O cartaz este ano é bem melhor que nos anos anteriores mas infelizmente não vai dar para ir. Gostava de ver Of Montreal, Trail of Dead, Albert Hammond Jr., The National, James... Ainda por cima todos no mesmo dia. Cum catano. Ficarei a trabalhar, arrumar a casa, ver filmes e o glorioso. Já não é mau!!!
Terminou no passado Sábado mais uma edição do cada vez maior Festival Musicas do Mundo, em Sines.
Este ano apenas estive presente no ultimo dia e logo com um grance concerto a encerrar, com Gogol Bordello, esses grandes malucos que tocam musica "punk aciganada".
Foi mais ou menos 1 hora, sempre a abrir, onde a musica desta banda com elementos de várias nacionalidades misturada com o fogo de artificio habitual da meia-noite, criou um efeito explosivo. Consta que na noite anterior Rachid Taha também arrasou, mas penso que o destaque tem de ir para esta banda, liderada por Eugene Hütz, nova-iorquino de origem ucraniana.
Aqui fica um "cheirinho" de um dos momentos altos da noite:
Até de manhã houve mais musica na marginal da praia, numa organização que está melhor de ano para ano. Parabéns a Sines e a quem organiza este grande festival.
Cheio de grandes actores este é um filme na linha de Colisão e centra-se na temática vista, por exemplo em Bowlling for Columbine, ou seja o comércio livre de armas nos EU.
Carl (Donald Sutherland) é proprietário de uma loja de armas na Virgínia, dando emprego à sua neta Mary Ann (Linda Cardellini), uma estudante universitária obrigada a passar um semestre no negócio da família e que acaba por se deixar seduzir pelas armas que vende. No outro lado do país, no Oregon, Janet (Marcia Gay Harden) sofre ao assistir a uma entrevista televisiva sobre o terceiro aniversário do fatídico dia em que perdeu o filho, que se suicidou após ter sido responsável pelo massacre no liceu. Agora é pelo filho mais novo (Christopher Marquette) que ela teme. Num Bairro problemático de Chicago, um Reitor (Forest Whitaker) luta para impedir que a sua escola se destrua, enquanto a esposa teme pela segurança do pequeno filho. Quando um estudante aparece com uma arma, todos na escola têm que tomar uma decisão que nunca queriam ter tomado...
Quando se fala em cinema espectáculo, há alguns nomes que nos vêm à cabeça. Desde logo Steven Spielberg (sendo que neste caso o espectáculo vem aliado a cinema de qualidade), depois James Cameron, e nos últimos tempos Michael Bay.
Michael Bay é o típico cineasta de filmes de acção, se olharmos bem para a sua filmografia, esse é o único género que lá figura. Bay começou por trabalhar para Jerry Bruckheimer, outro senhor que gosta muito de tiros e explosões nos seus filmes.
Juntos fizeram um filme razoável (o Rochedo, com Nicholas Cage e Sean Connery) e dois filmes inenarráveis, daqueles mesmo abaixo de cão e que se intitulam Armaggedon e Pearl Harbour. Dois filmes que apenas servem para ver numa tarde de Domingo, quando não se tem nada para fazer e se quer dormir a sesta. São melhor que qualquer sonífero.
Depois destas desventuras com Bruckheimer, eis que em 2005 Michael Bay foi contratado pela produtora de Spielberg, a Dreamworks, e logo nesse ano realizou o muito satisfatório A Ilha, com Ewan McGregor e Scarlett Johansson, um filme sobre os problemas da clonagem.
Foi neste cenário que se começou a falar em Transformers, filme baseado numa série de animação dos anos 80 com o mesmo título, sobre uma raça de robots que se transformavam em veículos para combater o crime (mais tarde os Transformers também viriam a fazer furor no mundo dos brinquedos).
