terça-feira, 1 de abril de 2008

Into the Wild, de Sean Penn

Recentemente saído da Universidade, com um brilhante futuro à sua frente, Christopher McCandless (Emile Hirsh), um jovem de 22 anos, opta por prescindir da sua vida privilegiada e partir em busca de aventura. O que lhe acontece durante este percurso transforma este jovem vagabundo num símbolo de resistência para inúmeras pessoas.
Era Christopher McCandless um aventureiro heróico ou um idealista ingénuo, uma pessoa que tudo arriscava ou uma trágica figura que lutava com o precário balanço entre homem e natureza?

O filme é baseado no livro de Jon Krakauer que por sua vez relata a verdadeira jornada de McCandless a partir de notas deixadas pelo próprio.

Grande filme realizado por Sean Penn, com planos de rara beleza e excelentes interpretações (principalmente de Emile Hirsh que já havia surpreendido em Alpha Dog) e com uma excelente banda sonora de Eddie Vedder.

NOTA: 9/10


sábado, 29 de março de 2008

sexta-feira, 28 de março de 2008

Quem te avisa teu amigo é*...


"A Amy Winehouse não dura muito, se não se puser fina"

Kieth Richards


* ou então está com medo que gastes tudo!!!

quinta-feira, 27 de março de 2008

I'm not there, de Todd Haynes

Bob Dylan (aqui interpretado por 6 actores diferentes - Christian Bale / Cate Blanchett / Heath Ledger / Marcus Carl Franklin / Richard Gere / Ben Whishaw), ícone musical, poeta e porta-voz de uma geração. Sempre viveu em constante mutação ao longo da vida, especialmente durante os anos 60/70.
Musicalmente, fisicamente, psicologicamente, as alterações da sua personagem pública dialogaram com acontecimentos sociais e ocasionaram múltiplas repercussões culturais. De jovem trovador a profeta folk, de poeta moderno a roqueiro, de ícone da contra-cultura a cristão renascido, de cowboy solitário a popstar.

Uma curiosa visão por Todd Haynes desse autentico mito vivo que é Dylan. I'm not there tem excelentes trabalhos quer de realização quer dos actores, sobressaindo neste caso Cate Blanchett com o seu Jude Quinn. Tem ainda a particularidade de ter sido um dos ultimos papeis de Heath Ledger, que provava aqui que os desempenhos em Monster's Ball e Brokeback Mountain não foram obra do acaso.

NOTA: 8/10


The Mist, de Frank Darabont

A Premissa:
Depois de uma terrível tempestade que provocou cortes de electricidade e quedas de árvores, David resolveu ir à cidade buscar mantimentos, com o pequeno filho Billy. Mas acaba por ficar fechado com um grupo de outros habitantes da cidade na mercearia local por causa de uma estranha neblina que se abateu no exterior. David é o primeiro a perceber que há coisas escondidas na neblina... coisas horríveis, mortíferas... criaturas que não são deste mundo. A sobrevivência do grupo, entre os quais está o gerente, uma professora da escola, uma fanática religiosa e um vizinho mal amado, depende da união entre todos. Mas será isso possível devido à natureza humana? À medida que a razão se perde, face ao medo e ao pânico, David começa a duvidar sobre o que o aterroriza mais: os monstros na neblina - ou os que estão no interior da loja, a raça humana, as pessoas que até agora foram os seus amigos e vizinhos?

Mais uma adaptação de um conto de Stephen King por parte de Frank Darabont (Os Condenados de Shawshank e The Green Mile, foram os outros), desta vez aliando o terror ao fantástico. E mais uma vez Darabont não nos desaponta dá-nos 2 horas de suspense e terror puro.

Aguarda-se agora com expectativa a sua adaptação do romance de Ray Bradbury Fahrenheit 451 (já adaptado anteriormente pelo grande François Truffaut).

NOTA: 9/10

Trailer:

segunda-feira, 24 de março de 2008

The Kite Runner, Marc Forster

A PREMISSA: Cabul, Afeganistão, em 1978, antes dos Russos, dos Talibã, dos Americanos e da anarquia. Amir junta-se aos inúmeros rapazes que enchem o céu de papagaios que por vezes dançam sobre os telhados na sua luta de tentarem cortar as linhas dos outros papagaios. O amigo de Amir é Hassan, o filho de Ali, um criado de longa data da família, que está com eles há anos e que é como se fizesse parte da família.

