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segunda-feira, 25 de maio de 2009

Filmes de Eleição - #31 - Dr. Strangelove or: How I Learned to Stop Worrying and Love the Bomb, de Stanley Kubrick


Uma das mais geniais comédias de sempre tem a assinatura desse grande génio da 7ª arte que é Stanley Kubrick. No auge da guerra fria, teve a ousadia de fazer este filme recheado de cenas hilariantes que já pertencem à elite das melhores cenas da história do cinema.
Para mim Kubrick foi um dos melhores realizadores de sempre que o cinema nos deu, faltam-me ver dois dos seus filmes mais antigos e dos mais geniais (quase todos) é difícil escolher o melhor.

A luta entre o general (George C. Scott) e o embaixador russo na War Room! O comandante texano do B52, com sotaque à cowboy, Major King Kong e a música dos westerns que acompanha essas cenas. O vilão Jack D. Ripper. O telefonema do capitão Mandrake para o presidente dos EU a partir de uma cabine telefónica... Todas as cenas do Dr. Strangelove... Geroge C. Scott e... Peter Sellers (em três personagens diferentes).
Grandioso.

NOTA: 10/10

Não deixo aqui um trailer mas sim a brilhante sequência final, onde o Dr. Strangelove traça o plano de sobrevivência caso a "doomsday machine" entre em accção! E claro, o brilhante milagre final! Mein Führer! I can Walk!


quinta-feira, 19 de março de 2009

Filmes de Eleição #26 - Monty Python and the Holy Grail

Esta foi a primeira de três incursões da familia Python no grande ecrã. E nessas três estão duas das mais geniais comédias de sempre. Esta é uma delas. A busca do Santo Graal visto por esta trupe é de chorar a rir.


quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Vicky Cristina Barcelona, de Woody Allen

Vicky (Rebecca Hall) e Cristina (Scarlett Johansson) são duas amigas americanas que estão de férias em Barcelona. Vicky vai fazer um mestrado sobre a cultura catalã e Cristina acompanha-a à procura de aventuras. Quando conhecem o pintor Juan Antonio (Javier Bardem) numa galeria de arte este logo lhes propões um fim de semana em Oviedo, com boa comida, bom vinho e muito sexo!!! Vicky está noiva, é conservadora e quer recusar. Cristina gosta destes pagodes, fica atraida por aquele pintor e convence a amiga a irem.
Na primeira noite em Oviedo, depois de uns copos de vinho Juan António leva Cristina para o quarto e quando estão quase em vias de facto ela ressente-se de uma ulcera e tem de ser hospitalizada. Contra sua vontade, Vicky tem de passar o resto dos dias na companhia de Juan António, a visitar as redondesas, a comer, a beber, a ouvir musica catalã e o resto já podem adivinhar...
De regresso a Barcelona. Cristina começa a ter encontros com Juan António e resolvem viver juntos, enquanto Vicky resolve casar-se apesar daquele fim-de-semana não lhe sair da cabeça. Quando tudo parecia bem encaminhado eis que reaparece a ex-mulher neurótica de Juan António, Maria Elena (Penélope Cruz).
Juan António resolve acolhe-la "temporariamente" e assim passam a viver os três em perfeita harmonia - para não dizer outra coisa !!!

Uff... É assim o cinema de Woody Allen, por vezes confuso, mas hilariante e aqui volta a dar-nos mais uma prova do seu talento com mais um grande filme.

NOTA: 9/10


segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Filmes de Eleição #17 - Broadway Danny Rose

Danny Rose é um agente da Brodway que quer tornar uma cantora famosa. Só que ela é namorada de um mafioso e este não a quer a andar por aí com outro homem. Obviamente Danny está metido em sarilhos!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Son of Rambow, de Garth Jennings

Mais uma excelente comédia vinda do Reino Unido e que chaga a Portugal numa altura em que já saiu em DVD um pouco por essa Europa fora.
Son of Rambow passa-se nos anos 80, numa altura em que o VHS estava no auge e era o boom do pós-punk.
Will Proudfoot é um muido cuja familia pertence a uma seita religiosa o que o impede, entre outras coisas de ouvir rádio e ver televisão. É então que conhece um miúdo mal comportado (Lee Carter), que está constantemente a ser expulso das aulas.
Numa visita a casa de Lee, Will vê uma cópia pirata de First Blood (o 1º e melhor filme da série Rambo) e fica fascinado e como Lee Carter anda a fazer filmagens com a camara do irmão mais velho, Will tem a ideia de fazer uma sequela de First Blood com o filho do Rambo!
Uma panóplia de "efeitos especiais", cães voadores, actores internacionais e espantalhos malvados vão fazer tudo para impedir o sucesso dos nossos heróis e por em causa a sua amizade. Será que o Coronel Trautman e o filho de Rambo(w)* conseguem salvar a personagem outrora interpretada por Stalone?
Destaque também para a banda sonora com muitas bandas que fizeram furor nos 80's: The Cure, David Bowie, Siousxie and the Banshees, Depeche Mode, Blondie, Human League, entre outros.
Uma lufada de ar fresco no meio de tanta palha que estreia por ai!

