sábado, 30 de junho de 2007

o horror

Estava eu, depois de um banho revigorante, a vestir-me quando ao olhar-me ao espelho comecei a imaginar uma personagem do mundo do cinema que pudesse retratar a minha bela figura.
Depois de ter passado pelo Danny Ocean, pelo James Bond, ou mesmo o Travis Bickle aqui ao lado e algumas personagens do Johnny Depp (claro que o Jack Sparrow ficou de fora), cheguei a esta dolorosa conclusão:






















Como diria o Coronel Kurtz no Apocalypse Now: The horror...

quinta-feira, 28 de junho de 2007

visionamentos



Antes de se tornar conhecido em Hollywood, Guillermo del Toro já dava cartas no género fantástico.

Este El Espinazo del Diablo tem algumas semelhanças como grande O Labirinto do Fauno. Ambos se passam durante a Guerra Civil Espanhola, ambos têm crianças como protagonistas e mulheres disformes e inadaptadas.

Aqui o pequeno Carlos (Fernando Tielve) é levado para um orfanato na Espanha Rural, em plena Guerra Civil. Mas aquele orfanato releva desde logo alguns sinais de que algo de misterioso se passa, começando pelo facto de ser, secretamente, um dos bastiões da resistência espanhola. Além disso, desde que uma bomba caiu no meio do pátio e não explodiu, que o ganancioso Jacinto (Eduardo Noriega) se tornou num homem difícil de suportar. Para não falar do estranho desaparecimento do pequeno Santi.
Produzido pelos manos Almodovár.
NOTA: 9/10




O Python, Terry Gilliam continua a fumar coisas estranhas antes de realizar um filme e a querer que quem os veja também fume coisas estranhas... antes de os ver.

Nesta espécie de Alice no País das Maravilhas, a jovem Jeliza Rose vive com os pais toxicodependentes. Quando a mãe morre com uma overdose de metadona,Jeliza e o pai, um ex-músico rock viciado em heroína,embarcam numa viagem rumo a uma casa rural em ruínas no meio de lado nenhum. Tentanto lidar com a morte da mãe e a solidão que encontra na nova casa, Jeliza refugia-se num mundo imaginário habitado por estranhas e assustadoras personagens.
NOTA:8/10


terça-feira, 26 de junho de 2007

The Man With The Hat is Back

Ai está a primeira imagem de Indy, 18 anos depois da cavalgada em direcção ao por do sol.
A foto é do próprio Steven Spielberg

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Icky Thump



Já está nas lojas o último dos White Stripes. É potente. Guitarradas do Jack ao melhor nível.

Mais um grande disco para 2007.

sexta-feira, 22 de junho de 2007

100 melhores de sempre

O AFI (American Film Institute) voltou a reunir os seus membros para uma nova votação dos 100 Melhores Filmes de Sempre (em 1998 o melhor de sempre tinha sido Citizen Kane).
Eis a nova lista (a vermelho os que já vi, a bold os que fazem parte da minha DVDteca):

100. Ben-Hur
99. Toy Story
98. Yankee Doodle Dandy
97. Blade Runner
96. Do The Right Thing
95. The Last Picture Show
94. Pulp Fiction
93. The French Connection
92. Goodfellas
91. Sophie's Choice
90. SWING Time
89. The Sixth Sense
88. Bringing Up Baby
87. 12 Angry Men
86. Platoon
85. A Night at the Opera
84. Easy Rider
83. Titanic
82. Sunrise
81. Spartacus
80. The Apartment
79. The Wild Bunch
78. Modern Times
77. All the President's Men
76. Forrest Gump
75. In the Heat of the Night
74. The Silence of the Lambs
73. Butch Cassidy & the Sundance Kid
72. The Shawshank Redemption
71. Saving Private Ryan
70. A Clockwork Orange
69. Tootsie
68. Unforgiven
67. Who's Afraid of Virginia Woolf
66. Raiders of the Lost Ark
65. The African Queen
64. Network
63. Cabaret
62. American Graffiti.
61. Sullivan's Travels
60. Duck Soup
59. Nashville
58. The Gold Rush
57. Rocky
56. Jaws.
55. North by Northwest
54. M*A*S*H
53. The Deer Hunter
52. Taxi Driver
51. West Side Story
50. The Lord of the Rings
49. Intolerance
48. Rear Window
47. Streetcar Named Desire
46. It Happened One Night
45. Shane
44. The Philadelphia Story
43. Midnight Cowboy
42. Bonnie and Clyde
41. King Kong.
40. The Sound of Music
39. Dr. Strangelove
38. The Treasure of the Sierra Madre
37. The Best Years of Our Lives
36. The Bridge on the River Kwai
35. Annie Hall
34. Snow White and the Seven Dwarfs
33. One Flew Over the Cuckoo's Nest
32. The Godfather Part II
31. The Maltese Falcon
30. Apocalyse Now.
29. Double Indemnity
28. All About Eve
27. High Noon
26. Mr. Smith Goes to Washington.
25. To Kill a Mockingbird
24. E. T
23. The Grapes of Wrath
22. Some Like It Hot
21. Chinatown
20. It's a Wonderful Life
19. On the Waterfront
18. The General
17. The Graduate
16. Sunset Boulevard
15. 2001: A Space Odyssey
14. Psycho
13. Star Wars
12. The Searchers
11. City Lights
10. The Wizard of Oz
9. Vertigo
8. Schindler's List
7. Lawrence of Arabia
6. Gone with the Wind
5. Singin' in the Rain
4. Raging Bull
3. Casablanca
2. The Godfather
1. Citizen Kane.

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Do camandro


Zodiac, de David Fincher

David Fincher é daqueles cineastas que me leva a uma sala de cinema sem hesitar. Cada um dos seus filmes é uma experiência única.
Recordo que fazem parte da filmografia deste realizador Alien3, Se7en, O Jogo, Clube de Combate, Sala de Pânico. Dai que após 5 anos de espera, este Zodiac era esperado com alguma ansiedade pelos fãs.
Ainda por cima Zodiac apresentava-se na linha da obra-prima de Fincher, Se7en, ou seja, era um filme sobre um serial-killer e a caça obsessiva empreendida a este.
Esta é uma história verídica de um serial-killer que se auto-intitulava como Zodiac, que atormentou a zona de São Francisco no final da década de 60/inicio de 70 e que nunca foi encontrado. É também um filme sobre a obsessão das pessoas que conduziram a investigação (2 jornalistas do S. Francisco Chronicle e 2 policias).
Zodiac não é apenas “mais um” thriller, mas também um documentário ficcionado, muito preciso e bem documentado, fazendo-nos neste aspecto lembrar filmes como JFK, por exemplo.

Numa primeira parte, Fincher leva-nos literalmente até à S. Francisco dos anos 70, com uma reconstituição levada ao pormenor, quer do mais insignificante objecto até à excelente caracterização das personagens, e ao medo que se sentia na altura devido às acções do Zodiac.
David Fincher é um perfeicionista (chegou a despedir o director de fotografia no filme Sala de Pânico, por este não conseguir a imagem como Fincher queria) e isso nota-se na recriação da época.
O filme vai acontecendo com as cenas dos assassinatos do Zodiac, sem nunca lhe vermos o rosto (a cena inicial com o assassino a surgir entre os faróis do carro e depois “ensombrado” pela lanterna está genial) e a investigação, e suas dificuldades - com os problemas de comunicação entre os departamentos de policia das várias localidades onde os crimes são cometidos.

Numa segunda parte, o filme centra-se na personagem de Robert Graysmit (um magnifico Jake Gyllenhaal), cartonista do Chronicle e autor do livro no qual o filme se baseia, e a sua busca pela verdade, obsessão que o leva inclusive à separação da mulher e dos filhos. Obsessão essa que também tinha motivado a “queda” do outro jornalista (Robert Downey Jr, de regresso ao seu melhor) e de um dos policias.
Apesar de sabermos que o assassino nunca foi encontrado, este é um filme que nos deixa agarrado à cadeira durante as suas 2 horas e 40 min, e neste momento já estou com vontade de o rever pois a informação nele contida é tanta que apenas um visionamento não basta. Venha de lá então o DVD.
Cinco anos depois, David Fincher está de regresso e logo com um dos grandes filmes de 2007.
Certamente...
NOTA: 10/10

terça-feira, 19 de junho de 2007

mais boas séries



Kidnapped é sobre o rapto de um jovem ricaço.