Hassan é o melhor corredor de papagaios da vizinhança, anunciando correctamente quando é que um papagaio cai por terra, e indo esperá-lo ao local exacto para o agarrar. Mas há um rufia na vizinhança que tem ciúmes de Amir e do seu papagaio, dos seus dotes, e do seu corredor de papagaios. Num dia que irá transformar a vida de muitos, ele e o seu bando perseguem Hassan...

Marc Forster continua-me a surpreender. Ele que ultimamente só tem realizado bons filmes. É por isso com enorme expectativa que espero o próximo Bond, Quantum of Solace.

NOTA: 9/10

Trailer:

vindos das profundezas...

O novo disco dos Bauhaus, soa mais a um bom disco do Peter Murphy com os outros 3 a tocar, do que outra coisa.



Voltem lá então para as profundezas....

quinta-feira, 20 de março de 2008

The Hunting Party, de Richard Shepard


O repórter de televisão Simon Hunt (Richard Gere) e o operador de câmara Duck (Terrence Howard) trabalharam nas zonas de guerra mais quentes do mundo: passaram pela Bósnia, Iraque e Somália. Juntos, esquivaram-se a balas e coleccionaram prémios. Mas, durante uma transmissão ao vivo na Bósnia, Simon tem um problema em directo. Depois desse acidente, Duck é promovido e Simon simplesmente desaparece.
Cinco anos mais tarde, Duck regressa a Sarajevo com um repórter novo, Benjamin, para cobrir o quinto aniversário do fim da guerra. Simon reaparece então com a promessa de um exclusivo mundial, convencendo Duck que conhece o paradeiro do mais procurado criminoso de guerra. Simon, Duck e Benjamin embarcam então numa perigosa missão em território hostil. É o furo jornalístico de uma vida, mas será que regressarão com vida para o contar?

Do mesmo realizador de Matador


A NOTA: 8/10

O trailer:


PS. O título em português (Na Sombra do Caçador) levou algumas pessoas às salas de cinema pensando que era a obra prima de Charles Laughton. Coincidências. Foi por acaso que vi os dois filmes na mesma semana.

quarta-feira, 19 de março de 2008

A Sombra do Caçador, de Charles Laughton


Lembro-me de ver A Sombra do Caçador numa reposição no cinema Ávila, em Lisboa, algures nos finais dos anos 90. Sai da sala completamente extasiado com o que acabara de ver.

A Sombra do Caçador (The Night of th Hunter, no original) foi o unico filme realizado pelo actor Charles Laughton (Pousada da Jamaica e Spartacus, são dois dos filmes mais conhecidos que protagonizou).
E logo uma obra prima.
Uma mistura de filme de terror com conto de fadas, com o magnifico Robert Michum no papel de uma espécie de barba azul, um pastor religioso e ao mesmo tempo assassino das mulheres que vai casando.
O filme tem cenas memoráveis e foi inclusive alvo de estudo através de um livro.


Este é um dos filmes que um amante de cinema jamais deverá perder.

NOTA: 10/10

terça-feira, 18 de março de 2008

Anthony Minghella, 1954-2008

Realizador, argumentista, homem do teatro, faleceu ontem Anthony Minghella, aos 54 anos.
Talvez o seu trabalho mais conhecido fosse O Paciente Inglês, com o qual ganhou o Oscar para melhor realizador, tendo o filme arrecadado mais 8 estatuetas douradas. Realizou ainda O Talentoso Mr. Ripley, Cold Mountain e mais recentemente Assalto e Intromissão.

Para sempre ficam imagens como estas:

quarta-feira, 12 de março de 2008

Jumper, de Doug Liman

Sinopse:
David Rice parece um jovem como todos os outros, mas não é. David pode tomar o pequeno-almoço nas pirâmides do Nilo e segundos depois estar a fazer surf na Austrália. Impossível? Não para um "jumper", alguém a quem uma anomalia genética transmitiu um dos poderes mais cobiçados de sempre: o teletransporte. David pode teletransportar-se para qualquer parte do mundo, ver vinte vezes o pôr-do-sol ou em segundos roubar milhões de dólares.
Mas David, ao contrário do que pensa, não está sozinho e não é o único a ter este poder. A longa linhagem de "Jumpers" é acompanhada por uma agência secreta, os Paladinos, que têm como missão eliminar David e os seus semelhantes para os impedir de usar os seus poderes para praticar o mal. Perseguido por todo o globo, David descobre passo a passo a surpreendente verdade sobre o seu passado e a sua família.

