quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
2012, de Rolland Emmerich

Os Maias, uma das mais fascinantes civilizações de todos os tempos, deixaram uma profecia para o século XXI: no ano de 2012, todo o planeta entrará em colapso e sucessivos eventos irão convergir na destruição total da Humanidade.
Uma equipa de astrólogos, geofísicos e numerologistas resolve investigar a fundo o significado deste mito ancestral. E os cientistas chegam à assustadora conclusão que todos os cálculos são exactos e que e extinção da Humanidade está escrita há vários séculos. Quando as placas tectónicas começam a deslizar provocando múltiplas réplicas sísmicas em Los Angeles, instalando o caos e a destruição, Jackson Curtis (John Cusack) e toda a sua família começam uma viagem desesperada para impedirem a catástrofe prevista pelas antigas civilizações. Mas nem todos poderão ser salvos...
Mais um "thriller" apocalíptico de Roland Emmerich, depois de "O Dia Depois de Amanhã", "O Dia da Independência" e "10.000 AC".
Já era altura de prender este senhor por terrorismo cinematográfico!!!
NOTA: 4/10
Uma equipa de astrólogos, geofísicos e numerologistas resolve investigar a fundo o significado deste mito ancestral. E os cientistas chegam à assustadora conclusão que todos os cálculos são exactos e que e extinção da Humanidade está escrita há vários séculos. Quando as placas tectónicas começam a deslizar provocando múltiplas réplicas sísmicas em Los Angeles, instalando o caos e a destruição, Jackson Curtis (John Cusack) e toda a sua família começam uma viagem desesperada para impedirem a catástrofe prevista pelas antigas civilizações. Mas nem todos poderão ser salvos...
Mais um "thriller" apocalíptico de Roland Emmerich, depois de "O Dia Depois de Amanhã", "O Dia da Independência" e "10.000 AC".
Já era altura de prender este senhor por terrorismo cinematográfico!!!
NOTA: 4/10
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Àgora, de Alejandro Aménabar

Àgora é uma arrojada e ambiciosa produção, realizada pelo espanhol Alejandro Aménabar. Ainda por cima é um filme que me diz muito porque mostra a Biblioteca de Alexandria, como era no séc. IV.
No ano 391 DC, o cristianismo começava a espalhar-se por todo o lado, o que acontece também em Alexandria, destruindo símbolos e documentação de quem não pensava como eles (o que faz lembrar os talibãs ou o nazismo, para dar exemplos mais recentes).
No meio destes conflitos encontramos Hipatia (Rachel Weisz), uma astrónoma e filósofa brilhante que tenta salvar anos e anos de sabedoria aquando do saque da biblioteca. Com ela estão os dois jovens que disputam o seu coração, Orestes (Oscar Isaac), um seu aluno e Davus(Max Minghella - filho do malogrado realizador), o seu fiel escravo, amante da ciência mas em busca da liberdade.
O arrojo de Amenabar é de saudar, as imagens da Alexandria daquele tempo são bem conseguidas, com o seu farol (uma das 7 Maravilhas do Mundo Antigo) e a sua biblioteca, num filme que é também um ensaio sobre a intolerância e o conhecimento e o eterno conflito "Religião vs. Ciência".
NOTA: 8/10
No ano 391 DC, o cristianismo começava a espalhar-se por todo o lado, o que acontece também em Alexandria, destruindo símbolos e documentação de quem não pensava como eles (o que faz lembrar os talibãs ou o nazismo, para dar exemplos mais recentes).
No meio destes conflitos encontramos Hipatia (Rachel Weisz), uma astrónoma e filósofa brilhante que tenta salvar anos e anos de sabedoria aquando do saque da biblioteca. Com ela estão os dois jovens que disputam o seu coração, Orestes (Oscar Isaac), um seu aluno e Davus(Max Minghella - filho do malogrado realizador), o seu fiel escravo, amante da ciência mas em busca da liberdade.
O arrojo de Amenabar é de saudar, as imagens da Alexandria daquele tempo são bem conseguidas, com o seu farol (uma das 7 Maravilhas do Mundo Antigo) e a sua biblioteca, num filme que é também um ensaio sobre a intolerância e o conhecimento e o eterno conflito "Religião vs. Ciência".
NOTA: 8/10
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Surrogates, de Jonathan Moscow

Num futuro próximo o mundo ficou transformado num enorme parque virtual com todas as pessoas substituídas por "Surrogates", andróides controlados por computador por uma humanidade que vive fechada em casa, evitando crimes, acidentes, doenças, etc. Neste mundo toda a gente é bela e apenas escassas ilhas de humanos o percorrem, humanos esses liderados por um Profeta (Ving Rhames).
Tudo é muito bonito neste mundo virtual até ao momento em que surge uma arma que anda a matar simultaneamente os "Surrogates" e o humano que o controla, o que faz com que um agente do FBI (Bruce Willis) largue o seu "substituto" e vá ele próprio para as ruas tentar resolver o mistério...
Mais um filme que aborda a velha questão humanos/máquinas a fazer lembrar outros, como "À Beira do Fim", de Richard Fleicher; "Blade Runner", de Ridley Scott ou "Eu, Robot", de Alex Proyas.
O elogio que se pode fazer a este filme do realizador do 3º Terminator é que vai direito ao assunto, o filme não é muito extenso o que é positivo para o caso.
Um dos tais filmes que se vê bem quando não há um GRANDE filme para ver.
NOTA: 6/10
Tudo é muito bonito neste mundo virtual até ao momento em que surge uma arma que anda a matar simultaneamente os "Surrogates" e o humano que o controla, o que faz com que um agente do FBI (Bruce Willis) largue o seu "substituto" e vá ele próprio para as ruas tentar resolver o mistério...
Mais um filme que aborda a velha questão humanos/máquinas a fazer lembrar outros, como "À Beira do Fim", de Richard Fleicher; "Blade Runner", de Ridley Scott ou "Eu, Robot", de Alex Proyas.
O elogio que se pode fazer a este filme do realizador do 3º Terminator é que vai direito ao assunto, o filme não é muito extenso o que é positivo para o caso.
Um dos tais filmes que se vê bem quando não há um GRANDE filme para ver.
NOTA: 6/10
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
choque
Dois dias depois ainda estou em choque com o final da 4ª temporada de Dexter. Completamente inesperado este twist final que muda tudo a partir daqui... ou será que não?Dexter foi das melhores coisas que se fizeram na década que agora termina e esta 4ª temporada é das melhores, senão mesmo a melhor.
O meu serial killer preferido estará de volta em Setembro de 2010...
Época natalicia
Inception
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