Vamos todos viver para o esgoto até que a merda desapareça...
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
The Conspirator, de Robert Redford

Em 14 de abril de 1865, Abraham Lincoln, o 16º presidente dos Estados Unidos foi baleado e morto enquanto assistia à peça Our American Cousin no Ford's Theatre em Washington D.C. O autor, um conhecido actor de nome John Wilkes Booth (Toby Kebbell).
Mas este filme de Robert Redford não fica centrado no assassinato de Lincoln, mas sim no julgamento de Mary Surrat, a dona de uma pensão onde os conspiradores se encontravam e acusada de saber o que se estava a planear.
Apesar de sempre se declarar inocente, Mary Surratt torna-se o bode expiatório de uma nação sedenta de justiça e vingança. E é então que Frederick Aiken (James McAvoy), ex-combatente do exército do norte e advogado de 28 anos, ciente das dificuldades mas crendo na sua inculpabilidade, decide defendê-la em tribunal militar. Mas, mesmo conseguindo provar a sua inocência, conseguirá o jovem advogado salvar-lhe a vida? Um drama histórico, realizado pelo actor e realizador Robert Redford (“O Encantador de Cavalos”, “A Lenda de Bagger Vance”, “Gente Vulgar”) e inspirado num acontecimento verídico que se tornou um marco na história dos EUA durante os críticos anos da Guerra de Secessão.
O filme está muito bem representado (James McAvoy, Robin Wright, Kevin Kline, Evan Rachel Wood, Tom Wilkinson), o guarda-roupa e a fotografia ajudam a recriar com excelência a época em questão.
NOTA: 7/10
Mas este filme de Robert Redford não fica centrado no assassinato de Lincoln, mas sim no julgamento de Mary Surrat, a dona de uma pensão onde os conspiradores se encontravam e acusada de saber o que se estava a planear.
Apesar de sempre se declarar inocente, Mary Surratt torna-se o bode expiatório de uma nação sedenta de justiça e vingança. E é então que Frederick Aiken (James McAvoy), ex-combatente do exército do norte e advogado de 28 anos, ciente das dificuldades mas crendo na sua inculpabilidade, decide defendê-la em tribunal militar. Mas, mesmo conseguindo provar a sua inocência, conseguirá o jovem advogado salvar-lhe a vida? Um drama histórico, realizado pelo actor e realizador Robert Redford (“O Encantador de Cavalos”, “A Lenda de Bagger Vance”, “Gente Vulgar”) e inspirado num acontecimento verídico que se tornou um marco na história dos EUA durante os críticos anos da Guerra de Secessão.
O filme está muito bem representado (James McAvoy, Robin Wright, Kevin Kline, Evan Rachel Wood, Tom Wilkinson), o guarda-roupa e a fotografia ajudam a recriar com excelência a época em questão.
NOTA: 7/10
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
discos com história #4 - Rum, Sodomy & the Lash
The Pogues foram-me apresentados com este grande disco de 1985, o segundo da banda. O título terá sido tirado de uma citação de Winston Churchill: "Don't talk to me about naval tradition. It's nothing but rum, sodomy, and the lash." e foi sugerido pelo baterista Andrew Ranken.É um disco cheio de grandes canções, abrilhantadas pela voz embriagada de Shane McGowen, autor da maioria delas.
