terça-feira, 24 de julho de 2007

a outra foi esta

magnifique

Para de 0 a 10, o concerto dos Arcade Fire, no ultimo SBSR ter tido nota 11 faltaram 2 musicas.

Esta é uma delas:

como não podia deixar de ser

O The Guardian divulgou as 50 melhores comédias de sempre e em 1º lugar, sem margem para quaisquer duvidas ficou esta obra prima:




"Are there any women here today?"









A lista completa está aqui.

And now something completely different:

American gun


Cheio de grandes actores este é um filme na linha de Colisão e centra-se na temática vista, por exemplo em Bowlling for Columbine, ou seja o comércio livre de armas nos EU.

Carl (Donald Sutherland) é proprietário de uma loja de armas na Virgínia, dando emprego à sua neta Mary Ann (Linda Cardellini), uma estudante universitária obrigada a passar um semestre no negócio da família e que acaba por se deixar seduzir pelas armas que vende. No outro lado do país, no Oregon, Janet (Marcia Gay Harden) sofre ao assistir a uma entrevista televisiva sobre o terceiro aniversário do fatídico dia em que perdeu o filho, que se suicidou após ter sido responsável pelo massacre no liceu. Agora é pelo filho mais novo (Christopher Marquette) que ela teme. Num Bairro problemático de Chicago, um Reitor (Forest Whitaker) luta para impedir que a sua escola se destrua, enquanto a esposa teme pela segurança do pequeno filho. Quando um estudante aparece com uma arma, todos na escola têm que tomar uma decisão que nunca queriam ter tomado...

NOTA: 8/10

algo de realmente belo

Bat For Lashes - Whats a girl to do

sábado, 21 de julho de 2007

Ele está quase de volta...

Criminosos e bandidos (principalmente aqueles que a policia não apanha), tenham medo, tenham muito medo...

sexta-feira, 20 de julho de 2007

é pró menino e prá menina, olhó...

Transformers, de Michael Bay

Quando se fala em cinema espectáculo, há alguns nomes que nos vêm à cabeça.
Desde logo Steven Spielberg (sendo que neste caso o espectáculo vem aliado a cinema de qualidade), depois James Cameron, e nos últimos tempos Michael Bay.

Michael Bay é o típico cineasta de filmes de acção, se olharmos bem para a sua filmografia, esse é o único género que lá figura.
Bay começou por trabalhar para Jerry Bruckheimer, outro senhor que gosta muito de tiros e explosões nos seus filmes.

Juntos fizeram um filme razoável (o Rochedo, com Nicholas Cage e Sean Connery) e dois filmes inenarráveis, daqueles mesmo abaixo de cão e que se intitulam Armaggedon e Pearl Harbour. Dois filmes que apenas servem para ver numa tarde de Domingo, quando não se tem nada para fazer e se quer dormir a sesta. São melhor que qualquer sonífero.

Depois destas desventuras com Bruckheimer, eis que em 2005 Michael Bay foi contratado pela produtora de Spielberg, a Dreamworks, e logo nesse ano realizou o muito satisfatório A Ilha, com Ewan McGregor e Scarlett Johansson, um filme sobre os problemas da clonagem.

Foi neste cenário que se começou a falar em Transformers, filme baseado numa série de animação dos anos 80 com o mesmo título, sobre uma raça de robots que se transformavam em veículos para combater o crime (mais tarde os Transformers também viriam a fazer furor no mundo dos brinquedos).

Spielberg convida Michael Bay para realizar o filme, este aceita e ai está uma das grandes estreias deste Verão.
Durante séculos, duas raças de alienígenas robóticos - os Autobots e os Decepticons - travaram uma guerra, com o destino do universo em jogo. Quando a batalha chega à Terra, tudo o que separa os terríveis Decepticons do poder supremo é uma pista na posse do jovem Sam Witwicky (Shia LaBeouf – o futuro filho de Indiana Jones). Um adolescente normal, Sam é consumido com preocupações diárias sobre a escola, amigos, carros e raparigas. Sem saber que ele é a última hipótese de sobrevivência da humanidade, Sam e a sua amiga Mikaela (Megan Fox) encontram-se no meio de uma guerra entre os Autobots e os Decepticons. Com o destino do mundo por um fio, Sam compreende o verdadeiro significado do mote da família Witwicky: Sem sacrifício não há vitória!

Com grandes efeitos especiais, principalmente nas espectaculares cenas das transformações dos carros em robots (e vice-versa) Transformers, não sendo um GRANDE filme, é um bom entretenimento e são quase 2h30 bem passadas.