May the force be with you Hayden...

Nota: 7/10

o poster oficial

terça-feira, 11 de março de 2008

uma ida ao sótão #1

O concerto dos Cure fez-me entrar na máquina do tempo!
Decidi por isso ir ao sótão em busca de tesouros perdidos... e a primeira coisa que descobri foi esta.
Por acaso também cá está o Robert Smith...

Melt! - Siouxsie and the Banshees (1983)

segunda-feira, 10 de março de 2008

e lá fui eu outra vez...

Já lá vai o tempo em que os Cure eram a minha banda preferida. Tinha os discos todos, sabia a maior parte das letras, vestia-me de preto, tinha uns ténis (bota) à Robert Smith e só não usava o cabelo como ele porque senão não entrava em casa (o cabelo à Morrisey era mais aceitavel).

Os meus discos preferidos eram (e continuam a ser) os primeiros 4, Three Imaginary Boys, Seventeen Seconds, Faith e Pornography. Foi por isto que em 1989 lá fui eu ver um grande concerto, de 3 horas a Alvalade.

Passados 19 anos desse mitico concerto lá fui eu, novamente ver a banda de Robert Smith. A tusa já não é a mesma mas o gosto por a maior parte das musicas mantém-se, e o que posso dizer é que deram um belissimo concerto (novamente 3 horitas - aqui o dinheiro é bem empregue), com 37 musicas a maior parte das quais as velhinhas que fizerem vibrar o Pavilhão Atlântico.

Os Cure (agora são 4) têm 32 anos de carreira, estão mais velhinhos mas continuam em grande forma.

Alinhamento:

Plainsong
Prayers For The Rain
A Strange Day
Alt.End
The Blood
The End of the World
Love Song
A Boy I Never Knew
Pictures of You
Lullaby
From The Edge of The Deep Green Sea
Kyoto Song
Please Project
The Walk
Push
Friday I'm In Love
In Between Days
Just Like Heaven
Primary
Never Enough
Wrong Number
One Hundred Years
Disintegration

ENCORE 1
At Night
M
Play For Today
A Forest

ENCORE 2
Lovecats
Let's Go To Bed
Freak Show
Close To Me
Why Can't I Be You

ENCORE 3
Boys Don't Cry
Jumping Someone Else's Train
Grinding Halt
10.15 Saturday Night
Killing An Arab

E esta continua a ser uma das minhas preferidas:

sexta-feira, 7 de março de 2008

Klaxons

Foi das melhores coisas que apareceram o ano passado.
Estiveram no Super Bock Super Rock e deram um grande concerto.

Este é umas das grandes músicas (até os Clã já fizeram uma versão):

terça-feira, 4 de março de 2008

Haverá Sangue, de PT Anderson


Haverá Sangue, de PT Anderson é uma experiência cinematográfica fora do normal. Cinco anos depois do seu ultimo filme (Punch-Drunk Love), o realizador de Boogie Nights e Magnolia ainda pode ser durante este período assistente de realização de um dos seus mestres, Robert Altman no seu ultimo, filme Bastidores da Rádio.
Haverá Sangue (There Will Be Blood, no original - baseado livremento no romance Oil de Upton Sinclair) é um épico sobre um prospector de petróleo, Daniel Plainview (Daniel Day Lewis), um homem ambicioso e sem escrúpulos disposto a tudo para conseguir o que quer.
Começa com ele à procura de ouro e prata para depois se virar para o sangue da terra.
Os primeiros 20 minutos de filme sem qualquer diálogo, apenas ao som da magnifica banda sonora e o final são dignos exemplos desta magnifica experiência cinematográfica. Mas o que move grande parte do filme é o confronto entre Palinview e o jovem pregador Eli Sunday que se aproveita da exploração petrolífera das suas terras.

Estou habituado a ver grandes interpretação a Day Lewis (O Meu Pé Esquerdo, Em Nome do Pai, Gangs de Nova Iorque) mas esta é completamente fora de série e o Oscar que acabou por ganhar é mais que justo. Paul Dano, no papel do jovem pregador (ou pecador?) que vai tirando o demónio do corpo das pessoas, tem também um registo impressionante. Ele que já havia estado muito bem em Little Miss Sunshine.