Os pais dele contratam um especialista nestes casos (Knapp) não querendo dar muito ruído ao caso mas o FBI descobre e coloca-se também no terreno. O que parecia ao principio um simples caso de rapto/resgate, torna-se muito mais do que isso.

Um série com cheirinho a Man on Fire, filme recente de Tony Scott.




Em Traveler, três jovens acabam o curso e antes de entrarem para a vida profissional resolvem fazer uma viagem pelos EU para curtir estes últimos dias de "liberdade".
Só que logo nos primeiros dias, um deles (Will Travel) rebenta com uma importante galeria de arte em New York onde morrem várias pessoas, incluindo (aparentemente) o próprio Will.
Os outros dois ficam como principais suspeitos e fogem com o intuito de desvendarem esta conspiração.

quarta-feira, 13 de junho de 2007

resumo de um orgasmo musical

Icky Thump



I Just Don't Know What To Do With Myself



Seven Nation Army



então até ao nosso regresso…

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Brutal

Foi espectacular este 1º concerto de Jack e Meg White em Portugal.

Os orgamos sentem-se, não há palavras para os descrever por isso vou por aqui o que alguma imprensa disse deste magnifico concerto:

"A estreia dos The White Stripes em Portugal era, indiscutivelmente, um dos grandes destaques da noite de ontem do Alive!. De todo o festival, por arrasto. O concerto dos manos White foi nitidamente para fãs e com um alinhamento que teve em conta ser esta a estreia da banda em Portugal. Com efeito, ouviram-se temas de todos os registos da banda, tendo sido abrangidos temas mais antigos como «Jolene» mas também, em primeira-mão, algumas novidades a incluir em «Icky Thump», a novidade que verá a luz do dia nas próximas semanas. Uma das coisas mais louváveis num espectáculo dos The White Stripes é a forma como dois músicos somente conseguem preencher tanto um palco, não só em riqueza técnica e musicalmente dirigida mas também, ponto-chave, em toda uma presença declaradamente forte e vincada. Meg, discreta na bateria, foi perfeito complemento para o pequeno-grande génio Jack, demoníaco nas guitarras e teclas, catalizador de audiências por natureza. Para o final ficou «Seven Nation Army», a prova viva de que ainda é possível, em pleno séc.XXI, fazer riffs tão memoráveis quanto frescos e intemporais. Excelente concerto. " Disco Digital


"Do novo álbum, «I’m Slowly Turning Into You» pôs o povo a gritar palavras de ordem e o tema-título «Icky Thump» mostrou ter garras para agarrar as ancas dos presentes. Como seria de esperar, porém, as melhores reacções foram para os temas já conhecidos: «We’re Going To Be Friends», «Ball and Biscuit» e, já no óptimo encore, «Blue Orchid» e «My Doorbell», a certa altura construída apenas por bateria, pandeireta e palmas. O adeus só podia chegar com uma versão generosa de «Seven Nation Army», o êxito que o público não se cansou de ir trauteando no volume máximo, como lembrete para a banda. «My sister thanks you and I thank you», despediu-se Jack White por fim, fazendo uma vénia e elevando o fascínio e o mistério em redor do seu projecto a novos máximos históricos." Blitz

