terça-feira, 31 de julho de 2007

FMM 2007

Terminou no passado Sábado mais uma edição do cada vez maior Festival Musicas do Mundo, em Sines.

Este ano apenas estive presente no ultimo dia e logo com um grance concerto a encerrar, com Gogol Bordello, esses grandes malucos que tocam musica "punk aciganada".



Foi mais ou menos 1 hora, sempre a abrir, onde a musica desta banda com elementos de várias nacionalidades misturada com o fogo de artificio habitual da meia-noite, criou um efeito explosivo.
Consta que na noite anterior Rachid Taha também arrasou, mas penso que o destaque tem de ir para esta banda, liderada por Eugene Hütz, nova-iorquino de origem ucraniana.

Aqui fica um "cheirinho" de um dos momentos altos da noite:



Até de manhã houve mais musica na marginal da praia, numa organização que está melhor de ano para ano.
Parabéns a Sines e a quem organiza este grande festival.

Michelangelo Antonioni, 1912-2007





Em apenas 2 dias o cinema ficou mais pobre, com a perda de dois grandes nomes da 7ª arte.

terça-feira, 24 de julho de 2007

a outra foi esta

magnifique

Para de 0 a 10, o concerto dos Arcade Fire, no ultimo SBSR ter tido nota 11 faltaram 2 musicas.

Esta é uma delas:

como não podia deixar de ser

O The Guardian divulgou as 50 melhores comédias de sempre e em 1º lugar, sem margem para quaisquer duvidas ficou esta obra prima:




"Are there any women here today?"









A lista completa está aqui.

And now something completely different:

American gun


Cheio de grandes actores este é um filme na linha de Colisão e centra-se na temática vista, por exemplo em Bowlling for Columbine, ou seja o comércio livre de armas nos EU.

Carl (Donald Sutherland) é proprietário de uma loja de armas na Virgínia, dando emprego à sua neta Mary Ann (Linda Cardellini), uma estudante universitária obrigada a passar um semestre no negócio da família e que acaba por se deixar seduzir pelas armas que vende. No outro lado do país, no Oregon, Janet (Marcia Gay Harden) sofre ao assistir a uma entrevista televisiva sobre o terceiro aniversário do fatídico dia em que perdeu o filho, que se suicidou após ter sido responsável pelo massacre no liceu. Agora é pelo filho mais novo (Christopher Marquette) que ela teme. Num Bairro problemático de Chicago, um Reitor (Forest Whitaker) luta para impedir que a sua escola se destrua, enquanto a esposa teme pela segurança do pequeno filho. Quando um estudante aparece com uma arma, todos na escola têm que tomar uma decisão que nunca queriam ter tomado...

NOTA: 8/10

algo de realmente belo

Bat For Lashes - Whats a girl to do

sábado, 21 de julho de 2007

Ele está quase de volta...

Criminosos e bandidos (principalmente aqueles que a policia não apanha), tenham medo, tenham muito medo...

sexta-feira, 20 de julho de 2007

é pró menino e prá menina, olhó...

Transformers, de Michael Bay

Quando se fala em cinema espectáculo, há alguns nomes que nos vêm à cabeça.
Desde logo Steven Spielberg (sendo que neste caso o espectáculo vem aliado a cinema de qualidade), depois James Cameron, e nos últimos tempos Michael Bay.

Michael Bay é o típico cineasta de filmes de acção, se olharmos bem para a sua filmografia, esse é o único género que lá figura.
Bay começou por trabalhar para Jerry Bruckheimer, outro senhor que gosta muito de tiros e explosões nos seus filmes.

Juntos fizeram um filme razoável (o Rochedo, com Nicholas Cage e Sean Connery) e dois filmes inenarráveis, daqueles mesmo abaixo de cão e que se intitulam Armaggedon e Pearl Harbour. Dois filmes que apenas servem para ver numa tarde de Domingo, quando não se tem nada para fazer e se quer dormir a sesta. São melhor que qualquer sonífero.

Depois destas desventuras com Bruckheimer, eis que em 2005 Michael Bay foi contratado pela produtora de Spielberg, a Dreamworks, e logo nesse ano realizou o muito satisfatório A Ilha, com Ewan McGregor e Scarlett Johansson, um filme sobre os problemas da clonagem.

Foi neste cenário que se começou a falar em Transformers, filme baseado numa série de animação dos anos 80 com o mesmo título, sobre uma raça de robots que se transformavam em veículos para combater o crime (mais tarde os Transformers também viriam a fazer furor no mundo dos brinquedos).

