terça-feira, 16 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
The Wire

The Wire é uma excelente série policial passada em Baltimore, criada por David Simon e Ed Burns.
Ao contrário da maioria das séries policiais (CSI, por ex) em que temos um caso que é resolvido durante o decorrer de um episódio, em The Wire temos a investigação a ser feita durante uma temporada.
Centrada no combate ao tráfico de droga e homicídios e guerras de gangues com ele relacionados, a série mostra o ponto de vista dos criminosos e dos policias que os andam a perseguir.
Excelentes personagens, brilhantemente interpretadas com uso ao sotaque típico do submundo da cidade esta é a série que vou acompanhando nos próximos tempos.
Ao fim da segunda temporada o vicio já está instalado. McNulty, Bunk, Lester, Omar, Bubbles, Avon Barksdale, Stringer Bell e o recentemente aparecido Brother Mouzone são exemplos de excelentes personagens que aparecem em The Wire.
Ao contrário da maioria das séries policiais (CSI, por ex) em que temos um caso que é resolvido durante o decorrer de um episódio, em The Wire temos a investigação a ser feita durante uma temporada.
Centrada no combate ao tráfico de droga e homicídios e guerras de gangues com ele relacionados, a série mostra o ponto de vista dos criminosos e dos policias que os andam a perseguir.
Excelentes personagens, brilhantemente interpretadas com uso ao sotaque típico do submundo da cidade esta é a série que vou acompanhando nos próximos tempos.
Ao fim da segunda temporada o vicio já está instalado. McNulty, Bunk, Lester, Omar, Bubbles, Avon Barksdale, Stringer Bell e o recentemente aparecido Brother Mouzone são exemplos de excelentes personagens que aparecem em The Wire.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Deerhunter - Halcyon Digest
Os mais atentos lembrar-se-hão que em 2008 já havia falado aqui desta banda.Agora estão de regresso com Halcyon Digest, mais um grande disco que prova que estes rapazes de Atlanta não brincam em serviço.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Grandes Actores #1 - Steve Buscemi
Cela 211, de Daniel Monzon

Prestes a tornar-se guarda prisional, Juan Oliver apresenta-se mais cedo ao serviço de forma a deixar boa impressão.
Durante a visita guiada por dois colegas um incidente provoca o desmaio de Juan. Os colegas levam-no para um cela vazia no mesmo momento em que se dá um motim. Com medo, o colegas de Juan fogem e deixa-no fechado na cela 211. Quando acorda Juan percebe que tem de se fazer passar por preso para conseguir sobreviver.
Cela 211 é um excelente thriller espanhol, passado no ambiente claustrofóbico de uma prisão. Daniel Monzón que já havia realizado The Kovak Box tem aqui um direcção sólida e competente e as interpretações são de alta qualidade, principalmente Luis Tosar (Miami Vice) como Malamadre, o líder dos presos.
NOTA: 8/10
Durante a visita guiada por dois colegas um incidente provoca o desmaio de Juan. Os colegas levam-no para um cela vazia no mesmo momento em que se dá um motim. Com medo, o colegas de Juan fogem e deixa-no fechado na cela 211. Quando acorda Juan percebe que tem de se fazer passar por preso para conseguir sobreviver.
Cela 211 é um excelente thriller espanhol, passado no ambiente claustrofóbico de uma prisão. Daniel Monzón que já havia realizado The Kovak Box tem aqui um direcção sólida e competente e as interpretações são de alta qualidade, principalmente Luis Tosar (Miami Vice) como Malamadre, o líder dos presos.
NOTA: 8/10
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Boardwalk Empire
Boardwalk Empire é uma série criada pelo produtor e argumentista d' Os Sopranos, Terrence Winter e que tem como produtor executivo Martin Scorsese. Baseia-se no livro de Nelson Johnson, Boardwalk Empire: The Birth, High Times, and Corruption of Atlantic City e passa-se na Atlantic City dos anos 20, em plena Lei Seca onde Enoch "Nucky" Thompson (personagem baseada no verdadeiro Enoch L. Johnson) um politico que ganhou destaque e controlou essa cidade do estado de New Jersey durante aquele período. Nucky (interpretado de forma soberba por Steve Buscemi) interage com outras figuras que ficaram conhecidas na época como Al Capone, Arnold Rothstein ou Lucky Luciano.
Para além de Buscemi a série conta ainda com a participação de actores como Michael Pitt e Michael Shannon.
O próprio Scorcese realiza o primeiro episódio.
Já vai em 6 magníficos episódios e ao fim do 1º a série já tinha sido renovada para uma segunda temporada.
Para além de Buscemi a série conta ainda com a participação de actores como Michael Pitt e Michael Shannon.
O próprio Scorcese realiza o primeiro episódio.
Já vai em 6 magníficos episódios e ao fim do 1º a série já tinha sido renovada para uma segunda temporada.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Best of... Ridley Scott