NOTA: 8/10



* Os créditos finais devem ser vistos até ao fim. Lee Carter e Will Proudfoot explicam porque aparece o w no fim do Rambo!

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

The Big Lebowski, Joel e Ethan Coen


O que fazer num feriado chuvoso e frio quando não se tem nada para fazer (ou não apetece fazer o que se tem para fazer)?
Depois de alguma reflexão conclui que já não via o Dude há algum tempo, aliás ainda nem tinha visto a Edição Especial em DVD que tinha na prateleira há espera de visualização.
Achei que era altura e assim foi!

E foi estimulante rever toda aquela panóplia de situações de novo e reparar nas semelhanças que a história tem com os clássicos de Dashiell Hammett ou Raymond Chandler, levados aos cinema nos anos 40 com Bogart como protagonista.
Claro que aqui a intriga é transportada para o universo dos Coen e o resultado é um dos melhores filmes desta dupla altamente criativa.

A história para quem não a conhece começa com uma urinadela no tapete do Dude que chateado vai pedir satisfações à pessoa pela qual foi confundido. Até aqui tudo muito bonito não fosse o Dude ser contratado pelo seu homónimo para se armar em detective privado e tentar resgatar a esposa do milionário. Bowling, niilistas, uma filha que quer procriar, muita marijuana, uns amigos sui-generis, uso exaustivo da palavra fuck e uma série de grandes intepretações compõem esta enorme comédia.

NOTA: 10/10

Ainda bem que me lembrei de colocar este comentário hoje pois aproveito para dar os parabéns pelo 59º aniversário de Jeff "Dude" Bridges.
Os Sagitários são todos bons!!!


Eis algumas das cenas mais hilariantes:

sábado, 22 de novembro de 2008

Filmes de eleição #12 - The Big Lebowski


Começou por estranhar-se e acabou por entranhar-se. A crítica deu-lhe forte e feio na latura da estreia mas hoje já é motivo de culto por esse mundo fora. Desde sites, a encontros de dudes, uma edição em DVD de 10º aniversário e formato bola de bowling, action figures,  tudo se tem feito para louvar este obra prima dos manos Coen sobre um tipo que tem o azar de ter o mesmo nome que um ricaço pelo qal é confundido. E devido a essa confusão verteram águas na sua alcatifa e tudo o que ele quer é uma alcatifa nova. E eu acho que com razão!

É dificil escolher o melhor filme dos Coen porque para mim têm vários brilhantes, mas se tivesse que ser este estaria certamente na luta!



quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Tropic Thunder, de Ben Stiler







Um grupo de actores é contratado para fazer o filme de guerra mais caro de sempre. Partem então para o Sudeste Asiático onde o realismo do filme ser ser maior do que aquilo que eles querem fazer!

Desde logo uma das melhores comédias do ano, realizada por Ben Stiler e com um excelente naipe de actores. Robert Downey Jr., a interpretar um actor do método, que leva a arte de representar ao limite, está soberbo. Jack Black tem mais uma das suas interpretações loucas. E para finalizar anda por lá um magnifico Tom Cruise a provar que ainda consegue ser actor. E dos bons.

NOTA: 8/10


sexta-feira, 31 de outubro de 2008

In Bruges, de Martin McDonagh

(este post foi "puxado" para cima por conveniência do serviço)

Mais um filme que foi retirado do mapa de estreias previstas para Portugal.
E que filme... Um filmaço digo eu.

Uma dupla de assassinos profissionais é enviada para Bruges, a mais preservada cidade medieval do mundo, depois de um "trabalho" que correu mal. Harry, o patrão deles quer que ficam lá durante uns tempos e aproveitem para visitar a cidade. Enquanto esperam pelo telefonema do patrão, Ray e Ken vão se habituando aos costumes locais, desde conversas com turistas, namoradas com segredos ocultos, um actor americano anão a prostitutas holandesas e quando o tal telefonema chega nada será como dantes...

Três grandes actores (Brendan Gleeson, Colin Farrel e Ralph Fiennes) mostram aquilo que valem neste filme hilariante de produção britânica.

NOTA: 9/10


segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Burn After Reading, de Joel e Ethan Coen


Não destruir depois de ver

E ao 10º mês chega-nos o filme parvo do ano.
E que saudades já eu tinha de um bom filme parvo e ninguém melhor que os Coen para nos abrilhantarem com o que de há melhor num filme parvo.