Espero que não tenhamos de esperar mais 5 anos para voltar a rever um filme do grande Paul Thomas. Mas se for da qualidade deste a espera vale a pena.

Nota final para a magnifica banda sonora de Jonny Greenwood (guitarrista dos Radiohead). É raro sentir que uma banda sonora encaixa na perfeição no filme. Acontece isso com esta.

NOTA: 10/10

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

O filme

O ultimo filme dos Coen, que acabou de conquistar os principais Oscar é daqueles filmes, devido aos quais eu gosto tanto de Cinema.

Depois de uma derivações na sua magnifica obra, com filmes não tão bons como aqueles a que eles nos abituaram, os Coen voltam ao negrume das seus melhores trabalhos (Blood Simple, Histórias de Gangsters ou Fargo, por ex.) com esta história que adapta o excelente livro de Cormac McCarthy sobre a ganância de um homem, Llewelyn Moss que acha uma mala cheia de dinheiro e tudo fará para ficar com ela, mesmo que isso crie uma reacção em cadeia de pura violência (magnifica o diálogo com a mulher em que ele, em género de despedida diz: - Tell my mother I love her! - But your mother is dead! - Well... Then I tell her myself...).
Claro que o dinheiro pertence a alguém que o quer reaver e para o resgatar está o pior (e melhor também) vilão desde Hannibal Lecter. O seu nome é Anton Chigurh, numa assombrosa interpretação de nuestro hermano Javier Bardem.
O filme fala também do desencanto de já não se ter idade para certas coisas e de a América já não ser um país para os Old Timers aqui bem personificados pela figura do idoso e desiludido Xerife Bell (um excelente Tommy Lee Jones).

Saúdo este regresso dos Coen à boa forma e fiquei contentíssimo com os Oscars conquistados.
Um filme a rever obrigatoriamente.

Que os Coen não se desviem muito nos próximos filmes pois este é o seu caminho.

NOTA 10/10

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

And the Oscar went to....

Os Irmãos Coen foram os grandes vencedores da noite.
Venceram os Oscars para Melhor Filme, Melhor Realizador e Melhor Argumento Adaptado.
Javier Bardem foi o melhor Actor Secundário pela sua estonteante representação no filme dos Coen.
Merecidos foram também os Oscars para Daniel Day Lewis (Melhor Actor), Juno (Argumento Original), numa cerimónia brilhantemente apresentada por Jon Stewart.

Todos os vencedores estão aqui.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

vampiresco

Nos últimos dias, nos 45 minutos que levo até ao emprego, ligo o mp3 com isto lá dentro. Fecho os olhos, fecho a "loja" e deixo-me embalar.

HA, chama-se Vampire Weekend e soam assim:

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

bad motherfucker

Stalonne recentemente "ressuscitou" dois icons dos anos 80. Depois de Rocky Balboa trouxe-nos o Rambo IV.

John Rambo, esse personagem mítico que apareceu pela primeira vez naquele que para alguns é já um filme de culto, First Blood (1982). Teve depois duas sequelas, a primeira deu um bom jogo para o Spectrum(Firts Blood - part II), a segunda onde o heróis fazia amizade com os taliban (Rambo III).

Vários anos depois eis que o bom do John volta à selva e não tem dó nem piedade pelos inimigos que lhe aparecem à frente e se o filme durasse mais uma hora hoje a Birmânia teria um governo eleito democraticamente.

Resumindo: de quatro filmes aproveita-se o primeiro e o último!

NOTA: 7/10

sábado, 16 de fevereiro de 2008

I'm lost



O 3º episódio da 4ª temporada gira em torno de uma das minhas personagens preferidas: Sahid.

E depois deste episódio estou tão perdido quando eles...

DJ Thom


O "cabeça de rádio" Thom York virou DJ. Foi na rádio pública dos EUA, NPR, no programa All Songs Considered, com apresentação de Bob Boilen.
Modeselektor e Liars andaram por lá... Entre outros!

Vale a pena ouvir

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Séries em grande


Lost está de regresso e já vai em dois grandes episódios. Só posso dizer que os tipos estão cada vez mais perdidos!!!



Terminator: The Sarah Connor Chronicles é uma nova série da Fox.
A acção começa precisamente onde acaba o Terminator 2 e pelos episódios que já vi é bem melhor que aquela coisa que fizeram.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

In the Valley of Elah, de Paul Haggis


In the Valley of Elah é realizado por Paul Haggis, o realizador do premiado Crash e argumentista de Million Dollar Baby, As Bandeiras dos Nossos Pais e Cartas de Iwo Jima, todos para Clint Eastwood. Escreveu também os argumentos do ultimo (Casino Royale) e do próximo Bond (Quantum of Solace).

Neste seu novo filme traz as feridas da guerra do Iraque, já por muitos considerada como o 2º Vietname.
Depois de regressar do Iraque, Mike Deerfield (Jonathan Tucker) desaparece e é considerado desertor. Quando Hank (Tommy Lee Jones, num surpreendente desempenho), um veterano, e a sua mulher Joan (Susan Sarandon) recebem o telefonema com a trágica notícia do desaparecimento do filho, o pai resolve procurá-lo. A detective Emily Sanders (Charlize Theron) ajuda-o na investigação, mas à medida que o mistério se revela e Hank descobre pormenores sobre a missão do filho no Iraque, tudo aquilo em que acreditava é posto em causa. Mais que a odisseia de um homem, este é o retrato de uma América solitária revista num homem só, perdido no seu próprio país.

NOTA: 9/10


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Roy Scheider, 1932-2008

Faleceu Domingo passado o actor Roy Scheider aos 75 anos. Talvez o papel que venha mais à memória das pessoas seja o de chefe da policia de Amity em Tubarão, de Steven Spielberg.
Antes disse já tinha feito Os Incorruptiveis Contra a Droga, outro dos seus desempenhos mais marcantes.

Teve duas nomeações aos Oscar em All That Jazz e Os Incorruptiveis Contra a Droga

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Colectâneas

As colectâneas são muito giras e tal quando queremos ouvir aquelas musicas das quais gostamos.
A porra é quando os gajos que escolhem as musicas para as colectâneas não têm o mesmo gosto que nós.

Às vezes falta lá a tal musica.

Na recente colectânea dos Eels acontece precisamente isso.
O gajo que fez a escolha devia levar umas chibatadas por ter ignorado isto:

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

O Assassínio de Jesse James pelo cobarde Robert Ford, de Andrew Dominik


Baseado num romance de Ron Hansen, «O Assassínio de Jesse James Pelo Cobarde Robert Ford» relata as vidas particulares do mais notório bandido da América e do seu improvável assassino, oferecendo uma nova perspectiva da lenda e aflorando o que transpirou relativamente aos meses que antecederam o tiroteio.

Excelente realização de Andrew Dominik (que havia sido assistente de realização de Terrence Malick em The New World), excelente fotografia de Roger Deakins e grandes interpretações, principalmente do cada vez melhor Casey Afleck.

Deakins e Afleck estão nomeados aos Oscar nas respectivas categorias.

NOTA: 9/10


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Quem canta seus males espanta...

Quando disse que não era grande fã de musicais não disse que não gostava. Logo eu que sou grande apreciador de boa musica (modéstia à parte)!
Há aliás musicais que me enchem as medidas:





Repare-se que no meio destes musicais há filmes de animação e que também, comntando com Sweeney Todd (que já vi uma 2ª vez), Tim Burton está três vezes representado. O que mostra que não era maçarico nestas andanças.

* a ordem não tem qualquer relevancia.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Sweeney Mãos de Navalha


Sou fã de Tim Burton, sou fã de Johnny Depp.
Não sou grande fã de musicais, às vezes vou vê-los com reticencias e no fim tenho de dar o braço a torcer devido ao nível do mesmo.
Mas senhoras e senhores, isto não é um musical qualquer, isto é algo completamente à parte. Nunca vou para um filme do Burton a achar que não vou gostar, vou sempre à espera de algo grandioso e este é mais um caso.

Grande filme, grande realização, grande Johnny Depp, grandes secundários, grandes navalhadas (depois de o ver com tesouras e agora com navalhas, tenho de concluir que o homem é um artista)... e se já há uns tempos que corto o cabelo em casa agora tenho mais uma razão para jamais me sentar numa cadeira de barbeiro.
É que senhoras e senhores, meninas e meninos, nunca se sabe se o barbeiro ai da rua não será o próximo Sweeney Todd.

Aviso: Este filme é proibido a menores de 16 anos e a membros da ASAE!

NOTA: 10/10

Trailer

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Lindo



Surge isto pois sairam agora duas colectâneas dos Eels. Uma em género de best of (Meet the Eels) e outra com raridades, lados B e musicas de bandas sonoras (Useless Trinkets).