Spielberg convida Michael Bay para realizar o filme, este aceita e ai está uma das grandes estreias deste Verão. Durante séculos, duas raças de alienígenas robóticos - os Autobots e os Decepticons - travaram uma guerra, com o destino do universo em jogo. Quando a batalha chega à Terra, tudo o que separa os terríveis Decepticons do poder supremo é uma pista na posse do jovem Sam Witwicky (Shia LaBeouf – o futuro filho de Indiana Jones). Um adolescente normal, Sam é consumido com preocupações diárias sobre a escola, amigos, carros e raparigas. Sem saber que ele é a última hipótese de sobrevivência da humanidade, Sam e a sua amiga Mikaela (Megan Fox) encontram-se no meio de uma guerra entre os Autobots e os Decepticons. Com o destino do mundo por um fio, Sam compreende o verdadeiro significado do mote da família Witwicky: Sem sacrifício não há vitória!
Com grandes efeitos especiais, principalmente nas espectaculares cenas das transformações dos carros em robots (e vice-versa) Transformers, não sendo um GRANDE filme, é um bom entretenimento e são quase 2h30 bem passadas.
Mais uns pontinhos para Michael Bay que aos poucos, e com a ajuda de Steven Spielberg vai aprendendo que se pode fazer bom cinema de acção sem aquelas lamechices a que nos tinha habituado.
Children of men, de Alfonso Cuarón Com Clive Owen, Julianne Moore, Michael Caine Em 2027, o mundo vive em anarquia graças à infertilidade da população. O mais novo cidadão de todo o planeta, de 18 anos, acaba de morrer, e a humanidade depara-se com a sua possível extinção. Em Londres, uma cidade agora devastada, Theo (Clive Owen), um burocrata desiludido, vê-se no improvável papel de protector de uma mulher grávida, talvez a última esperança que resta...
A filha do Jack Bauer, da série 24 (Elisha Cuthbert) tem uma irmã adoptada que depois da morte da mãe (biológica) deixou de ouvir e falar. Tem um pai que abusa dela e uma mão que não quer saber... Mas todas estas coisas se podem alterar de um momento para o outro.
Carnahan já nos tinha presenteado com o bomNarc. Agora surge (já em DVD) com este positivo Smokin' Aces. O patrão da Máfia Primo Sparazza põe a cabeça de Buddy "Aces" Israel (Piven) a prémio - um mágico que concordou em testemunhar contra a máfia de Vegas. O FBI, pressentindo a oportunidade de usar este vigarista para derrubar o grande alvo Sparazza, coloca Aces em custódia sob a supervisão de dois agentes (Reynolds e Liotta) no esconderijo de Aces no Lago Tahoe. Quando a comunidade de ex-condenados e futuros condenados descobre o preço da cabeça de Aces, a caça começa com todos os olhos postos em Tahoe.
Esta excelente exposição está na Biblioteca Nacional até dia 24 de Agosto.
Visitem pois está muito interessante.
Desde esboços originais em guardanapo (ou o que estivesse à mão) de alguns dos mais conhecidos autores portugueses a esquemas de um atentado a Salazar, podemos encontrar lá documentos importantes da memória do nosso país.
A actuação dos Arcade Fire foi precedida com a passagem deste vídeo, nas cinco telas circulares que durante todo o concerto projectavam a bíblia de néon, capa do ultimo disco:
Seguiu-se este alinhamento:
Black Mirror No Cars Go Haiti (Antichrist Television Blues) Intervention Headlights Look Like Diamonds The Well & The Lighthouse Ocean of Noise Tunnels Rebellion (Lies) Power Out Keep The Car Running Wake Up
Foi algo de maravilhoso, algo de indescritível, algo que só quem gosta disto pode perceber. Os outros, os que dizem que não gostam, podem ir limpar os ouvidos pois está cheio de nhanha gordurosa e já deve ter bicho.