Destruir Depois de Ler é mais um hilariante filme destes dois irmãos, com os quais deve ser um gozo filmar ( adoraria assistir às filmagens de um filme dos gajos - às vezes lá vem um extrazinho no DVD mas coisa pouca) e se não está ao nível de Big Lebowski anda muito lá perto.

Após ter sido despedido, um ex-agente da CIA (John Malkovich) decide escrever as suas memórias documentando segredos do governo mas, durante as partilhas do divórcio, a sua ex-mulher (Tilda Swinton) rouba-lhe um disco com o único exemplar do manuscrito.
Por engano, esse mesmo disco cai nas mãos de dois empregados de um ginásio (Brad Pitt e Frances McDormand), um homem e uma mulher sem escrúpulos, que tencionam explorar ao máximo a sua descoberta, vendendo a informação de forma a poderem pagar uma cirurgia plástica para ela.
No meio disto há ainda um ex-agente da CIA (George Clooney), paranóico, viciado em jogging e louco por mulheres. Como Tilda Swinton e Frances McDormand são mulheres dá para imaginar a ligação...

Depois do registo mais sério que foi Este País não é Para Velhos, os Coen regressam à comédia coeniana tão apreciada por este escriba.
Brad Pitt, estreante no universo Coen está magistral na composição do seu idiota, mas os melhores diálogos do filme são entre o director da CIA (brilhante J.K. Simmons) e um dos seus oficiais (David Rasche).
A ver... e a rever.

NOTA: 9/10


terça-feira, 30 de setembro de 2008

The Breakfast Club, de John Hughes


Um dos filmes da minha adolescência, a par de Os Marginais e Rumble Fish, sobre uma certa juventude rebelde.

Um grupo de 5 alunos (3 rapazes e 2 raparigas), aparentemente sem nada em comum a não ser estudarem na mesma escola tem como castigo passar um Sábado na Biblioteca escolar. Quando entraram não tinham nada a dizer uns aos outros mas quando sairam, ao fim da tarde já partilhavam segredos e tinham-se tornado grandes amigos.
John Hughes realizou alguns filmes de adolescentes sendo este o melhor de todos. Emilio Estevez (irmão de Charlie, filho de Martin Sheen - na altura mais conhecido que o irmão), Anthony Michael Hall (vimo-lo em Eduardo Mãos de Tesoura e The Dark Knight, por ex.), Judd Nelson, Molly Ringwald, Ally Sheedy formam o elenco e alguns deles ficaram famosos por estes filmes de teenagers.

NOTA: 9/10

Inesquecível a música dos Simple Minds:


terça-feira, 23 de setembro de 2008

Mamma Mia, de Phyllida Lloyd

Um belo entretenimento, para ser visto em familia e com amigos. Uma hora e meia de galhofa ao som de uma banda que marcou uma geração, num musical recheado de bons actores.

A premissa é esta:
Uma mãe solteira, independente, que tem um pequeno hotel numa idílica ilha grega, Donna (Meryl Streep), está prestes a ter de deixar partir Sophie (Amanda Seyfried), a filha que criou sozinha. Para o casamento de Sophie, Donna convidou duas das suas melhores amigas - a prática e hilariante Rosie (Julie Walters) e a multi-divorciada Tanya (Christine Baranski) - as quais pertenciam à sua banda de outrora, «Donna and the Dynamos». Mas Sophie, secretamente, também convidou três pessoas. Na tentativa de encontrar o seu pai, ao qual estaria destinado levar a noiva ao altar, ela convidou três dos homens do passado de Donna. Em cerca de 24 horas mágicas e caóticas, surgirão novos romances e renascerão antigos, naquela que parece a ilha de todas as possibilidades.

NOTA 8/10

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Time Bandits, de Terry Gilliam


A partir de um argumento escrito a duas mãos, por si e pelo seu comparsa dos Monty Phyton, Michael Palin, Terry Gilliam dá largas à sua prodigiosa imaginação nesta fábula sobre um rapazito e um bando de 6 anões que viajam no tempo à procura de tesouros para roubar.
Kevin é um rapaz com uma imaginação muito fértil e uma noite ouve uns barulhos vindos do guarda-fatos do seu quarto e depara-se com 6 anões que vêm fugidos do Ser Supremo do universo, a quem roubaram um mapa. Um mapa que assinala os "buracos do tempo" de todo o universo.
Juntos vão viver aventuras no tempo de Napoleão, na Idade Média, na Grécia Antiga, com Robin Hood e até a bordo do Titanic.
Este filme de Gilliam teve a particularidade de o juntar a outros dois Phyton, Michael Palin e John Cleese.
Sou fã dos delirios de Terry Gilliam e este é mais um bom exemplo daquilo de bom que ele sabe fazer.

