
Six Feet Under é uma das melhores séries de sempre.
Estreou nos Estados Unidos em 2001, criada por Alan Ball, o argumentista de American Beauty, filme de Sam Mendes que pouco tempo antes tinha ganho vários Oscars. Quando estreou em Portugal, na RTP2 perdi os primeiros episódios e decidi ali que um dia mais tarde veria tudo. Que a série tinha recebido rasgados elogios já eu sabia, o que eu não sabia era da sua tamanha genialidade.
Com um humor negro bem aguçado, Six Feet Under trata de temas como a vida, a morte, a homossexualidade, religião, drogas e a maneira como se lida com a morte, sempre presente em todos os episódios. Tudo isto visto com os olhos de uma familia disfuncional que gere uma agencia funerária situada na própria casa.
Após a morte do pai Nathaniel Fisher (Richard Jenkins), os filhos vêm-se obrigados a gerir a funerária. Nate (Peter Krause) regressa a casa após vários anos ausente e muda a sua vida por completo ao aceitar tornar-se sócio do irmão David (Michael C. Hall), que ao longo da 1ª temporada assume a sua homossexualidade. Com eles vivem ainda a mãe Ruth Fisher (Frances Conroy) e a problemática irmã, Claire (Lauren Ambrose). Fazem ainda parte do elenco fixo Brenda (Rachel Griffiths), mulher que Nate conhece no avião de regresso a casa e com que tem uma tórrida relação, Federico (Freddy Rodriguez), empregado na funerária e Keith (Mathew St Patrick), policia e namorado do David.
A série decorre ao longo de 5 temporadas intensas e é daquelas que tem um principio, um meio e um fim, sendo que este é dos melhores finais de séries a que já assisti.
Já estou com saudades da familia Fisher mas certamente um dia voltarei a rever os seus
ups and downs.
Nota: quem ainda não viu a série não deve ver as imagens que se seguem. Trata-se dos últimos minutos desta série que não deixa ninguém indiferente. GENIAL