Mais uns pontinhos para Michael Bay que aos poucos, e com a ajuda de Steven Spielberg vai aprendendo que se pode fazer bom cinema de acção sem aquelas lamechices a que nos tinha habituado.

NOTA: 8/10


quarta-feira, 18 de julho de 2007

terça-feira, 17 de julho de 2007

segunda-feira, 16 de julho de 2007

2 versões para uma grande canção

A original


e a cover dos Franz Ferdinand

Os filhos do homem


Children of men, de Alfonso Cuarón
Com Clive Owen, Julianne Moore, Michael Caine

Em 2027, o mundo vive em anarquia graças à infertilidade da população. O mais novo cidadão de todo o planeta, de 18 anos, acaba de morrer, e a humanidade depara-se com a sua possível extinção. Em Londres, uma cidade agora devastada, Theo (Clive Owen), um burocrata desiludido, vê-se no improvável papel de protector de uma mulher grávida, talvez a última esperança que resta...

Grande filme futurista deste realizador mexicano.

NOTA: 8/10

quinta-feira, 12 de julho de 2007

the quiet


A filha do Jack Bauer, da série 24 (Elisha Cuthbert) tem uma irmã adoptada que depois da morte da mãe (biológica) deixou de ouvir e falar. Tem um pai que abusa dela e uma mão que não quer saber...
Mas todas estas coisas se podem alterar de um momento para o outro.

Nota: 8/10

cooooooool


Chama-se Battles, são de New York.
Têm um disco intitulado Mirrored, e uma das musicas desse disco é a que está ai em baixo e chama-se Atlas.










quarta-feira, 11 de julho de 2007

poquer de ases


Smokin' aces, de Joe Carnahan

Carnahan já nos tinha presenteado com o bom Narc. Agora surge (já em DVD) com este positivo Smokin' Aces.
O patrão da Máfia Primo Sparazza põe a cabeça de Buddy "Aces" Israel (Piven) a prémio - um mágico que concordou em testemunhar contra a máfia de Vegas. O FBI, pressentindo a oportunidade de usar este vigarista para derrubar o grande alvo Sparazza, coloca Aces em custódia sob a supervisão de dois agentes (Reynolds e Liotta) no esconderijo de Aces no Lago Tahoe. Quando a comunidade de ex-condenados e futuros condenados descobre o preço da cabeça de Aces, a caça começa com todos os olhos postos em Tahoe.

NOTA: 7/10

terça-feira, 10 de julho de 2007

as mãos da escrita


Esta excelente exposição está na Biblioteca Nacional até dia 24 de Agosto.

Visitem pois está muito interessante.

Desde esboços originais em guardanapo (ou o que estivesse à mão) de alguns dos mais conhecidos autores portugueses a esquemas de um atentado a Salazar, podemos encontrar lá documentos importantes da memória do nosso país.

Isabel II


A Rainha, de Stephen Frears, centra-se nos dias antes e depois da morte da princesa Diana e no periodo conturbado que dai resultou.

É um one-women-show, com o excelente desempenho de Helen Mirren.
Aliás o filme vale pela sua representação.

NOTA: 7/10

quinta-feira, 5 de julho de 2007

novos relatos de um concerto memoravel

A actuação dos Arcade Fire foi precedida com a passagem deste vídeo, nas cinco telas circulares que durante todo o concerto projectavam a bíblia de néon, capa do ultimo disco:



Seguiu-se este alinhamento:

Black Mirror
No Cars Go
Haiti
(Antichrist Television Blues)
Intervention
Headlights Look Like Diamonds
The Well & The Lighthouse
Ocean of Noise
Tunnels
Rebellion (Lies)
Power Out
Keep The Car Running
Wake Up

Começou então assim:


E lá para o meio houve isto:

quarta-feira, 4 de julho de 2007

nem sei o que vos diga

Foi algo de maravilhoso, algo de indescritível, algo que só quem gosta disto pode perceber.
Os outros, os que dizem que não gostam, podem ir limpar os ouvidos pois está cheio de nhanha gordurosa e já deve ter bicho.

Foi lindo

Foi uma festa


Quanto aos outros: os Klaxons deram um concerto grande em qualidade, pequeno em quantidade (mas também não se podia pedir mais a uma banda só com 1 disco e 4ºs cabeça de cartaz).

Os Bloc Party cumpriram, deram um bom concerto, mas a partir de uma certa altura já estava desejoso que eles acabassem para entrarem os verdadeiros artistas...