NOTA: 8/10


quinta-feira, 19 de junho de 2008

Juno, de Jason Reitman


Grande filme que esteve na corrida nos ultimos Oscars, que eu já vi há algum tempo mas que por qualquer razão tinha escapado a um comentário aqui no Cantinho.

Juno é uma adolescente segura e descontraída com resposta para tudo e para todos. Juno não tem um problema de atitude; tem atitude a mais. Para sobreviver a mais uma tarde de aborrecimento, Juno decide ter sexo com o seu inseguro colega de escola Bleeker.

Confrontada com uma gravidez indesejada, Juno e a sua melhor amiga Leah traçam um plano para encontrar os pais perfeitos para o bebé que ainda vai nascer.

Excelente comédia com toques dramáticos, ao nível de outras boas comédias que se têm feito ultimamente - as de Wes Anderson e Little Miss Sunshine, por exemplo.

Oscar para Diabo Cody pelo argumento original. Juno conta ainda com a excelente interpretação de uma actriz em ascensão: Ellen Page.
Velvet Underground, Sonic Youth, Belle & Sebastian, são algumas das bandas que fazem parte da banda sonora do filme.

NOTA: 9/10

Sugestão: The Life Aquatic with Steve Zissou

sábado, 14 de junho de 2008

Cassandra's Dream, de Woody Allen


Woody Allen continua de costas voltadas para os Estados Unidos. "O Sonho de Cassandra", que antecede a sua incursão por terras espanholas, volta a ter o Reino Unido como palco e tem Ewan McGregor e Colin Farrell como protagonistas. Ian e Terry são irmãos. Apesar dos problemas económicos que enfrentam, compram um veleiro em segunda mão chamado "Cassandra's Dream", com o objectivo de o recuperarem e poderem navegar durante os fins-de-semana. Ian apaixona-se por Ângela, uma jovem actriz que procura o êxito no mundo da representação. Já a maior paixão de Terry é o jogo e as dívidas que vai acumulando vão deixá-los numa situação delicada. Quando o tio Howard regressa dos Estados Unidos, traz com ele o que parece ser um alívio económico para Ian e Terry. Mas tudo tem um preço e os dois irmãos serão postos à prova.

Tragédia grega adaptada ao séc. XXI ou o shakespearizar de Allen.
O veterano realizador nova-iorquino volta aqui a dar cartas e a provar que está ai para as curvas.
Com Woody Allen nenhum actor representa mal e Colin Farrell e Ewan McGregor provam todo o seu talento.
Venha de lá o Vicky Cristina Barcelona...

NOTA: 8/10


terça-feira, 24 de julho de 2007

como não podia deixar de ser

O The Guardian divulgou as 50 melhores comédias de sempre e em 1º lugar, sem margem para quaisquer duvidas ficou esta obra prima:




"Are there any women here today?"









A lista completa está aqui.

And now something completely different:

terça-feira, 1 de maio de 2007

Por estes dias


Scoop não será dos melhores do Woody Allen, mas é um filme do Woddy Allen e logo isso é motivo para ser um bom filme.
NOTA: 7/10










Ghost Rider
Assustei-me quando vi o nome do realizador. Afinal é só mau, náo é péssimo como o Daredevil!!! E o cabelinho do Nick Cage à Fernando Pereira ?!?!?!
Nota: 5/10








Hollywoodland
Divagação sobre a morte do 1º actor a fazer de Superman.
Ben Affleck prova que afinal sabe ser actor.
NOTA: 7/10









Crank
Um filme chunga que se vê bem. Faz lembrar aquela: "Não bate mas entretem"
NOTA: 6/10










Al Pacino tem 88 Minutos para salvar a própria vida, neste thriller intenso do principio ao fim. Gostaria ainda de saber quando é que o Pacino perde o ar ensonado que ficou desde que fez o Insomnia!??!
NOTA: 7/10










Um grupo de pessoas aparentemente desconhecidas umas das outras (e delas próprias) acordam num aramzém e tentam descobrir quem são e o que fazem ali.
NOTA: 8/10





quinta-feira, 26 de abril de 2007

Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan



Este é mais um daqueles filmes que, ou se ama ou se odeia.

É mais um para aqueles que dizem: "é a morte do cinema, é a morte do cinema".

Enfim, há gostos e gostos!!!

Borat: [para uma audiencia americana] We support your war of terror.

Borat: He insist we not fly in case the Jews repeated their attack of 9/11.

NOTA: 8/10

terça-feira, 6 de março de 2007

a melhor comédia de sempre

A melhor comédia de sempre vai dar um musical. Depois do sucesso de Spamalot, Eric Idle vai transformar A Vida de Brian no músical Not The Messiah (He’s a Very Naughty Boy).

Entretanto fiquem com um dos grandes momentos dessa comédia genial...