Spielberg convida Michael Bay para realizar o filme, este aceita e ai está uma das grandes estreias deste Verão.
Durante séculos, duas raças de alienígenas robóticos - os Autobots e os Decepticons - travaram uma guerra, com o destino do universo em jogo. Quando a batalha chega à Terra, tudo o que separa os terríveis Decepticons do poder supremo é uma pista na posse do jovem Sam Witwicky (Shia LaBeouf – o futuro filho de Indiana Jones). Um adolescente normal, Sam é consumido com preocupações diárias sobre a escola, amigos, carros e raparigas. Sem saber que ele é a última hipótese de sobrevivência da humanidade, Sam e a sua amiga Mikaela (Megan Fox) encontram-se no meio de uma guerra entre os Autobots e os Decepticons. Com o destino do mundo por um fio, Sam compreende o verdadeiro significado do mote da família Witwicky: Sem sacrifício não há vitória!

Com grandes efeitos especiais, principalmente nas espectaculares cenas das transformações dos carros em robots (e vice-versa) Transformers, não sendo um GRANDE filme, é um bom entretenimento e são quase 2h30 bem passadas.

Mais uns pontinhos para Michael Bay que aos poucos, e com a ajuda de Steven Spielberg vai aprendendo que se pode fazer bom cinema de acção sem aquelas lamechices a que nos tinha habituado.

NOTA: 8/10


quarta-feira, 18 de julho de 2007

terça-feira, 17 de julho de 2007

segunda-feira, 16 de julho de 2007

2 versões para uma grande canção

A original


e a cover dos Franz Ferdinand

Os filhos do homem


Children of men, de Alfonso Cuarón
Com Clive Owen, Julianne Moore, Michael Caine

Em 2027, o mundo vive em anarquia graças à infertilidade da população. O mais novo cidadão de todo o planeta, de 18 anos, acaba de morrer, e a humanidade depara-se com a sua possível extinção. Em Londres, uma cidade agora devastada, Theo (Clive Owen), um burocrata desiludido, vê-se no improvável papel de protector de uma mulher grávida, talvez a última esperança que resta...

Grande filme futurista deste realizador mexicano.

NOTA: 8/10

quinta-feira, 12 de julho de 2007

the quiet


A filha do Jack Bauer, da série 24 (Elisha Cuthbert) tem uma irmã adoptada que depois da morte da mãe (biológica) deixou de ouvir e falar. Tem um pai que abusa dela e uma mão que não quer saber...
Mas todas estas coisas se podem alterar de um momento para o outro.

Nota: 8/10

cooooooool


Chama-se Battles, são de New York.
Têm um disco intitulado Mirrored, e uma das musicas desse disco é a que está ai em baixo e chama-se Atlas.










quarta-feira, 11 de julho de 2007

poquer de ases


Smokin' aces, de Joe Carnahan

Carnahan já nos tinha presenteado com o bom Narc. Agora surge (já em DVD) com este positivo Smokin' Aces.
O patrão da Máfia Primo Sparazza põe a cabeça de Buddy "Aces" Israel (Piven) a prémio - um mágico que concordou em testemunhar contra a máfia de Vegas. O FBI, pressentindo a oportunidade de usar este vigarista para derrubar o grande alvo Sparazza, coloca Aces em custódia sob a supervisão de dois agentes (Reynolds e Liotta) no esconderijo de Aces no Lago Tahoe. Quando a comunidade de ex-condenados e futuros condenados descobre o preço da cabeça de Aces, a caça começa com todos os olhos postos em Tahoe.

NOTA: 7/10

terça-feira, 10 de julho de 2007

as mãos da escrita


Esta excelente exposição está na Biblioteca Nacional até dia 24 de Agosto.

Visitem pois está muito interessante.

Desde esboços originais em guardanapo (ou o que estivesse à mão) de alguns dos mais conhecidos autores portugueses a esquemas de um atentado a Salazar, podemos encontrar lá documentos importantes da memória do nosso país.

Isabel II


A Rainha, de Stephen Frears, centra-se nos dias antes e depois da morte da princesa Diana e no periodo conturbado que dai resultou.

É um one-women-show, com o excelente desempenho de Helen Mirren.
Aliás o filme vale pela sua representação.

NOTA: 7/10

quinta-feira, 5 de julho de 2007

novos relatos de um concerto memoravel

A actuação dos Arcade Fire foi precedida com a passagem deste vídeo, nas cinco telas circulares que durante todo o concerto projectavam a bíblia de néon, capa do ultimo disco:



Seguiu-se este alinhamento:

Black Mirror
No Cars Go
Haiti
(Antichrist Television Blues)
Intervention
Headlights Look Like Diamonds
The Well & The Lighthouse
Ocean of Noise
Tunnels
Rebellion (Lies)
Power Out
Keep The Car Running
Wake Up

Começou então assim:


E lá para o meio houve isto: