
Aqui perguntei onde eles andavam.
2 anos e poucos meses depois eis que eles regressam e desta vez parece que ao melhor nível.
No Country for old men será certamente um dos filmes do ano.
Eis o trailer:


Estreia agora The Bourne Ultimatum (por cá conhecido como Ultimato), terceiro e ultimo filmedesta saga que veio revolucionar o cinema de espiões.
Tudo começou com Bounre Identity (2002), de Doug Liman, onde viamos Jason Bourne a ser pescado por um barco de pescadores, ferido e sem se lembrar de absolutamente nada, tendo ainda se se livrar de uns assassinos contratados para o eliminar.
No segundo filme da saga, Bourne Supremacy (2004), de Paul Greengrass, Jason pensa que está a salvo na India, na companhia da sua namorada, mas parece que alguém continua a querer eliminá-lo e lá tem ele de voltar a usar as suas artes de assassino para tentar sobreviver.
No filme que agora estreia dois jornalistas desaparecem mesteriosamente enquanto investigam a secção Treadstone, uma iniciativa secreta da CIA para encobrir acções secretas e ilegais, a que Jason pertencia antes de ficar amnésico. Jason continua a investigação desses jornalistas, tentando esclarecer o seu passado e ajustar contas com a organização que tenta eliminá-lo.
A serie tem vindo a melhorar de filme para filme, a que não será alheio o facto de Paul Greengrass realizar os dois ultimos filmes. Greengrass que além destes dois filmes tem ainda no curriculum filmes como Domingo Sangrento, que nos fala do massacre sobre uma marcha pacifica de irlandeses em Janeiro de 1972 e United 93, excelente filme sobre o unico avião que não chegou ao destino que os terroristas queriam no 11 de Setembro.
Estamos assim perante o melhor filme da saga do espião que Matt Damon imortalizou, aqui bem secundado por gente como Julia Stiles, David Strathairn, Scott Glenn, Joan Allen ou Albert Finney.
NOTA: 8/10











Consta que na noite anterior Rachid Taha também arrasou, mas penso que o destaque tem de ir para esta banda, liderada por Eugene Hütz, nova-iorquino de origem ucraniana.
Aqui fica um "cheirinho" de um dos momentos altos da noite:

Transformers, de Michael Bay
Desde logo Steven Spielberg (sendo que neste caso o espectáculo vem aliado a cinema de qualidade), depois James Cameron, e nos últimos tempos Michael Bay.
Bay começou por trabalhar para Jerry Bruckheimer, outro senhor que gosta muito de tiros e explosões nos seus filmes.
Juntos fizeram um filme razoável (o Rochedo, com Nicholas Cage e Sean Connery) e dois filmes inenarráveis, daqueles mesmo abaixo de cão e que se intitulam Armaggedon e Pearl Harbour. Dois filmes que apenas servem para ver numa tarde de Domingo, quando não se tem nada para fazer e se quer dormir a sesta. São melhor que qualquer sonífero.
Foi neste cenário que se começou a falar em Transformers, filme baseado numa série de animação dos anos 80 com o mesmo título, sobre uma raça de robots que se transformavam em veículos para combater o crime (mais tarde os Transformers também viriam a fazer furor no mundo dos brinquedos).
Spielberg convida Michael Bay para realizar o filme, este aceita e ai está uma das grandes estreias deste Verão.
NOTA: 8/10




Foi lindo
Foi uma festa
Agora fico à espera que os organizadores dos espectáculos tragam os Arcade Fire a um Coliseu ou a um Pavilhão Atlântico.