Por mais que alguns criticos o andem a "apedrejar" nos ultimos tempos, um homem que criou Blade Runner e Alien merece ficar para sempre marcado na galeria dos mestres da 7ª Arte. Teve pontos baixos, é um facto mas ainda veio a tempo de criar outras grandes obras como Thelma & Louise ou Gladiator. Nunca teve boa relação com os grandes estúdios que lhe assassinavam os filmes, com várias Director's cut a aparecerem posteriormente (a sua versão de Kingdom of Heaven é grandiosa).
1. Blade Runner

2. Alien
3. Thelma & Louise
4. Gladiator
5. Kingdom of Heaven
6. Black Hawk Down
7. Body of Lies
8. American Gangster
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
domingo, 24 de outubro de 2010
sábado, 23 de outubro de 2010
π, de Darren Aronofsky

Max Cohen (Sean Gullette) é um génio da matemática. O génio dos génios. Um novo Einstein. Para ele a matemática é a linguagem do universo. Para ele a natureza é expressa em números. Para ele tudo o que acontece na natureza tem um significado matemático, um padrão.
Max vive enfiado no seu quarto, afastado dos vizinhos e de todos, apenas vizitando o seu mentor, um ex-professor. Max, apesar das indicações da mãe olhou um dia para o sol. Ficou cego. Voltou a ver. Max tem fortes dores de cabeça. Encharca-se em comprimidos mas o stress para tentar descobrir uma porta que ninguém alguma vez ousou entrar só lhe aumenta as dores. Max anda a ser seguido por correctores de Wall Street e por uma seita judaica que acreditam que Max pode decifrar o nome de Deus.
Confusos? Vejam este que foi o primeiro filme do agora aclamado Darren Aronofsky. Faz lembrar os primeiros tempos de David Lynch, principalmente Eraserhead e a mesma fotografia a preto-e-branco aparece aqui genialmente.
Aronofsy já mostrava ao que vinha.
NOTA: 8/10
Confusos? Vejam este que foi o primeiro filme do agora aclamado Darren Aronofsky. Faz lembrar os primeiros tempos de David Lynch, principalmente Eraserhead e a mesma fotografia a preto-e-branco aparece aqui genialmente.Aronofsy já mostrava ao que vinha.
NOTA: 8/10
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Iron-Man 2, de Jon Favreau
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Agradável surpresa

A curta Shoot Me, de André Badalo foi distribuída comercialmente no inicio de The Town, iniciativa que se saúda.
E foi uma boa surpresa esta curta com Maria João Bastos, Ivo Canelas e Philippe Leroux, sobre um triângulo amoroso, com uma filha pelo meio e a escolha de uma mulher entre a estabilidade e a liberdade.
E foi uma boa surpresa esta curta com Maria João Bastos, Ivo Canelas e Philippe Leroux, sobre um triângulo amoroso, com uma filha pelo meio e a escolha de uma mulher entre a estabilidade e a liberdade.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
The Town, de Ben Affleck