True Romance, de Tony Scott


True Romance é um filme realizado por Tony Scott e escrito por Quentin Tarantino.
Estreou antes de Pulp Fiction e nota-te o toque de génio do mestre.

Clarence (Christian Slater) conhcece Alabama (Patricia Arquete) e logo se apaixonam e casam.
Até aqui tudo muito bonito, mas Clarence resolve ir atrás do ex-chulo dela (Gary Oldman) e acaba por roubar acidentalmente uma mala cheia de cocaina.
Obviamente que o ex-chulo tinha patrões que agora querem reaver a droga...

Excelente filme de acção, com algumas cenas miticas e com um leque de grandes secundários (Dennis Hopper, Christopher Walken, Brad Pitt, James Gandolfini, Samuel L. Jackson, Val Kilmer...)

Tarantino deixava aqui um aperitivo para o que se seguiria e aqui tomaríamos conhecimento com Sonny Chiba, muito citado noutros filmes dele.

NOTA: 9/10


quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

why so serious?





quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Choque

Heath Ledger (1979-2008)
Foi encontrado morto no seu apartamento o actor de Brokeback Mountain.
Convém relembrar que era já uma certeza no mundo do cinema, como prova a nomeação ao Oscar pelo filme de Ang Lee e o seu recente Joker em The Dark Knight.
De Ledger ficam alguns filmes imperdiveis: Monster's Ball (2001); Ned Kelly (2003); The Brothers Grimm (2005); Brokeback Mountain(2005); Casanova (2005); I'm not There (2007) e The Dark Knight (2008).


Actualmente encontrava-se a filmar com o amigo Terry Gilliam (com quem tinha feito The Brothers Grimm), o filme The Imaginarium of Doctor Parnassus.


E eu que começava a ser fã dele...

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

The Goonies

Filme de 1985 realizado por Richard Donner mas com mãozinha de Steven Spielberg.
Mesmo passados 23 anos, este continua a ser um grande filme de aventuras.
A interpreta-lo temos alguns jovens conhecidos na altura, uns tiveram sucesso, outros nem por isso. Sean Astin foi o Sam em O Senhor dos Aneis e Josh Brolin está a relançar a carreira tendo participado recentemente em filmes como American Gangster e No Country for old Men, e parece que vai fazer de George W. Bush no novo filme de Oliver Stone, sobre o actual presidente americano. Jonathan Ke Quan não fez muitos filmes mas ficou conhecido por ter ajudado Indiana Jones a encontrar o Templo Perdido.

NOTA: 9/10

ainda Brad Renfro

Apenas para recordar dois momentos de alta representação:

Apt Pupil


The Client

sábado, 19 de janeiro de 2008

Atonement, de Joe Wright


No dia mais quente do Verão de 1935, Briony Tallis (Saoirse Ronan), na altura com 13 anos, vê a irmã mais velha, Cecília (Keira Knightley) e Robbie Turner (James McAvoy), o filho do caseiro e amigo de infância, em várias situações de grande tensão sexual e a sua visão distorcida da realidade levam-na a acusar Robbie de um crime que acontece nessa noite. Longe estava ela de imaginar que essa acusação iria mudar a vida de todos.

Mais tarde, durante a II Guerra, Cecília e Robbie tentam sobreviver a um passado envenenado, enquanto Briony, já adulta, tenta remendar o mal que cometeu.

Baseado no romance do escritor britânico Ian McEwan e realizado por Joe Wright (o mesmo de Orgulho e Preconceito) que tem uma excelente direcção neste filme. As interpretações são muito boas, a fotografia é excelente e ainda tem uma banda sonora do melhor que se tem ouvido ultimamente.

Expiação é desde já o primeiro grande filme estreado em Portugal em 2008, vencedor recentemente do Golden Globe para melhor filme.

NOTA: 9/10


sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Yacht


James Murphy, dos LCD Soundsystem e Devendra Banhart são fãs. E eu por este andar também vou ficar...


quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Carnivàle


Numa época de titânicas tempestades de areia, terríveis pragas, secas e pestes - sinais incontestáveis da ira divina e prenúncios do Apocalipse - está para começar o derradeiro conflito entre o Bem e o Mal. Uma batalha que será travada no coração do império chamado América, no choque entre Ben Hawkins (Nick Stahl), um jovem curandeiro que viaja com um circo itinerante, e uma fanática congregação de cristãos evangélicos dirigidos pelo Irmão Justin Crowe (Clancy Brown). E quando terminar, a humanidade irá substituir para sempre o mágico pelo racional.

