The Man in the High Castle é uma distopia produzida para a Amazon pelos estúdios de Ridley Scott e baseada livremente na obra homónima de Philip K. Dick.
Na história as forças do Eixo venceram a 2ª Guerra Mundial e dominam o mundo. Os Estado Unidos (onde se passa a acção) estão divididos. Os estados do Pacifico pertencem ao Japão e os estados do Atlântico pertencem ao Grande Reich Nazi. Existe ainda uma Zona Neutra situada nas imediações das Montanhas Rochosas. Hitler está vivo e à beira da morte e outros altos nomes do partido Nazi querem tomar o poder para poder declarar guerra ao Japão e assim sozinhos conquistarem o mundo.
No meio disto há uma resistência americana e um grupo de cidadãos comuns é chamado para o centro da acção, voluntária ou involuntariamente. Todos querem ter na sua posse uns filmes que andam a circular, onde os Aliados ganham a guerra e que supostamente são feitos pelo "The Man in the High Castle".
A primeira temporada teve 10 episódios, sempre em bom nível e a criação deste realidade alternativa está em bom plano.
Era na altura o 6º filme dos irmãos Coen, o 4º grande filme da sua ainda curta carreira: Blood Simple, Miller's Crossing e Barton Fink a que se juntavam Arisona Junior e The Hudsucker Proxy.
Conhecíamos em Fargo o desajeitado Jerry Lundgaard, os assassinos contratados, interpretados por Steve Buscemi e Peter Stromare e a super-policia-grávida Marge Gunderson, num papel que deu um Oscar a Mrs. Joel Coen, Frances McDormand.
O resto é história da boa, mais uma mão cheia de grandes filmes, mais ou menos premiados e uma série com o mesmo título deste filme, que já vai para a 3ª temporada e que faz jus ao culto aqui iniciado.
Um dos melhores filmes dos Coen e um dos grandes da história do cinema.
Pequeno concerto para o canal Arte, onde interpretam 'Mechanics', 'I Need Somthing New', 'The Answer', 'Hit me' e 'Adore'. A realização é de Antoine Carlier.