O original:
a versão:
sexta-feira, 13 de junho de 2008
quinta-feira, 12 de junho de 2008
[Rec], de Jaume Balaguero e Paco Plaza

Prémio de melhor filme no Fantasporto, é a história de uma equipa de repórteres de televisão que decide documentar em directo uma patrulha de bombeiros em serviço durante a noite. O objectivo é registar todos os momentos destes profissionais, mesmo as situações mais arriscadas. A primeira missão da noite é resgatar uma idosa que se encontra fechada no seu apartamento por motivos desconhecidos. Mas algo durante a missão corre terrivelmente mal. O que parecia ser uma simples tarefa de rotina torna-se num inferno. Algo sinistro e maléfico anda à solta e ameaça a corporação de bombeiros e a equipa de televisão. E a câmara continuará sempre a filmar até ao último momento...
Na linha de Blair Witch Project e mais recentemente Cloverfield, [Rec] é mais uma prova do bom cinema de terror que nuestros hermanos vêm desenvolvendo nos últimos tempos.
Na linha de Blair Witch Project e mais recentemente Cloverfield, [Rec] é mais uma prova do bom cinema de terror que nuestros hermanos vêm desenvolvendo nos últimos tempos.
NOTA: 8/10
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Mysterious Skin, de Gregg Araki

Aos oito anos Brian Lackey acordou na cave da sua casa com o nariz a sangrar, sem ter ideia de como ali foi parar. Neil CcCormick (Joseph Gordon-Levitt) é o rapaz de que todos gostam mas de que não se aproximam e que aos 18 anos se lembra da relação que tinha com o treinador de basebol aos oito anos.
Baseado no aclamado romance de Scott Heim, Mysterious Skin conduz-nos ao interior dos corações e das mentes de dois rapazes muito diferentes com vidas muito diferentes que talvez não sejam tão diferentes quanto aparentam.
Pedofilia, homossexualidade, extraterrestres são temas delicados tratados nesta obra indie que mostra mais uma vez o talento do jovem Joseph Gordon Levitt (Brick).
NOTA: 8/10
Baseado no aclamado romance de Scott Heim, Mysterious Skin conduz-nos ao interior dos corações e das mentes de dois rapazes muito diferentes com vidas muito diferentes que talvez não sejam tão diferentes quanto aparentam.
Pedofilia, homossexualidade, extraterrestres são temas delicados tratados nesta obra indie que mostra mais uma vez o talento do jovem Joseph Gordon Levitt (Brick).
NOTA: 8/10
terça-feira, 10 de junho de 2008
Fear Itself - Ep. 1 - The Sacrifice
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Street Kings, de David Hayer
Keanu Reeves é Tom Ludlow, um polícia veterano da brigada especial de Los Angeles, que sente dificuldade em encarar a vida após a morte da sua mulher. Quando as provas o apontam como responsável pela execução violenta de um colega, ele vê-se forçado a ir contra a própria cultura policial, questionando a lealdade e honestidade de todos os que o rodeiam. Forest Whitaker é Capitão Wander, o supervisor e mentor de Ludlow, cujas obrigações incluem protegê-lo e mantê-lo dentro dos limites da lei e longe das garras do Capitão Biggs dos Assuntos Internos (Hugh Laurie sem a bengala do Dr. House), no entanto, Ludlow, juntando-se a um jovem detective de homicídios (Chris Evans), lança-se numa cega busca para descobrir os assassinos do seu anterior parceiro. A sua determinação dá frutos quando os dois detectives finalmente encontram os assassinos, mas as suas tentativas de fazer justiça terão de enfrentar e ultrapassar muitas barreiras…
Na mesma onda de filmes como Dark Blue, Dia de Treino (num patamar mais elevado) ou LA Confidential (esse já clássico num patamar inalcançável), o filme não traz nada de novo ao genero mas à falta de melhor serve de entretenimento, e vale pelo bom desempenho dos protagonistas.
Na mesma onda de filmes como Dark Blue, Dia de Treino (num patamar mais elevado) ou LA Confidential (esse já clássico num patamar inalcançável), o filme não traz nada de novo ao genero mas à falta de melhor serve de entretenimento, e vale pelo bom desempenho dos protagonistas.
NOTA: 7/10
terça-feira, 3 de junho de 2008
In Cold Blood, Richard Brooks