É esta a premissa deste excelente série que me chegou agora ás mãos em DVD. Cá em Portugal passou na SIC Radical.
Cheira a David Lynch...

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Brad Renfro (1982-2008)

Com apenas 12 anos entrou no filme O Cliente, às ordens de Joel Schumacher.



Outros filmes emblemáticos deste jovem e promissor actor foram Sleepers (fazia o rapaz desempenhado por Brad Pitt na idade adulta), o excelente Apt Pupil, de Bryan Singer, Bully, Ghost World ou The Jacket.


De momento estava a filmar The Informers às ordens de Gregor Jordan, baseado na obra de Bret Easton Ellis, com Winona Ryder, Mickey Rourke, Billy Bob Thornton e Kim Basinger.


Tinha problemas com drogas e álcool. Foi encontrado morto na sua casa em Los Angeles.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Golden Globe Awards


Como deve ser do conhecimento de todos, a cerimonia deste ano foi cancelada devido à greve dos argumentistas.
Houve sim uma conferência de imprensa, de cerca de 31 minutos para anunciar os vencedores.

Atonement (Drama) e Sweeney Todd (Comédia/Musical) foram os melhores filmes para a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood.

Daniel Day Lewis melhor actor no muito aguardado There Will be Blood.

Johnny Depp melhor actor (musical/comédia)

Javier Bardem melhor actor secundário no regresso dos Coen (No Country for Old Men). Coen que também receberam o Globo para melhor argumento.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Marie Antoinette, de Sofia Coppola


Sofia Coppola já teve melhores dias, muito melhores se nos lembrarmos de Lost in Translation.

A banda sonora é realmente muito boa, o filme nem tanto.







NOTA: 6/10

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

I am legend, de Francis Lawrence


Robert Neville (Will Smith) é um brilhante cientista, mas nem ele conseguiria conter o vírus terrível e imparável criado pelo homem. Imune por qualquer razão estranha, Neville é agora o último sobrevivente humano no que sobrou de Nova Iorque e talvez do mundo. Nos últimos três anos tem enviado mensagens por rádio, na esperança de encontrar outros sobreviventes. Mas não está sozinho. Vítimas mutantes do vírus escondem-se na sombra, a observar cada movimento de Neville, esperando que ele cometa o erro fatal. Sendo talvez a última esperança da humanidade, Neville é guiado pela única missão que lhe resta: descobrir a forma de inverter o efeito do vírus usando o seu próprio sangue imune. Mas sabe que o adverário é em muito maior número e o tempo escasseia cada vez mais.

Isto soa mais a remake do filme britanico, de Danny Boyle, 28 Dias Depois do que outra coisa.

A acção é levada de londres para New York e pronto.
Mas ainda assim o filme de Francis Lawrence (que já tinha feito o satisfatório Constantine) é aceitável. E são quase duas horas de entretenimento.

NOTA: 7/10


terça-feira, 8 de janeiro de 2008

o meu super-herói

Todos temos um super-herói favorito e sendo assim eu não fujo à regra.

Mas o meu super-herói não nasceu noutro planeta.

O meu super-herói não foi mordido por uma aranha.

O meu super-herói não ficou sujeito a radiações ou testes nucleares para ter super-poderes

... Aliás o meu super-herói nem tem super-poderes.
É de carne e osso.
O meu herói (se não tem super-poderes não é "super") tem barba por fazer, te uma pistola cujas balas chegam ao fim com facilidade, tem uma cicatriz no queixo, usa chapéu e um chicote...


sábado, 5 de janeiro de 2008

O Melhor de 2007 - Música

1. Radiohead - In Rainbows
2. Arcade Fire - Neon Bible
3. Animal Colective - Strawberry Jam
4. The Good, The Bad and The Queen
5. Thurston Moore - Trees outside the academy
6. P.J. Harvey - White Chalk
7. White Stripes - Icky Thump
8. National - Boxer
9. Beirut - The Flying club cup
10. LCD Sound System - Sound of Silver

Concertos do ano:

White Stripes no Oeiras Alive
Arcade Fire no Super Bock Super Rock

Radiohead - Nude, from "In Rainbows"