Agora fico à espera que os organizadores dos espectáculos tragam os Arcade Fire a um Coliseu ou a um Pavilhão Atlântico.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

É já amanhã

Tenho pena de não ver no dia 4: Mundo Cão, Clap Your Hands, Maximo Park e sobretudo Jesus and Mary Chain e LCD Soundsystem.
E no dia 5: a gordita Ditto e os seus The Gossip, TV on the Radio, Scissor Sisters e Interpol.

sábado, 30 de junho de 2007

o horror

Estava eu, depois de um banho revigorante, a vestir-me quando ao olhar-me ao espelho comecei a imaginar uma personagem do mundo do cinema que pudesse retratar a minha bela figura.
Depois de ter passado pelo Danny Ocean, pelo James Bond, ou mesmo o Travis Bickle aqui ao lado e algumas personagens do Johnny Depp (claro que o Jack Sparrow ficou de fora), cheguei a esta dolorosa conclusão:






















Como diria o Coronel Kurtz no Apocalypse Now: The horror...

quinta-feira, 28 de junho de 2007

visionamentos



Antes de se tornar conhecido em Hollywood, Guillermo del Toro já dava cartas no género fantástico.

Este El Espinazo del Diablo tem algumas semelhanças como grande O Labirinto do Fauno. Ambos se passam durante a Guerra Civil Espanhola, ambos têm crianças como protagonistas e mulheres disformes e inadaptadas.

Aqui o pequeno Carlos (Fernando Tielve) é levado para um orfanato na Espanha Rural, em plena Guerra Civil. Mas aquele orfanato releva desde logo alguns sinais de que algo de misterioso se passa, começando pelo facto de ser, secretamente, um dos bastiões da resistência espanhola. Além disso, desde que uma bomba caiu no meio do pátio e não explodiu, que o ganancioso Jacinto (Eduardo Noriega) se tornou num homem difícil de suportar. Para não falar do estranho desaparecimento do pequeno Santi.
Produzido pelos manos Almodovár.
NOTA: 9/10




O Python, Terry Gilliam continua a fumar coisas estranhas antes de realizar um filme e a querer que quem os veja também fume coisas estranhas... antes de os ver.

Nesta espécie de Alice no País das Maravilhas, a jovem Jeliza Rose vive com os pais toxicodependentes. Quando a mãe morre com uma overdose de metadona,Jeliza e o pai, um ex-músico rock viciado em heroína,embarcam numa viagem rumo a uma casa rural em ruínas no meio de lado nenhum. Tentanto lidar com a morte da mãe e a solidão que encontra na nova casa, Jeliza refugia-se num mundo imaginário habitado por estranhas e assustadoras personagens.
NOTA:8/10


terça-feira, 26 de junho de 2007

The Man With The Hat is Back

Ai está a primeira imagem de Indy, 18 anos depois da cavalgada em direcção ao por do sol.
A foto é do próprio Steven Spielberg

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Icky Thump



Já está nas lojas o último dos White Stripes. É potente. Guitarradas do Jack ao melhor nível.

Mais um grande disco para 2007.

sexta-feira, 22 de junho de 2007

100 melhores de sempre

O AFI (American Film Institute) voltou a reunir os seus membros para uma nova votação dos 100 Melhores Filmes de Sempre (em 1998 o melhor de sempre tinha sido Citizen Kane).
Eis a nova lista (a vermelho os que já vi, a bold os que fazem parte da minha DVDteca):