Ben Affleck estreou-se na realização em 2007 com o excelente Gone Baby Gone e regressa novamente à sua cidade adoptiva, Boston, para continuar a filmar o mundo do crime, depois do rapto de uma criança desta vez os assaltos a bancos, com o próprio realizador a assumir o papel de protagonista.
Passado no bairro de Charlestown, o filme segue Doug MacRay (Bem Affleck) e os seus leais amigos de infância em mais um assalto a um banco. Só que desta vez as coisas não correm como o esperado e eles são obrigados a fazer refém a gerente do banco, Claire (Rebecca Hall) apenas a libertando quando já estão a salvo. Para terem a certeza de que ela não sabe de nada e não os pode denunciar, Doug começa a segui-la e acaba por se envolver com ela. Ao ver que o agente do FBI Adam Frawley (John Hamm) está cada vez mais perto da verdade, James (Jeremy Renner) o membro mais impulsivo do bando e também melhor amigo de Doug não concorda com esta relação e pensa que Doug poderá estragar tudo e terá de por um fim (literalmente) àquela história. Só que Doug já se decidiu a mudar de vida e levar Claire para longe daquela cidade… mas antes será obrigado a fazer um ultimo serviço…
A realização de Affleck é muito boa, com aquela cidade a ser o seu cenário ideal. O elenco é do melhor que se tem visto ultimamente. Além de Affleck e Rebecca Hall conta com Jeremy Renner que confirma tudo o que tinha mostrado em The Hurt Locker. Depois ainda há John Hamm (de Mad Man), Blake Lively (de Gossip Girl), Titus Welliver (de Sons of Anarchy) e os consagrados Pete Postlethwaite e Chris Cooper.
O argumento não evita alguns clichés mas prende-nos a atenção do primeiro ao último minuto e fica provado que Bem Affleck é um autor a ter em conta e a seguir com atenção nos próximos projectos. Gone Baby Gone e este The Town certamente que não são grandes filmes por acaso.
Passado no bairro de Charlestown, o filme segue Doug MacRay (Bem Affleck) e os seus leais amigos de infância em mais um assalto a um banco. Só que desta vez as coisas não correm como o esperado e eles são obrigados a fazer refém a gerente do banco, Claire (Rebecca Hall) apenas a libertando quando já estão a salvo. Para terem a certeza de que ela não sabe de nada e não os pode denunciar, Doug começa a segui-la e acaba por se envolver com ela. Ao ver que o agente do FBI Adam Frawley (John Hamm) está cada vez mais perto da verdade, James (Jeremy Renner) o membro mais impulsivo do bando e também melhor amigo de Doug não concorda com esta relação e pensa que Doug poderá estragar tudo e terá de por um fim (literalmente) àquela história. Só que Doug já se decidiu a mudar de vida e levar Claire para longe daquela cidade… mas antes será obrigado a fazer um ultimo serviço…
A realização de Affleck é muito boa, com aquela cidade a ser o seu cenário ideal. O elenco é do melhor que se tem visto ultimamente. Além de Affleck e Rebecca Hall conta com Jeremy Renner que confirma tudo o que tinha mostrado em The Hurt Locker. Depois ainda há John Hamm (de Mad Man), Blake Lively (de Gossip Girl), Titus Welliver (de Sons of Anarchy) e os consagrados Pete Postlethwaite e Chris Cooper.
O argumento não evita alguns clichés mas prende-nos a atenção do primeiro ao último minuto e fica provado que Bem Affleck é um autor a ter em conta e a seguir com atenção nos próximos projectos. Gone Baby Gone e este The Town certamente que não são grandes filmes por acaso.
NOTA: 8,5/10
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Eat Pray Love, de Ryan Murphy

Ryan Murphy, mais conhecido por ser o criador das séries Nip/Tuck e Glee realiza aqui a sua segunda longa metragem, adaptando o livro homónimo de Elizabeth Gilbert sobre uma sua experiência pessoal.
Liz Gilbert (Julia Roberts) tinha a vida que muitas mulheres desejariam ter, bom marido, boa casa, boa carreira. Mas pelos vistos isso parecia não a agradar. Depois de um divórcio litigioso ele começa por namorar um homem mais novo, para descobrir pouco tempo depois que não era isso que queria. Parte então à aventura para três destinos diferentes em busca dos prazeres que que fala o título, Comer em Roma; Orar na Índia; Amar em Bali.
O elenco é muito bom destacando-se dois secundários, Javier Bardem e Richard Jenkins. Já gostava de Jenkins dos filmes dos Coen. Passei a gostar mais depois de ver The Visitor e Six Feet Under. Aqui prova mais uma vez todo o seu talento.
Destaque ainda para uma excelente banda sonora com Neil Young e Eddie Vedder metidos ao barulho.
NOTA: 6/10
Liz Gilbert (Julia Roberts) tinha a vida que muitas mulheres desejariam ter, bom marido, boa casa, boa carreira. Mas pelos vistos isso parecia não a agradar. Depois de um divórcio litigioso ele começa por namorar um homem mais novo, para descobrir pouco tempo depois que não era isso que queria. Parte então à aventura para três destinos diferentes em busca dos prazeres que que fala o título, Comer em Roma; Orar na Índia; Amar em Bali.
O elenco é muito bom destacando-se dois secundários, Javier Bardem e Richard Jenkins. Já gostava de Jenkins dos filmes dos Coen. Passei a gostar mais depois de ver The Visitor e Six Feet Under. Aqui prova mais uma vez todo o seu talento.
Destaque ainda para uma excelente banda sonora com Neil Young e Eddie Vedder metidos ao barulho.
NOTA: 6/10
sábado, 16 de outubro de 2010
Orgasmo cinematográfico
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Predators, de Nimrod Antal