Tive o prazer de os ver em 88 ou 89, ainda com a formação original num dos maiores concertos a que assisti.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Grande Ecran
Fast Five, de Justin LinApós terem sido cúmplices na libertação de Dominic Toretto (Vin Diesel), a sua irmã Mia (Jordana Brewster) e o ex-polícia Brian O''Conner (Paul Walker) são também procurados pela polícia. Agora, a viver no anonimato na cidade do Rio de Janeiro, os três tentam um último golpe com o propósito de reconquistar a liberdade. Contudo, mesmo longe do seu país, acabam perseguidos pelo agente do FBI Luke Hobbs (Dwayne Johnson), um homem determinado a fazer cumprir a lei a qualquer custo. Mas chegado ao Brasil, Hobbs percebe que a lei nem sempre está do lado da justiça e que, neste caso, terá de confiar na sua intuição se quiser encontrar os verdadeiros criminosos. Realizado por Justin Lin, é o quinto filme da saga "Velocidade Furiosa", dedicado aos adeptos do "tuning" e do "drift racing" - uma sucessão de acelerações com o conta-rotações no limite, travagens bruscas e derrapagens controladas -, desta vez com o Rio de Janeiro como cenário. No elenco, o português Joaquim de Almeida. NOTA: 7/10
Micmacs, à tire-larigot, de Jean-Pierre JeunetBazil (Dany Boon) é um rapaz com azar. Primeiro, uma mina leva-lhe o pai, soldado na guerra. Trinta anos depois, uma bala perdida arranca-o à sua existência rotineira e torna-o num sem-abrigo. É nas ruas de Paris que se faz amigo de Placard (Jean-Pierre Marielle), que o convida a juntar-se ao grupo com quem vive, que mora no interior de uma lixeira. E quando Bazil descobre, por puro acaso, os dois fabricantes de armas responsáveis pelos incidentes que lhe marcaram o destino, decide vingar-se de uma forma pouco ortodoxa, ajudado pela sua nova "família" e pelos seus improváveis poderes... "Micmacs - Uma Brilhante Confusão" é a mais recente criação do visionário Jean-Pierre Jeunet, realizador de "Delicatessen" e de "O Fabuloso Destino de Amélie", apresentado em antestreia na Festa do Cinema Francês e no Fantasporto. NOTA: 7/10
Season of the Witch, de Dominic SenaDepois de anos de cruzada na Terra Santa, os cavaleiros Behmen (Nicolas Cage) e Felson (Ron Perlman) regressam a Inglaterra, onde descobrem um país assolado pela Peste Negra. Acusados de deserção, só uma missão os pode livrar do cárcere: escoltar uma jovem acusada de bruxaria que todos acreditam ser a responsável pela epidemia. O destino é um mosteiro isolado nas montanhas, onde ela será julgada pelos monges e purificada num ritual religioso... Uma aventura medieval realizada por Dominic Sena ("Gone in 60 Seconds", "Swordfish"). NOTA: 5/10
Considerações:
Depois de ter lido bem sobre este 5º filme da série "Velocidade Furiosa" decidi-me a ver, apesar de não ter visto nenhum outro da série. E a verdade é que é agradável de se ver e um filme razoável dentro do género.
Do J-P Jeunet chega-nos mais um dos seus delírios e é uma agradável comédia com os seus já habituas personagens e a sua peculiar forma de filmar.
Sobre o outro filme... enfim... é mais um dos "grandes" momentos de Nick Cage na sua "brilhante" carreira cinematográfica dos últimos já longos anos. Nem tudo é mau na sua carreira ultimamente, como são os casos de Kick-Ass ou Knowing. Mas já são muitos Drive Angry ou Ghost Rider (vai aí outro) o que só prova que o homem aceita tudo o que lhe dão e não conseguiu gerir da melhor forma a sua carreira.
Quanto a Dominic Sena, ficou-se pelo Kalifornia em 1993.
Do J-P Jeunet chega-nos mais um dos seus delírios e é uma agradável comédia com os seus já habituas personagens e a sua peculiar forma de filmar.
Sobre o outro filme... enfim... é mais um dos "grandes" momentos de Nick Cage na sua "brilhante" carreira cinematográfica dos últimos já longos anos. Nem tudo é mau na sua carreira ultimamente, como são os casos de Kick-Ass ou Knowing. Mas já são muitos Drive Angry ou Ghost Rider (vai aí outro) o que só prova que o homem aceita tudo o que lhe dão e não conseguiu gerir da melhor forma a sua carreira.
Quanto a Dominic Sena, ficou-se pelo Kalifornia em 1993.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
terça-feira, 6 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
I Saw the Devil, de Kim Ji-woon
Da Coreia chega-nos mais um filme de vingança - falo da trilogia de vingança de Chan-wook Park, desta vez de Kim Ji-woon, realizador de Doce Tortura e Tale of Two Sisters, por ex.
Kyung-chul (Choi Min-sik) é um sádico sexual que mata sem remorsos e com
requintes de malvadez. Com toda a polícia de Seul no seu encalço, nada
o parece parar até ao dia em que escolhe como vítima a jovem noiva de
Soo-hyun (Lee Byung-hun), um agente da polícia secreta coreana.
Devastado pelo sofrimento e obcecado com a vingança, Soo-hyun só tem um
objectivo: fazer o assassino sentir ainda mais horror e sofrimento do que a sua noiva sentiu. Começa assim um jogo macabro em que caçador e presa trocam de
papéis: o psicopata assassino é convertido em vítima e a sua presa acaba
transformado num monstro igual àquele que desejava destruir.
I Saw the Devil é um filme de extrema violência sobre a natureza da vingança, uma experiência visceral que nos deixa abananados, do principio ao fim.
Um dos grandes filmes estreados este ano nas salas portuguesas.
NOTA: 9/10
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Grande Ecran
The Eagle, de Kevin McDonald
Ano 120 a.C.. O comandante romano Flavius Aquila e a sua legião de cinco mil homens desaparecem sem deixar rasto durante uma missão a norte do Império Romano. Vinte anos depois, o seu filho Marcus Flavius Aquila (Channing Tatum) parte com os seus homens, em busca da verdade, numa tentativa de recuperar a honra dos Aquila. Para isso decide levar Esca (Jamie Bell), um escravo originário das tribos locais que conhece a zona e cuja capacidade extraordinária de sobrevivência e agilidade são vistas como essenciais nessas paragens longínquas. Mas Esca, capturado e mantido como gladiador, nutre um profundo desprezo por Roma e por tudo o que ela significa. Porém, uma vez longe, perdidos nas montanhas inóspitas e perante a ameaça das tribos rebeldes, escravo e senhor vão ter de ultrapassar as suas motivações pessoais e assumir que apenas a união lhes poderá salvar a vida. Com realização de Kevin Macdonald ("Touching the Void - Uma História de Sobrevivência", "O Último Rei da Escócia") é a adaptação cinematográfica do primeiro livro da reconhecida saga juvenil sobre o Império Romano, escrita pela inglesa Rosemary Sutcliff.
NOTA: 7/10
NOTA: 7/10
The Lincoln Lawyer, Brad Furman
Michael Haller (Matthew McConaughey) é advogado em Los Angeles. Cínico e manipulador, para ele a lei pouco ou nada tem a ver com culpa ou inocência. O seu escritório é o banco de trás do seu velho Lincoln Continental, que tem a particularidade de ter como matrícula NTGUILTY, onde ele estuda os processos e arquitecta as suas causas. Praticamente toda a sua carreira tem sido a defesa de pequenos criminosos. Até que é contratado para um caso importante: a defesa de um playboy rico de Beverly Hills, acusado da violação e tentativa de assassínio de uma prostituta. Mas o que parecia ser um caso simples e muito rentável transforma-se numa perigosa disputa entre dois mestres da manipulação... The Lincoln Lawyer é uma adaptação de um romance do escritor Michael Connelly.
NOTA: 7/10
The Way Back, de Peter Weir
Este é o regresso de Peter Weir após o muito acessível Master and Comander e quanto a mim requer uma versão do realizador pois esta edição parece ter sido feita um tanto ou quanto à pressa quando o argumento até tem alguma substancia para ser esmiuçada.
URSS, 1940. Um grupo de sete prisioneiros consegue fugir de um campo de trabalhos forçados da Sibéria. Numa região deserta e completamente gelada, eles sabem que ainda não estão a salvo e que o pior está para vir. Assim, durante um duro e longo ano, numa luta diária para manterem as suas vidas e a sua sanidade mental, eles vão ter de percorrer sete mil quilómetros a pé, atravessando o deserto de Gobi e a cordilheira dos Himalaias, para conseguirem chegar à a uma zona que a guerra ainda não tenha afectado. The Way Back inspira-se no livro de memórias do polaco Slavomir Rawicz, "The Long Walk: The True Story of a Trek to Freedom". Entre o elenco vemos Ed Harris, Colin Farrell, Jim Sturgess, Saoirse Ronan e Mark Strong.
NOTA: 7/10
Mongol, de Sergey Bodrov
Genghis Kahn ficou conhecido como um dos maiores conquistadores de todos os tempos (só superado por Alexandre, o Grande).
Este filme do realizador russo Sergei Bodrov olha para os anos de formação de Temudjin, o menino feito escravo que se viria a tornar Genghis Kahn, passando pela luta pela liberdade, a vingança pela morte da familia às mãos de um dos lideres de um clã rival, o mesmo que o tornou escravo.
Com uma bela direcção de fotografia e grandes cenas de batalha, este filme venceria o Oscar para melhor filme estrangeiro de 2008.
NOTA: 8/10
Com uma bela direcção de fotografia e grandes cenas de batalha, este filme venceria o Oscar para melhor filme estrangeiro de 2008.