100. Ben-Hur
99. Toy Story
98. Yankee Doodle Dandy
97. Blade Runner
96. Do The Right Thing
95. The Last Picture Show
94. Pulp Fiction
93. The French Connection
92. Goodfellas
91. Sophie's Choice
90. SWING Time
89. The Sixth Sense
88. Bringing Up Baby
87. 12 Angry Men
86. Platoon
85. A Night at the Opera
84. Easy Rider
83. Titanic
82. Sunrise
81. Spartacus
80. The Apartment
79. The Wild Bunch
78. Modern Times
77. All the President's Men
76. Forrest Gump
75. In the Heat of the Night
74. The Silence of the Lambs
73. Butch Cassidy & the Sundance Kid
72. The Shawshank Redemption
71. Saving Private Ryan
70. A Clockwork Orange
69. Tootsie
68. Unforgiven
67. Who's Afraid of Virginia Woolf
66. Raiders of the Lost Ark
65. The African Queen
64. Network
63. Cabaret
62. American Graffiti.
61. Sullivan's Travels
60. Duck Soup
59. Nashville
58. The Gold Rush
57. Rocky
56. Jaws.
55. North by Northwest
54. M*A*S*H
53. The Deer Hunter
52. Taxi Driver
51. West Side Story
50. The Lord of the Rings
49. Intolerance
48. Rear Window
47. Streetcar Named Desire
46. It Happened One Night
45. Shane
44. The Philadelphia Story
43. Midnight Cowboy
42. Bonnie and Clyde
41. King Kong.
40. The Sound of Music
39. Dr. Strangelove
38. The Treasure of the Sierra Madre
37. The Best Years of Our Lives
36. The Bridge on the River Kwai
35. Annie Hall
34. Snow White and the Seven Dwarfs
33. One Flew Over the Cuckoo's Nest
32. The Godfather Part II
31. The Maltese Falcon
30. Apocalyse Now.
29. Double Indemnity
28. All About Eve
27. High Noon
26. Mr. Smith Goes to Washington.
25. To Kill a Mockingbird
24. E. T
23. The Grapes of Wrath
22. Some Like It Hot
21. Chinatown
20. It's a Wonderful Life
19. On the Waterfront
18. The General
17. The Graduate
16. Sunset Boulevard
15. 2001: A Space Odyssey
14. Psycho
13. Star Wars
12. The Searchers
11. City Lights
10. The Wizard of Oz
9. Vertigo
8. Schindler's List
7. Lawrence of Arabia
6. Gone with the Wind
5. Singin' in the Rain
4. Raging Bull
3. Casablanca
2. The Godfather
1. Citizen Kane.

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Do camandro


Zodiac, de David Fincher

David Fincher é daqueles cineastas que me leva a uma sala de cinema sem hesitar. Cada um dos seus filmes é uma experiência única.
Recordo que fazem parte da filmografia deste realizador Alien3, Se7en, O Jogo, Clube de Combate, Sala de Pânico. Dai que após 5 anos de espera, este Zodiac era esperado com alguma ansiedade pelos fãs.
Ainda por cima Zodiac apresentava-se na linha da obra-prima de Fincher, Se7en, ou seja, era um filme sobre um serial-killer e a caça obsessiva empreendida a este.
Esta é uma história verídica de um serial-killer que se auto-intitulava como Zodiac, que atormentou a zona de São Francisco no final da década de 60/inicio de 70 e que nunca foi encontrado. É também um filme sobre a obsessão das pessoas que conduziram a investigação (2 jornalistas do S. Francisco Chronicle e 2 policias).
Zodiac não é apenas “mais um” thriller, mas também um documentário ficcionado, muito preciso e bem documentado, fazendo-nos neste aspecto lembrar filmes como JFK, por exemplo.

Numa primeira parte, Fincher leva-nos literalmente até à S. Francisco dos anos 70, com uma reconstituição levada ao pormenor, quer do mais insignificante objecto até à excelente caracterização das personagens, e ao medo que se sentia na altura devido às acções do Zodiac.
David Fincher é um perfeicionista (chegou a despedir o director de fotografia no filme Sala de Pânico, por este não conseguir a imagem como Fincher queria) e isso nota-se na recriação da época.
O filme vai acontecendo com as cenas dos assassinatos do Zodiac, sem nunca lhe vermos o rosto (a cena inicial com o assassino a surgir entre os faróis do carro e depois “ensombrado” pela lanterna está genial) e a investigação, e suas dificuldades - com os problemas de comunicação entre os departamentos de policia das várias localidades onde os crimes são cometidos.

Numa segunda parte, o filme centra-se na personagem de Robert Graysmit (um magnifico Jake Gyllenhaal), cartonista do Chronicle e autor do livro no qual o filme se baseia, e a sua busca pela verdade, obsessão que o leva inclusive à separação da mulher e dos filhos. Obsessão essa que também tinha motivado a “queda” do outro jornalista (Robert Downey Jr, de regresso ao seu melhor) e de um dos policias.
Apesar de sabermos que o assassino nunca foi encontrado, este é um filme que nos deixa agarrado à cadeira durante as suas 2 horas e 40 min, e neste momento já estou com vontade de o rever pois a informação nele contida é tanta que apenas um visionamento não basta. Venha de lá então o DVD.
Cinco anos depois, David Fincher está de regresso e logo com um dos grandes filmes de 2007.
Certamente...
NOTA: 10/10

terça-feira, 19 de junho de 2007

mais boas séries



Kidnapped é sobre o rapto de um jovem ricaço.

Os pais dele contratam um especialista nestes casos (Knapp) não querendo dar muito ruído ao caso mas o FBI descobre e coloca-se também no terreno. O que parecia ao principio um simples caso de rapto/resgate, torna-se muito mais do que isso.