Baseado no romance de Truman Capote com o mesmo título, In Cold Blood conta a verdadeira história da morte da família Clutter e dos autores da chacina.
O filme segue o trajecto dos dois assassinos, desde o planeamento do golpe até à sua condenação e morte na forca.
Perry Smith e Dick Hickock planearam o assalto pensando que iam encontrar uma fortuna mas acabaram por cometer os crimes levando pouco mais que 40 dolares.
Um dos bons filmes de Richard Brooks, realizador de filmes como Gata em Telhado de Zinco Quente, O Falso Profeta ou Corações na Penumbra.
Curiosidades:
O filme Capote, que deu o Oscar de melhor actor a Philip Seymour Hoffman acompanha a relação entre Truman Capote (na sua pesquisa para o livro) e Perry Smith.
Anthony Hopkins estudou ao promenor a personagem de Perry Smith, desempenhada por Robert Blake para o seu Hannibal Lecter.
Robert Blake foi acusado e preso, em 2002 por ter assassinado a esposa. Em 2005 foi absolvido.
Blake ficou famoso nos anos 70 ao protagonizar a série Baretta. O seu ultimo filme foi Estrada Perdida, de David Lynch onde curiosamente fazia de um homem que matava a esposa.
O filme segue o trajecto dos dois assassinos, desde o planeamento do golpe até à sua condenação e morte na forca.
Perry Smith e Dick Hickock planearam o assalto pensando que iam encontrar uma fortuna mas acabaram por cometer os crimes levando pouco mais que 40 dolares.
Um dos bons filmes de Richard Brooks, realizador de filmes como Gata em Telhado de Zinco Quente, O Falso Profeta ou Corações na Penumbra.
Curiosidades:
O filme Capote, que deu o Oscar de melhor actor a Philip Seymour Hoffman acompanha a relação entre Truman Capote (na sua pesquisa para o livro) e Perry Smith.
Anthony Hopkins estudou ao promenor a personagem de Perry Smith, desempenhada por Robert Blake para o seu Hannibal Lecter.
Robert Blake foi acusado e preso, em 2002 por ter assassinado a esposa. Em 2005 foi absolvido.
Blake ficou famoso nos anos 70 ao protagonizar a série Baretta. O seu ultimo filme foi Estrada Perdida, de David Lynch onde curiosamente fazia de um homem que matava a esposa.
NOTA: 8/10
terça-feira, 27 de maio de 2008
Sydney Pollack, 1934-2008

A 7ª Arte volta a ficar mais pobre com o falecimento de mais um dos seus grandes nomes.
Realizador, produtor, actor, Pollack fez de tudo no mundo do cinema.
Começou na TV onde realizou episódios de Hitchcock Apresenta e O Fugitivo, mas foi no cinema que alcançou fama tendo conquistado 2 Oscars.
Para sempre ficam filmes como África Minha, Os 3 Dias do Condor; Tootsie, Jeremiah Johnson, Havana ou mais recentemente A Interprete. E como actor em filmes como Eyes Wide Shut, de Stanley Kubrick ou Michael Clayton, ao lado de George Clooney.
Realizador, produtor, actor, Pollack fez de tudo no mundo do cinema.
Começou na TV onde realizou episódios de Hitchcock Apresenta e O Fugitivo, mas foi no cinema que alcançou fama tendo conquistado 2 Oscars.
Para sempre ficam filmes como África Minha, Os 3 Dias do Condor; Tootsie, Jeremiah Johnson, Havana ou mais recentemente A Interprete. E como actor em filmes como Eyes Wide Shut, de Stanley Kubrick ou Michael Clayton, ao lado de George Clooney.
sábado, 24 de maio de 2008
Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, Steven Spielberg

