procurados pela polícia. Agora, a viver no anonimato na cidade do Rio de Janeiro, os três tentam um último golpe com o propósito de reconquistar a liberdade. Contudo, mesmo longe do seu país, acabam perseguidos pelo agente do FBI Luke Hobbs (Dwayne Johnson), um homem determinado a fazer cumprir a lei a qualquer custo. Mas chegado ao Brasil, Hobbs percebe que a lei nem sempre está do lado da justiça e que, neste caso, terá de confiar na sua intuição se quiser encontrar os verdadeiros criminosos. Realizado por Justin Lin, é o quinto filme da saga "Velocidade Furiosa", dedicado aos adeptos do "tuning" e do "drift racing" - uma sucessão de acelerações com o conta-rotações no limite, travagens bruscas e derrapagens controladas -, desta vez com o Rio de Janeiro como cenário. No elenco, o português Joaquim de Almeida. NOTA: 7/10

Micmacs, à tire-larigot, de Jean-Pierre Jeunet
Bazil (Dany Boon) é um rapaz com azar. Primeiro, uma mina leva-lhe o pai, soldado na guerra. Trinta anos depois, uma bala perdida arranca-o à sua existência rotineira e torna-o num sem-abrigo. É nas ruas de Paris que se faz amigo de Placard (Jean-Pierre Marielle), que o convida a juntar-se ao grupo com quem vive, que mora no interior de uma lixeira. E quando Bazil descobre, por puro acaso, os dois fabricantes de armas responsáveis pelos incidentes que lhe marcaram o destino, decide vingar-se de uma forma pouco ortodoxa, ajudado pela sua nova "família" e pelos seus improváveis poderes... "Micmacs - Uma Brilhante Confusão" é a mais recente criação do visionário Jean-Pierre Jeunet, realizador de "Delicatessen" e de "O Fabuloso Destino de Amélie", apresentado em antestreia na Festa do Cinema Francês e no Fantasporto. NOTA: 7/10

Season of the Witch, de Dominic Sena
Depois de anos de cruzada na Terra Santa, os cavaleiros Behmen (Nicolas Cage) e Felson (Ron Perlman) regressam a Inglaterra, onde descobrem um país assolado pela Peste Negra. Acusados de deserção, só uma missão os pode livrar do cárcere: escoltar uma jovem acusada de bruxaria que todos acreditam ser a responsável pela epidemia. O destino é um mosteiro isolado nas montanhas, onde ela será julgada pelos monges e purificada num ritual religioso... Uma aventura medieval realizada por Dominic Sena ("Gone in 60 Seconds", "Swordfish"). NOTA: 5/10




Considerações:


Depois de ter lido bem sobre este 5º filme da série "Velocidade Furiosa" decidi-me a ver, apesar de não ter visto nenhum outro da série. E a verdade é que é agradável de se ver e um filme razoável dentro do género.
Do J-P Jeunet chega-nos mais um dos seus delírios e é uma agradável comédia com os seus já habituas personagens e a sua peculiar forma de filmar.
Sobre o outro filme... enfim... é mais um dos "grandes" momentos de Nick Cage na sua "brilhante" carreira cinematográfica dos últimos já longos anos. Nem tudo é mau na sua carreira ultimamente, como são os casos de Kick-Ass ou Knowing. Mas já são muitos Drive Angry ou Ghost Rider (vai aí outro) o que só prova que o homem aceita tudo o que lhe dão e não conseguiu gerir da melhor forma a sua carreira.
Quanto a Dominic Sena, ficou-se pelo Kalifornia em 1993.