Um série com cheirinho a Man on Fire, filme recente de Tony Scott.




Em Traveler, três jovens acabam o curso e antes de entrarem para a vida profissional resolvem fazer uma viagem pelos EU para curtir estes últimos dias de "liberdade".
Só que logo nos primeiros dias, um deles (Will Travel) rebenta com uma importante galeria de arte em New York onde morrem várias pessoas, incluindo (aparentemente) o próprio Will.
Os outros dois ficam como principais suspeitos e fogem com o intuito de desvendarem esta conspiração.

quarta-feira, 13 de junho de 2007

resumo de um orgasmo musical

Icky Thump



I Just Don't Know What To Do With Myself



Seven Nation Army



então até ao nosso regresso…

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Brutal

Foi espectacular este 1º concerto de Jack e Meg White em Portugal.

Os orgamos sentem-se, não há palavras para os descrever por isso vou por aqui o que alguma imprensa disse deste magnifico concerto:

"A estreia dos The White Stripes em Portugal era, indiscutivelmente, um dos grandes destaques da noite de ontem do Alive!. De todo o festival, por arrasto. O concerto dos manos White foi nitidamente para fãs e com um alinhamento que teve em conta ser esta a estreia da banda em Portugal. Com efeito, ouviram-se temas de todos os registos da banda, tendo sido abrangidos temas mais antigos como «Jolene» mas também, em primeira-mão, algumas novidades a incluir em «Icky Thump», a novidade que verá a luz do dia nas próximas semanas. Uma das coisas mais louváveis num espectáculo dos The White Stripes é a forma como dois músicos somente conseguem preencher tanto um palco, não só em riqueza técnica e musicalmente dirigida mas também, ponto-chave, em toda uma presença declaradamente forte e vincada. Meg, discreta na bateria, foi perfeito complemento para o pequeno-grande génio Jack, demoníaco nas guitarras e teclas, catalizador de audiências por natureza. Para o final ficou «Seven Nation Army», a prova viva de que ainda é possível, em pleno séc.XXI, fazer riffs tão memoráveis quanto frescos e intemporais. Excelente concerto. " Disco Digital


"Do novo álbum, «I’m Slowly Turning Into You» pôs o povo a gritar palavras de ordem e o tema-título «Icky Thump» mostrou ter garras para agarrar as ancas dos presentes. Como seria de esperar, porém, as melhores reacções foram para os temas já conhecidos: «We’re Going To Be Friends», «Ball and Biscuit» e, já no óptimo encore, «Blue Orchid» e «My Doorbell», a certa altura construída apenas por bateria, pandeireta e palmas. O adeus só podia chegar com uma versão generosa de «Seven Nation Army», o êxito que o público não se cansou de ir trauteando no volume máximo, como lembrete para a banda. «My sister thanks you and I thank you», despediu-se Jack White por fim, fazendo uma vénia e elevando o fascínio e o mistério em redor do seu projecto a novos máximos históricos." Blitz

"Memorável mas apressado. Foi assim o primeiro concerto dos White Stripes em Portugal. 'Dead Leaves and the Dirty Ground' e um sonoro «Hello Portugal» deram início ao festim que prosseguiu em headbang frenético ao ritmo de 'Black Math'. A assistência fez o trabalho de casa e a novíssima 'Icky Thump' estava na ponta da língua. «I'm Jack White and this is my big sister Meg». A multidão estava farta de saber, mas apreciou o cumprimento.
Uma hora depois já tinham voado, entre outras, 'John the Revelator', 'Hotel Yorba' (em versão eléctrica), 'Fell in Love With a Girl' (encantadora como só ela, Meg na pandeireta), 'We're Going to be Friends' e 'Ball and Biscuit' (com pozinhos de orgão), para não falar das deliciosas versões de 'Jolene' (Dolly Parton) e 'Death Letter' (Son House).
Soube a pouco, mas ainda houve encore, com 'Blue Orchid' a abrir. 'My Doorbell', 'I Just Don't Know What To Do With Myself' (em coro) e claro, a pedido de muitas famílias, 'Seven Nation Army', para encerrar em beleza. Ficaram a faltar muitas outras, como 'Astro', 'Let's Build a Home', 'I Think I Smell a Rat, 'The Hardest Button to Button' ou 'The Denial Twist', mas não se podia pedir mais.
«My sister thanks you and I thank you», disse Jack de abandonar de vez o palco. Deixa-te de coisas, pá. A gente é que agradece. " Sol




