segunda-feira, 12 de julho de 2010

Prince no Super Bock, Super Rock

Realiza-se já no próximo fim de semana mais uma edição do SBSR, desta vez voltando ao formato de 3 dias e na agradável zona perto da Lagoa de Albufeira/Praia do Meco.

O que não sabia foi o que noticiou um jornal da zona de Sesimbra:

É por isso um privilegio termos por cá o da Persia. Charles, de Inglaterra estava ocupado neste fim de semana, pelo que recusou amavelmente o convite da organização...

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Fantabulástico?

Candidato a melhor filme do ano, isto se a grandiosidade do filme for a mesma da dos trailers e dos posters.


quarta-feira, 7 de julho de 2010

Red Riding

Red Riding é uma trilogia produzida pelo Channel 4 britanico, e é baseada em três dos quatro livros da série Red Riding Quartet, de David Paece.
As três partes, passadas em épocas distintas, baseiam-se em factos reais sobre a perseguição a um assassino conhecido como Estripador de Yorkshire, que durante décadas aterrorizou esta zona da Inglaterra. Cada parte é passada num ano diferente (1974/1980/1983) e cada uma tem um realizador diferente.

Nota: 8/10


segunda-feira, 28 de junho de 2010

My Guilty Pleasures


Jackie Broun, do blogue Cinema JB pediu-me que revelasse alguns dos meus guilty pleasures no que ao cinema diz respeito. De entre aqueles que me deram algum gozo ver mas que não são grandes filmes, estes foram aqueles que me lembrei na altura.

Obrigado pelo convite, Jackie Brown.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Kick-Ass, de Matthew Vaughn


Muito boa adaptação de um comic de Mark Millar e John Romita Jr. Recorde-se que o realizador, Matthew Vaughn já havia adaptado anteriormente um livro de Neil Gaiman, outro autor com ligações aos comics.

Dave Lizewski (Aaron Johnson) é um jovem fanático por heróis de BD com uma vida aborrecida. Um dia decide fazer algo contra a monotonia e tornar-se, ele próprio, um super-herói. Para isso resolve encomendar uma farda apropriada e atirar-se, de corpo e alma, à tarefa de salvar vidas em perigo. De um momento para o outro, de um adolescente que nunca deu nas vistas passa a celebridade e, do meio do nada, surge por toda a cidade uma espécie de epidemia de super-heróis. Mas nem tudo poderia ser perfeito e, se todas as histórias de super-heróis têm um génio do mal, esta não poderia ser excepção: Frank D'Amico (Mark Strong), um perigoso barão da droga. E é quando Dave conhece Big Daddy (Nicolas Cage) e a sua jovem e destemida filha Hit-Girl (Chloe Moretz) que a aventura verdadeiramente se inicia e eles percebem que somente juntos conseguirão derrotar o grande vilão e a sua trupe de bandidos.

Destaque para a excelente banda-sonora, com nomes como Primal Scream, Prodigy ou Danny Elfman e para um belo elenco, com Nicolas Cage e Mark Strong (mais um grande vilão criado por este actor britânico - Sherlock Holmes, Robin Hood, RocknRolla) à cabeça.
Numa altura em que estreia só lixo, é bom apanhar um filme destes.

NOTA: 9/10


quarta-feira, 9 de junho de 2010

Bajo la Sal, de Mario Muñoz


O filme começa com a paisagem desértica de uma salina. Um mar de de sal, numa zona fronteiriça do México, é o local ideal para ocultar um cadáver. Apesar do estado de mumificação em que o cadáver se encontra dá para perceber que se trata de uma das jovens que tem desaparecido nos últimos tempos naquela localidade. Cabe ao comandante Trujillo, enviado da capital, tentar resolver o mistério.

Este filme mexicano é um thriller em todo o seu esplendor, crimes violentos, um policia obcecado em resolver o caso e uma série de suspeitos, qualquer um deles a poder ser o serial-killer.
Levemente baseado no caso das mulheres mortas de Juarez (o caso é referido algumas vezes durante o filme) este é um bom thriller vindo de um país que tem vindo a dar grandes cineastas nos últimos tempos, casos de Gullermo del Toro ou Gonzalez Iñarritu.

NOTA: 8/10


terça-feira, 8 de junho de 2010

Un Prophète, de Jacques Audiard


Malik El Djebena (Tahar Rahim) é condenado a seis anos de prisão. Aos 19 anos, sem saber ler nem escrever, ele parece mais frágil do que na realidade é. Rapidamente se vê enredado nas lutas de gangues, com uma série de "missões" que deverá executar para conquistar a atenção de um dos líderes. Mas Malik é forte e esperto, e rapidamente começa a criar os seus próprios planos…

Grande filme do cinema francês, de Jacques Audiard (realizador de De Tanto Bater o meu Coração Parou) que esteve entre os candidatos ao Oscar de melhor filme estrangeiro, tendo sido uma das surpresas da noite visto que o Oscar acabou por ir para o filme argentino El Secreto de Justificar completamentesus Ojos (tanto este como O Laço Branco são melhores que o filme argentino).