Em plena Guerra Fria, Indiana Jones escapa por um triz no deserto a uma emboscada dos soviéticos. Mas quando regressa finalmente a casa e à universidade, percebe que por aí as coisas vão de mal a pior. As suas actividades paralelas lançaram fortes suspeitas sobre si e o Governo, em época de caça às bruxas está a pressionar a universidade para que despeça o professor. Ao sair da cidade, Indiana conhece Mutt que lhe faz uma proposta irrecusável: partir à descoberta de um lendário objecto, fonte de fascínio, superstição e medo nas últimas décadas - a Caveira de Cristal de Akator. Mas Indy e Mutt rapidamente percebem que não estão sozinhos nesta busca. Também os soviéticos estão no encalço do mítico tesouro...
Era dos filmes mais agradados do ano, este regresso de um dos meus heróis passados 19 anos da ultima aventura.
O pior que se pode fazer a esta aventura é compara-la com as três anteriores. Se o fizermos é certo que sairemos um pouco desiludidos porque estavamos a falar de 3 obras-primas do cinema de aventuras e qualquer outro filme, seja do Indy ou não seria muito dificil de igualar.
De qualquer maneira este Indiana 4 é um bom filme de aventuras com cenas de pura acção e entretenimento, desde logo com a cena de abertura, das mais emocionantes que temos visto ultimamente (com um cameo da própria Arca da Aliança). Harrison Ford está mais velho, mas não deixa os créditos por mãos alheias e continua com o seu sentido de humor único.
O regresso de Marion Ravenwoon (Karen Allen) é de saudar e o rockabilly Mutt Williams (Shia LaBeouf) também está muito bem.
Uma das mais valias desta 4ª aventura é a vilã Irina Spalko (magnifica Cate Blanchet), uma das melhores de toda a série (a par com o Major Arnold Toht dos Salteadores da Arca Perdida).
Não desvendarei o segredo por detrás da Caveira de Cristal, apenas direi que até ai Spielberg e Lucas estão a jogar em casa...
Pode ser a pior das quatro aventuras mas nestes 19 anos tentaram-se fazer réplicas e outros filmes de aventuras e nenhum supera o Indy, mesmo já a caminhar para a reforma.
Era dos filmes mais agradados do ano, este regresso de um dos meus heróis passados 19 anos da ultima aventura.
O pior que se pode fazer a esta aventura é compara-la com as três anteriores. Se o fizermos é certo que sairemos um pouco desiludidos porque estavamos a falar de 3 obras-primas do cinema de aventuras e qualquer outro filme, seja do Indy ou não seria muito dificil de igualar.
De qualquer maneira este Indiana 4 é um bom filme de aventuras com cenas de pura acção e entretenimento, desde logo com a cena de abertura, das mais emocionantes que temos visto ultimamente (com um cameo da própria Arca da Aliança). Harrison Ford está mais velho, mas não deixa os créditos por mãos alheias e continua com o seu sentido de humor único.
O regresso de Marion Ravenwoon (Karen Allen) é de saudar e o rockabilly Mutt Williams (Shia LaBeouf) também está muito bem.
Uma das mais valias desta 4ª aventura é a vilã Irina Spalko (magnifica Cate Blanchet), uma das melhores de toda a série (a par com o Major Arnold Toht dos Salteadores da Arca Perdida).
Não desvendarei o segredo por detrás da Caveira de Cristal, apenas direi que até ai Spielberg e Lucas estão a jogar em casa...
Pode ser a pior das quatro aventuras mas nestes 19 anos tentaram-se fazer réplicas e outros filmes de aventuras e nenhum supera o Indy, mesmo já a caminhar para a reforma.
NOTA: 9/10
quinta-feira, 22 de maio de 2008
sábado, 17 de maio de 2008
Bug, de William Friedkin

William Friedkin é um realizador que tem filmes que muito aprecio.
Confesso que não vou na histeria elogiosa ao Exorcista, que para mim é apenas um bom filme mas longe do que eu mais gosto num filme de terror.
Já filmes como The French Connection ou Live and Die in L.A. estão num patamar mais elevado.
Este Bug é o seu regresso ao bom cinema depois de algumas coisas menos conseguidas.
Agnes (Ashley Judd) é uma empregada de mesa solitária. O seu violento ex-marido (Harry Connick Jr.) acabou de sair da prisão em liberdade condicional e a sua melhor amiga acolheu recentemente um misterioso veterano da Guerra do Golfo chamado Peter (Michael Shannon). Fragilizada, Agnes apaixona-se por Peter e cedo Peter começa a partilhar o sombrio quarto de motel de Agnes. Tudo parece correr bem… até que Peter começa a falar de forma obsessiva nos “insectos” que o governo injecta nos corpos dos ex-combatentes. Estará Peter a contar a verdade? Será apenas paranóia?
Thriller psicológico onde a paranóia é contagiosa e levada ao extremo. Será?
NOTA: 8/10
Confesso que não vou na histeria elogiosa ao Exorcista, que para mim é apenas um bom filme mas longe do que eu mais gosto num filme de terror.
Já filmes como The French Connection ou Live and Die in L.A. estão num patamar mais elevado.
Este Bug é o seu regresso ao bom cinema depois de algumas coisas menos conseguidas.
Agnes (Ashley Judd) é uma empregada de mesa solitária. O seu violento ex-marido (Harry Connick Jr.) acabou de sair da prisão em liberdade condicional e a sua melhor amiga acolheu recentemente um misterioso veterano da Guerra do Golfo chamado Peter (Michael Shannon). Fragilizada, Agnes apaixona-se por Peter e cedo Peter começa a partilhar o sombrio quarto de motel de Agnes. Tudo parece correr bem… até que Peter começa a falar de forma obsessiva nos “insectos” que o governo injecta nos corpos dos ex-combatentes. Estará Peter a contar a verdade? Será apenas paranóia?
Thriller psicológico onde a paranóia é contagiosa e levada ao extremo. Será?
NOTA: 8/10
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Iron Man, de Jon Favreau

