sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

colheita musical de 2015 - #3

The Charlatans - Modern Nature

7.5/10

Banda que surgiu no auge da cena Madchester e soube impor o seu espaço desde o inicio. Continuam activos, apesar de algumas perdas da formação inicial (falecimento do teclista em 96 e do baterista em 2013) e a fazer boa música.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Oscars 2015

Embora Birdman seja um bom filme não posso deixar de afirmar:

Perdoa-os Boyhood eles não sabem o que fazem

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Blur com novo disco

Grande noticia musical do dia: novo disco dos Blur. E já para Abril. Chama-se The Magic Whip e este é o primeiro avanço. (Há malta que não consegue fazer coisas más)

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

The Judge, David Dobkin


Hank Palmer é um advogado brilhante mas pouco escrupuloso, que faz carreira a defender criminosos. Sem qualquer sentimento de culpa, ele considera que a lei pode ser contornada de forma a incriminar – ou defender – seja quem for. Quando é informado da morte da mãe, segue viagem até à pequena cidade onde cresceu e onde jurou nunca mais regressar. 
Ali reencontra o pai, um juiz da velha guarda que sempre se guiou por uma moral incorruptível e que nunca aceitou a forma leviana com que o filho encarava a culpa ou a inocência. Quando se prepara para regressar a Chicago é informado que o pai bateu com o carro e que há uma vitima mortal. Apesar da relação complicada entre ambos, Hank decide defendê-lo em tribunal. A princípio a relação entre ambos não vai ser fácil mas esta convivência forçada obriga-os a deixar para trás os ressentimentos e a construir algo novo.

David Dobkin vem das comédias para realizar o seu primeiro drama, filme que vale sobretudo pelas boas interpretações de Robert Duval, Robert Downey Jr., Vincent D'Onofrio e Vera Farmiga.

NOTA: 7/10

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

colheita musical de 2015 - #2

Panda Bear - Panda Bear Meets the Grim Reaper

7,8/10
Noah Lennox a ser ele próprio.



sábado, 7 de fevereiro de 2015

máquina do tempo - 1998


A nível musical 1998 foi o ano das boas colectâneas. Bauhaus (que regressaram nesse ano e deram um grande concerto no Pavilhão Atlântico), Pixies, Depeche Mode (com uma colectânea e um disco de tributo) são exemplos do que digo. Ao nível de discos originais nasceram coisas muito boas, estou-me a lembrar do Mezzanine dos Massive Attack, do Electro-Shock Blues dos Eels ou do Mutations do Beck. No cinema os filmes de guerra nunca mais foram os mesmos depois de Saving Private Ryan, com Spielberg mais uma vez a inovar. Foi também o ano de Big Lebowski, The Thin Red Line e de Roberto Benigni a ser Charlie e a brincar com o Holocausto em A Vida é Bela. Apesar da existência daqueles grandes filmes, a Academia de Hollywood resolveu premiar uma coisa chamada Shakespeare in Love. Vá-se lá perceber esta gente!!!

Massive Attack - Mezzanine
PJ Harvey - Is this Desire?
Beck - Mutations
Eels - Electro-Shock Blues
Placebo - Withou You I'm Nothing

*Pixies - Pixies at the BBC
*Bauhaus - Crackle

outros que me passaram pelos ouvidos e/ou que constam na minha colecção (assinalados a bold):

(sem qualquer sequência)
Pearl Jam - Yield
Kristin Hersh - Strange Angels
Pulp - This is Hardcore
Gomez - Bring it On
Fugazi - End Hits
Spoon - A series of Sneaks
Sonic Youth - A Thousand Leaves
Garbage - Version 2.0
Smashing Pumpkins - Adore
Jesus and the Mary Chain - Munki
Billy Bragg & Wilco - Mermaid Avenue
At the Drive-in - In/Casino/Out
Death Cab for Cutie - Something About Airplanes
Moloko - I'm not a Doctor
Manic Street Preachers - This is My Truth, Tell Me Yours
The Divine Comedy - Fin de Siècle
Belle & Sebastian - The Boy with the Arab Strap
Blonde Redhead - In an Expression of the Inexpressible
Marilyn Manson - Mechanical Animals
Queens of the Stone Age - Queens of the Stone Age
Ash - Nu-Clear Sounds
Cake - Prolonging the Magic
R.E.M. - Up
Fun Lovin' Criminals - 100% Colombian
Pearl Jam - Live on Two Legs
*Tribute to Depeche Mode - For the Masses
*Depeche Mode - The Singles

*colectâneas





segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

A Most Violent Year, de J.C. Chandor


O ano de 1981 foi dos mais violentos da história de Nova York. Fora toda a miséria e incertezas do plano económico para a recuperação do país governado por Ronald Reagan, o corte no orçamento da segurança deixaram os moradores da Big Apple nas mãos dos criminosos. Os índices de assaltos, violações e assassinatos daquele ano colocaram os Estados Unidos em estado de alerta. É neste contexto que o imigrante Abel Morales (Oscar Isaac) tenta fazer crescer seu negócio de combustível de aquecimento doméstico com sua esposa, Anna (Jessica Chastain), responsável por gerir as contas da empresa. Apesar da boa condição financeira do casal, os problemas começam quando um grupo desconhecido começa a roubar os camiões da sua empresa que faziam a distribuição do combustível. Ao mesmo tempo que Abel procura descobrir quem está por trás deste esquema, o promotor público Lawrence (David Oyelowo) acusa Abel de desviar milhares de dólares e fugir aos impostos. 

Neste seu 3º filme (Margin Call e All is Lost) JC Chandor apresenta-nos um homem que quer manter-se recto e seguir a sua linha de honestidade num mundo cada vez mais pantanoso onde a traição pode vir de quem menos se espera.

NOTA: 8/10