Foi lindo
Foi uma festa
Quanto aos outros: os Klaxons deram um concerto grande em qualidade, pequeno em quantidade (mas também não se podia pedir mais a uma banda só com 1 disco e 4ºs cabeça de cartaz). Os Bloc Party cumpriram, deram um bom concerto, mas a partir de uma certa altura já estava desejoso que eles acabassem para entrarem os verdadeiros artistas...
Agora fico à espera que os organizadores dos espectáculos tragam os Arcade Fire a um Coliseu ou a um Pavilhão Atlântico.
Tenho pena de não ver no dia 4: Mundo Cão, Clap Your Hands, Maximo Park e sobretudo Jesus and Mary Chain e LCD Soundsystem. E no dia 5: a gordita Ditto e os seus The Gossip, TV on the Radio, Scissor Sisters e Interpol.
Estava eu, depois de um banho revigorante, a vestir-me quando ao olhar-me ao espelho comecei a imaginar uma personagem do mundo do cinema que pudesse retratar a minha bela figura. Depois de ter passado pelo Danny Ocean, pelo James Bond, ou mesmo o Travis Bickle aqui ao lado e algumas personagens do Johnny Depp (claro que o Jack Sparrow ficou de fora), cheguei a esta dolorosa conclusão:
Como diria o Coronel Kurtz no Apocalypse Now: The horror...
Antes de se tornar conhecido em Hollywood, Guillermo del Toro já dava cartas no género fantástico.
Este El Espinazo del Diablo tem algumas semelhanças como grande O Labirinto do Fauno. Ambos se passam durante a Guerra Civil Espanhola, ambos têm crianças como protagonistas e mulheres disformes e inadaptadas.
Aqui o pequeno Carlos (Fernando Tielve) é levado para um orfanato na Espanha Rural, em plena Guerra Civil. Mas aquele orfanato releva desde logo alguns sinais de que algo de misterioso se passa, começando pelo facto de ser, secretamente, um dos bastiões da resistência espanhola. Além disso, desde que uma bomba caiu no meio do pátio e não explodiu, que o ganancioso Jacinto (Eduardo Noriega) se tornou num homem difícil de suportar. Para não falar do estranho desaparecimento do pequeno Santi. Produzido pelos manos Almodovár. NOTA: 9/10
O Python, Terry Gilliam continua a fumar coisas estranhas antes de realizar um filme e a querer que quem os veja também fume coisas estranhas... antes de os ver.
Nesta espécie de Alice no País das Maravilhas, a jovem Jeliza Rose vive com os pais toxicodependentes. Quando a mãe morre com uma overdose de metadona,Jeliza e o pai, um ex-músico rock viciado em heroína,embarcam numa viagem rumo a uma casa rural em ruínas no meio de lado nenhum. Tentanto lidar com a morte da mãe e a solidão que encontra na nova casa, Jeliza refugia-se num mundo imaginário habitado por estranhas e assustadoras personagens. NOTA:8/10
O AFI (American Film Institute) voltou a reunir os seus membros para uma nova votação dos 100 Melhores Filmes de Sempre (em 1998 o melhor de sempre tinha sido Citizen Kane). Eis a nova lista (a vermelho os que já vi, a bold os que fazem parte da minha DVDteca):
100. Ben-Hur 99. Toy Story 98. Yankee Doodle Dandy 97. Blade Runner 96. Do The Right Thing 95. The Last Picture Show 94. Pulp Fiction 93. The French Connection 92. Goodfellas 91. Sophie's Choice 90. SWING Time 89. The Sixth Sense 88. Bringing Up Baby 87. 12 Angry Men 86. Platoon 85. A Night at the Opera 84. Easy Rider 83. Titanic 82. Sunrise 81. Spartacus 80. The Apartment 79. The Wild Bunch 78. Modern Times 77. All the President's Men 76. Forrest Gump 75. In the Heat of the Night 74. The Silence of the Lambs 73. Butch Cassidy & the Sundance Kid 72. The Shawshank Redemption 71. Saving Private Ryan 70. A Clockwork Orange 69. Tootsie 68. Unforgiven 67. Who's Afraid of Virginia Woolf 66. Raiders of the Lost Ark 65. The African Queen 64. Network 63. Cabaret 62. American Graffiti. 61. Sullivan's Travels 60. Duck Soup 59. Nashville 58. The Gold Rush 57. Rocky 56. Jaws. 55. North by Northwest 54. M*A*S*H 53. The Deer Hunter 52. Taxi Driver 51. West Side Story 50. The Lord of the Rings 49. Intolerance 48. Rear Window 47. Streetcar Named Desire 46. It Happened One Night 45. Shane 44. The Philadelphia Story 43. Midnight Cowboy 42. Bonnie and Clyde 41. King Kong. 40. The Sound of Music 39. Dr. Strangelove 38. The Treasure of the Sierra Madre 37. The Best Years of Our Lives 36. The Bridge on the River Kwai 35. Annie Hall 34. Snow White and the Seven Dwarfs 33. One Flew Over the Cuckoo's Nest 32. The Godfather Part II 31. The Maltese Falcon 30. Apocalyse Now. 29. Double Indemnity 28. All About Eve 27. High Noon 26. Mr. Smith Goes to Washington. 25. To Kill a Mockingbird 24. E. T 23. The Grapes of Wrath 22. Some Like It Hot 21. Chinatown 20. It's a Wonderful Life 19. On the Waterfront 18. The General 17. The Graduate 16. Sunset Boulevard 15. 2001: A Space Odyssey 14. Psycho 13. Star Wars 12. The Searchers 11. City Lights 10. The Wizard of Oz 9. Vertigo 8. Schindler's List 7. Lawrence of Arabia 6. Gone with the Wind 5. Singin' in the Rain 4. Raging Bull 3. Casablanca 2. The Godfather 1. Citizen Kane.
David Fincher é daqueles cineastas que me leva a uma sala de cinema sem hesitar. Cada um dos seus filmes é uma experiência única. Recordo que fazem parte da filmografia deste realizador Alien3, Se7en, O Jogo, Clube de Combate, Sala de Pânico. Dai que após 5 anos de espera, este Zodiac era esperado com alguma ansiedade pelos fãs. Ainda por cima Zodiac apresentava-se na linha da obra-prima de Fincher, Se7en, ou seja, era um filme sobre um serial-killer e a caça obsessiva empreendida a este. Esta é uma história verídica de um serial-killer que se auto-intitulava como Zodiac, que atormentou a zona de São Francisco no final da década de 60/inicio de 70 e que nunca foi encontrado. É também um filme sobre a obsessão das pessoas que conduziram a investigação (2 jornalistas do S. Francisco Chronicle e 2 policias). Zodiac não é apenas “mais um” thriller, mas também um documentário ficcionado, muito preciso e bem documentado, fazendo-nos neste aspecto lembrar filmes como JFK, por exemplo.
Numa primeira parte, Fincher leva-nos literalmente até à S. Francisco dos anos 70, com uma reconstituição levada ao pormenor, quer do mais insignificante objecto até à excelente caracterização das personagens, e ao medo que se sentia na altura devido às acções do Zodiac. David Fincher é um perfeicionista (chegou a despedir o director de fotografia no filme Sala de Pânico, por este não conseguir a imagem como Fincher queria) e isso nota-se na recriação da época. O filme vai acontecendo com as cenas dos assassinatos do Zodiac, sem nunca lhe vermos o rosto (a cena inicial com o assassino a surgir entre os faróis do carro e depois “ensombrado” pela lanterna está genial) e a investigação, e suas dificuldades - com os problemas de comunicação entre os departamentos de policia das várias localidades onde os crimes são cometidos.
Numa segunda parte, o filme centra-se na personagem de Robert Graysmit (um magnifico Jake Gyllenhaal), cartonista do Chronicle e autor do livro no qual o filme se baseia, e a sua busca pela verdade, obsessão que o leva inclusive à separação da mulher e dos filhos. Obsessão essa que também tinha motivado a “queda” do outro jornalista (Robert Downey Jr, de regresso ao seu melhor) e de um dos policias. Apesar de sabermos que o assassino nunca foi encontrado, este é um filme que nos deixa agarrado à cadeira durante as suas 2 horas e 40 min, e neste momento já estou com vontade de o rever pois a informação nele contida é tanta que apenas um visionamento não basta. Venha de lá então o DVD. Cinco anos depois, David Fincher está de regresso e logo com um dos grandes filmes de 2007. Certamente...
Os pais dele contratam um especialista nestes casos (Knapp) não querendo dar muito ruído ao caso mas o FBI descobre e coloca-se também no terreno. O que parecia ao principio um simples caso de rapto/resgate, torna-se muito mais do que isso.
Um série com cheirinho a Man on Fire, filme recente de Tony Scott.
Em Traveler, três jovens acabam o curso e antes de entrarem para a vida profissional resolvem fazer uma viagem pelos EU para curtir estes últimos dias de "liberdade".
Só que logo nos primeiros dias, um deles (Will Travel) rebenta com uma importante galeria de arte em New York onde morrem várias pessoas, incluindo (aparentemente) o próprio Will.
Os outros dois ficam como principais suspeitos e fogem com o intuito de desvendarem esta conspiração.
Foi espectacular este 1º concerto de Jack e Meg White em Portugal.
Os orgamos sentem-se, não há palavras para os descrever por isso vou por aqui o que alguma imprensa disse deste magnifico concerto:
"A estreia dos The White Stripes em Portugal era, indiscutivelmente, um dos grandes destaques da noite de ontem do Alive!. De todo o festival, por arrasto. O concerto dos manos White foi nitidamente para fãs e com um alinhamento que teve em conta ser esta a estreia da banda em Portugal. Com efeito, ouviram-se temas de todos os registos da banda, tendo sido abrangidos temas mais antigos como «Jolene» mas também, em primeira-mão, algumas novidades a incluir em «Icky Thump», a novidade que verá a luz do dia nas próximas semanas. Uma das coisas mais louváveis num espectáculo dos The White Stripes é a forma como dois músicos somente conseguem preencher tanto um palco, não só em riqueza técnica e musicalmente dirigida mas também, ponto-chave, em toda uma presença declaradamente forte e vincada. Meg, discreta na bateria, foi perfeito complemento para o pequeno-grande génio Jack, demoníaco nas guitarras e teclas, catalizador de audiências por natureza. Para o final ficou «Seven Nation Army», a prova viva de que ainda é possível, em pleno séc.XXI, fazer riffs tão memoráveis quanto frescos e intemporais. Excelente concerto. " Disco Digital
"Do novo álbum, «I’m Slowly Turning Into You» pôs o povo a gritar palavras de ordem e o tema-título «Icky Thump» mostrou ter garras para agarrar as ancas dos presentes. Como seria de esperar, porém, as melhores reacções foram para os temas já conhecidos: «We’re Going To Be Friends», «Ball and Biscuit» e, já no óptimo encore, «Blue Orchid» e «My Doorbell», a certa altura construída apenas por bateria, pandeireta e palmas. O adeus só podia chegar com uma versão generosa de «Seven Nation Army», o êxito que o público não se cansou de ir trauteando no volume máximo, como lembrete para a banda. «My sister thanks you and I thank you», despediu-se Jack White por fim, fazendo uma vénia e elevando o fascínio e o mistério em redor do seu projecto a novos máximos históricos." Blitz "Memorável mas apressado. Foi assim o primeiro concerto dos White Stripes em Portugal. 'Dead Leaves and the Dirty Ground' e um sonoro «Hello Portugal» deram início ao festim que prosseguiu em headbang frenético ao ritmo de 'Black Math'. A assistência fez o trabalho de casa e a novíssima 'Icky Thump' estava na ponta da língua. «I'm Jack White and this is my big sister Meg». A multidão estava farta de saber, mas apreciou o cumprimento. Uma hora depois já tinham voado, entre outras, 'John the Revelator', 'Hotel Yorba' (em versão eléctrica), 'Fell in Love With a Girl' (encantadora como só ela, Meg na pandeireta), 'We're Going to be Friends' e 'Ball and Biscuit' (com pozinhos de orgão), para não falar das deliciosas versões de 'Jolene' (Dolly Parton) e 'Death Letter' (Son House). Soube a pouco, mas ainda houve encore, com 'Blue Orchid' a abrir. 'My Doorbell', 'I Just Don't Know What To Do With Myself' (em coro) e claro, a pedido de muitas famílias, 'Seven Nation Army', para encerrar em beleza. Ficaram a faltar muitas outras, como 'Astro', 'Let's Build a Home', 'I Think I Smell a Rat, 'The Hardest Button to Button' ou 'The Denial Twist', mas não se podia pedir mais. «My sister thanks you and I thank you», disse Jack de abandonar de vez o palco. Deixa-te de coisas, pá. A gente é que agradece. " Sol
Os Smashing Pumpkins cumpriram com aquilo que esperava deles (já tinha ouvido um concerto de Paris em Maio). Outro bom concerto para acabar a noite em beleza. Com a chuva a ajudar à festa... Mas a noite já estava ganha com os Stripes.
Shooter, de Antoine Fuqua A tal história da conspiração em que um atirador é acusado de ter morto o presidente. Já vi melhores coisas ao Walbergh e ao realizador
Nota: 7/10
Fracture, de Gregory Hoblit Filme policial do mesmo realizador de Primal Fear, o filme que revelou Edward Norton. Com o que tem andado por a nível de filmes policiais este até que nem é dos piores.
NOTA: 7/10
Breach, de Billy Ray Sem muito alarido surge-nos um grande filme. A hitória (verídica) é sobre a maior fuga de informação dos EU, quando um agente do FBI vende segredos à União Sovietica (e posteriormente à Russia). Excelentes desempanhos do trio principal.
When the routine bites hard And ambitions are low And the resentment rides high But emotions wont grow And were changing our ways, Taking different roads Then love, love will tear us apart again
Why is the bedroom so cold Turned away on your side? Is my timing that flawed, Our respect run so dry? Yet theres still this appeal That weve kept through our lives Love, love will tear us apart again
Do you cry out in your sleep All my failings expose? Get a taste in my mouth As desperation takes hold Is it something so good Just cant function no more? When love, love will tear us apart again
Faz hoje 27 anos que Ian Curtis lost control again. Este cantinho não o esquece:
CEREMONY This is why events unnerve me, They find it all, a different story, Notice whom for wheels are turning, Turn again and turn towards this time, All she asks the strength to hold me, Then again the same old story, Word will travel, oh so quickly, Travel first and lean towards this time.
Oh, Ill break them down, no mercy shown, Heaven knows, its got to be this time, Watching her, these things she said, The times she cried, Too frail to wake this time.
Oh, Ill break them down, no mercy shown, Heaven knows, its got to be this time, Avenues all lined with trees, Picture me and then you start watching, Watching forever, forever, Watching love grow, forever, Letting me know, forever.
Breaking and Entering, Anthony Minghella Will (Jude Law) e Sandy (Robin Wright-Penn) possuem uma próspera firma de arquitetura paisagística. Recentemente eles mudaram-se para a região de King's Cross, o centro da mais ambiciosa regeneração urbana da Europa. O seu escritório, repleto com a tecnologia mais avançada, é alvo de constantes assaltos. Farto desta situação, Will começa a vigiar o escritório e um dia segue Miro, um dos membros do grupo que assalta a sua empresa. Will segue-o até ao apartamento em que Miro mora com a sua mãe, Amira (Juliete Binoche), uma refugiada bósnia. Na intenção de investigar o roubo, Miro torna-se amigo de Amira... Bom filme de Anthony Minghela, com excelentes desempenhos. NOTA: 9/10
Slither, James Gunn Filme de terror/ficção cientifica bem ao jeito de um Ed Wood. NOTA: 7/10
The Fountain, Darren Aronofsky Tratado de Darren Aronofsky sobre a morte, a vida, o amor e o renascimento. Esta é uma odisseia sobre a eterna luta de um homem para salvar a mulher que ama. A jornada épica inicia-se na Espanha do século XVI, onde o conquistador Thomas (Hugh Jackman) começa a sua procura da Fonte da Juventude, a entidade mítica que se julga conceder vida eterna. Como cientista do nosso tempo, Tommy Creo luta desesperadamente para encontrar a cura para o cancro que está a matar a sua amada esposa, Isabel (Rachel Weisz). Viajando pelo espaço profundo como um astronauta do século XXVI, Tom começa a alcançar os mistérios que o consumiram durante um milénio. As três histórias convergem numa única verdade quando Thomas de todas as eras – guerreiro, cientista e explorador – reconcilia-se com a vida, amor, morte e renascimento. Belissimo NOTA: 9/10
To the centre of the city where all roads meet looking for you To the depths of the ocean where all hopes sank searching for you Moving through the silence without motion waiting for you In a room with no window in the corner, I found truth
In the shadowplay, acting out your own death, knowing more As the assassins all grouped in four lines, Dancing on the floor, And with cold steel, odour on their bodies, made a move to connect I could only stare in disbelief as the crowds all left
I did everything, everything I wanted to I let them use you - for their own ends To the centre of the city in night waiting for you (2)
E à 3ª surge o Spiderman mais fraquinho, com algumas cenas ridiculas à mistura. Salva-se a moça da foto que está cada vez menos parecida com o pai e com o tio.
Várias cidades dos EU foram atacadas por bombas nucleares. A pequena localidade de Jericho sobreviveu aos ataques e até agora à radiação. Mas o caos e a desordem estão instalados...
Faz 17 anos que ele resolveu acabar com tudo e no dia 17 (um dia antes dessa data fatidica) estreia o filme Control, sobre ele e os Joy Division.
Aqui fica uma das primeiras musicas da Joy Division (ainda sob a designação Warsaw) intrepertada pelos New Order* no concerto de homenagem a John Peel.
Ah, a musica intitula-se precisamente Warsaw:
* Para os mais desatentos: A Joy Division era formada por 4 elementos. Depois da morte de Ian Curtis os outros 3 formaram os New Order, onde se mantêm até hoje. O vocalista Bernard Sumner, o baterista Stephan Morris e o baixista Peter Hook (lado direito da imagem) são esses 3.
Scoop não será dos melhores do Woody Allen, mas é um filme do Woddy Allen e logo isso é motivo para ser um bom filme.
NOTA: 7/10
Ghost Rider
Assustei-me quando vi o nome do realizador. Afinal é só mau, náo é péssimo como o Daredevil!!! E o cabelinho do Nick Cage à Fernando Pereira ?!?!?!
Nota: 5/10
Hollywoodland
Divagação sobre a morte do 1º actor a fazer de Superman.
Ben Affleck prova que afinal sabe ser actor.
NOTA: 7/10
Crank
Um filme chunga que se vê bem. Faz lembrar aquela: "Não bate mas entretem"
NOTA: 6/10
Al Pacino tem 88 Minutos para salvar a própria vida, neste thriller intenso do principio ao fim. Gostaria ainda de saber quando é que o Pacino perde o ar ensonado que ficou desde que fez o Insomnia!??!
NOTA: 7/10
Um grupo de pessoas aparentemente desconhecidas umas das outras (e delas próprias) acordam num aramzém e tentam descobrir quem são e o que fazem ali.