Os Smashing Pumpkins cumpriram com aquilo que esperava deles (já tinha ouvido um concerto de Paris em Maio). Outro bom concerto para acabar a noite em beleza. Com a chuva a ajudar à festa... Mas a noite já estava ganha com os Stripes.




sexta-feira, 8 de junho de 2007

Orgasmo musical do mês

É amanhã no Oeiras Alive!
Sobem ao palco cerca das 21.45 e esta deverá ser a ultima musica:



Depois deles ainda veremos o regresso dos Smashing Pumpkins.

quinta-feira, 31 de maio de 2007

o regresso

Ai está a primeira musica do novo album dos White Stripes.
Eles estarão em Portugal no dia 9 de Junho

quarta-feira, 30 de maio de 2007

grande musica, grande teledisco

Uma versão alternativa do video da musica You Only Live Once, dos Strokes.
Com um cheirinho a 2001, Odisseia no Espaço:

terça-feira, 29 de maio de 2007

pequenos grandes filmes

Shooter, de Antoine Fuqua
A tal história da conspiração em que um atirador é acusado de ter morto o presidente.
Já vi melhores coisas ao Walbergh e ao realizador

Nota: 7/10







Fracture, de Gregory Hoblit
Filme policial do mesmo realizador de Primal Fear, o filme que revelou Edward Norton.
Com o que tem andado por a nível de filmes policiais este até que nem é dos piores.

NOTA: 7/10






Breach, de Billy Ray
Sem muito alarido surge-nos um grande filme.
A hitória (verídica) é sobre a maior fuga de informação dos EU, quando um agente do FBI vende segredos à União Sovietica (e posteriormente à Russia).
Excelentes desempanhos do trio principal.

NOTA: 8/10

quinta-feira, 24 de maio de 2007

monólogos geniais

O filme é o excelente 25th Hour de Spike Lee e nele entra um dos meus actores preferidos que brilha nestes 5 minutos

segunda-feira, 21 de maio de 2007

O amor, esse belo sentimento

...




When the routine bites hard
And ambitions are low
And the resentment rides high
But emotions wont grow
And were changing our ways,
Taking different roads
Then love, love will tear us apart again

Why is the bedroom so cold
Turned away on your side?
Is my timing that flawed,
Our respect run so dry?
Yet theres still this appeal
That weve kept through our lives
Love, love will tear us apart again

Do you cry out in your sleep
All my failings expose?
Get a taste in my mouth
As desperation takes hold
Is it something so good
Just cant function no more?
When love, love will tear us apart again

sexta-feira, 18 de maio de 2007

hoje por aqui "cerimoneia-se"

Faz hoje 27 anos que Ian Curtis lost control again.
Este cantinho não o esquece:




CEREMONY
This is why events unnerve me,
They find it all, a different story,
Notice whom for wheels are turning,
Turn again and turn towards this time,
All she asks the strength to hold me,
Then again the same old story,
Word will travel, oh so quickly,
Travel first and lean towards this time.

Oh, Ill break them down, no mercy shown,
Heaven knows, its got to be this time,
Watching her, these things she said,
The times she cried,
Too frail to wake this time.

Oh, Ill break them down, no mercy shown,
Heaven knows, its got to be this time,
Avenues all lined with trees,
Picture me and then you start watching,
Watching forever, forever,
Watching love grow, forever,
Letting me know, forever.

Ontem em Cannes


terça-feira, 15 de maio de 2007

vai-se vendo



Breaking and Entering, Anthony Minghella
Will (Jude Law) e Sandy (Robin Wright-Penn) possuem uma próspera firma de arquitetura paisagística. Recentemente eles mudaram-se para a região de King's Cross, o centro da mais ambiciosa regeneração urbana da Europa. O seu escritório, repleto com a tecnologia mais avançada, é alvo de constantes assaltos. Farto desta situação, Will começa a vigiar o escritório e um dia segue Miro, um dos membros do grupo que assalta a sua empresa. Will segue-o até ao apartamento em que Miro mora com a sua mãe, Amira (Juliete Binoche), uma refugiada bósnia. Na intenção de investigar o roubo, Miro torna-se amigo de Amira...
Bom filme de Anthony Minghela, com excelentes desempenhos.
NOTA: 9/10




Slither, James Gunn
Filme de terror/ficção cientifica bem ao jeito de um Ed Wood.
NOTA: 7/10