Mais uma adaptação de um comic book por parte da Marvel Studios e da Paramount Pictures.
Robert Downey Jr. (parece que os problemas já lá vão) aparece aqui como um milionário da industria de armamento e génio da invenção, que é raptado e obrigado a construir uma arma de destruição devastadora.
Em vez disso ele cria uma armadura de ferro e assim consegue fugir do seu cativeiro.
De volta a casa ele assume a sua armadura, cria-lhe mais uns "gadgets" e promete proteger o mundo como O Homem de Ferro.
Quando não é um realizador conhecido e bom naquilo que faz a adaptar estes comics é de ficar preocupado mas neste caso Jon Favreau consegue safar-se bem e o filme é bem agradável de se ver. A ajudar também está o excelente elenco, composto para além de Downey Jr., por Jeff Bridges, Gwyneth Paltrow e Terrence Howard.
Robert Downey Jr. (parece que os problemas já lá vão) aparece aqui como um milionário da industria de armamento e génio da invenção, que é raptado e obrigado a construir uma arma de destruição devastadora.
Em vez disso ele cria uma armadura de ferro e assim consegue fugir do seu cativeiro.
De volta a casa ele assume a sua armadura, cria-lhe mais uns "gadgets" e promete proteger o mundo como O Homem de Ferro.
Quando não é um realizador conhecido e bom naquilo que faz a adaptar estes comics é de ficar preocupado mas neste caso Jon Favreau consegue safar-se bem e o filme é bem agradável de se ver. A ajudar também está o excelente elenco, composto para além de Downey Jr., por Jeff Bridges, Gwyneth Paltrow e Terrence Howard.
NOTA: 8/10
terça-feira, 13 de maio de 2008
We Own the Night, de James Gray

Filme acima da média, este de James Gray que tem vindo a abordar o mundo da máfia nos seus filmes anteriores, Little Odessa, filme premiado no festival de Veneza e The Yards (também com Joaquin Phoenix).
Nova Iorque, fim dos anos 80. Com a explosão do tráfico de droga, a máfia russa estende a sua influência ao mundo da noite. Bobby (Joaquin Phoenix) é o jovem gerente de um bar, que aparentemente pertence aos russos. Para continuar a sua ascensão neste mundo, Bobby deve ocultar os laços familiares: Joseph, o irmão, e Burt, o pai, são importantes membros da polícia nova-iorquina. Apenas Amada (Eva Mendes) conhece o seu segredo. Mas cada dia que passa, os confrontos entre a máfia russa e as autoridades são mais violentos e, face às ameaças contra a sua família, Bobby terá de escolher de que lado da batalha está.
Nova Iorque, fim dos anos 80. Com a explosão do tráfico de droga, a máfia russa estende a sua influência ao mundo da noite. Bobby (Joaquin Phoenix) é o jovem gerente de um bar, que aparentemente pertence aos russos. Para continuar a sua ascensão neste mundo, Bobby deve ocultar os laços familiares: Joseph, o irmão, e Burt, o pai, são importantes membros da polícia nova-iorquina. Apenas Amada (Eva Mendes) conhece o seu segredo. Mas cada dia que passa, os confrontos entre a máfia russa e as autoridades são mais violentos e, face às ameaças contra a sua família, Bobby terá de escolher de que lado da batalha está.
Bons desempenhos de Joaquin Phoenix, Mark Whalberg e Robert Duval.
NOTA: 8/10
domingo, 11 de maio de 2008
Requiem
Não fosse o regresso do meu herói Indiana Jones, este seria sem duvida o filme do ano. Ainda não vi qualquer deles como é óbvio, mas algo de extraordinário se espera.
À l'intérieur, de Alexandre Bustillo e Julien Maury