"Memorável mas apressado. Foi assim o primeiro concerto dos White Stripes em Portugal. 'Dead Leaves and the Dirty Ground' e um sonoro «Hello Portugal» deram início ao festim que prosseguiu em headbang frenético ao ritmo de 'Black Math'. A assistência fez o trabalho de casa e a novíssima 'Icky Thump' estava na ponta da língua. «I'm Jack White and this is my big sister Meg». A multidão estava farta de saber, mas apreciou o cumprimento.
Uma hora depois já tinham voado, entre outras, 'John the Revelator', 'Hotel Yorba' (em versão eléctrica), 'Fell in Love With a Girl' (encantadora como só ela, Meg na pandeireta), 'We're Going to be Friends' e 'Ball and Biscuit' (com pozinhos de orgão), para não falar das deliciosas versões de 'Jolene' (Dolly Parton) e 'Death Letter' (Son House).
Soube a pouco, mas ainda houve encore, com 'Blue Orchid' a abrir. 'My Doorbell', 'I Just Don't Know What To Do With Myself' (em coro) e claro, a pedido de muitas famílias, 'Seven Nation Army', para encerrar em beleza. Ficaram a faltar muitas outras, como 'Astro', 'Let's Build a Home', 'I Think I Smell a Rat, 'The Hardest Button to Button' ou 'The Denial Twist', mas não se podia pedir mais.
«My sister thanks you and I thank you», disse Jack de abandonar de vez o palco. Deixa-te de coisas, pá. A gente é que agradece. " Sol




Os Smashing Pumpkins cumpriram com aquilo que esperava deles (já tinha ouvido um concerto de Paris em Maio). Outro bom concerto para acabar a noite em beleza. Com a chuva a ajudar à festa... Mas a noite já estava ganha com os Stripes.




sexta-feira, 8 de junho de 2007

Orgasmo musical do mês

É amanhã no Oeiras Alive!
Sobem ao palco cerca das 21.45 e esta deverá ser a ultima musica:



Depois deles ainda veremos o regresso dos Smashing Pumpkins.

quinta-feira, 31 de maio de 2007

o regresso

Ai está a primeira musica do novo album dos White Stripes.
Eles estarão em Portugal no dia 9 de Junho

quarta-feira, 30 de maio de 2007

grande musica, grande teledisco

Uma versão alternativa do video da musica You Only Live Once, dos Strokes.
Com um cheirinho a 2001, Odisseia no Espaço:

terça-feira, 29 de maio de 2007

pequenos grandes filmes

Shooter, de Antoine Fuqua
A tal história da conspiração em que um atirador é acusado de ter morto o presidente.
Já vi melhores coisas ao Walbergh e ao realizador

Nota: 7/10







Fracture, de Gregory Hoblit
Filme policial do mesmo realizador de Primal Fear, o filme que revelou Edward Norton.
Com o que tem andado por a nível de filmes policiais este até que nem é dos piores.

NOTA: 7/10






Breach, de Billy Ray
Sem muito alarido surge-nos um grande filme.
A hitória (verídica) é sobre a maior fuga de informação dos EU, quando um agente do FBI vende segredos à União Sovietica (e posteriormente à Russia).
Excelentes desempanhos do trio principal.

NOTA: 8/10

quinta-feira, 24 de maio de 2007

monólogos geniais

O filme é o excelente 25th Hour de Spike Lee e nele entra um dos meus actores preferidos que brilha nestes 5 minutos

segunda-feira, 21 de maio de 2007

O amor, esse belo sentimento

...




When the routine bites hard
And ambitions are low
And the resentment rides high
But emotions wont grow
And were changing our ways,
Taking different roads
Then love, love will tear us apart again

Why is the bedroom so cold
Turned away on your side?
Is my timing that flawed,
Our respect run so dry?
Yet theres still this appeal
That weve kept through our lives
Love, love will tear us apart again

Do you cry out in your sleep
All my failings expose?
Get a taste in my mouth
As desperation takes hold
Is it something so good
Just cant function no more?
When love, love will tear us apart again

sexta-feira, 18 de maio de 2007

hoje por aqui "cerimoneia-se"

Faz hoje 27 anos que Ian Curtis lost control again.
Este cantinho não o esquece:




CEREMONY
This is why events unnerve me,
They find it all, a different story,
Notice whom for wheels are turning,
Turn again and turn towards this time,
All she asks the strength to hold me,
Then again the same old story,
Word will travel, oh so quickly,
Travel first and lean towards this time.

Oh, Ill break them down, no mercy shown,
Heaven knows, its got to be this time,
Watching her, these things she said,
The times she cried,
Too frail to wake this time.

Oh, Ill break them down, no mercy shown,
Heaven knows, its got to be this time,
Avenues all lined with trees,
Picture me and then you start watching,
Watching forever, forever,
Watching love grow, forever,
Letting me know, forever.

Ontem em Cannes