NOTA: 8/10
sábado, 13 de agosto de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
discos com história #3 - Goo
Não terá sido o disco que me fez fã dos Sonic Youth mas foi aquele que confirmou a grandeza da banda e um disco que ouvi (e continuo a ouvir) vezes sem conta. Continua a ser dos melhores, se não o melhor disco dos SY. Fez-me grande companhia a concertos e queimas das fitas de Coimbra (t-shirt) e no comboio para a tropa (K7).
A primeira musica que ouvi foi Tunic (song for Karen) no Som da Frente.
A primeira musica que ouvi foi Tunic (song for Karen) no Som da Frente.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Source Code, de Duncan Jones

Depois de uma estreia muito promissora com Moon, Duncan Jones (filho de David Bowie) está de regresso com este thriller com contornos de ficção cientifica.
Um homem (Jake Gyllenhall) acorda num comboio em frente a uma mulher (Michelle Monaghan) que parece conhece-lo pelo nome de Sean Fentress. Ele diz que não a conhece nem que aquele é o seu nome e ao ir à casa de banho olha-se ao espelho e vê uma cara estranha. Quando está a tentar perceber o que está a acontecer o comboio explode... Após a explosão ele acorda já no seu verdadeiro corpo (Colter Stevens) e fica a saber que faz parte de uma missão experimental do governo chamada "Source Code" que permite transferir a sua mente para o corpo de outra pessoa nos ultimos 8 minutos da sua vida, e nesta missão ele tem de usar esses minutos para descobrir um bombista e assim evitar, não aquele mas outro atentado que se seguirá.
O argumentista Ben Ripley confessou que se tinha baseado no filme Feitiço do Tempo (Harold Ramis, 1993) onde a personagem volta a viver, vezes sem conta o mesmo dia. É o que acontece aqui, com Colter a voltar as vezes que forem necessárias para resolver a situação e assim salvar o dia.
Um thriller cheio de boas cenas de acção
NOTA: 8/10
Um homem (Jake Gyllenhall) acorda num comboio em frente a uma mulher (Michelle Monaghan) que parece conhece-lo pelo nome de Sean Fentress. Ele diz que não a conhece nem que aquele é o seu nome e ao ir à casa de banho olha-se ao espelho e vê uma cara estranha. Quando está a tentar perceber o que está a acontecer o comboio explode... Após a explosão ele acorda já no seu verdadeiro corpo (Colter Stevens) e fica a saber que faz parte de uma missão experimental do governo chamada "Source Code" que permite transferir a sua mente para o corpo de outra pessoa nos ultimos 8 minutos da sua vida, e nesta missão ele tem de usar esses minutos para descobrir um bombista e assim evitar, não aquele mas outro atentado que se seguirá.
O argumentista Ben Ripley confessou que se tinha baseado no filme Feitiço do Tempo (Harold Ramis, 1993) onde a personagem volta a viver, vezes sem conta o mesmo dia. É o que acontece aqui, com Colter a voltar as vezes que forem necessárias para resolver a situação e assim salvar o dia.
Um thriller cheio de boas cenas de acção
NOTA: 8/10
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Essential Killing, de Jerzy Skolimowski

No Afeganistão, um presumível terrorista é capturado após ter morto 3 americanos. Levado com outros prisioneiros para uma região gelada da Europa (não se chega a saber qual o país) acaba por escapar devido ao despiste de um dos camiões que transportava os detidos. A partir daí é uma luta pela sobrevivência sempre com os americanos no seu encalço.
Vincent Gallo, praticamente sem falar - grande parte do filme é só ele e a natureza - tem uma interpretação espantosa como este homem desesperado, capaz de tudo para sobreviver. A realização deste polaco de 72 anos ("O Uivo", "Quatro Noites com Anna", "Moonlighting") é igualmente excelente.
Vincent Gallo, praticamente sem falar - grande parte do filme é só ele e a natureza - tem uma interpretação espantosa como este homem desesperado, capaz de tudo para sobreviver. A realização deste polaco de 72 anos ("O Uivo", "Quatro Noites com Anna", "Moonlighting") é igualmente excelente.
Nota: 8/10
sexta-feira, 22 de julho de 2011
The Killing

The Killing é um remake da série dinamarquesa Forbrydelsen e conta a história do assassinato de uma jovem e a investigação policial feita a partir daí.