Mais um filme de terror e suspense francês, saído da vaga de novo cinema de terror deste país com tradição no cinema.
Como bom filme de terror que é e sendo francês, não estreou nas nossas salas, (dando antes lugar a autenticas bostas) estando já em DVD no mercado europeu.
Neste género os franceses anda a exagerar um bocado. Mas que raios, se é terror, tem de ser TERROR mesmo. E isso eles levam à letra nestes dois últimos filmes que vi, não tendo problemas em exagerar no sangue e na carne a ser desfeita.
A premissa é simples, uma mulher grávida (Alysson Paradis) tem um acidente de automóvel onde perde o marido.
4 meses depois, no final da gravidez recebe uma visita inesperada a meio da noite... O Pior é o resto.
Como bom filme de terror que é e sendo francês, não estreou nas nossas salas, (dando antes lugar a autenticas bostas) estando já em DVD no mercado europeu.
Neste género os franceses anda a exagerar um bocado. Mas que raios, se é terror, tem de ser TERROR mesmo. E isso eles levam à letra nestes dois últimos filmes que vi, não tendo problemas em exagerar no sangue e na carne a ser desfeita.
A premissa é simples, uma mulher grávida (Alysson Paradis) tem um acidente de automóvel onde perde o marido.
4 meses depois, no final da gravidez recebe uma visita inesperada a meio da noite... O Pior é o resto.
NOTA: 7/10
sexta-feira, 9 de maio de 2008
Cronos, de Guillermo del Toro
Em 1535 um alquimista cria um artefacto em ouro que oferece a vida eterna a quem o possuir.
450 anos mais tarde o artefacto vai parar acidentalmente às mãos de um vendedor de antiguidades que por um acaso faz disparar o seu maquinismo... Longe estava ele de saber que para além de oferecer vida eterna também tinha um vampiresco efeito secundário!
À medida que vou conhecendo a filmografia de Del Toro vou gostando cada vez mais do realizador mexicano.
Depois de ver Hellboy, O Labirinto do Fauno, El Espinazo del Diablo, consegui ver agora este filme de 1993.
Não atingindo a genialidade de O Labirinto do Fauno ou El Espinazo del Diablo, não deixa de ser um bom filme esta que foi a primeira longa-metragem de Guillermo del Toro.
Com Ron Perlman e o argentino Federico Luppi, dois habitués dos filmes de Del Toro.
450 anos mais tarde o artefacto vai parar acidentalmente às mãos de um vendedor de antiguidades que por um acaso faz disparar o seu maquinismo... Longe estava ele de saber que para além de oferecer vida eterna também tinha um vampiresco efeito secundário!
À medida que vou conhecendo a filmografia de Del Toro vou gostando cada vez mais do realizador mexicano.
Depois de ver Hellboy, O Labirinto do Fauno, El Espinazo del Diablo, consegui ver agora este filme de 1993.
Não atingindo a genialidade de O Labirinto do Fauno ou El Espinazo del Diablo, não deixa de ser um bom filme esta que foi a primeira longa-metragem de Guillermo del Toro.
Com Ron Perlman e o argentino Federico Luppi, dois habitués dos filmes de Del Toro.
NOTA: 8/10
terça-feira, 6 de maio de 2008
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Frontière(s), de Xavier Gens
sábado, 3 de maio de 2008
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Os Falsificadores, de Stefan Ruzowitzky

Um grupo de judeus é obrigado pelos Nazis a falsificar dinheiro, primeiro inglês e depois americano para assim ajudar ao esforço de guerra e dar um golpe na economia dos inimigos.
Salomon Sorowitch é um falsificador muito talentoso e vai ser o lider do grupo que também tem banqueiros, tipografos, pessoas honestas que têm de colaborar com os Nazis se querem sobreviver e ter regalias nos campos de concentração.
O filme passa-se no barracão onde eles dormem e onde trabalham o que faz aumentar a tensão entre eles, pois há aqueles que não querem colaborar e tentam boicotar o trabalho dos outros, cabendo a Solomon gerir as emoções.
Bom filme, produzido com dinheiros austríacos e alemães e que viria a ganhar o Oscar para melhor filme estrangeiro na ultima edição dos prémios da Academia.
Salomon Sorowitch é um falsificador muito talentoso e vai ser o lider do grupo que também tem banqueiros, tipografos, pessoas honestas que têm de colaborar com os Nazis se querem sobreviver e ter regalias nos campos de concentração.
O filme passa-se no barracão onde eles dormem e onde trabalham o que faz aumentar a tensão entre eles, pois há aqueles que não querem colaborar e tentam boicotar o trabalho dos outros, cabendo a Solomon gerir as emoções.
Bom filme, produzido com dinheiros austríacos e alemães e que viria a ganhar o Oscar para melhor filme estrangeiro na ultima edição dos prémios da Academia.
NOTA: 8/10
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