Depois das palhaçadas que fizeram com este bicharoco e com o Alien havia que recuperar o franchise daí que se optou por eliminar os filmes feitos a seguir ao original (com Arnold Schwaznegger) e retomar a série a partir daí.
A ideia foi a mesma de Alien que teve o 2º título (de James Cameron) elevado ao plural.
Assim sendo, neste segundo filme da saga Predator um grupo de desconhecidos é atirado para um planeta desconhecido, habitado por estas criaturas que aniquilam tudo à sua volta. À excepção de um todos eram assassinos no planeta de origem, predadores humanos contra os predadores locais.
Ao contrário de Aliens em que todos sabiam ao que iam (apenas não imaginando as consequências) aqui a premissa vai de encontro a Predator com um grupo de homens armados, numa selva a dar de caras com um ser estranho que os quer aniquilar.
Apesar de ser muito melhor actor, Adrien Brody não faz esquecer Arnie e as suas famosas tiradas ("You're one... *ugly* motherfucker!") mas safa-se bem como herói de acção e está bem secundado por actores como Laurence Fishburne, Danny Trejo, Walter Goggins ou a brasileira Alice Braga.
Curiosidade: Robert Rodriguez, que é o produtor quis realizar isto em 1994. Mas o projecto foi considerado pela FOX muito caro na altura.
NOTA: 7/10A ideia foi a mesma de Alien que teve o 2º título (de James Cameron) elevado ao plural.
Assim sendo, neste segundo filme da saga Predator um grupo de desconhecidos é atirado para um planeta desconhecido, habitado por estas criaturas que aniquilam tudo à sua volta. À excepção de um todos eram assassinos no planeta de origem, predadores humanos contra os predadores locais.
Ao contrário de Aliens em que todos sabiam ao que iam (apenas não imaginando as consequências) aqui a premissa vai de encontro a Predator com um grupo de homens armados, numa selva a dar de caras com um ser estranho que os quer aniquilar.
Apesar de ser muito melhor actor, Adrien Brody não faz esquecer Arnie e as suas famosas tiradas ("You're one... *ugly* motherfucker!") mas safa-se bem como herói de acção e está bem secundado por actores como Laurence Fishburne, Danny Trejo, Walter Goggins ou a brasileira Alice Braga.
Curiosidade: Robert Rodriguez, que é o produtor quis realizar isto em 1994. Mas o projecto foi considerado pela FOX muito caro na altura.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
The Walkmen - Lisbon
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Straw Dogs, de Sam Peckinpah

Straw Dogs é um filme bastante violento de Sam Peckinpah, datado de 1971.
Nele um pacato matemático norte-americano, David Sumner (Dustin Hoffman) muda-se com a sua esposa britânica para uma zona rural do interior de Inglaterra. Mas o que parecia ser uma vida de sonho depressa se transforma em pesadelo quando os homens que David contrata para reparar a garagem começam um jogo de intimidação e medo, invadindo a sua casa e a privacidade do casal. O pacato (para não usar um termo mais depreciativo) David vai ser posto à prova e tudo fazer para afastar aqueles homens da sua casa.
Um filme perturbador e um dos melhores de Peckinpah.
O título Straw Dogs (Cães de Palha em português) não vem explicado no filme mas referes-se a uma passagem do manual taoísta I Ching que diz que o céu e a terra trata a todos como cães de palha, ou seja coisas baratas e facilmente descartáveis.
NOTA: 8/10
Nele um pacato matemático norte-americano, David Sumner (Dustin Hoffman) muda-se com a sua esposa britânica para uma zona rural do interior de Inglaterra. Mas o que parecia ser uma vida de sonho depressa se transforma em pesadelo quando os homens que David contrata para reparar a garagem começam um jogo de intimidação e medo, invadindo a sua casa e a privacidade do casal. O pacato (para não usar um termo mais depreciativo) David vai ser posto à prova e tudo fazer para afastar aqueles homens da sua casa.
Um filme perturbador e um dos melhores de Peckinpah.
O título Straw Dogs (Cães de Palha em português) não vem explicado no filme mas referes-se a uma passagem do manual taoísta I Ching que diz que o céu e a terra trata a todos como cães de palha, ou seja coisas baratas e facilmente descartáveis.
NOTA: 8/10
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Tony Curtis 1925-2010
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