Malik é um anti-herói que tudo faz para se safar dentro da prisão e se possível sair "um pouco mais esperto do que entrou!" Esta é uma das frases da sua primeira vítima, que curiosamente é quem lhe dá as dicas para sobreviver naquele mundo povoado pela máfia corsa, magrebinos, bascos ou marselheses. Um Profeta foi realizado de forma muito realista, com aspectos que vão da simples inocência à mais pura violência.
Destaque ainda para a dupla de actores principais, Tahar Rahim e Niels Arestrup.

NOTA: 9/10


sexta-feira, 4 de junho de 2010

Battlestar Galactica (2003)


Ainda me lembro de quando era teenager ver a série original de Battlestar Galactica. E das batalhas travadas contra os alienígenas Cylons.
Talvez por não ter achado a série original nada de especial, nunca me deu para ver esta nova versão na altura em que dava. Erro grave.
Esta BSG nada tem a ver com a série anterior. Desde logo os cylons foram criados pelos humanos e não por aliens. Humanos esses que os escravizavam o que levou a uma revolta e a uma 1ª guerra entre ambos. Após essa guerra houve um armistício e os cylons desapareceram do mapa... durante 40 anos!
E é aqui que começa a mini-série que antecede a 1ª temporada. Após 40 anos de paz, a Battlestar Galactica, comandada pelo almirante Bill Adama (Edward James Olmos) está prestes a ser desmantelada quando chega a noticia de um inesperado ataque Cylon sobre as 12 colónias humanas, provocando a sua quase total destruição. A Galactica e mais umas quantas naves com o resto dos sobreviventes põe-se em fuga e os seus tripulantes tudo irão fazer para preservar a raça humana.
Além daquela diferença que já citei, esta BSG é muito mais realista e sombria, abordando vários temas com que lidamos na realidade: dramas humanos, racismo, questões politicas, questões religiosas (o velho duelo ciência vs. religião), o uso e abuso do poder, etc. Tudo isto misturado com um excelente elenco e uma magnifica banda sonora, da autoria de Bear McCreary dá uma grande, grande série, que ao longo de 4 temporadas (fora a mini-série e alguns webisódios) me fizeras estar coladinho ao ecrã com vontade de ver um episódio a seguir ao outro.

Como já mostrei, esta série saltou directamente para o meu top 5 das séries preferidas. Mais uma à qual cheguei tarde mas valeu a pena a espera.


The Wolfman, de Joe Johnson


A infância de Lawrence Talbot (Benicio del Toro) terminou na noite da morte da sua mãe. Após deixar a pequena localidade de Blackmoor, passou décadas a tentar recuperar e esquecer o sucedido. Mas quando a noiva do seu irmão, Gwen Conliffe (Emily Blunt), o procura para a ajudar a encontrar o seu amor desaparecido, Talbot regressa a casa para ajudar nas buscas. Descobre, então, que algo de força bruta e sedento de sangue tem vindo a matar os aldeãos e que um desconfiado inspector da Scotland Yard chamado Aberline (Hugo Weaving) foi chamado para investigar o caso. Quando as peças começam a formar o terrível puzzle, Talbot ouve falar de uma maldição antiga que transforma os desesperados em lobisomens aquando da Lua Cheia. Agora, de modo a parar a chacina e proteger a mulher que ele aprendeu a amar, Talbot tem de matar a maligna criatura que se esconde nos bosques que circundam Blackmoor...

Remake de um dos clássicos de terror da Universal, este lobisomem não acrescenta nada à história, nem ao suspense a não ser uma série de efeitos especiais que eram impossíveis nos anos 40.
Del Toro tem pinta de lobo, Anthony Hopkins anda há vários filmes a fazer o mesmo papel, Emily Blunt é um bocado insossa, salva-se Hugo Weaving, com a sua já característica voz, no papel de um destemido agente da Scotland Yard.
A realização ficou a cargo de Joe Johnson, um dos protegidos de Steven Spielberg (realizou alguns episódios de The Young Indiana Jones Chronicles e o 3º Jurassic Park, para além de estar nos efeitos especiais de Star Wars - The Empire Strikes Back e The Return of the Jedi e Raiders of Lost Ark.