The Fountain, Darren Aronofsky
Tratado de Darren Aronofsky sobre a morte, a vida, o amor e o renascimento.
Esta é uma odisseia sobre a eterna luta de um homem para salvar a mulher que ama. A jornada épica inicia-se na Espanha do século XVI, onde o conquistador Thomas (Hugh Jackman) começa a sua procura da Fonte da Juventude, a entidade mítica que se julga conceder vida eterna. Como cientista do nosso tempo, Tommy Creo luta desesperadamente para encontrar a cura para o cancro que está a matar a sua amada esposa, Isabel (Rachel Weisz). Viajando pelo espaço profundo como um astronauta do século XXVI, Tom começa a alcançar os mistérios que o consumiram durante um milénio. As três histórias convergem numa única verdade quando Thomas de todas as eras – guerreiro, cientista e explorador – reconcilia-se com a vida, amor, morte e renascimento. Belissimo
NOTA: 9/10

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Era uma vez uma banda que foi à TV pela 1ª vez



Shadowplay

To the centre of the city where all roads
meet looking for you
To the depths of the ocean
where all hopes sank searching for you
Moving through the silence without motion
waiting for you
In a room with no window in the corner,
I found truth

In the shadowplay, acting out your
own death, knowing more
As the assassins all grouped
in four lines,
Dancing on the floor,
And with cold steel, odour on their bodies,
made a move to connect
I could only stare in disbelief
as the crowds all left

I did everything, everything I wanted to
I let them use you -
for their own ends
To the centre of the city in night
waiting for you (2)

O aranha passou-se



E à 3ª surge o Spiderman mais fraquinho, com algumas cenas ridiculas à mistura. Salva-se a moça da foto que está cada vez menos parecida com o pai e com o tio.

Nota: 6/10

sexta-feira, 11 de maio de 2007

Onde estão eles?

"Mas este gajo mete este mês como o mês dos Joy Division e do Ian Curtis e a unica coisa que mostra é uma musica deles cantada pelso New Order?"

HA pronto, está bem!

Então, srªs e Srs., apresento-vos os...

WARSAW

Jericho


Entre outras coisas, agora ando a ver esta série.

Várias cidades dos EU foram atacadas por bombas nucleares. A pequena localidade de Jericho sobreviveu aos ataques e até agora à radiação. Mas o caos e a desordem estão instalados...


Agora é de vez

Naquele que é o mês do Ian Curtis e dos Joy Division, Peter Hook veio a publico dizer que os New Order chegam ao fim.

Diz que agora será de vez, eles que já tiveram outras supostas separações no passado.

É pena.

Fica a musica.

Esta é uma das suas obras primas. E um grande videoclip:

terça-feira, 8 de maio de 2007

O mês do Ian

Faz 17 anos que ele resolveu acabar com tudo e no dia 17 (um dia antes dessa data fatidica) estreia o filme Control, sobre ele e os Joy Division.

Aqui fica uma das primeiras musicas da Joy Division (ainda sob a designação Warsaw) intrepertada pelos New Order* no concerto de homenagem a John Peel.

Ah, a musica intitula-se precisamente Warsaw:



* Para os mais desatentos: A Joy Division era formada por 4 elementos. Depois da morte de Ian Curtis os outros 3 formaram os New Order, onde se mantêm até hoje.
O vocalista Bernard Sumner, o baterista Stephan Morris e o baixista Peter Hook (lado direito da imagem) são esses 3.

terça-feira, 1 de maio de 2007

Por estes dias


Scoop não será dos melhores do Woody Allen, mas é um filme do Woddy Allen e logo isso é motivo para ser um bom filme.
NOTA: 7/10










Ghost Rider
Assustei-me quando vi o nome do realizador. Afinal é só mau, náo é péssimo como o Daredevil!!! E o cabelinho do Nick Cage à Fernando Pereira ?!?!?!
Nota: 5/10








Hollywoodland
Divagação sobre a morte do 1º actor a fazer de Superman.
Ben Affleck prova que afinal sabe ser actor.
NOTA: 7/10









Crank
Um filme chunga que se vê bem. Faz lembrar aquela: "Não bate mas entretem"
NOTA: 6/10










Al Pacino tem 88 Minutos para salvar a própria vida, neste thriller intenso do principio ao fim. Gostaria ainda de saber quando é que o Pacino perde o ar ensonado que ficou desde que fez o Insomnia!??!
NOTA: 7/10










Um grupo de pessoas aparentemente desconhecidas umas das outras (e delas próprias) acordam num aramzém e tentam descobrir quem são e o que fazem ali.
NOTA: 8/10





quinta-feira, 26 de abril de 2007

Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan



Este é mais um daqueles filmes que, ou se ama ou se odeia.

É mais um para aqueles que dizem: "é a morte do cinema, é a morte do cinema".

Enfim, há gostos e gostos!!!

Borat: [para uma audiencia americana] We support your war of terror.

Borat: He insist we not fly in case the Jews repeated their attack of 9/11.

NOTA: 8/10

segunda-feira, 23 de abril de 2007

Abram alas ao Hiro

Ele está de regresso e já tem espada de samurai.

Esta excelente série já estreou em Portugal, na TVI e regressa hoje nos Estados Unidos.

Dia Mundial do Livro


Hoje, dia 23 de Abril, comemora-se o Dia Mundial do Livro e para homenagear este dia escolhi um filme que vi recentemente.
Trata-se de "Livro Negro", (Zwartboek, no original holandês) é o ultimo filme de Paul Verhoeven e de longe o melhor deste realizador holandês.
Verhoeven tem alguns filmes bonzitos, como Instinto Fatal, RoboCop e Total Recall e também é o realizador dessa coisa inenarrável intitulada Showgirls.
Desta vez excedeu-se e realizou a sua obra-prima (pelo menos até ao momento).
Holanda, 1944: são os últimos anos da II Guerra Mundial e a bela cantora Rachel Stein encontra-se refugiada com a família Tsjempkema na Holanda rural. Outrora uma popular e rica cantora, Rachel aguarda o fim da guerra, tal como muitos judeus na Europa, separada da sua família e na iminência de ser apanhada pela Gestapo...
NOTA: 9/10

sexta-feira, 13 de abril de 2007

Eles vêm ai...



White Stripes, Arcade Fire, Jesus and the Mary Chain, Smashing Pumpkins, Pearl Jam...

Dá vontade de cantar : "I just don't know how to get so much money"...

PS. A Kate Moss leva jeito...

quarta-feira, 11 de abril de 2007

cinema independente

Half Nelson, de Ryan Fleck

Dan Dunne (Ryan Gosling) é um jovem professor que a cada dia que passa vê os seus ideais desvanecerem perante a realidade. Todos os dias ele tenta entusiasmar os seus alunos de 13 e 14 anos, rejeitando uma abordagem convencional e tentado fazê-los perceber como ocorrem as mudanças e que eles são capazes de pensar por eles próprios. Apesar de brilhante e dinâmico na sala de aula, Dan passa a maioria do tempo fora dela inconsciente. As suas desilusões tornaram-no toxicodependente, numa dependência cada vez mais grave. Ele balança entre as aulas e as ressacas, mas um dia é descoberto por Drey, uma das suas alunas. Apesar da diferença de idades e situações, daí nasce uma amizade cúmplice que transforma as suas vidas. "Half Nelson" ganhou os Prémios do Júri nos Festivais de Locarno e Deauville e o excelente desempenho de Ryan Gosling foi nomeado para Melhor Actor nos Óscares deste ano.
NOTA: 8/10

The Woods
O realizador Lucky McKee é já considerado um dos mestres do terror actual . Neste filme conta a história de uma adolescente que se vê encurralada num internato. Vigiada pela sinistra directora, a Sra Traverse, Heather apercebe-se que aquele não é um estabelecimento de ensino normal e que muitas das suas colegas desaparecem misteriosamente. Nos principais papéis encontramos Bruce Campbell (Evil Dead) e Patricia Clarkson e Agnes Bruckner no papel da adolescente. Excelentes efeitos especiais acompanham esta história inquietante.
NOTA: 8/10

terça-feira, 10 de abril de 2007

Prison Break

Já estreou na RTP a 2ª temporada desta excelente série, temporada essa que já terminou nos Estados Unidos.

Entretanto a 3ª temporada vem a caminho e deve estrear no Outono.
Fiquem com um cheirinho da Season 2, que na RTP1 já vai para o 7º espisódio:

segunda-feira, 9 de abril de 2007

Grandioso



A critica portuguesa tem arrasado com esta obra grandiosa.
Coisas como "filme fascista", "a morte do cinema", etc.

Sobre ser um filme fascista e que é um filme pro-Bush, tendo inclusive passagens já ditas pelo presidente americano, só posso dizer que o filme se baseia no BD de Frank Miller, que foi escrita em 1998.

Como Sin City, também retrato fiel da BD de Frank Miller, 300 é uma obra cinematografica grandiosa, com actores de carne e osso, mas que recorre ao digital para as cenas de batalha.

Um filme que vai deixar qualquer um esmagado!!!


Algumas das deixas do filme vão fazer história:


  • Persian Officer: Fools! Our arrows will blot out the sun. Stelios: Then we will fight in the shade!

NOTA: 10/10