Dois investigadores, Linden (Mireille Enos) e Holder (Joel Kinnaman). Ela a horas de se reformar e ir viver para outra cidade (será?). Ele, com ar de junkie (só ar?) e métodos pouco ortodoxos de desempenhar a sua actividade policial. Ambiente a lembrar Seven e Twin Peaks.
Dois investigadores, Linden (Mireille Enos) e Holder (Joel Kinnaman). Ela a horas de se reformar e ir viver para outra cidade (será?). Ele, com ar de junkie (só ar?) e métodos pouco ortodoxos de desempenhar a sua actividade policial. Ambiente a lembrar Seven e Twin Peaks.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
Daybreakers, de Peter e Michael Spierig

Numa época em que há vampiros por todo o lado, quer seja no cinema, televisão ou literatura surge este filme dos gémeos Spierig que é bem melhor que muita coisa do género que por aí anda.
Em 2019, uma praga transformou a maior parte dos humanos em vampiros. A raça dominante prevendo uma futura falta de sangue começa a recolher os poucos humanos existentes enquanto uma pequena resistência tenta salvar a humanidade com a ajuda de uns poucos vampiros.
Andam por lá nomes como Ethan Hawke, Sam Neill ou Willem Dafoe
Nota: 7/10
Em 2019, uma praga transformou a maior parte dos humanos em vampiros. A raça dominante prevendo uma futura falta de sangue começa a recolher os poucos humanos existentes enquanto uma pequena resistência tenta salvar a humanidade com a ajuda de uns poucos vampiros.
Andam por lá nomes como Ethan Hawke, Sam Neill ou Willem Dafoe
Nota: 7/10
segunda-feira, 18 de julho de 2011
sexta-feira, 15 de julho de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
Hanna, Joe Wright

Hanna é uma rapariga de 16 anos que foi criada pelo pai, um ex. operacional da CIA, para ser uma máquina de guerra. Após intensos anos de treino passados numa região isolada da Finlandia, Erik sente que Hanna já está preparada para voltar à vida real e assim concluir a sua vingança contra aqueles que os tentaram tramar.
Joe Wright (Orgulho e Preconceito e Expiação) estreia-se num género diferente do que nos habituou, com um thriller com tons de conto de fada, cheio de acção e com um naipe de bons actores à cabeça (Saoirse Ronan, Eric Bana, Cate Blanchet).
Atenção ainda para a excelente banda sonora dos Chemical Brothers.
NOTA: 7/10
Joe Wright (Orgulho e Preconceito e Expiação) estreia-se num género diferente do que nos habituou, com um thriller com tons de conto de fada, cheio de acção e com um naipe de bons actores à cabeça (Saoirse Ronan, Eric Bana, Cate Blanchet).
Atenção ainda para a excelente banda sonora dos Chemical Brothers.
NOTA: 7/10
quinta-feira, 7 de julho de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Confessions, de Tetsuya Nakashima

Confessions é mais um exemplo do bom cinema que nos chega do oriente, neste caso do Japão. Uma história violenta, perturbadora e cheia de surpresas.
Escrito e realizado por Tetsuya Nakashima, o filme baseia-se no romance manga de Kanae Minato.
O filme começa com o discurso de despedida de uma professora aos seus alunos. Ninguém a parece ouvir quando ela começa por lhes falar da importância da vida e de como ficou destroçada com a morte da filha, de 4 anos. Mas todos se calam quando ela revela que a morte da filha não foi acidental, como consta no relatório da policia e que 2 dos alunos presentes na sala a mataram.
A partir daqui começam uma série de confissões, dos principais intervenientes que vão revelar grandes segredos e despoletar uma série de acontecimentos inesperados.
A vingança é um prato que se serve gelado... com consequências imprevisíveis.
NOTA: 8/10
Escrito e realizado por Tetsuya Nakashima, o filme baseia-se no romance manga de Kanae Minato.
O filme começa com o discurso de despedida de uma professora aos seus alunos. Ninguém a parece ouvir quando ela começa por lhes falar da importância da vida e de como ficou destroçada com a morte da filha, de 4 anos. Mas todos se calam quando ela revela que a morte da filha não foi acidental, como consta no relatório da policia e que 2 dos alunos presentes na sala a mataram.
A partir daqui começam uma série de confissões, dos principais intervenientes que vão revelar grandes segredos e despoletar uma série de acontecimentos inesperados.
A vingança é um prato que se serve gelado... com consequências imprevisíveis.
NOTA: 8/10
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