NOTA: 6/10

Trailer

segunda-feira, 31 de maio de 2010

R.I.P. Dennis Hopper


Ainda novinho, participou ao lado de James Dean em Rebel Without a Cause. Já nos anos 60 realizou e protagonizou um dos filmes míticos dessa década, Easy Rider. Nos anos 70 foi o louco fotógrafo de Apocalypse Now para na década seguinte ser um dos meus vilões de eleição em Blue Velvet, de David Lynch. Estes três filmes marcariam a carreira de um grande actor que tanto teve de génio como de louco, como algumas personagens que interpretou.




sexta-feira, 21 de maio de 2010

El Secreto de sus Ojos, de Juan José Campanella


1999, Benjamin Esposito, um oficial de justiça recentemente aposentado, começa a escrever um romance policial sobre um caso que o próprio investigou em 1974.
Ao regressar ao passado ele vai questionar a forma como a investigação foi feita na altura e tentar ao mesmo tempo encontrar as respostas que ficaram por resolver de um crime que mexeu com a vida de várias personagens e que, passados tantos anos ainda pode vir a mexer.

Este foi um dos filmes que causou surpresa na ultima cerimónia dos Oscars ao arrecadar a estatueta de Melhor Filme Estrangeiro, batendo os favoritos O Laço Branco, de M. Haneke e Um Profeta, de Jacques Audiard.
O argumento, do próprio realizador é adaptado da obra de Eduardo Sacheri e tem todos os condimentos que uma obra deste género deve ter: suspense, romance, mistério, humor...
Destaque ainda para a interpretação de um dos principais actores argentinos, Ricardo Darín, no papel de Benjamín.

NOTA: 8/10


terça-feira, 18 de maio de 2010

30 anos sem Ian Curtis


Ian Curtis decidiu deixar-nos há 30 anos atrás, em mais um dos seus momentos de descontrolo. 30 anos depois e a música não o esquece, e em 2010 são inúmeras as bandas que continuam a inspirar-se nos sons dos Joy Division. Interpol, Bloc Party, Editors, The National são alguns exemplos de bandas que vão beber à fonte de Ian Curtis, continuando a eternizar o som criado por ele, Peter Hook, Bernard Sumner e Stephen Morris.

Hoje em Manchester há homenagem. Na Factory. Com Peter Hook, baixista dos Joy Division e dos New Order a tocar na integra o álbum Unknown Pleasures.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Robin Hood, de Ridley Scott


Ridley Scott e Russel Crowe criaram uma boa dinâmica de trabalho, por isso não é de estranhar que esta seja a quinta colaboração entre ambos (Gladiador, A Good Year, American Gangster e Body of Lies foram as anteriores).
Nesta nova abordagem às aventuras do "bom ladrão", acompanhamos um Robin Longstride antes mesmo de ser Hood.
Inglaterra, século XIII. Robin Longstride (Russell Crowe) toda a sua vida prestou serviço leal ao rei Richard I, de cognome Coração de Leão, mas hoje, após a morte do grande soberano, o país atravessa uma grave crise nas mãos do Príncipe John (Oscar Isaac). Após a morte de Sir Robert Loxley, Robin toma o lugar deste a pedido de seu pai, Walter Loxley (Max Von Sydow) na cidade de Nottingham.
Com a ajuda dos seus amigos, Little John, Friar Tuck e da viúva de sir Robert, Marion Loxley (Cate Blanchet), Robin vai tentar impedir que o vilão Godfrey (Mark Strong) consiga que os franceses conquistem Inglaterra.

Se se disser que este filme é uma prequela às histórias já várias vezes levadas ao cinema não andariamos longe da verdade, pois o filme acaba exactamente com o exílio de Robin na floresta de Nottingham e a criação do mito Robin Hood.
A forma de Ridley Scott mantém-se do principio ao fim, com uma direcção competente e momentos de entretenimento, adrenalina e humor, qb e o filme conta ainda com um elenco muito bom, com Crowe à cabeça mas outros nomes de alto gabarito como Max Von Sydow, Cate Blanchet, Mark Strong, William Hurt, Danny Huston ou Kevin Durand.

NOTA: 8/10


quinta-feira, 6 de maio de 2010

The National - High Violet


Senhoras e senhores, eis um grande disco.
Para quem não acreditava que os The National pudessem fazer melhor do que aquilo que já fizeram até aqui, eis que surge High Violet. É fabuloso. E eu que já o ouvi afirmo que é o melhor da banda até agora.
Terrible Love é logo a primeira música do disco e mostra logo ao que vêm. Estou rendido...
Em Julho temo-los cá... no Meco... ao pé de mim... Lá estarei...


sábado, 1 de maio de 2010

Novelos da Paixão

E cá estou eu de volta à melhor banda tuga, os Mão Morta para apresentar o 1º tema do albúm Pesadelo em Peluche a ter videoclip, Novelos da Paixão: